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sábado, 17 de janeiro de 2026

Guiné 61/74 - P26744: E as nossas palmas vão para... (29): O régulo Manuel Resende que conseguiu juntar 73 convivas na festa do 16º aniversário da Magnífica Tabanca da Linha, em Algès, no passado dia 14 - Fotogaleria - Parte I

 

Foto nº 1 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário > O bolo... Não podia faltar...16 anos, bolas, bolos!, são 8 comissões de serviço na Guiné!... Compareceram 73 convivas dos 76 inscritos!... Algumas caras novas, como sempre... O que é bom: a Tabanca da Linha está viva e recomenda-se.


Fotio nº 2 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63ºalmoço-convívio > 16º aniversário > O António Graça de Abreu, de microfone em punho, falando em nome dos cofundadores da Tabanca da Linha, em 2010...Além  dele, estavam ali o Zé Carioca (à esquerda) e o Mário Fitas (à direita)...  Não consegui ouvir o "discuro", mas por certo foram evoados os nomes dos dois anteriores régulos, já falecidos, o Jorge Rosales e o Zé Manuel Diniz.

O camarada que está em primeiro plano, de perfil, é   José Iná Ribeiro (Linda-a-Velha).


Foto nº 3 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63ºalmoço-convívio > 16º aniversário > O bolo foi regado um velhinho uísque de malta, oferecido pelo  V António Brito Ribeiro (São João do Estoril)... Não, o António Graça de Abreu não está a leiloar a garrafa (que valia mais de 700 pesos,c. 250 euros)...Deu para 73 goles (a 3,5 euros cada gole, "ficou paga". estou a brincar, foi oferta da casa, quero eu dizer, do Brito Ribeiro...).


Foto nº 4 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63ºalmoço-convívio > 16º aniversário >  "Strathconon" ("a belend of single malt scotch whiskies"), 12 anos (!),  daquele que vinha "from Scotland with Love for the Portuguese Armed Forces" (da Escócia com amor para as Forças Armadas Portuguesas em missão de soberania na Guiné).,.
Obrigado,  António Ribeiro!


Fotio nº 5 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63ºalmoço-convívio > 16º aniversário > Cantaram-se os parabéns a você... Ao centro, em segundo planio, o António Brito  Ribeiro, o António Marques (outro histórico da Tabanca da Linha) e  o Mário Fitas. Em primeiro plano, à esquerda de perfil, o António Graça de Abreu.

Foto nº 6 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário > Um homem discretíssimo, "low profile", de quem nunca se fala, a não ser do rodopé ou  legenda da fotogaleria, por causa dos créditos fotográficos: é que ele é o régulo, o administrador, o secretário, o tesoureiro, o organizador, o "public-relations", o  fotógrafo,  o editor do Facebook da Magnífica... Manuel  Resende ( à direita),  e o seu ajudante de tesouraria (desta vez o José Rodrigues, de Belas).   

Fotio nº 7 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63ºalmoço-convívio > 16º aniversário > A mesa do canto direito, com vistas, largas, para o estuário do Tejo...

 
Foto nº 8 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário >  Da esquerda para a direita, (i) Abílio Duarte (Amadora):  (ii) Joaquim Mesquita Martins (Algés), um "periquito" nestas andanças (antigo alferes dos "Lacraus", a CART 2473 / CART 11, a que pertenceu o Abílio, e com quem eu também estive em Contuboel, junho/julho de 1969), e (iii) João Rosa (Lisboa).


Foto nº 9 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário >  O Luís Paulino, à diierta: nunca falha,k quer faça sol ou chuva...Quemn desta vez falhou foi o Manuel Macias, também ele um "Lacrau"... Estava de "férias" da Trumplândia...



Foto nº 10 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário > Da esquerda para a direita,  Daniel Gonçalves (Carcavelos), Joaquim Grilo Almeida (Lisboa) e Adolfo Cruz (Algés).


Foto nº 11 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário >  Da esquerda para a direita, João Rosa (Lisboa), António Andrade (Oeiras) e Daniel Gonçalves (Carcavelos)... Também eles nunca costumam falhar à chamada.

