Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade dos Açores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Universidade dos Açores. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 14 de julho de 2026

Guiné 61/74 - P28183: Tabanca Grande (583): Eduardo Manuel Vieira de Brito de Azevedo, ex-Alf Mil Inf do GA 7, 1973/74, grão-tabanqueiro n.º 917

1. Mensagem enviada ao editor Luís Graça em 25 de Junho de 2026, pelo camarada e novo amigo da Tabanca Grande, Eduardo Manuel Vieira de Brito Azevedo, ex-Alf Mil Inf, que fez a sua comissão de serviço no GA 7 entre Dezembro de 1973 e Setembro de 1974:

Caro camarada Luís Graça,
Na sequência da troca de mensagens sobre o assunto com o meu ex-cunhado Luís Vaz, e agradecendo desde já a disponibilidade que me concedes para integrar o Blogue que criaste e diriges, seguem abaixo e em anexo os elementos solicitados.

Desde já, o meu muito obrigado e uma saudação muito especial aos camaradas da Tabanca.
Eduardo


Alf Mil Inf Eduardo Manuel Vieira de Brito de Azevedo

Nota biográfica:

- Eduardo Manuel Vieira de Brito de Azevedo;
- Alf. Mil. de Inf. (Nº Mecº. 05074273);
- Nascido a 15 de junho de 1952 em Angra do Heroísmo, onde reside;
- Cumpriu serviço militar no GA7, Guiné-Bissau, de dezembro de 1973 a setembro de 1974;
- É doutorado em Ciências Atmosféricas e Prof. Jubilado da Univ. dos Açores;
- É Project Manager e investigador na “Eastern North Atlantic (ENA) Atmospheric Observatory”, uma infraestrutura científica financiada pelo DOE dos EUA e operada pelo Los Álamos National Laboratory;
- É membro da Academia de Marinha, Director do Observatório do Ambiente dos Açores e Comendador da Ordem da Instrução Pública.

Foto actual do nosso amigo Eduardo Manuel Vieira de Brito de Azevedo

2. Comentário do editor CV:

Caro Eduardo Azevedo,
Em nome do editor Luís Graça, demais colaboradores permanentes e tertúlia em geral, estou a receber-te e a dar-te as boas-vindas à tertúlia. Vais ocupar o simbólico lugar 917 da nossa tertúlia, equivalente ao número de camaradas (mortos e vivos) constantes nas nossa listagem.

A maioria da tertúlia deste blogue é composta por antigos combatentes da Guiné, militares do Quadro Permanente, amigos da Guiné-Bissau e combatentes de outros TOs, como foi o caso do Carlos Cordeiro, Furriel Miliciano em Angola nos anos de 1969/70/71, infelizmente já falecido, também ele professor na Universidade dos Açores.

Como tinha uma filha residente na cidade do Porto, vinha aqui muitas vezes pelo que acabei por conhecê-lo pessoalmente. Sempre que era possível combinávamos um encontro. Nas comemorações do Dia 10 de Junho, comemorado aqui em 2017, quis desfilar a meu lado. Sendo irmão do malogrado Capitão Paraquedista João Costa Cordeiro, falecido num estúpido acidente durante um salto de treino na Guiné, quis fazer parte da nossa tertúlia onde tem participação activa. Infelizmente uma doença grave levou-o prematuramente.

É da praxe pedirmos aos novos elementos da tertúlia a sua colaboração para a feitura da nossa memória colectiva, aquela que queremos escrita na primeira pessoa, nós próprios.

A tua permanência na Guiné coincidiu com o fim do império e a entrega das então províncias ultramarinas aos respectivos povos, pelo que nós, os mais velhos, temos uma particular curiosidade em saber como cada um de vós viveu esse período. Aceitamos memórias escritas e fotografadas. Contamos contigo.

