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domingo, 11 de dezembro de 2016

Guiné 63/74 - P16821: (De)Caras (58): António Duarte Silva apresentou, no passado dia 6 de Dezembro de 2016, em Lisboa, o novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau"



Vídeo 3' 22''. Alojado em You Tube > Luís Graça

Lisboa, Auditório da Associação Nacional das Farmácias, 6 de dezembro de 2016, sessão de lançamento, do novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau" (Edições Húmus, Vila Nova de Famalicão, 2015, 380 pp.)... Vídeo de Luís Graça

Apresentação a cargo de António Duarte Silva [, autor de “Invenção e Construção da Guiné-Bissau” (Edições Almedina, 2010)]. O outro apresentador foi o antropólogo, professor e investigador do ISCTE-IUL, Eduardo Costa Dias (por deficiência no som do auditório, não apresentamos aqui nenhum excerto da sua intervenção; o ficheiro que temos é inaudível).


Vídeo  0' 35''. Alojado em You Tube > Luís Graça

Lisboa, Auditório da Associação Nacional das Farmácias, 6 de dezembro de 2016, sessão de lançamento, do novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau" (Edições Húmus, Vila Nova de Famalicão, 2016)... Vídeo de Luís Graça (2016)

Palavras finais de agradecimento por parte do autror.

Ficha técnica:

História(s) da Guiné-Bissau, de Mário Beja Santos
ISBN: 9789897551796 
Edição: novembro de 2015
Editor: Editora Húmus
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 226 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 380
Tipo de Produto: Livro
Coleção: Varia

Classificação Temática: Livros em Português > História > História da África

Sinopse:

Ainda hoje não se sabe a origem da palavra Guiné. E quando se aportou na região, usaram-se as designações mais díspares: Guiné do Cabo Verde, Etiópia Menor, Senegâmbia Portuguesa, Terra dos Negros, Rios da Guiné de Cabo Verde… Presença espúria em praças, feitorias e presídios, ao longo dos séculos. Território apetecível para o tráfico negreiro, palco de alguns dos textos mais luminosos da nossa literatura de viagens. Com muito mistério e exotismo à mistura: o Império do Gana, o Império do Mali, o Mandemansa, o Kaabunké, Tombuctu, os judeus portugueses na Senegâmbia, os mercadores e navegadores cabo-verdianos, a babel negra, as companhias majestáticas. A Convenção Luso-Francesa de 1886 faz surgir as fronteiras da atual Guiné, é já o que resta da Grande Senegâmbia. Vive-se o tempo das campanhas de pacificação que se irão prolongar até 1936, custarão rios de sangue. 

No fim da II Guerra Mundial, um distinto oficial da Marinha, Sarmento Rodrigues, põe a Guiné no mapa, torna-a uma colónia modelo. E vem o nacionalismo. Um guineense com sangue cabo-verdiano, Amílcar Lopes Cabral, chega à colónia em fins de 1952, encontra ali a motivação para a luta que conduzirá a uma guerra de imensa ferocidade, a partir de 1963 e que culminará com a independência de facto em 1974. Foi na Guiné que medraram os anseios do 25 de Abril, a Guiné marca o princípio da descolonização. Aqui ficam algumas histórias sobre esta presença tumultuosa. Era uma vez…

[Fonte: Wook] (Com a devida vénia...)
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sábado, 10 de dezembro de 2016

Guiné 63/74 - P16820: (De)Caras (57): Fotos da sessão de lançamento, em Lisboa, no passado dia 6 de Dezembro de 2016, do novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau"



Foto nº 1 > O autor Beja Santos, ladeado pelos seus amigos e convidados que falaram da obra, António Duarte Silva, à direita, e Eduardo Costa Dias, à esquerda (*)


Foto nº 2 >  António Duarte Silva, autor de “Invenção e Construção da Guiné-Bissau”  (Edições Almedina, 2010), e a quem eu convido para integrar a nossa Tabanca Grande


Foto nº 3 > Eduardo Costa Dias, antropólogo, professor e investigador, ICSTE-IUL, membro da nossa Tabanca Grande