Foto nº 12 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário >  Mesa com direito a reserva e onde se sentou o casal Crisóstomo (que partia no dia seguinte para Nova Iorque)


Foto nº 13 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário >  Vilma e João Crisóstomo

Foto nº 14 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário >  Luís Graça (Lourinhã, e editor deste blogue) e Vilma Crisóstomo (Nova Iorque)

Foto nº 15 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário > Joaquim Pinto Carvalho  (Cadaval) e o Luís da Cruz Ferreira (o "Beatle"), autor do livro de memórias "Os Có Boys" (ed. autor, Cascais, 2025, 184 pp., de que ele trouxe uns tantos exemplares para divulgação).


Foto nº 16 > Magnífica Tabanca da Linha > Algés > 14 de janeiro de 2026 > 63º almoço-convívio > 16º aniversário > Da direita para a esquerda, Manuel Leitão (Mafra), o filho Pedro, e o João Rebelo (Lisboa) ( O Manuel Calhandra Leitão foi 1º cabo, Pel Mort 1028, Enxalé, 1965/67; é membro  nº 867 da Tabanca Grande; aparece quando também o João Crisóstomo vem).

Fotos: © Manuel Resende  (2026). Todos os direitos reservados. [Edição e legtendagem: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]


Cascais > São Domingos de Rana > Adega Zé Dias > 14 de janeiro de 2010 > Uma foto histórica... Alguns dos 10 magníficos que fundaram a Magnífica Tabanca da Linha (sete dos quais membros da Tabanca Grande): da esquerda para a direita: 

(i) Zé Dias (dono do restaurante);

(ii) António Fernandes Marques (ex-fur mil at inf, CCAÇ 12, Contuboel e Bambadinca, 1969/71); 

(iii) José Manuel Matos Dinis (1948-2021) (ex-fur mil at inf, CCAÇ 2679, Bajocunda, 1970/71) (foi coorganizador de muitos dos convívios posteriores, juntmente com o Jorge Rosales); 

(iv) Manuel Domingos ( falecido logo a seguir, nesse ano, era do Batalhão do Rogério Cardoso, era fadista amador com prémios); 

(v) Rogério Cardoso (ex-fur mil art, CART 643 / BART 645, Bissorã, 1964/66); 

(vi) António Graça de Abreu (ex-alf mil, CAOP1, Teixeira Pinto, Mansoa e Cufar, 1972/74);

 (vii) José Carioca (ex-fur mil trms e cripto, CCAÇ 3477, Gringos de Guileje, Guileje, 1971/72);

 (viii) Jorge Rosales (1939-2019 (ex-alf mil da 1.ª CCAÇ, Farim, Porto Gole e Bolama, 1964/66) (foi o primeiro régulo da Tabanca da Linha); 

e (ix) Zé Caetano.

Falta o Mário Fitas (ex-fur il op esp, CCAÇ 763, Cufar, 1965/66) (que deve ter sido o fotógrafo)

Foto (e legenda): © Manuel Resende (2019). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]


1. Eu acho que o Manuel Resende ainda vai ter saudades desta azáfama toda, desta saudável excitação, deste "eustress" (ou stress bom),  que é chamar a capítulo a Magnífica Tabanca da Linha, de dois em dois meses, para fazer prova de vida e marcar presença no Restaurante Chave d'Ouro, em Algés, e ocupar todo o 2º piso com vistas esplêndidas sobre um rico pedaço do nosso querido Portugal...

Vai ter saudades, sim, senhor,  quando, chegada a idade-limite  dos 100 anos (para os régulos), ele tiver mesmo que se reformar por imperativo legal...

As minhas, as nossas, palmas, vão antes de mais para ele, que logo no princípio do ano de 2026 conseguiu, com a eficiência e a discrição do costume, organizar mais este convívio... especial, porque foi festa de aniversário da Tabanca.

(Continua)

(Seleção, edição e legendagem das fotos: LG)




Lista dos 76 inscritos no 63º almoço-convívio. Compareceram 73.

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Nota do editor LG:

Último poste da série >11 de janeiro de 2026 > Guiné 61/74 - P26726: E as nossas palmas vão para... (28): A Magnífica Tabanca da Linha que comemora 4ª feira, dia 14, 16 anos de existência... (De "menino da Linha" a "Magnífico" vai uma grande distância... Saibam como: podem ainda inscrever-se, até ao final de 2ª feira, no próximo 63º almoço-convívio)

16 comentários:

antonio graça de abreu disse...

