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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Guiné 61/74 - P28270: (De) Caras (251): Luís Tinoco de Faria (1927-1966), ex-cap pqdt, morto aos 39 anos, em combate, no corredor de Guileje: livro de homenagem que está a ser organizado por Elsa Coxinho


Guiné > Região de Tombali > Carta de Guileje (1956) > Escala 1/50 mil > Posição relativa de Guileje, Mejo e  o rio Tenhege, a nordeste de Mejo, em pleno "corredor da morte" ou "corredor de Guileje", onde perdeu a vida o cap pqd Tinoco de Faria no decurso da Op Grifo, em 28 de abril de 1966,

Infografia: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné (2026)



Luís Tinoco de Faria, cap pqdt,
morto em combate, aos 39  anos,
no corredor de Guileje,
em 28 de abril de 1966.
Fonte: Wikipedia

1. Pelo formulário de contacto do Blogger, recebemos, da nossa leitora Elsa Coxinho, o seguinte pedido de ajuda, dirigido ao nosso coeditor jubilado, Virgínio Briote:


Data -  9/08/2026, 17:04 

Assunto -  Luís Tinoco de Faria: pedido de contacto 

Boa tarde, 
O meu nome é Elsa e estou a preparar, com muito carinho e rigor, um livro-homenagem sobre a vida do major pqdt Luís António Sampaio Tinoco de Faria, destinado ao seu filho, Pedro Tinoco de Faria

Durante a minha pesquisa encontrei os  testemunhos do senhor Briote sobre o Luís e fiquei particularmente sensibilizada ao saber que conheceu uma das irmãs dele e que teve contacto pessoal com o próprio Luís na Guiné. 

Gostaria, se o senhor Virgínio Briote estiver disponível e se assim o entender, de poder conversar pessoalmente com ele.

 O objetivo é simplesmente ouvir as suas memórias e recolher informações que possam ajudar-nos a conhecer melhor o homem que existia por detrás da farda: o Luís, o camarada, o amigo e, sobretudo, o homem e pai que deixou uma história tão importante. 

Não pretendo publicar nada sem autorização. Gostaria apenas de lhe fazer algumas perguntas, ouvir as suas recordações e, eventualmente, saber se possui fotografias, documentos ou outras memórias relacionadas com o Luís Tinoco de Faria. 

Se for possível, agradecia muito que lhe fizessem chegar esta mensagem e, caso ele concorde, que lhe facultassem o meu contacto para podermos combinar uma conversa. Com enorme respeito e gratidão pelo seu testemunho,

Elsa Coxinho
 

2. Comentário do editor LG:

Omite-se o endereço de email da Elsa, elemento que está  legalmente sob a proteção de dados pessoais; será fornecido a título confidencial e pessoal, no caso de haver mais camaradas nossos que tenham conhecido o então cap pqdt Luís António Sampaio Tinoco de Faria (1927-1966), e que queiram contribuir, com o seu testemunho ou com fotos e outros documentos, para este louvável trabalho de pesquisa sobre um dos nossos camaradas da Guiné, morto em combate.

O nosso coeditor Carlos Vinhal já respondeu a esta mensagem, na passada segunda feira, 10/08/2026, 19:18, fornecendo à Elsa os contactos do nosso camarada Virgínio Briote (nº de telemóvel e endereço de email), por este devidamente autorizado.

Repoduz-se a seguir o que o Virgínio Briote comentou em tempos, no poste P19634 (*), sobre o infortunado cap pqdt Luís Tinoco de Faria, que era natural de Braga, e foi, a título póstumo,  promovido ao posto de major, além de agraciado com a cruz de guerra de 1ª classe. 

Em 1955, frequentou em Espanha, na Escuela Militar de Paracaidismo de Alcantarilla, um dos primeiros cursos de paraquedismo frequentados por militares portugueses. Recebeu o brevet n.º 13, o que faz dele um dos pioneiros absolutos do paraquedismo militar português.


Esteve na Guiné entre julho de 1964 e abril de 1966. Foi, portanto, contemporâneo do Briote.
 