Pessoalmente tenho uma admiração particular pelos compatriotas insulares, nem melhores nem piores, mas diferentes, porque o mar nunca foi um obstáculo para poderem alcançar uma vida melhor, em qualquer ponto de Portugal ou na diáspora. Tenho contacto permanente com o camarada José da Câmara, um compatriota das Flores emigrado nos Estados Unidos. Também o conheço pessoalmente apesar da distância que nos separa. Fez de mim seu mano e da sua família nossa família adoptiva.

Fui para a Guiné integrado numa companhia madeirense, a CART 2732, e curiosamente fomos substituídos em Mansabá por uma companhia açoriana, a CCAÇ 2753. O Estado português proporcionou-me umas férias pagas, com tudo incluído, na Madeira, antes da ida para a Guiné. Posso dizer que estou grato à vida por me ter proporcionado bons amigos medeirenses e açorianos, que apesar de longe estão tão perto de mim.

Despeço-me, deixando-te um abraço e os votos de saúde.
O camarada e novo amigo
Carlos Vinhal

______________

Nota do editor

Último post da série de 14 de junho de 2026 > Guiné 61/74 - P28097: Tabanca Grande (582): Isaías Teles, superintendente da PSP, na situação da reforma, grão-tabanqueiro nº 915: uma viagem em 2018 para ir "partir mantenhas" com o régulo e as gentes do Saltinho

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Guiné 61/74 - P19160: Recortes de imprensa (98): In Memoriam - Professor Doutor Carlos Cordeiro - Homenagem no Jornal Correio dos Açores (3) - Biografia por Carlos E. Pacheco Amaral

Chegou ao conhecimento do Blogue, através do nosso camarada José Câmara, a publicação no Jornal Correio dos Açores de 21 de Outubro de 2018, de depoimentos de homenagem ao Professor Doutor Carlos Cordeiro, ilustre camarada que, como Furriel Miliciano, fez a sua Comissão de Serviço em Angola, falecido no passado dia 19 de Setembro.

Com a devida autorização do Director do prestigiado, e quase centenário, jornal Correio dos Açores, Américo Natalino Viveiros, deixamos o recorte da Biografia de Carlos Cordeiro, por Carlos E. Pacheco Amaral.





 Com a devida vénia ao Jornal Correio dos Açores
____________

Nota do editor

Último poste da série de 1 de Novembro de 2018 > Guiné 61/74 - P19155: Recortes de imprensa (97): In Memoriam - Professor Doutor Carlos Cordeiro - Homenagem no Jornal Correio dos Açores (2)

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Guiné 61/74 - P19155: Recortes de imprensa (97): In Memoriam - Professor Doutor Carlos Cordeiro - Homenagem no Jornal Correio dos Açores (2)

Chegou ao conhecimento do Blogue, através do nosso camarada José Câmara, a publicação no Jornal Correio dos Açores de 21 de Outubro de 2018, de depoimentos de homenagem ao Professor Doutor Carlos Cordeiro, ilustre camarada que, como Furriel Miliciano, fez a sua Comissão de Serviço em Angola, falecido no passado dia 19 de Setembro.

Com a devida autorização do Director do prestigiado, e quase centenário, jornal Correio dos Açores, Américo Natalino Viveiros, deixamos hoje mais três depoimentos que lembram este vulto da cultura açoriana que tão cedo nos deixou.




********************


********************

Com  devida vénia ao Jornal Correio dos Açores

(Continua)
____________

Nota do editor

Poste anterior de 31 de outubro de 2018 > Guiné 61/74 - P19153: Recortes de imprensa (96): In Memoriam - Professor Doutor Carlos Cordeiro - Homenagem no Jornal Correio dos Açores (1)

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Guiné 61/74 - P19153: Recortes de imprensa (96): In Memoriam - Professor Doutor Carlos Cordeiro - Homenagem no Jornal Correio dos Açores (1)

Chegou ao conhecimento do Blogue, através do nosso camarada José Câmara, a publicação no Jornal Correio dos Açores de 21 de Outubro de 2018, de depoimentos de homenagem ao Professor Doutor Carlos Cordeiro, ilustre camarada que, como Furriel Miliciano, fez a sua Comissão de Serviço em Angola, falecido no passado dia 19 de Setembro.

Com a devida autorização do Director do prestigiado, e quase centenário, jornal Correio dos Açores, Américo Natalino Viveiros, damos hoje início à publicação de alguns recortes com textos de individualidades que lembram este vulto da cultura açoriana que tão cedo nos deixou.

Hoje deixamos os depoimentos do Presidente do Governo Regional dos Açores, do Director-Adjunto do Correio dos Açores e da Presidente da Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.




********************


********************

(Com a devida vénia ao Jornal Correio dos Açores)

(Continua)
____________

Nota do editor

Último poste da série de 25 de maio de 2018 > Guiné 61/74 - P18674: Recortes de imprensa (95): A notícia do trágico acidente, ocorrido no Rio Corubal, no Cheche, na sequência da Op Mabecos Bravios (retirada de Madina do Boé) só é dada no "Diário de Lisboa", dois dias e meio depois, em 8 de fevereiro de 1969

terça-feira, 26 de abril de 2016

Guiné 63/74 - P16020: Efemérides (222): O nosso camarada Carlos Cordeiro, na qualidade de aluno, investigador e professor da Universidade dos Açores, foi homenageado no passado dia 14 de Abril por esta academia, a que esteve ligado durante 40 anos (José Câmara / Carlos Vinhal)

O nosso camarada Carlos Cordeiro, na qualidade de aluno, investigador e professor da Universidade dos Açores, foi homenageado no passado dia 14 de Abril por esta academia, a que esteve ligado durante 40 anos.
Do evento damos notícia, alertados pelo nosso outro camarada açoriano, José Câmara, que nos enviou a notícia publicada no jornal Correio dos Açores, que aqui transcrevemos com a devida vénia.

O Professor Carlos Cordeiro no dia em que foi homenageado pela Universidade dos Açores onde estudou e leccionou

1 - Com a devida vénia ao Jornal Correio dos Açores, na pessoa do seu Director Américo Natalino Viveiros e à Chefe de Redacção Nélia Câmara, autora da reportagem, reproduzimos as páginas 18 e 19 daquele prestigiado diário açoriano, referentes à Homenagem da Universidade dos Açores ao nosso camarada e amigo Carlos Cordeiro.





Texto inserto na página 18 acima apresentada

Reconhecimento do trabalho enquanto investigador ultrapassa as fronteiras do país

Carlos Cordeiro homenageado pela escola que desenvolveu na Universidade açoriana

Autonomia e regionalismos estiveram sempre presentes na sua investigação e o seu trabalho enquanto historiador fez escola na academia açoriana 

Professor aposentado da Universidade dos Açores, Carlos Cordeiro foi ontem homenageado na academia onde estudou e leccionou durante 27 anos, tendo sido professor de várias gerações tanto do ensino secundário como universitário, de vários cursos, que ontem, e hoje, o recordam com carinho, pela amizade que dispensa a todos. Mas muitos foram também os mestrandos e doutorandos que o Professor Auxiliar com Agregação da Universidade dos Açores, onde concluiu o doutoramento e prestou provas de agregação, acompanhou como orientador no ramo de História. E como foram tantos os estudantes que receberam os seus ensinamentos, o anfiteatro C da Universidade encheu por completo, também com a presença de familiares, colegas, amigos e autoridades militares e civis. Uma homenagem de reconhecimento muito sentida, com Carlos Cordeiro visivelmente emocionado, acompanhado da mulher e filhas.