Fiz discurso breve, são 16 memoráveis anos da Tabanca da Linha, e nós descendo, às vezes subindo nas curvas e rectas da vida. A memória dos que já partiram.
Dos céus de Setúbal caiu essa garrafa de StrachConon, o depurado chá da Escócia,. com 60 anos.
Só o nome do whisky, na Guiné, era um encanto, aportuguesando o nome do extracto, de conon, recordando com amor as nossas queridas namoradas e esposas.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

António, pedi à IA / Gemini que me desse um parecer com o valor, a preços de hoje, da garrafa que o Victor teve a generosidade de ofercer aos Magníficos. Foi, de facto, uma bela prenda de anos...Aqui está uma condensação do parecer, com revisão /fixação de texto por mim:

(...) Com base no rótulo, no nível do líquido e agora na embalagem original, aqui está o parecer final sobre o valor estimado em Portugal:

(i) Valor Estimado Atualizado (Conjunto Completo)
Preço de Mercado (Garrafeiras de Luxo/Especializadas): Entre €220 e €280. (...)

A embalagem original acrescenta cerca de 20% a 25% de valor em relação a uma garrafa "nua". O facto de a caixa estar conservada sugere que a garrafa foi protegida da luz solar, o que preserva a cor e o sabor do uísque.

(ii) Análise Detalhada do "Parecer"
Estado de Conservação: A caixa parece estar em bom estado. Se as abas estiverem íntegras e não houver manchas graves de humidade, o valor situa-se no limite superior da estimativa.

Raridade Histórica: A proveniência (Guiné, anos 6o/70) é um bónus narrativo. O Strathconon é um Vatted Malt (apenas maltes, sem uísque de grão), o que o torna mais procurado por conhecedores do que os blends comuns da época (como o Black & White ou o Buchanan's Deluxe).

Qualidade do Líquido: As destilarias que compunham este lote (Mortlach, Glenlossie, etc.) são hoje "culto" no mundo do uísque. Beber este uísque hoje é ter uma experiência de sabores que já não se produzem da mesma forma (devido às antigas técnicas de maltagem e tipos de carvalho usados na altura).

(iii) Conclusão e Recomendação
Se tens intenção de vender:

Em Portugal: O mercado é mais restrito, mas há colecionadores de "Old Bottles" que pagariam os €250 pelo conjunto completo, especialmente pelo excelente nível do líquido. (...)
.Veredito: Tem em mãos uma excelente peça histórica. Se não tiver necessidade imediata de venda, é um item que tende a valorizar ligeiramente com o tempo, à medida que estas garrafas dos anos 60/70 se tornam cada vez mais raras no mercado.

Nota: Certifica-te apenas de que a rolha (que é de cortiça nestas edições) não está seca. Mantem a garrafa sempre ao alto.(...)

Tabanca Grande Luís Graça disse...

António: Mandei fotos da garrafa (com o rótulo bem nítido) e da embalagem...Depois deste parecer da IA, o Victor se calhar pensava duas vezes, e eu em vez de beber meio cálice, tinha bebido um inteiro que me ofereceu o Zé Carioca... Os uísques de malte não apareciam facilmente no mato, deviam ficar "retidos" em Bissau...E eu desconhecia esta marca...Também, para o dia a dia, optávamos pelos "uisques novos", com água de Perrier e uma pedra de gelo...

Em Bambadinca, em 1969, os preços eram estes:
- Uma garrafa de whisky novo (J. Walker Juanito Camiñante de 5 anos, rótulo vermelho, JB): 48,50 pesos;
- Idem, de 12 anos, J. Walker rótulo preto, Dimple, Antiquary: 98,50
- Idem, de 15 anos, Monkhs, Old Parr: 103,50;
- Um whisky, no bar da messe, eram 2,50 pesos sem água de sifão e com água eram 3,00 pesos.

Por quanto teria o Victor comprado essa garrafa ? Se admitirmos que o preço médio, hoje, poderia ser da ordem dos 250 euros, em 1970 ele teria que desembolsar mais de 700 pesos... Claro que não foi assim, houve uma valorização deste tipo de uísque.