Recorde-se que  o Virgínio Briote,   nosso coeditor, jubilado, vive em Lisboa; foi alf mil, CCAV 489, Cuntima e alf mil 'comando', cmdt Grupo Diabólicos, Brá ; 1965/67 [foto à esquerda];


Conheci uma das irmãs do cap pqdt Tinoco de Faria, foi ela que preparou a minha admissão ao liceu Sá de Miranda,  em Braga. 

Na Guiné mantive contacto com o capitão em Bissau e, uns dias antes da sua morte,  tomámos café na base aérea [em Bissalanca].

Soube da sua morte no dia a seguir ao acontecimento por um médico que nos tratava da saúde em Brá e contou alguns pormenores que agora, tantos anos decorridos, não tenho vontade de falar.

Mas posso transcrever um resumo de um documento então em poder da 3ª Rep:


(...) "Guileje, capitão paraquedista Tinoco de Faria. 28 de abril  [de 1966], operação "Grifo", “corredor” de Guileje. 

Às 00h30 saíu do aquartelamento do Mejo o pelotão de paraquedistas comandado pelo alferes Ferreira da Silva, seguindo nele o capitão Tinoco de Faria. 

A corta-mato progrediram até um local onde montaram uma emboscada. Às 05h00 o dispositivo ficou armado num terreno ligeiramente inclinado e que oferecia boas possibilidades de defesa. 

Às 10h00 ouviram-se disparos de armas automáticas, a uma distância considerável. Como os disparos se repetiram e pareciam mais próximos, os páras calcularam que o IN estava a fazer fogo de reconhecimento e que vinham no trilho onde o pelotão estava emboscado. 

Uma dezena de guerrilheiros armados e fardados de calção e camisa amarela começou a entrar na “zona de morte”, enquanto mais atrás foi avistado um grupo mais numeroso. 

Aconteceu tudo em poucos segundos. Um cão ladrou, os guerrilheiros da frente recuaram, os páras abriram fogo de imediato sobre o IN e destes, os que puderam não perderam tempo a reagir. O capitão foi atingido gravemente. Todos os guerrilheiros que abriam a coluna acabaram por ser mortos. 

Estabelecido contacto rádio com um avião DO-27, o pelotão de páras ficou a aguardar indicações com vista à recuperação e transporte para Bissau do comandante de companhia. 

Entretanto, o grupo IN aproximou-se da mata ocupada pelos páras e abriu fogo sobre estes com metralhadoras pesadas, armas ligeiras e morteiros. 

Durante cerca de 30 a 40 minutos o pelotão respondeu, obrigando o IN a mudar de posições, aproveitando os páras para levar o ferido para um local mais adequado à evacuação. 

O inimigo perseguiu-os,  flagelando-os à distância enquanto os páras iam ripostando enquanto progrediam na direcção do rio Tenhege. A ideia dos páras era passar o rio, depois o risco seria menor e mais facilmente evacuariam o seu capitão, cuja situação se agravava a todo o momento.

Às 12h00, atingida a orla da mata do rio Tenhege, novo ataque do IN. Cerca de 20 elementos emboscados numa mata próxima abriram fogo e, de novo, os páras responderam com fogo da MG-42 e do lança-roquetes. 

Apesar de todos os esforços, por volta das 12h00, a hemorragia interna acabou por matar o capitão Tinoco de Faria. 

Às 12h10 os páras retomaram a marcha. O contacto rádio com o aquartelamento de Mejo nunca se conseguiu estabelecer, talvez devido à distância e à densa arborização. 

O corpo do capitão Tinoco de Faria foi evacuado para Mejo de helicóptero, apenas por volta das 18h00, junto a uma das margens do rio Lijol. O pelotão dos páras, completamente esgotado, entrou em Mejo às 19h30".

Honra ao Capitão Tinoco de Faria e à CCP. (...)


