Foto nº 1 > Carlos Alberto Machado de Brito (1932-2025).
cor inf ref, 1º comdt CCAÇ 12 (Contuboel e Bambadinca, 1969/71). Na foto, aos 37 anos, na estrada Xime-Bambadinca.
A CCAÇ 2590/CCAÇ 12 sempre foi uma família (éramos umas escassas 6 dezenas de graduados e especialistas metropolitanos, a que se juntaram depois mais 100 praças, do recrutamento local, 98% fulas, em junho de 1969, no CIM de Contuboel). Diversos camaradas da CCAÇ 12 são membros da Tabanca Grande, de longa data. Por todas as razões, o "nosso capitão Brito" também cá faz falta. Tem já uma dúzia de referências. Tomo a liberdade de o apresentar à Tabanca Grande, inumando-o simbolicamente à sombra do nosso poilão, no lugar nº 911, no talhão dos camaradas e amigos da Guiné que "da lei da morte já se libertaram". Até sempre, comandante!...(LG)
Foto: © Humberto Reis (2006). Todos os direitos reservados [Edição e legendagem: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
Foto nº 2 > Guiné > Zona Leste > Região de Bafatá > Bambadinca > Comando e CCS/BCAÇ 2852 (1968/70) > A equipa de futebol de oficiais de Bambadinca que acabara de jogar contra uma equipa de sargentos.
Na segunda fila, da esquerda para a direita, de pé:
- o alf mil Beja Santos (cmdt do Pel Caç Nat 52, 1968/70);
- o major Cunha Ribeiro, 2º cmdt do BCAÇ 2852 )já falecido, como coronel);
- o alf mil médico, David Payne Pereira (já falecido, era um conhecido psiquiatra);
- o cap inf Carlos Alberto Machado de Brito (cor inf ref) (1932-2025), comandante da CCAÇ 12;
- e ainda o alf mil at int Abel Maria Rodrigues, também da CCAÇ 12.
Na primeira fila, da esquerda para a direita:- um militar que ainda não conseguimos identificar;
- alf mil cav José António G. Rodrigues, da CCAÇ 12 (já falecido),
- o António Carlão, da CCAÇ 12 (já falecido)
- e o Ismael Augusto (CCS); (o Fernando Calado, alf mil trms, também fazia parte da equipa mas fracturou um braço, não aparecendo por isso na foto).
O major Cunha Ribeiro tinha substituido, em setembro de 1969, o major Viriato Amílcar Pires da Silva, transferido por motivos disciplinares.
Foto (e legenda): © João Pedro Cunha Ribeiro (2023). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]

Foto nº 3

Foto nº 3A

Foto nº 3B
Guiné > Zona leste > Região de Bafatá > Setor L1 > Bambadinca > c. 1970 > Não, não é uma sessão de cinema, no refeitório das praças (ou sala de convivio das praças, a avaliar pela mesa de pingue-pongue)... É um simples projeção de "slides" ou diapositivos... Tudo servia para ajudar a passar o tempo, embora não fosse habitual esta mistura de "classes" (oficiais, sargentos e praças, ou como eu gosto de dizer, com graça, "nobreza, clero e povo")...
Recorde-se que o nosso exército era "classi(ssi) sta" e, em aquartelamentos como o Bambadinca, com razoáveis e desafogadas instalações, a regra era a da estratificação socioespacial, ou seja, nada de misturas...
A esta sessão de projeção de "slides!" ou diapositivos assistiram, no refeitório das praças, pelo menos dois capitães (a olhar para o seu lado direito)... O primeiro não sei quem era... O segundo era o cmdt da CCAÇ 12, cap inf Carlos Brito (Foto nº 3A).
O "artista principal", neste caso, é o alf mil at cav José António G. Rodrigues, natural de Lisboa, e já falecido, comandante do 4º Gr Comb da CCAÇ 12.
Em segundo plano, por detrás dos capitães, o alf mil op esp/ranger
Francisco Magalhães Moreira, comandante do 1º Gr Comb da CCAÇ 12, e também 2º cmdt da companhia. Nunca maios soube dele, dizem-me que seguiu a carreira das armas e ainda terá feito uma comissão de serviço em Angola.
O seu Gr Comb, incontestavelmente, era o melhor. Ele tinha talento, carisma e treino para comandar homens no mato. O capitão confiava nele e delegava-lhe missões, porque sabia que ele era o melhor de todos nós. Só se delega a quem é competente e empenhado. Dos outros 3 oficiais (e sem ofensa para nenhum deles, e dois já morreram), podia-se dizer que eram competentes mas não empenhados, ou então eram empenhados mas menos competentes. (Afinal, nem toda a gente tem jeito para a guerra...).
