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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Guiné 61/74 - P28051: Álbum fotográfico de Ernestino Caniço, ex-alf mil cav, Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa, e Rep ACAP/QG/CCFAG, Amura, Bissau, 1970/72 - Parte III: dissociar o binómio População / IN






Foto nº 1, 1A e 1B




Foto nº 2 e 2A




Foto nº 3 e 3A



Foto nº 4 e 4A



Foto nº 5

A política !Por Uma Guiné Meçlhor" em ação...

Fotos (e legendas): © Ernestino Caniço (2026). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]


Ernestinmo Caniiço,
médico de famíla, inscrito da OE,
desde 1977,
nº 17053

Ernestino Caniço (ex-Alf Mil Cav, Comandante do Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa; Rep ACAP - Repartição de Assuntos Civis e Acção Psicológica, QG/CCFAG, Bissau, jan 1970/ dez 1971, hoje médico, vive em Tomar, estando reformado do SNS (em 1971, era chefe da Rep ACAP o major inf Mário Lemos Pires, que será entretanto promovido a tenente-coronel; trabalhou com o então cap Otelo Saraiva de Carvalho):

1. Mensagem de Ernestino Caniço 

Data - domingo, 24/05, 17:35 (há 13 horas)
Assunto - Rep ACAP

Caros amigos

Em resposta aos comentários ao poste  P28042  (*), posso exprimir o seguinte:

A população do “mato” (“turra”) estava em fase de sensibilização e recuperação pelas NT.

Após as visitas anteriormente referidas, as populações optavam por ficar nos reordenamentos já referenciados, ou regressavam às suas tabancas.

Ninguém era “obrigado” a ficar. A decisão era sempre dos próprios de acordo com os seus critérios opcionais.

Os reordenamentos em apreço eram construídos, também, pelos militares metropolitanos e/ou pela população, que ainda colaboravam no apoio e participação na agricultura, conforme se pode verificar em algumas fotos expostas.

A população (presumivelmente balantas, a das fotos) sofrida e explorada, sem condições de vida aceitáveis no “mato,” vislumbrava alguma melhoria do lado dos metropolitanos. O seu semblante sugere-me desconfiança. Provavelmente indecisos entre a expectante melhoria da qualidade de vida e a situação deplorável no “mato”, com putativas represálias.

Os intervenientes para essa promoção, como eu, cumpria as diretivas e/ou diretrizes, do Governador e Comandante Chefe (Gen Spínola), conforme foi redigido pelo cap Otelo Saraiva de Carvalho, subscrito pelo ten coronel Lemos Pires e publicado na O.S. de 14dez71 do Com-Chefe /QG/CTIG (nos muitos contactos que teve com as populações evidenciou perfeita identificação com a manobra psicológica em curso no TO, contribuindo de forma bastante satisfatória para o cumprimento da missão da Rep ACAP).

Não me movia qualquer motivação político-ideológica, com total alheamento da mesma, e nem agora é o meu forte.

Na foto nº vê-se, de costas, alf Fidalgo numa das suas visitas: pertencia à Rep ACAP (Secção de Operações Psicológicas) e que eu fui substituir.

Não havia guerrilheiros nessa visita ao reordenamento.

Aproveito para anexar mais algumas das fotografias que possuo sobre esta temática.

Um abraço,

Ernestino Caniço

PS - Trata-se de população IN, capturada pelas NT.

2. Comentário do editor LG:

Obrigado, Ernestino, obrigado por estas preciosas (e raras) fotos... Acho que respondeste cabalmente às minhas perguntas e observações, com exceção da última:

(i) era população do "mato", em fase de "recuperação / integração ?

(ii) são balantas (pelo vestuário rudimentar);

(iii) estão a visitar um reordenamento

(iv) quem seria o alferes ? da ACAP ? ou da unidade a que pertencia o reordenamento ?

(v) donde veio esta gente ? havia também guerrilheiros ?

Temos de reconhecer, mais de meio século depois, o fantástico trabalho que as NT que fizeram (sob a superior orientação da Rep ACAP / QG / CTIG, ao tempo do governador e comandante-chefe, gen António Spínola) no plano da recuperação e reintegração das populações que viviam no "mato", nas chamadas "zonas libertadas" do PAIGC.

Foram portugueses generosos, competentes e dedicados, como vocês, tu, Ernestino Caniço, o Fidalgo, o Otelo Saraiva de Carvalho, o Lemos Pires e tantos outros, que passaram pela Rep Acap, que ajudaram a comprovar que aquela guerra (e os "senhores da guerra") não podia levar a Guiné a lado nenhum, e que só havia uma via para acabar com ela: sentar à mesa todos as partes interessadas, os combatentes de um lado e do outro, e a população civil que os apoiava (ou tolerava).

Foi feita um esforço gigantesco com a construção, até 1974, de mais de 8 mil casas para alojar população sob duplo controlo ou controlo do PAIGC (que vivia no "mato"). E com as casas, veio a escola, o posto sanitário, a água potável, a estrada, o convívio pacífico interétnico, etc. Estas fotos do nosso amigo e camarada Ernestino Caniço, que depois da "peluda" licenciou-se em medicina pela Universidade de Coimbra (1976), são a prova de que as guerras não se ganham só por ação dos "rambos" e cabras-matchu" mas pela arte e engenho da paz, da empatia, da solidariedade, da partilha, da inteligência, da participação de "todos" na busca de soluções duradouras para os conflitos...
________________


Nota do editor LG:

Último poste da série > 20 de maio de 2026 > Guiné 61/74 - P28042: Álbum fotográfico de Ernestino Caniço, ex-alf mil cav, Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa, e Rep ACAP/QG/CCFAG, Amura, Bissau, 1970/72 - Parte II: recuperar a gente do "mato"

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Guiné 61/74 - P28042: Álbum fotográfico de Ernestino Caniço, ex-alf mil cav, Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa, e Rep ACAP/QG/CCFAG, Amura, Bissau, 1970/72 - Parte II: recuperar a gente do "mato"






Foto nº 1, 1A e 1B




Foto nº 2, 2A e 2B







Foto nº 3, 3A, 3B e 3C







Foto nº 4, 4A, 4B e 4C





Foto nº 5, 5A, 5B e 5C







Foto nº 6 e 6A







F oto nº 7, 7A, 7B, TC

Guiné > Bissau > Rep ACAP / QG/CCFAG > c. 1971 > Possível legenda: população, anteriormente sob controlo do PAIGC (que vivia, portanto, no "mato", a avaliar pelo traje: um simples pano a cobrir as vergonhas, as bajudas e mulheres de seios à vela, homens e mulheres descalços, com exceção de 3 homens na foto nº 3, e que devem ser três gajos importantes), que usam as sandálias de plástico, típicas dos guerrilheiros do PAIGC); população entretanto "recuperada" pelas NT.

Visita de acção psicossocial organizada pela Rep ACAP. A um reordenamento. Preparada e conduzida com cuidado: por exemplo, o condutor da viatura é guineense (foto nº 4), não há tropa por perto (a não ser um alferes, na foto nº 7), apenas elementos da administração civil (porventura o chefe de posto da localidade) (foto nº 5).

Talvez o Ernestino Caniço nos possa dar mais detalhes sobre estas preciosas fotos. Parece haver alguma tensão ou apreensão nos rostos dos "visitantes" deste reordenamento (que não sabemos onde ficava). Provavelmente estão a falar entre eles sobre o que vão fazer, o que vão dizer sobre o que viram e ouviram... Gostaram, não gostaram ? E será que vão voltar para o "mato" ou vão ficar na "Spinolândia" ? Será que temem represálias ?... (Os mamilos femininos foram esbatidos, para violar as regras do Blogger, o nosso servidor.)

Fotos (e legendas): © Ernestino Caniço (2026). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné] 



O médico Ernestino
 Caniço (Tomar, 2014)
1. Mensagem, mais abaixo. de Ernestino Caniço (ex-Alf Mil Cav, Comandante do Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa; Rep ACAP - Repartição de Assuntos Civis e Acção Psicológica, Bissau, jan 1970/ dez 1971, hoje médico, vive em Tomar, estando reformado do SNS (em 1971, era chefe da Rep ACAP o major inf Mário Lemos Pires, que será entretanto promovido a tenente-coronel); trabalhou com o então cap Otelo Saraiva de Carvalho):


Data - 4 de maio de 2026, 21:11
Assunto - Rep ACAP

Votos de ótima saúde


A fim de dar continuidade ao “material” sobre a Rep ACAP (Assuntos Civis / Acção Piscológica), remeto mais algumas fotos sobre esta temática.

De relevar, a população que após informação, visitava obras e estruturas do governo da Guiné.

Aproveito o ensejo para referir que ao visualizar os postes sobre o PIFAS, concluí que eu e o camarada Garcês Costa fomos contemporâneos na Rep ACAP e ao qual deixo um abraço.(O resto da mensagem será publiucada noutro poste a seguir.) (...)

Um abraço,

Ernestino Caniço


2. Comentário do editor LG:

Obrigado., camarada, por mais este lote de fotos, relativas ao tempo em que estiveste na Rep ACAP. 

Embora as legendas sejam sucintas, e não tragam  datas, tudo indica tratar-se de população "turra", que está em fase de recuperação e reintegração.  Pelo aspect0, é gente do mato e, maioritariamente, balantas. De onde vieram não sabemos. Nem sequer o local da visita. Talvez possas ajudar a fazer o "enquadramento".

Com Spínola enquanto governador e comandante-chefe, houve uma forte aposta na "recuperação" de antigos combatentes do PAIGC como da população que vivia no "mato"...

Dos relatóros da ação psicológioca  realizada  no ano de 1972, destaco por exemplo este excerto (vd,. nmais abxio, em itálico), bastante elucidativo sobre o sucesso que estava a ter o desenvolvimento da política "Por uma Guiné Melhor".

O gen Spínola, em 1970 e 1971, não só estava a "inverter a situação militar" como a ganhar pontos ao PAIGC, na (re)conquista das populações que viviam no "mato", nas chamadas "áreas libertadas": mal instaladas, refugiadas nos sítios mais recônditos  das matas e floresta, mal alojadas, mal alimentadas, mal vestidos, tendo de alimentar também a guerrilha, dispondo de poucos ou mesmo nenhuns cuidados de saúde, sujeitas  aos abusos dos "senhores da guerra", obrigados a "trabalho forçado" (colunas logísticas, etc.), vítimas de bombardeamentos, assaltos de tropas helitransportadas, golpes de mão da tropa de infantaria, flagelações da artilharia, etc.  Enfim, um inferno!...

Viver num reordenamento, com escola, posto sanitário, água potável, mercado, estradas mais seguras, transportes, casa com telhado de zinco, bolanhas ricas para cultvar o arroz (como Sambassilate, no subsector do Xime, Sector L1),  em segurança relativa, no seu primitivo chão, etc., era bem melhor do que viver no  "mato"...

(...) "População

O aspecto mais significativo no período foi a recuperação de cerca de 3.500 elementos da população balanta em Caboxanque e Cadique  [no Cantanhez, região de Tombali] que, após a implantação das NT naqueles locais, franca e abertamente, se acolheram à nossa protecção, colaborando na construção dos aldeamentos locais imediatamente iniciados.

Esta atitude, manifestada por uma população há anos sob controlo IN, para além de revelar um fraco índice de contaminação subversiva, onfirma o quadro de desequilíbrio psicológico a nosso favor, vindo há muito manifestar-se pela generalidade da população controlada pelo inimigo em consequência dum cansaço de guerra, pesadas exigências do Partido e precárias condições da vida no "mato". (...)


Fonte:  Excerto de: CECA - Comissão para o Estudo das Campanhas de África: Resenha Histórico-Militar das Campanhas de África (1961-1974) : 6.º Volume - Aspectos da actividade operacional: Tomo III - Guiné - Livro III (1.ª edição, Lisboa, 2015),  pág. 186.

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Nota do editor LG:

Último poste da série > 29 de abril de 2026 > Guiné 61/74 - P27967: Álbum fotográfico de Ernestino Caniço, ex-alf mil cav, Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa, e Rep ACAP/QG/CCFAG, Amura, Bissau, 1970/72 - Parte I: "Conquistar mentes e corações"

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Guiné 61/74 - P27967: Álbum fotográfico de Ernestino Caniço, ex-alf mil cav, Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa, e Rep ACAP/QG/CCFAG, Amura, Bissau, 1970/72 - Parte I: "Conquistar mentes e corações"




Foto nº 1 > População (homens e mulheres do "mato") junto ao Palácio do Governador


Foto nº 3 > População (homens do "mato") visitandio um posto sanitário


Foto 8 >  Entrevista de um elemento da população no Pifas


Foto nº 2 > Construção de tabanca pelas NT (reordenamentos)



Foto nº  4 > Vista aérea de uma tabanca (reordenamento)


Foto nº 5 > Trabalhos na estrada (asfaltagem, a cargo do BENG 447)



Foto nº 6  > Cerimónia de imposição dos galões do ten cor Lemos Pires



Foto  nº 7  > Bandeja com os galões do ten cor Lemos Pires da qual sou portador e permuta pelo major Luz Almeida

Foto (e legenda): © Ernestino Caniço (2026). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné] 



O médico Ernestino
 Caniço (Tomar, 2014)
1. Mensagem, mais abaixo. de Ernestino Caniço (ex-Alf Mil Cav, Comandante do Pel Rec Daimler 2208, Mansabá e Mansoa; Rep ACAP - Repartição de Assuntos Civis e Acção Psicológica, Bissau, jan 1970/ dez 1971, hoje médico, vive em Tomar, estando reformado do SNS (em 1971, era chefe da Rep ACAP o major inf Mário Lemos Pires, que será entretanto promovido a tenente-coronel); trabalhou com o então cap Otelo Saraiva de Carvalho sobre quem escreveu, em 26/7/2021:

 " (...) Faleceu Otelo Nuno Romão Saraiva de Carvalho, o principal pilar do 25 de Abril de 1974. Durante o ano de 1971 fomos camaradas, em funções na ACAP (Repartição de Assuntos Civis e Ação Psicológica), no quartel da Amura, na Guiné Bissau. Partilhámos a mesma sala com as secretárias lado a lado. Como é natural dialogámos muito. Face à sua morte, não posso deixar de manifestar o apreço e a amizade que nos uniu, pelo que lamento a sua perda. Foi fácil. A sua empatia, generosidade e humanismo assim o permitiram. O diálogo fluía naturalmente,
 não descortinando qualquer atitude lapuz. Que descanse em paz." (...)