(Revisão / fixação de texto: LG)
_______________

Notas do editor LG:

(*) Vd. poste de 30 de março de 2019  > Guiné 61/74 - P19634: In Memoriam: Os 47 oficiais oriundos da Escola do Exército e da Academia Militar mortos na guerra do ultramar (1961-75) (cor art ref António Carlos Morais da Silva) - Parte XIX: cap pqt Luís António Sampaio Tinoco Faria (Braga, 1927 - Mejo, Guiné, 1966)

(**) Último poste da série > 27 de julho de 2026 > Guiné 61/74 - P28216: (De) Caras (250): Luís Mário da Silva e Sá (c. 1948-1970), alf mil 'cmd', 26ª CCmds (Brá, 1970/72), cruz de guerra de 2ª classe a título põstumo: peço ao escritor Angelino Santos Silva que nos fale dele e das circunstâncias da sua morte (José Macedo, EUA)

segunda-feira, 4 de setembro de 2023

Guiné 61/74 - P24618: Notas de leitura (1612): Guiné, Operação Irã (maio de 1965) e Operação Hermínia (março de 1966), no fascículo 2 de "As Grandes Operações da Guerra Colonial", textos de Manuel Catarino; edição Presselivre, Imprensa Livre S.A. (Mário Beja Santos)


1. Mensagem do nosso camarada Mário Beja Santos (ex-Alf Mil Inf, CMDT do Pel Caç Nat 52, Missirá, Finete e Bambadinca, 1968/70), com data de 27 de Outubro de 2021:

Queridos amigos,
É meritório, há que o reconhecer, a divulgação em fascículos, com acesso ao grande público, e numa linguagem acessível, de acontecimentos relevantes como foram grandes operações da guerra colonial. Quando me atirei à tarefa de estudar com um pouco de minúcia os acontecimentos que antecederam a chamada luta armada e depois a luta armada propriamente dita, entre 1963 e 1965, isto num projeto editorial que teve como base a história do BCAV  490 feita por um poeta popular, e assim chegámos os dois à feitura do livro "Nunca Digas Adeus às Armas", Húmus Edições, 2020, detetei que a generalidade da historiografia sobre a guerra da Guiné passa como gato pelas brasas pelos aspetos fulcrais tanto da atividade operacional desenvolvida no período como no contexto dessa luta armada, os dois comandantes-chefes, e nomeadamente Arnaldo Schulz, lançaram as bases da ação psicológica, da formação de milícias e companhias de Caçadores, projetos de desenvolvimento e algo mais que merecia o respeito e consideração por quem estuda a guerra.

Mas o mantra é muito superior à realidade e quem escreve que a guerra se agravou entre 1963 e 1968 e mais adiante dirá que a partir de 1970 a guerra nunca mais deixou de se agravar não dá pelas injustiças que profere, uma delas até é cometida com tiros no pé, como esta "Operação Irã", de maio de 1965, e esta "Operação Hermínia", de março de 1966, que desdizem cabalmente de que não se respondia taco a taco, enfrentando o inimigo. Bem curiosamente, há agora quem escreva que mesmo no período da governação Spínola a tropa dos aquartelamentos limitava-se a andar ali à volta, quem verdadeiramente tinha atividade operacional eram as tropas especiais, outro mantra, falando por mim, não me ofende quem quer, na chamada zona libertada do Cuor eu percorria quatro quintos a qualquer hora do dia e se a mais não me afoitava era por não dispor de recursos, com aquelas operações de tabancas em autodefesa fui sendo sangrado de várias secções de pelotões de milícia, em vão protestei. Mas isso é uma história que a historiografia nem se preocupa em estudar, a precariedade dos meios.

Um abraço do
Mário



Guiné, Operação Irã (maio de 1965) e Operação Hermínia (março de 1966)

Mário Beja Santos

A série "As Grandes Operações da Guerra Colonial", surgida na década de 2010, vendia-se nas papelarias e quiosques sob a forma de fascículos, os textos pertencem a Manuel Catarino, edição Presselivre, Imprensa Livre S.A. Este fascículo 2 é uma reedição, é uma miscelânea onde para além destas duas operações a que nos iremos referir juntar-se-ão outras informações, acrescendo a descrição da Operação Tridente, acontecimentos que envolveram paraquedistas em Guilege ou que viveram dificuldades no decurso de uma operação em Cassebeche. O valor do texto é muito discutível. Dizer que a Operação Irã é uma investida das tropas portuguesas no Morés onde nunca elas se tinham aventurado é desconhecer inteiramente de operações no Morés em 1963 e 1964. Sim, o Morés era uma região de mata densa, aí se sediavam pequenas bases móveis, improvisadas infraestruturas, importantes depósitos de material. E o texto lança logo o mantra de que tudo foi agravamento do conflito desde janeiro de 1963 até 1968, é o velho e estafado refrão de que os Altos Comandos anteriores a Spínola andaram aos bonés e revelaram-se incapazes de travar a progressão da guerrilha.