De facto, o "projecionista", à civil, era o alf mil cav José António G. Rodrigues... Devia ser também o "dono" dos diapositivos, cujas caixas, de plástico, são visíveis à frente do projeto (Foto nº 3B).
Nessa época, este material fotográfico era tratado na "nossa inimiga"... Suécia, principal aliada, no mundo ocidental, do PAIGC a aquem forneceu importante apoio (político, humanitário, financeiro, logístico...). Era de lá, da terra dos "vikings" (e das loiras de olhos azuis do nosso imaginário febril!), que vinham as mágicas caixinhas com os "slides"... Não sei quanto custavam por unidade...
Pormenor interessante: devido ao excesso de calor e humidade do ar, usava-se uma ventoínha para "refrigerar" o ar à volta do projetor...
Mas agora: que raio de "slides" seriam estes para atrair a atenção de tanta gente, oficiais, sargentos e praças ?!... Possivelmente, "recuerdos" das férias do nosso alferes Rodrigues... A ser assim, esta sessão só pode ter acontecido já no 2º semestre de 1970, ao tempo do BART 2917...
Mas, digam-me lá, quem estava interessado em saber onde e com quem passou férias, na metrópole, o nosso alferes Rodrigues ?... Ainda não havia gajas de biquini no Algarve... E as férias do Rodrigues só poderiam ter sido passadas na metrópole, porque nessa época nenhum militar, em princípio, podia ter passaporte para ir passar férias ao estrangeiro no "intervalo" da guerra (a licença de férias era de 30/35 dias)...
Ao lado do alf Rodrigues, reconheço o alf at inf Abel Rodrigues, comandante do 3º Gr Comb da CCAÇ 12, e nosso grão-tabanqueiro (nasceu no mesmo dia e ano que eu, 29/1/1947; é transmontano de Miranda do Douro; acabei de lhe telefonar a dar a triste notícia da morte do nosso capitão...
Na ponta direita, o nosso 1º cabo escriturário e acordeonista, Eduardo Veríssimo de Sousa Tavares, também já falecido.
Talvez o Abel se lembre do teor dos "slides", sobre os quais tenho imensa curiosidade... (Esqueci-me de lhe perguntar; infelizmente, também não tenho qualquer contacto com familiares do meu malogrado camarada José António G. Rodrigues, com quem alinhei no mato muitas vezes, a par dos outros alferes, o Moreira e o Carlão, com este tive o meu infeliz batismo de fogo, em 7 de setembro de 1969; como prémio, e por ser casado, com a mulher a viver com ele em Bambadinca, teve a sorte grande: foi para a equipa de reordenamentos de Nhabijões; era oriundo do CSM).
Foto nº 4 > Guiné > Zona leste > Região de Bafatá > Setor L1 > Bambadinca > c. 2º semestre de 1969 > Messe de sargentos > Almoço de "confraternização" entre oficiais e sargentos da CCAÇ 2590/CCAÇ 12: ao centro, o cap inf Carlos Brito, à civil... .
Do lado direito, em primeiro plano o fur mil op esp / ranger Humberto Reis, e a seguir o alf mil cav, já falecido, José António G. Rodrigues; do lado esquerdo, em primeiro plano, o fur mil trms José Fernando Gonçalves Almeida ( seguido de outro furriel, de cuja identidade não tenho a certeza: Joaquim Fernandes ou Luciano Almeida ?), e ainda do 2º srgt inf José Martins Rosado Piça e do 1º srgt cav Fernando Aires Fragata (que depois iria frequentar a Escola Central de Sargentos, em Águeda).
A CCAÇ 2590 passou a designar-se CCAÇ 12 a partir de 18 de janeiro de 1970, ainda no tempo do BCAÇ 2852 (Bambadinca, 1968/70)...
Ainda a propósito da foto, era a cerveja Cristal que estava na moda..E o petisco, se bem me parece, incluia ostras.
Naturalmente que os sargentos não frequentavam (pelo regulamento) a messe de oficiais que era ali ao lado. Mas o cap Brito dignava-se, de vez em quando (e sobretudo no princípio) aparecer na messe de sargentos que era muitíssimo mais animada, mesmo sem garotas...