Foto nº 4 > Mário Beja Santos


Foto nº 5 > Aspeto geral da assistência


Foto nº 6 > Dois grã-tabanqueiros: José Eduardo Oliveira (Jero) e Belmiro Tavares


Foto nº 7 > Outro nosso grã-tabanqueiro, Jorge Araújo, na  sessão de autógrafos


Foto nº 8 > O autor e a representante da editora (Edições Húmus, Vila Nova de Famalicão)


Foto nº 9 > À esquerda, o historiador Armando Tavares da Silva, recentemente galardoado com o prémio a Fundação Calouste Gulbenkian, História da Presença de Portugal no Mundo, pelo seu  livro "A Presença Portuguesa na Guiné, História Política e Militar (1878-1926)". O prémio foi dado pela Academia Portuguesa da História, e a cerimónia de entrega decorreu no dia 7 do corrente, na sede desta Academia, Palácio dos Lilases, Lisboa. A cerimónia foi presidida pelo Presidente da República.

O prof Armando Tavares da Silva foi convidado nesta data parta integrar a nossa Tabanca Grande.


Foto nº 10 > O mestre de corá Braima Galissá e, a seu lado, o nosso grã-tabanqueiro, que veio expressamente de Aveiro, onde mora, o Francisco Gamelas. Registo também a presença do José Brás (que não aparece aqui nas fotos, só na foto nº 5)... Lamentavelmente cheguei tarde, perdi o início da sessão, com a atuação do Braima Galissá. E devo acrescentar que o sistema de som, no auditório, estava péssimo. Fiz dois ou três  pequenos vídeos com as intervenções dos oradores (LG)

Lisboa > Auditório da Associação Nacional de Farmácias >  6 de dezembro de 2016 > Sessão de lançamento do novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau" (**)

Fotos (e legendas): © Luís Graça (2016). Todos os direitos reservados. [Edição: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Guiné 63/74 - P16782: Agenda cultural (524): Convite para a sessão de apresentação do livro "História(s) da Guiné-Bissau - Da Luta de Libertação aos Nossos Dias", da autoria de Mário Beja Santos, a levar a efeito no dia 6 de Dezembro de 2016, pelas 18,00 horas, no Auditório da Associação Nacional das Farmácias, Rua Marechal Saldanha, em Lisboa (Mário Beja Santos / Editores)




1. Em mensagem do dia 24 de Novembro de 2016, o nosso camarada Mário Beja Santos (ex-Alf Mil, CMDT do Pel Caç Nat 52, Missirá e Bambadinca, 1968/70), autor do livro "História(s) da Guiné-Bissau - Da Luta de Libertação Aos Nossos Dias", enviou-nos um extrato deste livro, a pedido do editor Luís Graça.


Extrato do livro “História(s) da Guiné-Bissau”, a lançar em 6 de Dezembro de 2016 

Os últimos dias de Portugal na Guiné Portuguesa

Beja Santos

A 27 de Abril, começaram em Bissau manifestações populares exigindo a libertação dos presos políticos, extinção da PIDE/DGS e a abertura de negociações com o PAIGC. A agitação crescia cada vez que chegavam jornais de Lisboa.

É um tropel de acontecimentos, parece que os próprios atores não têm comando no conjunto da peça. A 7 de Maio, Carlos Fabião, graduado em brigadeiro, escolhido por confiança de Spínola, seguramente tendo em consideração os doze anos que levara em comissões na Guiné, é nomeado como Encarregado do Governo e Comandante-Chefe da Guiné. Quando chega a Bissau, logo se apercebe que a missão de Spínola o encarregara perdera a razão de ser. Regista-se indisciplina nas Unidades, o MFA local vai tomando conta do poder, a Comissão Coordenadora estende-se à Armada e Força Aérea, qualquer esforço defensivo e dar continuidade ao processo político de autodeterminação são meros exercícios de retórica. Em Lisboa, o poder político procura negociar com o PAIGC, Mário Soares, já Ministro dos Negócios Estrangeiros, viaja para Dakar, conversa amistosa com os líderes senegaleses e com Aristides Pereira, o encontro é inconclusivo, não havia ainda qualquer compromisso formal sobre o cessar-fogo. Seguir-se-ão conversações em Londres e em Argel, todo este processo da descolonização conhece clarificação com a Lei 7/74, onde se inclui a aceitação da independência dos territórios ultramarinos. Em 10 de Setembro, em Lisboa, ocorre o reconhecimento de jure. Em 24 de Setembro, em Madina do Boé foram solenemente comemorados o cinquentenário de Amílcar Cabral, os 17 anos do PAIGC (alegadamente fundado em 19 de Setembro de 1956) e o primeiro aniversário da independência, as autoridades portuguesas estão presentes.

A descompressão da guerra passara a ser uma realidade, a seguir ao 25 de Abril começaram encontros mais ou menos formais, de um modo geral, independentemente de casos de indisciplina, de alguma agressividade bacoca de alguns líderes militares do PAIGC, a paz em respeito mútuo alargou-se pelo território. Na sequência deste processo foram-se estabelecendo protocolos para uma retirada das tropas portuguesas e a entrada das forças do PAIGC. Para dar cumprimento ao anexo dos acordos de Argel tomaram-se medidas que vieram a ter consequências dramáticas. Vejamos como.

Dentro dos 28 pontos deste anexo, há que relevar as seguintes matérias: as Forças Armadas Portuguesas entrariam em retração e facilitariam a transmissão gradativa dos serviços da administração; a República da Guiné-Bissau obrigava-se a neutralizar os seus meios antiaéreos suscetíveis de afetar a circulação de aeronaves e de voos de reconhecimento no espaço aéreo à responsabilidade das Forças Armadas Portuguesas; as Forças Armadas Portuguesas obrigavam-se a desarmar as tropas africanas sob o seu controlo; uma comissão mista coordenaria a ação das duas partes; o governo português comprometia-se a pagar todos os vencimentos até 31 de Dezembro de 1974 aos cidadãos da República da Guiné-Bissau desmobilizados das suas forças militares ou militarizadas, bem como aos civis cujos serviços às Forças Armadas portuguesas ficavam dispensados; o governo português comprometia-se a pagar as pensões de sangue, de invalidez e de reforma a que tinham direito quaisquer cidadãos da República da Guiné-Bissau por motivo de serviços prestados às Forças Armadas Portuguesas; o governo português participaria num plano de reintegração na vida civil dos cidadãos da República da Guiné-Bissau que tivessem prestado serviço militar nas Forças Armadas Portuguesas e, em especial, dos graduados das Companhias de Comandos Africanos.

O que se irá passar, e de acordo com a escassa documentação existente, é que as Forças Armadas portuguesas abandonaram o território dentro dos prazos estipulados, e não se cuidou de garantir a normalidade do sistema económico e financeiro da própria vida administrativa e da natureza dos serviços de primeira grandeza, a começar pela saúde e pela educação, garantia do abastecimento a todos os níveis, e uma adaptação equilibrada na transferência da ordem colonial para a República independente. Em “Crónica da Libertação”, Luís Cabral virá dizer que encontrou os cofres vazios quando chegou a Bissau, que os colonialistas tinham partido com tudo, e com esta frase parecia deixar no ar que houvera um abandono puro e simples e que as novas autoridades foram confrontadas com o vazio do poder. Obviamente que a questão é mais complexa. O PAIGC, em toda a sua ingenuidade, estimara que o modelo administrativo adotado na luta de libertação se podia aplicar automaticamente à nova situação, com correções e ajustes. Presidia a mentalidade da coletivização, nunca se dimensionou que os Armazéns do Povo transacionavam muitos bens oferecidos por países amigos e que havia uma troca com as populações fora de controlo das autoridades portuguesas que entregavam os seus produtos agrícolas.

Não há uma referência nos Acordos de Argel à manutenção da presença portuguesa num regime de transição faseado, para evitar sobressaltos no funcionamento dos hospitais, dos estabelecimentos escolares, dos portos e na própria recolha de impostos. Com sobranceria, os quadros dirigentes do PAIGC julgavam-se capacitados para pôr pessoas habilitadas em todos os postos. E havia um fator ideológico preponderante, muito mais tarde invocado como fator determinante: era preciso mostrar aos movimentos de libertação irmãos (MPLA e FRELIMO) que o sistema colonial estava a soçobrar, era irreversível, as conversações para a independência de Angola e Moçambique não podiam ser arrepiadas por manobras dilatórias.

O PAIGC parecia embalado pela Constituição do Boé, acreditava piamente numa vigorosa participação popular que faria enfunar as velas dos ventos revolucionários, e que rapidamente se poria em ação uma política económica enfocada no investimento industrial e no setor público. Acresce que a Constituição do Boé dava como certo e seguro o funcionamento das instituições: a Assembleia Nacional Popular, o Conselho de Estado, o Conselho dos Comissários de Estado, os Conselhos Regionais e o Poder Judicial. Atente-se que no artigo primeiro da Lei n.º 3/73, de 24 de Setembro, foi nomeado o primeiro Conselho de Comissários de Estado, tendo como Comissário Principal Chico Té e 15 comissários e subcomissários. Como é óbvio na generalidade dos casos, estes dirigentes políticos estavam impreparados para enfrentar a realidade de um território descolonizado à pressa e inadaptado aos sonhos de Amílcar Cabral. Aliás, o líder fundador previra dificuldades de monta para reverter a economia colonial ao modelo que ele preconizava que seria uma adaptação de economia planificada onde a experiência vivida nos anos da luta tivesse a sua quota-parte de inserção.

E vamos assistir ao esbarrondar desses sonhos, ao agravamento de tensões internas, a escolhas económicas erradas e a uma total incapacidade de proceder a uma reconciliação nacional, isto quando uma boa parte da antiga colónia tinha participado no processo de “africanização” da guerra e tomado declaradamente partido pelas propostas de Spínola.

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Notas do editor

Vd. poste de 19 de novembro de 2016 > Guiné 63/74 - P16736: Agenda cultural (513): Lançamento do livro "História(s) da Guiné-Bissau", por Mário Beja Santos, dia 6 de Dezembro de 2016, pelas 18 horas, no Auditório do Museu da Farmácia, Rua Marechal Saldanha, Lisboa... Visita (gratuita) ao Museu de Farmácia e recital de Kora com o grande Braima Galissá!...

Último poste da série de 29 de novembro de 2016 > Guiné 63/74 - P16774: Agenda cultural (517) Acaba de sair, "Histórias Coloniais", livro póstumo de Dalila Cabrita Mateus (1952-2914) e e Álvaro Mateus (1940-2013) . Edição: A Esfera dos Livros, Lisboa, 2016

sábado, 19 de novembro de 2016

Guiné 63/74 - P16736: Agenda cultural (519): Lançamento do livro "História(s) da Guiné-Bissau", por Mário Beja Santos, dia 6 de Dezembro de 2016, pelas 18 horas, no Auditório do Museu da Farmácia, Rua Marechal Saldanha, Lisboa... Visita (gratuita) ao Museu de Farmácia e recital de Kora com o grande Braima Galissá!...



1. Mensagem do nosso camarada Mário Beja Santos (ex-Alf Mil, CMDT do Pel Caç Nat 52, Missirá e Bambadinca, 1968/70), com data de 17 de Novembro de 2016:

Meus queridos amigos,

Dos cerca de 40 livros que escrevi, este foi o mais doloroso.
Como na tragédia grega, eu já conhecia o final, trágico e nebuloso. Anda um autor dois anos a vasculhar papel e a organizar 40 anos da vida de um novo Estado onde, pela extrema combatividade da guerrilha e da natureza genial do seu líder, Amílcar Cabral, procura superar assassinatos, execuções, genuínos e falsos golpes de Estado, e tem que questionar-se amargamente que futuro está destinado a este belo e paupérrimo país.