Quem lê a resenha das campanhas de África, no que tange à Guiné, e é este período, ficará seguramente atónito com o texto das diretivas de comando e as ordens de batalha dos dois comandantes-chefes anteriores a Spínola, e sobretudo ao conjunto de operações efetuadas, ao seu desenlace, e à sinceridade posta nos quadros de situação, é uma linguagem que não deixa margem a equívocos de que era inteiramente possível fazer melhor com os meios disponíveis. O autor dá uma no cravo e outra na ferradura, sempre que pode deslustra quer Louro de Sousa quer Schulz e chega a dizer enormidades como:
“Schulz era um militar clássico e, como seria de esperar, respondeu classicamente à manobra do PAIGC”. O que desdiz completamente o que Schulz escreveu para os chefes de Estado-Maior General das Forças Armadas, o mesmo é dizer que chegou ao conhecimento do governo. Louro de Sousa apanhou a fase da implantação do PAIGC, tinha efetivos humildes, o sistema de informações era mais do que precário, a operação de investida no Sul tinha sido estrategicamente calculada, revelou-se fulminante, passou-se para o outro lado do Corubal, foi-se consolidando na região do Morés. Havia que prontamente responder apoiando as populações que se revelavam afetas à soberania portuguesa e à atividade operacional que foi contínua, apareceram as milícias, as tabancas em autodefesa, as tropas especiais.

A Operação Irã ocorreu em maio de 1965, foi um golpe de mão à base do PAIGC de Iracunda. Lê-se no relatório: “A CART nº 730 saiu de Bissorã em 2 de maio e no dia seguinte montou uma rede de emboscadas em proteção à CART nº 566 que executou o ataque à base central do Morés. Pelas 5h50 de 3 de maio vinte elementos vindos do Morés caíram na zona de morte, interrogado um prisioneiro deu informações sobre a base de Iracunda para onde a CART n.º 730 logo seguiu. Esta unidade seguiu prontamente para Iracunda e capturaram material, havia aqui uma escola, a CART n.º 730 sofreu duas fortes ações de fogo sem consequências”. Depois o autor escreve outro êxito, o do BCAÇ 2879, em agosto de 1969, segue-se um texto sobre os Diabólicos, o grupo de Comandos que executou a primeira ação helitransportada na Guiné, a Operação Hermínia, que ocorreu em março de 1966. O objetivo era tomar de assalto uma base de guerrilha em Jabadá. Nesta altura havia melhores meios, já tinham chegado os helicópteros Alouette III, já existiam quatro grupos de Comandos, os Diabólicos (comandados pelo alferes Virgínio Briote), os Vampiros (comandados pelo alferes António Pereira Vilaça), os Centuriões (comandados pelo alferes Luís Almeida Rainha) e os Apaches (comandados pelo alferes António Neves da Silva).
Narra o autor que a operação se iniciou à uma da tarde de 6 de março de 1966, seis helicópteros descolaram de Bissalanca em direção ao objetivo, não mais de 20 minutos de voo, a formação de seis helicópteros dividiu-se, três largaram os atacantes nas moranças a norte, enquanto os outros três foram lançados nas moranças mais a Sul. A operação durou cerca de três horas e meia, perdeu a vida o soldado António Alves Maria da Silva. O PAIGC teve baixas, fizeram-se oito prisioneiros, foram destruídos meios de abastecimento. Seguidamente Manuel Catarino descreve o aparecimento dos Comandos na Guiné, dá-nos uma tábua cronológica do país e a guerra do ano 1962, e entra-se na reedição da Operação Tridente, minuciosamente descrita, é mencionada a Operação Grifo, que decorreu em 28 de abril de 1966 e em que foi morto o capitão Tinoco de Faria que ia à frente de um pelotão de paraquedistas que saiu do aquartelamento de Mejo com a missão de montar emboscadas no corredor de Guilege. Haverá depois a descrição da Operação Ciclone II, que aconteceu no dia 25 de fevereiro de 1968, o Batalhão de Caçadores Paraquedistas n.º 12 executou uma ação no Cantanhez.