O bar e a messe de sargentos de Bambadinca, no meu tempo (julho de 1969/março de 1971) tinham uma certa tradição de hospitalidade. Recebiamos gente de fora, estavamos abertos aos vizinhos do lado (messe de oficiais, embora o inverso não fosse verdadeiro)... E sobretudo havia uma bom espirito de camaradagem entre operacionais e não operacionais. a nível de sargentos (CCS/BCAÇ 2852 e depois BART 2917, CCAÇ 12 e outras subunidades adidas). Fazíamos festas conjuntas (por ex., Natal, aniversários), havia preocupação com a qualidade da comida, havia cantorias até às tantas da noite... Bebia-se
O bar era bem recheado.
Foto do álbum do Arlindo Roda (ex-fur mil at inf, 3º Gr Comb, CCAÇ 12, 1969/71)
Guiné > Zona Leste > Sector L1 (Bambadinca) > CCAÇ 12 (1969/71) > Cambança, descontraída. de uma bolanha, na região do Xime, no decurso de uma operação que não conseguimos identificar.
A foto (aliás, um diapositivo) deve ter sido tirada ainda em 1969, no final da época das chuva. Infelizmente não temos as legendas das magníficas imagens que o Arlindo Roda, que vive em Setúbal, teve a gentileza de nos mandar, através do Benjamim Durães (CCS / BART 2917, 1970/72). Falei com ele, finalmente, ao telefone há poucos meses, depois do nosso último encontro há mais de 30 anos.
Em primeiro plano, vê-se o 1º cabo Manuel Monteiro Valente, que viria a ser ferido por estilhaços de morteiro em janeiro de 1970 (Op Borbeleta Destemida)...
Em 2º plano, vê-se o fur mil at inf Roda, o alf mil op esp / ranger Francisco Moreira (comandante do 1º Gr Comb). Atrás deles, descortinam-se ainda as cabeças do fur mil op esp / ranger Humberto Reis e o fur mil at inf António Branquinho (já falecido).
O cap Brito frequentemente alinhava no mato com a malta, sobretudo em operações de maior responsabilidade e risco, a nível de sector. Apesar dos seus já 37/38 anos de idade... E nós, com 22... Tínhamos outra pedalada naquele tempo, com aquela idade.
Fotos: © Arlindo T. Roda (2010). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]

Crachá da CCAÇ2590 ("Excelente e Valorosa) e da CCAÇ 12 ("Sempre Mais Além")
1969/71). Design: Tony Levezinho. Cortesia do autor (2006).
1. Declaração de conflito de interesses:
Este e o anterior In Memoriam (*), não assinados como a grande maioria dos postes publicados pelos editores LG e CV, são da minha lavra. Estive no CTIC às ordens do então Cap Brito.
O único louvor que tive na tropa foi-me atribuído do, recomendado ou sugerido por ele. O louvor é, formalmente, do comandante do BART 2917, por quem nunca morri de amores...
Foi coisa que nunca mostrei a ninguém (a não ser aqui no blogue há muitos anos). Nem nunca utilizei, para efeito nenhum, na minha vida civil e professional. E no início até tinha algum pudor, pelo evidente exagero dos encómios.
Pensando bem, deveria ter razões para sentir-me honrado pela distinção... Só se fala, é verdade, das minhas qualidades ( que também escondem defeitos), o que é sempre lisonjeiro.
De qualquer modo, não há, no teor do louvor, nada que me envergonhe como português, cidadão, homem e militar.
E mais acrescento: nem eu nem o meu capitão ficámos a dever favores um ao outro. Sendo eu de armas pesadas de infantaria, e estando numa companhia de intervenção ( e não de quadrícula), depressa tive que esquecer tudo o que aprendi no CISMI, em Tavira.
Fui rapidamente "promovido a atiruense". Deram-me uma G3 e passei a ser o "pião de nicas" da companhia... tapando todos os buracos no comando de secções dos 4 Gr Comb...
Afinal, "não era mais do que os outros", meus camaradas e bons amigos, a começar pelos que dormiam no mesmo quarto...
Por outro lado, eu e o capitão estávamos, política e ideologicamente em campos opostos: eu era, desde os meus 15 anos, um jovem do "reviralho", do "contra" e estava recenseado nos cadernos eleitorais aquando das eleições para a Assembleia Nacional em 26 de outubro de 1969.
Fui, aliás , dos poucos militares em Bambadinca a poder exercer o direito de voto. Eu, o meu capitão, e mais um 1º cabo (cujo nome não fixei). Nem sequer os sargentos do quadro estavam recenseados! ... Ou não votaram, o Piça, o Videira...