Mas quem melhor para falar do trabalho do historiador micaelense [um autonomista convicto], do que quem sempre esteve a seu lado a nível académico senão o orador da sessão, seu orientador, Luís Reis Torgal, da Universidade de Coimbra, que ao nosso jornal teceu rasgados elogios ao homem e à obra do homenageado. “Esta é uma homenagem justa, que me muito me orgulha participar, porque é uma homenagem a alguém que esteve sempre ligado a mim, do ponto de vista científico, institucional e pessoal. Desde o início da carreira de Carlos Cordeiro que estou ligado a ele. É uma figura que me marcou como colega, como meu orientando, nem sempre fácil, mas é certo é que ele levou sempre tudo a bom termo e, por isso mesmo, acho que é uma figura significativa da História e da história da universidade”.

Com a grandiosidade do trabalho académico feito por Carlos Cordeiro, Luís Reis Torgal, que é professor catedrático, lamenta que o homenageado não tenha “ultrapassado, devido a condicionalismos da Universidade, a categoria de Professor Auxiliar. Uma pessoa com a ca- Sessão de Homenagem: Carlos Cordeiro, João Luís Gaspar, Susana Serpa Silva e Luís Reis Torgal tegoria do professor Carlos Cordeiro merecia ser catedrático. Eu estive em todas as provas dele desde as provas iniciais para assistente, quando não havia ainda mestrado, e depois nas provas de doutoramento e agregação, e lamento que tenha terminado a carreira sem que a Universidade, não a Universidade dos Açores, mas no geral, porque não sabe agradecer aos professores que estiveram sempre nela, com ela e para ela, como é o caso de Carlos Cordeiro”.

Sobre isso Carlos Cordeiro remeteu-se ao silêncio, embora emocionado pelas palavras daquele que foi o seu mestre proferidas ao nosso jornal e a uma vasta plateia. Quanto à homenagem, declarou que o significado da mesma “é ter aqui os meus colegas, os meus alunos, os meus orientandos, os meus camaradas (antigos combatentes no ultramar), o meu Reitor… Pois quiseram vir demonstrar a sua amizade e reconhecimento pelo meu trabalho”.

Reitor reconhece a obra de Carlos Cordeiro 

João Luís Gaspar, enquanto Reitor da academia açoriana, ao Correio dos Açores não quis personalizar a questão de a Universidade, no geral, não reconhecer, como disse Torgal, o trabalho profícuo dos seus docentes-investigadores, mas opinou: “Sem querer particularizar, posso dizer apenas que as universidades necessitam de rejuvenescer. Temos pessoas extraordinárias que trabalharam connosco e precisamos de sangue novo. Esse é um dado que o Ministério [Ensino Superior], hoje em dia, reconhece e que nós esperamos ver efectivado nos próximos anos, uma vez que o Ministério já disse que vai, com uma política diferente, dar a oportunidade à universidade para que possa fazer escola. E o professor Carlos Cordeiro, como outros, fez escola na casa. É preciso gente nova que os siga, com novos projectos e novas ideias”.

O Reitor da Universidade dos Açores admitiu ser “com todo o gosto” que marcava presença na cerimónia de homenagem a uma figura ligada à História açoriana. “Não tive o privilégio de trabalhar com o professor estes anos, mas a qele reconheço uma actividade científica muito grande, acima de tudo na construção do edifício universidade que somos hoje. Celebramos agora 40 anos de existência e o professor Carlos Cordeiro, como aluno e como professor, está aqui desde o princípio e, portanto, por este facto, o nosso reconhecimento”.

Nélia Câmara

************

Texto inserto na página 19 acima apresentada


A História da Região foi escrutinada sob o ponto de vista histórico por Carlos Cordeiro
O legado do homenageado é uma investigação sólida sobre os Açores

Na cerimónia foi também lançada a obra “História, Pensamento e Cultura – Estudos em homenagem a Carlos Cordeiro”, com coordenação dos historiadores Manuel Sílvio Alves Condes e Susana Serpa Silva. E é esta historiadora da academia açoriana a primeira responsável pelo evento que faz questão de dizer que “esta organização foi uma decisão da área de História do Departamento de História, Filosofia e Ciências Sociais da Universidade dos Açores que decidiu homenagear quem, durante 27 anos, deu muito de si não só ao ensino superior, formando gerações de alunos e orientando numerosos mestrandos e doutorandos – fazendo escola – como também é uma figura marcante no domínio da História dos Açores em temas que são essenciais à nossa História, como a questão da Autonomia e dos Regionalismos. Esta cerimónia é, digamos, de uma área científica a um dos seus elementos e que também foi, durante quatro anos, Director do Departamento”.