Em vagas sucessivas de helicópteros, os paraquedistas foram lançados nas bolanhas de Cafal e Cafine, e tomaram de assalto as bases do PAIGC depois de combates encarniçados. Os paraquedistas sofreram cinco feridos, três com gravidade, aniquilaram um bi-grupo e aprisionaram 19 homens. O texto sobre a Operação Ciclone II é igualmente detalhado, segue-se depois um texto sobre Spínola na Guiné, os seus primeiros textos enviados para Lisboa dizendo que as tropas portuguesas estavam à beira da derrota, o autor menciona as alterações estratégicas e termina o texto com uma frase mirabolante, contrariando tudo o que disse anteriormente: “A partir de 1970, a situação militar nunca mais deixou de piorar”.

Voltamos agora a uma área específica, o Quitafine, onde o PAIGC implantara metralhadoras antiaéreas de quatro canos – as ZPU-4. Foi num voo de reconhecimento sobre este ponto do Cantanhez que se descobriu este potencial antiaéreo e logo foi dada a missão ao Batalhão de Caçadores Paraquedistas 12 para destruir o ninho de metralhadoras antiaéreas – a Operação Vulcano. Tudo começou na tarde de 7 de março de 1969, duas companhias de paraquedistas prepararam-se para atacar as posições do PAIGC em Cassebeche. Os grupos do PAIGC deram resistência e forçaram à retirada dos paras, estes tiveram que abandonar o local, depois de combater denodadamente. Mais tarde, a Força Aérea Portuguesa pulverizou estes ninhos de metralhadoras antiaéreas.

No termo deste n.º 2 de "As Grandes Operações da Guerra Colonial", faz-se uma síntese dos acontecimentos da guerra na Guiné, o desempenho de Spínola, é referida a máquina de propaganda que o cercava, fala-se na tentativa de reviravolta logo em 1968, o esforço de Spínola para negociar com Senghor e a recusa de Caetano e o papel desempenhado pelo livro que abalou o regime, "Portugal e o Futuro".

Militares num dos rios da Guiné no decurso de uma operação. Imagem extraída do blogue Capeia Arraiana, com a devida vénia
Lanchas de fiscalização "Daneb" e "Canópus" em proteção ao desembarque na ilha de Como. Imagem do livro AFONSO, Aniceto; GOMES, Carlos de Matos Gomes. Guerra Colonial. Edição: Editorial Notícias, abril de 2000
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Nota do editor

Último post da série de 1 DE SETEMBRO DE 2023 > Guiné 61/74 - P24608: Notas de leitura (1611): "Cabo Verde, Abolição da Escravatura, Subsídios Para o Estudo", por João Lopes Filho; Spleen Edições, 2006 (Mário Beja Santos)

sábado, 30 de março de 2019

Guiné 61/74 - P19634: In Memoriam: Os 47 oficiais oriundos da Escola do Exército e da Academia Militar mortos na guerra do ultramar (1961-75) (cor art ref António Carlos Morais da Silva) - Parte XIX: cap pqt Luís António Sampaio Tinoco Faria (Braga, 1927 - Mejo, Guiné, 1966)







1. Continuação da publicação da série respeitante à biografia (breve) de cada um dos 47 Oficiais oriundos da Escola do Exército e da Academia Militar que morreram em combate no período 1961-1975, na guerra do ultramar ou guerra colonial (em África e na Ásia).

Trabalho de pesquisa do cor art ref António Carlos Morais da Silva [, foto atual à esquerda], instrutor da 1ª CCmds Africanos, em Fá Mandinga, adjunto do COP 6, em Mansabá, e comandante da CCAÇ 2796, em Gadamael, entre 1970 e 1972. Foi cadete-aluno nº 45/63, do corpo de alunos da Academia Militar. É membro da nossa Tabanca Grande, com o nº 784, desde 7 do corrente.

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Nota do editor: