Foto nº 2 > Guiné > s/d > s/ l > O Motor "Bubaque", ostentando a bandeira portuguesa, a chegar a Bolama, vindo de Bissau... Antiga LP 4 (Lancha de Patrulha 4, da nossa Marinha, no ativo entre 1963 e 1964), terá sido anteriormente uma traineira de pesca, algarvia... Depois de abatida ao efetivo, foi comprada pelo pai do nosso camarada Manuel Amante da Rosa.
Foto: © Manuel Amante da Rosa (2014). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guine + IA (Gemini / Google AI]
Guiné > Zona Leste > Região de Bafatá > Rio Geba > A caminho de Bissau > 1968 > O nosso muito querido ex-fur mil Mil Carlos Marques dos Santos (1943-2019), natural de Coimbra, o primeiro "viriato", a integrar a Tabanca Grande: foi ele que nos trouxe o Torcato Mendonça (1944-2021) que também e ele jã se despediu da Terra da Alegria, ex-alf mil at inf, ambos da CART 2339, Mansambo (1968/69).
Foto: © Carlos Marques dos Santos (2006). Todos os direitos reservdaos [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guine + IA (ChatGPT ( Opena AI.]
Foto nº 4 > Guiné > Zona leste > Região de Bafatá > Rio Geba > 1969 > CART 2479 / CART 11 (1969/70) > 21 de julho de 1969 > "Efeméride: no dia que o homem chegou à Lua, eu descia o rio Geba (Bambadinca-Bissau, com passagem no célebre Mato Cão e depois na não menos temível Ponta Varela, a seguir ao Xime)...
Foto: © Luís Graça (2007). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guine + IA (Gemini / Google AI]
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Manuel Amante da Rosa. Fonte: Página do Facebook de Pioneiros de Cabo Verde (com a devida vénia...) |
Talvez, mas ainda sem certeza, possa ser um dos batelões da Marinha (BM1, BM2), para emprego civil.
Como se pode observar do amontoado de passageiros, sem qualquer protecção contra o sol ou outras intempéries, o número de feridos e mortos em caso de ataque à passagem por Mato Cão sempre era, infelizmente, significativo.
Dizia-se que o motor a diesel que tinham, penso que de oito ou dez cilindros, tinham sido construídos pela Alemanha nazi para os seus submarinos. Nunca comprovei este detalhe. Calavam mais de um metro e meio pelo que só vi uma vez o Formosa no porto de Xime na maré cheia. Mas que teriam chegado a Bambadinca antes da guerra.
Da última vez que viajei nele foi no fim da especialidade, em Bolama, com destino a Bissau acompanhado de mais de 300 militares que saíam do CIM [Centro de Instrução Militar]. Lembro-me de que viajou connosco o Capitão Moás, que era de Cavalaria. (...) (**)
A jornada começava com a enchente da maré, passando por Portogole, Ponta Varela, Xime e daqui para a frente quase sempre a rasar as margens, ora de um lado ora de outro, ver passar o Mato Cão e Nhabijões até chegar ao pequeno mas movimentado porto de Bambadinca, onde sempre havia lanchas e batelões.
Não raras vezes, no regresso, saíamos de noite de Bambadinca rezando, tripulantes e passageiros, para que nada acontecesse até passarmos o Mato Cão. Salvo raras ocasiões as preces foram escutadas. O encanto era absorvente em noites de luar a descer o Geba a favor da maré, com o maquinista a ficar satisfeito, em termos de rotações do motor, só quando via faíscas e fumo espesso a sair da chaminé. Parecia que andávamos numa estrada cheia de curvas tal a velocidade com que descíamos o rio. As apreensões só desapareciam, na última curva, quando víamos as luzes do quartel do Xime. De noite Ponta Varela não constituía perigo. Passávamos a uma razoável distância. (...) (***)
Para se ter uma noção da escala técnica da época, foi precisamente nesta mesma janela temporal que os estaleiros desenharam e iniciaram a construção do navio mais famoso da sua história: o Navio-Hospital "Gil Eannes" (entregue em 1955). As equipas que desenharam os interiores de madeira fina e as estruturas mecânicas do "Formosa" e do "Corubal" eram as mesmas que trabalhavam nos colossos da Frota Branca.








