Foi pela mão do Ernestino Caniço que o Otelo foi simbolicamente inumado à sombra do nosso poilão, no lugar nº 846.

Date: sexta, 30/07/2021 à(s) 17:59

Data - terça, 28/04, 22:01 (há 7 horas)

Assunto - Rep ACAP /QG / CCFAG

Olá,  Luís.

Que saúde não falte.

Face à tua solicitação (*) , vou tentar repescar algo, salvaguardando alguma imprecisão a esta distância temporal.

Na dependência da AP - Ação Psicológica, havia as secções Informações Psicológicas, Operações Psicológicas e Rádio Difusão e Imprensa. 

Quando fui colocado na Rep ACAP estava orientado para a Secção de Assuntos Civis. No entanto, após alguns contactos com o ainda major Lemos Pires (Lamego, 1931 - Lisboa, 2009) , este colocou-me na Secção de Operações Psicológicas (que visava, entre outros, credibilizar a presença portuguesa e manter o moral das forças portuguesas), pela minha putativa desenvoltura (sem pesporrência).

Além de contactos frequentes com as populações, fui colaborador do cap Otelo com enfoque nos contactos internacionais e corresponsável pela biblioteca com o major Eanes. 

Os impactes dos contactos com as populações eram processados na rádio pelo alf Arlindo Carvalho. Mais pormenores estão descritos no Post 22426 de 2021.08.02 (**), que deu origem a alguns comentários suscetíveis de serem considerados perspetivas olhizainas e interpretados como chifralgias (termo meu – basta decompor a palavra).

Anexo algumas fotos sobre esta temática

Foto 1 – população junto ao palácio do governo

Foto 2 – construção de tabanca pelas NT

Foto 3 – população visitando um posto sanitário

Foto 4 – vista aérea de uma tabanca

Foto 5 – trabalhos na estrada

Foto 6 – cerimónia de imposição dos galões do ten cor Lemos Pires

Foto 7 – bandeja com os galões do ten cor Lemos Pires da qual sou portador e permuta pelo major Luz Almeida

Foto 8 – entrevista de um elemento da população no Pifas

Abraço,

Ernestino Caniço

2. Comentário do editor LG:

Ernestino, obrigado pela tua generosidade e perceção da importància que tem esta documentação para a memória e a história  da nossa geração de antigos combatentes na Guiné.  Alguns destes distintos militares com quem tiveste o privilégio de trabalhar na Rep ACAP,  QG/CCFAG, na Amura, em Bissau em 1971, já morreram e fazem parte da nossa história contemporânea (maj gen Lemos Pires, cor art Otelo Saraiva de Carvalho, marechal António Spínola, etc.). O gen Ramalho Eanes ainda está felizmente entre nós. 

Só mais refentemente, em 2021, com a morte do Otelo,  foste ao teu álbum fotográfico, à parte dos "reservados", e selecionaste algumas fotos que quiseste partilhar connosco (**). 

O trabalho da "tua" Rep ACAP, onde passaste metade da tua comissão, depois de 4 meses em Mansabá e 6 meses em Mansoa, com os teus bravos do Pel Rec Daimler 2208 e as tuas "velhinhas latas de sardinha com roda"...), foi historicamente muito importante mas é, infelizmente, mal conhecido e está mal documentado. Que este seja o primeiro poste de mais alguns da série que eu acabei de criar para a ti...Um alfabravo, Luís.
_______________

Notas do editor LG:

(*) Vd. poste de 27 de abril de 2026 > Guiné 61/74 - P27961: O PIFAS, de saudosa memória (21): O Programa das Forças Armadas ganha maior visibilidade com Otelo e Ramalho Eanes, na Rep ACAP: recordações dos radialistas Garcês Costa e Silvério Dias (1934-2026)

(**) Vd. poste de 2 de agosto de 2021 > Guiné 61/74 - P22426: Tabanca Grande (523): O cap art Otelo Saraiva de Carvalho, com quem trabalhei na Rep ACAP, QG/CCFAF, em 1971, ao tempo do major inf Ramalho Eanes e do ten cor inf Mário Lemos Pires (Ernestino Caniço)... Em sua memória, é reservado o lugar nº 846, à sombra do nosso poilão