Patriótico paradoxo. já aqui escrevi em tempos: um português podia morrer pela Pátria mas podia não ter direito de voto nas eleições para a Assembleia Nacional...
Eu sei que votei em branco, o meu capitão seguramente que votou no candidato da União Nacional que representava o círculo eleitoral da Guiné, o infortunado James Pinto Bull (Bolama, 15 de Julho de 1913 – Rio Mansoa, 26 de Julho de 1970).
O então cap Brito era minhoto, dizia-se que já tinha feito uma primeira comissão na Índia (o que não posso confirmar), era católico, política e ideologicamente conservador e "situacionista"...
Nunca fez, em contrapartida, o mais pequeno reparo em relação à minha pessoa e à minha posição contra a guerra. E mais: confiou-me, no final da comissão, a tarefa (ciclópica) de fazer a história da unidade. Eu tinha dado como profissão a de jornalista, mesmo nunca tendo tido carteira profissional,
Louvor. Reprodução da página 12 da minha caderneta militar... e onde se faz referência ao trabalho de elaboração da história da unidade
Foto (e legenda): © Luís Graça (2010). Todos os direitos reservados. [Edição: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
2. O "making of" da história da CCAÇ 12 merece ser aqui recontado, até como forma de homenagem ao "nosso capitão Brito":
(i) escrita por mim (LG), contou com a cumplicidade e a colaboração de vários camaradas, milicianos, incluindo um sargento do quadro, infelizmente já falecido , o 2º srgt Piça ("o Grande Piça, para os amigos!"), que me chamava , com piada, o "Soviético" ( só por ser do " contra");
(ii) oficialmente, o documento não tem (nem podia ter) autor, mas é unanimemente reconhecido que foi escrita por mim;
(iii) mais, foi-me expressamente incumbida, a sua elaboração, pelo comandante da companhia, o afável capitão inf Carlos Brito;
(iv) o então capitão Brito (em vésperas de ser promovido a major, se não mesmo já major) não autorizou a sua divulgação, nem muito menos o comando do batalhão de quem estávamos hierarquicamente dependentes, o BART 2917, a partir de junho de 1970 até fevereiro de 1971); alegava ter informação "classificada" (o que era inteiramente verdade);
(v) um versão, dactilografada e impressa à luz do dia, a stencil, na secretaria da companhia, foi discretamente distribuída aos alferes e furriéis milicianos (mesmo assim, não sei se a todos...), numa tiragem necessariamente reduzida, na véspera da partida; como era sabido, os quadros metropolitanos e os especialistas da CCAÇ 12, num total de 60, eram de rendição individual;
(vi) em 1994, quando reencontrei o meu antigo capitão, na altura já cor inf ref, dei-lhe conta desta "deslealdade" que cometi em março de 1971 (a única, em relação a ele, que julgo ter cometido).
Esta pequena homenagem que lhe faço é já tardia, é post-mortem. Sempre quis trazê-lo para o blogue. Ele participou em diversos encontros da malta de Bambadinca de 1968/71. E, quando não podia, tinha sempre a cortesia de contactar o organizador, agradecer o convite e apresentar a competente justificação para a ausência.
A CCAÇ 2590/CCAÇ 12 sempre foi uma família (éramos escassas 6 dezenas de graduados e especialistas metropolitanos, a que se juntaram depois mais 100 praças, do recrutamento local, todos 98% fulas, em junho de 1969, no CIM de Contuboel).
Diversos camaradas da CCAÇ 12 são membros da Tabanca Grande, de longa data. Por todas as razões, o "nosso capitão Brito" também cá faz falta. Tem já uma dúzia de referências. Tomo a liberdade de o apresentar à Tabanca Grande, inumando-o simbolicamente à sombra do nosso poilão, no lugar no 911, no talhão dos camaradas e amigos da Guiné que "da lei da morte já se libertaram".
Até sempre, "capitão Brito", bom amigo e camarada!...LG
Foto nº 5
Foto nº 5A
Foto nº 5B
Esposende > Fão > 1994 > A primeira vez que a malta de Bambadinca (1968/71), camaradas da CCAÇ 12, e outras subunidades adidas ao comando do BCAÇ 2852, mas também malta do BART 2917 (1970/72)...