O que venho pedir-vos é a vossa companhia neste lançamento, a apresentação fica a cargo de dois renomados investigadores, Eduardo Costa Dias e António Duarte Silva, cabe-lhes falar sobre este empreendimento que é um pontapé de saída para que um dia se escreva, com mais fundamentos e factos comprovados, e numa sequência narrativa científica a História da Guiné-Bissau.


Não é preciso que adquiram o livro, visitem primeiro o Museu da Farmácia e oiçam depois um recital de Korá por um dos griots guineenses mais afamados, mestre Braima Galissá.

Antecipadamente grato pela vossa presença.

O Museu da Farmácia fica na Rua Marechal Saldanha, junto ao miradouro de Santa Catarina, metro Baixa-Chiado, elevador da Bica, elétrico 28.

A visita gratuita ao museu é entre as 17 e as 18h.

Junto o texto da contracapa do meu livro.

Um abraço do
Mário


*************


Guiné-Bissau, povo mais esperançado e afável não há 

Aqui se contam histórias que excedem meio século. Um engenheiro especializado em erosão de solos pôs em movimento uma luta pela independência, juntou numa só pessoa o construtor de uma nacionalidade, um hábil diplomata, um exímio cabo-de-guerra, um ideólogo de pensamento singular, tudo somado deu um líder revolucionário que surpreendeu Che Guevara e que Nelson Mandela admirava profundamente.

São também histórias de uma República que devorou muitos filhos da revolução, uma nação que continua a ter extrema dificuldade em reconhecer-se no Estado. A nação é surpreendente, aquele mesclado de etnias revê-se na bandeira e no solo pátrio, expulsou invasores e nunca abandona a esperança de que depois das últimas eleições os políticos escolhidos vão alevantar o Estado. Um povo sedento de justiça aguarda dias melhores. 
São estas algumas dessas histórias que aqui se contam por alguém que nunca quebrou o feitiço guineense. 

Porque nunca o preço do amor pela Guiné é ou será excessivo.
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Nota do editor

Último poste da série  > 18 de novembro de 2016 > Guiné 63/74 - P16734: Agenda cultural (512): "A Europa a ferro, fogo e gás (1914-1918)", de Graça Fernandes: apresentação do livro pelo cor inf ref Manuel A. Bernardo, 3ª feira, dia 22, às 18h00, no Palácio da Independência, Lisboa

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Guiné 63/74 - P15467: Lembrete (15): Lançamento do livro "História(s) da Guiné Portuguesa", da autoria de Mário Beja Santos, com apresentação do Prof. Eduardo Costa Dias e Dr. António Duarte Silva, amanhã dia 10 de Dezembro, 5.ª feira, pelas 18 horas, no Palácio Conde de Penafiel, Rua de S. Mamede ao Caldas, n.º 21 - Lisboa

LEMBRETE para o lançamento do livro HISTÓRIA(S) DA GUINÉ PORTUGUESA, da autoria de Mário Beja Santos, com apresentação do Professor Eduardo Costa Dias, do ISCTE, e Dr. António Duarte Silva, investigador, amanhã dia 10 de Dezembro, 5.ª feira, pelas 18 horas, no Palácio Conde de Penafiel, Rua de S. Mamede ao Caldas, n.º 21 - Lisboa.



Mensagem do nosso camarada Mário Beja Santos:

A todos os meus amigos, 
As "História(s) da Guiné Portuguesa" procuram avançar com mais hipóteses que venham no futuro a ser consideradas com alguma pertinência pela equipa de historiadores que meter ombros nessa tremenda lacuna da nossa cultura que é a ausência de uma história da Guiné Portuguesa. 
O meu livro procura introduzir dados novos que a moderna historiografia tem vindo a considerar, entre outros: a presença dos judeus na região da Senegâmbia; a natureza do tráfico de escravos na região; o impacto das guerras de pacificação, do século XIX para o século XX, na natureza de uma Guiné transformada em colónia-modelo; mais alguma iluminação sobre a natureza dos movimentos nacionalistas e o desenvolvimento da luta de libertação. 
Carreei, em sequência cronológica, muita documentação que não utilizei no livro a quatro mãos que escrevi em 2014 "Da Guiné Portuguesa à Guiné-Bissau: Um Roteiro". Pedi a dois investigadores eméritos, Eduardo Costa Dias e António Duarte Silva, que na sessão de apresentação procedessem a um debate sobre as lacunas existentes e o modo de as preencher. 
Havendo hoje tanta investigação sobre o período colonial, tantas obras referentes à guerra colonial da Guiné, não se conhece nenhum estudo que abarque os quatros anos da governação de Arnaldo Schulz. 
Conto com a vossa companhia nesta sessão de lançamento e dentro das vossas possibilidades agradeço-vos a mais ampla divulgação possível. 