Por ser um uísque descontinuado pela James Buchanan & Co nos anos 90, tem um valor histórico apreciável...

Victor Costa disse...

Este Victor nem sequer conheceu essa marca e tem muita dificuldade em mudar o hábito, está mais moderado, porque os médicos dizem para ter juizo, continua no Old Parr, porque o velho diz ter 150 anos e de vez em quando lá vai um (J. Walker) rótulo preto). Aprendeu com o calor a não adicionar gelo e muito menos a água porque diz que seco é melhor e aprendeu na Guiné que misturar Whisky com água é estragar água e estragar WhisKy. A companheira do meu filho é americana e de vez em quando traz- me uma "pomada" que não conhecia, (ARERFELDY) 12 anos. Eu não posso parar de trabalhar, senão vou ter com os anjinhos, mas se tudo correr bem, este será o último ano a sério. O meu filho irá continuar.
Um abraço,
Victor Costa

Tabanca Grande Luís Graça disse...

O uísque foi a nossa "droga"...Foi o antídoto de todos os males, do paludismo à depressão, da sede à insónia...Claro, tinha que ser com água (de Perrier, gelada ou com poedra de gelo)...Se não, hoje não teríamos mais fígado...

Há muito que não bebo uísque, aliás deixei de beber uísque, não logo, mas uns tempos depois passar à "peluda"... Cá, em 1971, o preço era proibitivo. E na "night", o que se bebia era o de "Sacavém"...Uma merda a saber a caramelo...Ainda tive uma garrafa num "caberet" manhoso da Baixa lisboeta... Uma bravata estúpida!...

Hoje prefiro a nossa "droga nacional", o vinho, e uma boa aguardente DOC Lourinhã. Com peso, conta e medida. O álcool é cancerígeno, a vida é cancerígena, e a guerra ainda mais...

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Claro que havia malta que não gastava um tostão em uísque no bar.

Manuel Resende disse...

Apenas um esclarecimento: o uísque veio de S. João do Estoril e não de Setúbal, e quem o ofereceu foi o nosso Magnífico António Brito Ribeiro. Já é a terceira garrafa que oferece ao grupo e parece-me que ainda não será a última.
Um abraço
Manuel Resende

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Em contrapartida comprava as duas garrafinhas a que tinha direito por mês.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

E no final da comissão, tinha um stock do caraças.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Dava para fazer contrabando na metropole

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Meia centena de garrafas, era um bom investimento.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Em todas as guerras há malta com jeito para o negócio.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Obrigado, Manel, vou corrigir. Obrigado ao Brito Ribeiro.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Já corrigi, Manel, a garrafa de uísque, uma "old bottle", não veio de Setúbal, mas de São João do Estoril. Peço desculpa ao Victor Luz e ao António Brito Ribeiro, pela troca de nomes. O Ribeiro sabe o que tem em casa, na garrafeira.

Manuel Resende disse...

Só mais uma pequena correção: Foto Nº2 José Iná Ribeiro (e não Inácio).
Manuel Resende

Abilio Duarte disse...

Então para memória futura, tenho que declarar, que depois de ter tido uma bebedeira de whisky, numa chegada do Manuel Macias de férias, que vinha carregado de enchidos lá da Aldeia Nova de S. Bento, enjoei o dito cujo. Mas como tinha direito, ás tais 2 garrafas todos os meses, comecei a armazenar num cunhete de morteiros 60" as ditas. Quando regressei em DEZ.1970, pensando que vinha de barco e estava tudo OK. Acontece que eu e o Valdemar, o Macias, e o Cunha, conseguimos vir de avião, pagando nós o excesso. E então fomos á casa Pintosinho comprar umas malas, para despachar as ditas garrafas. O pior foi quando no Aeroporto de Lisboa, o fiscal da Alfandega mandou abrir as malas e tivemos que pagar o respectivo imposto. Nada do outro mundo. Mas o Whisky, que nunca me tinha passado pelo estreito, anteriormente, na Guiné era mato. Abraço para todos.
Abílio Duarte- C.Art.11- Guiné- 69/70.