Este primeiro encontro foi organizado pelo António Carlão, já falecido (ao centro)
Na primeira fila, da esquerda para a direita:
(i) fur mil MAR Joaquim Moreira Gomes (vivia no Porto, na altura(;
(ii) sold cond auto Diniz Giblot Dalot (empresário na área dos transportes, vivia em Aljubarrota, Prazeres, ou em Samora Correia, não sei ao certo);
(iii) um antigo escriturário da CCS/ BART 2917 (morava em Fão, Esposende);
(iv) alf mil at inf António Manuel Carlão (1947-2018) (casado com a Helena, comerciante, vivia em Fão, Esposende);
(v) fur mil at inf Arlindo Teixeira Roda (natural de Pousos, Leiria; professor reformado, vive em Setúbal; grande jogador de king e de lerpa, no nosso tempo, a par do Humberto Reis, e depois de damas, cuja federação portuguesa cofundou e dirigiu);
(vi) fur mil armas pes inf Luís [Manuel da ] Graça [ Henriques] (prof univ ref., fundador deste blogue, vive entre Alfragide / Amadora e Lourinhã, e com ligações também ao Marco de Canaveses, Quinta de Candoz);
(vii) Arménio Monteiro Fonseca (taxista, no Porto, da empresa Invictuas, táxi nº 69, mais conhecido no nosso tempo como o "vermelhinha");
Na segunda fila de pé, da esquerda para a direita:
(xiii) camarada, de óculos escuros, que não sei identificar [diz-me o Fernando Andrade Sousa que se trata do Pinto dos Santos, ex-furriel mil de Operações e Informações, CCS / BCAÇ 2852, natural de Resende, já falecido];
(xiv) major Ângelo Augusto Cunha Ribeiro, mais conhecido por "major elétrico", 2º comandante do BCAÇ 2852 (Bambadinca, 1968/70) (1926-2023) (vivia no Porto, era natural de Gondomar);
(xv) fur mil op esp / ranger, Humberto Simões dos Reis (engenheiro técnico, vive Alfragide / Amadora; era o grande fotógrafo da CCAÇ 12, a par do fur mil Arlindo Roda; na foto, escondido, de óculos escuros);
(xvi) camarada não identificado;
(xvii) alf mil cav, José Luís Vacas de Carvalho, cmdt Pel Rec Daimler 2206 (Bambadinca, 1969/71) (vive em Lisboa; natural de Montemor-o-Novo);
(xviii) alf mil at inf, Mário Beja Santos, cmdt do Pel Caç Nat 52, Missirá e Bambadinca, 1968/70 (vive em Lisboa, nosso colaborador permanente);
(xx) Manuel Monteiro Valente (de bigode e de perfil, ex-1º cabo, 1º Gr Comb, CCAÇ 12, apontador de dilagrama, vive em Vila Nova de Gaia, organizou o convívio, em 2019, do pessoal de Bambadinca, 1968/71):
(xxi) Abel Maria Rodrigues (hoje bancário reformado, vive em Mirando do Douro, ex-alf mil at inf, 3º Gr Comb, CCAÇ 12);
(xxii) alf mil op esp / ranger, Francisco Magalhães Moreira (vive em Santo Tirso, se não erro; nunca mais o vi, desde este 1º encontro, em 1994; terá seguido a carreira militar; não é membro da Tabanca Grande, o que é pena(;
(xxiii) Fur mil at inf, Joaquim Augusto Matos Fernandes (de óculos escuros, engenheiro técnico, vive ou vivia no Barreiro; também não é membro da Tabanca Grande, infelizmente, mas não costuma falhar os encontros da malta de Bambadinca de 1968/71);
(xxiv) 1º cabo Carlos Alberto Alves Galvão (o homem que foi ferido duas vezes numa operação, vive na Covilhã; não integra a Tabanca Grande; dizem-me que não comunicou à tropa as habilitações literárias que tinha, para não ir para o CSM);
(xxvi) e, por fim, 2º sarg inf Alberto Martins Videira (vivia em Vila Real,já falecido, tal como o outo 2º srgt, o José Manuel Rosado Piça, que vivioa em Évora).
Foto (e legenda): © Fernando Calado (2019). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
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Nota do editor:
Último poste da série > 22 de janeiro de 2026 >
Guiné 61/74 - P27662: In Memoriam (569): Carlos Alberto Machado de Brito (1932-2025), cor inf ref, 1º cmdt da CCAÇ 12 (Contuboel e Bambadinca, jun 1969/mar 1971): vivia em Braga, e foi comandante da GNR, comando territorial de Braga - Parte I