O reconhecimento e a cordialidade do 
Mário

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Nota do editor

Último poste da série de 18 de novembro de 2015 Guiné 63/74 - P15379: Lembrete (14): Lançamento do livro "O Fedelho Exuberante", da autoria do Mário Beja Santos, dia 18 de Novembro, pelas 18 horas, no Auditório do Museu da Farmácia, Rua Marechal Saldanha, n.º 1, ao Calhariz, em Lisboa

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Guiné 63/74 - P15441: Agenda cultural (442): Lançamento do livro HISTÓRIA(S) DA GUINÉ PORTUGUESA, da autoria de Mário Beja Santos, com apresentação do Professor Eduardo Costa Dias, do ISCTE, e Dr. António Duarte Silva, investigador, dia 10 de Dezembro, 5.ª feira, às 18 horas, no Palácio Conde de Penafiel, Rua de S. Mamede ao Caldas, n.º 21 - Lisboa

C O N V I T E

Lançamento do livro HISTÓRIA(S) DA GUINÉ PORTUGUESA, da autoria de Mário Beja Santos, com apresentação do Professor Eduardo Costa Dias, do ISCTE, e Dr. António Duarte Silva, investigador, dia 10 de Dezembro, 5.ª feira, às 18 horas, no Palácio Conde de Penafiel, Rua de S. Mamede ao Caldas, n.º 21 - Lisboa.



1. Mensagem do nosso camarada Mário Beja Santos (ex-Alf Mil, CMDT do Pel Caç Nat 52, Missirá e Bambadinca, 1968/70), com data de 19 de Novembro de 2015:

A todos os meus amigos, 
As "História(s) da Guiné Portuguesa" procuram avançar com mais hipóteses que venham no futuro a ser consideradas com alguma pertinência pela equipa de historiadores que meter ombros nessa tremenda lacuna da nossa cultura que é a ausência de uma história da Guiné Portuguesa. 
O meu livro procura introduzir dados novos que a moderna historiografia tem vindo a considerar, entre outros: a presença dos judeus na região da Senegâmbia; a natureza do tráfico de escravos na região; o impacto das guerras de pacificação, do século XIX para o século XX, na natureza de uma Guiné transformada em colónia-modelo; mais alguma iluminação sobre a natureza dos movimentos nacionalistas e o desenvolvimento da luta de libertação. 
Carreei, em sequência cronológica, muita documentação que não utilizei no livro a quatro mãos que escrevi em 2014 "Da Guiné Portuguesa à Guiné-Bissau: Um Roteiro". Pedi a dois investigadores eméritos, Eduardo Costa Dias e António Duarte Silva, que na sessão de apresentação procedessem a um debate sobre as lacunas existentes e o modo de as preencher. 
Havendo hoje tanta investigação sobre o período colonial, tantas obras referentes à guerra colonial da Guiné, não se conhece nenhum estudo que abarque os quatros anos da governação de Arnaldo Schulz. 
Conto com a vossa companhia nesta sessão de lançamento e dentro das vossas possibilidades agradeço-vos a mais ampla divulgação possível. 

O reconhecimento e a cordialidade do 
Mário

Capa e contra-capa

Abas da capa e contra-capa
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Nota do editor

Último poste da série de 3 de dezembro de 2015 Guiné 63/74 - P15440: Agenda cultural (441): Joana Graça > "Riscos & Rabiscos: Estórias Abensonhadas" > Exposição de ilustração, Oeiras, Carnaxide, Biblioteca Municipal de Carnaxide, até ao final do ano...