Questionada Susana Serpa Silva sobre as características que diferenciam o homenageado, sublinhou que “o professor Carlos Cordeiro tem o valor que não desmerece o dos outros colegas, mas ele sempre foi uma pessoa que soube granjear uma relação de grande amizade e abertura com os seus alunos e com os colegas. Teve, de facto, um papel, muito importante como professor, como investigador e deu muito à história contemporânea dos Açores”.

Já no que toca ao legado, a professora não tem dúvidas de que Carlos Cordeiro “tem toda uma obra publicada que é bastante significativa”, garantindo que os colegas usam os trabalhos publicados pelo homenageado, pois ele é “uma pessoa reconhecida a nível nacional e internacional e é, de facto, uma pessoa marcante na história da própria universidade e esta universidade insular e atlântica foi construída com o esforço de todos os docentes, dos alunos, das equipas reitorais mas também pelo professor Carlos Cordeiro”.

Carlos Cordeiro como historiador tem trabalho reconhecido nos Açores, em Portugal continental, nas comunidades mas também a nível internacional, com incidência na sua investigação sobre autonomia e regionalismo. As suas obras de investigação e artigos publicados na imprensa regional e ensaios nas revistas de especialidade também revelam o seu pensamento. É autor de “Insularidade e continentalidade: os Açores e as contradições da Regeneração 1851-70” (1992), “Na Senda da Identidade Açoriana”, (Antologia de Textos do Correio dos Açores), (1995), “Nacionalismo, Regionalismo e Autoritarismo nos Açores durante a I República”, (1999) (coord.) , “Autoritarismos, Totalitarismos e Respostas Democráticas”, (2011).

Do seu vasto currículo refira-se, a saber: “investigador integrado do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra e Director do Centro de Estudos de Relações Internacionais e Estratégia da Universidade dos Açores”.

Coordenador do Mestrado em Relações Internacionais da Universidade dos Açores, integrou a Comissão Científica do Dicionário da República e o Comité Organizador do Congresso Histórico Internacional “I República e Republicanismo”.

Nélia Câmara


************

Comentário do editor:

Confidenciou-nos o Carlos:
"Foi uma sessão muito bonita mesmo. Tive lá a família, colegas da Universidade (mais trabalhadores do que docentes, segundo me pareceu), colegas da escola primária e industrial, antigos alunos e orientandos, camaradas Antigos Combatentes, amigos de todo o lado mesmo. 
Foi uma prova imensa de amizade e de, sei lá, carinho, camaradagem. 
A sala cheia. O reitor fez uma intervenção muito simpática, oferecendo-me a medalha dos 40 anos da Universidade, porque lá estou, como aluno ou professor há 40 anos, tirando três em que fui professor do ensino secundário. 
Foi isto: amizade!"

Quanto ao livro:
"O livro está muito bom mesmo. São 27 colaborações de colegas, a maior parte do centro de que faço parte da Universidade de Coimbra. 
São 594 páginas."

A tertúlia do Blogue congratula-se por esta homenagem ao Homem e ao Professor Carlos Cordeiro, que temos a honra de contar como camarada e amigo desde há alguns anos.
Para ele vão os nossos parabéns e os votos de que continue a fazer o que mais gosta, investigar e ensinar História.

CV
____________

Nota do editor

Último poste da série de 25 de abril de 2016 Guiné 63/74 - P16017: Efemérides (221): Tempos passados ou como recuar a 24 de Abril de 1970, data de embarque do BCAÇ 2912 com destino à Guiné (António Tavares, ex-Fur Mil)