Guiné > Região de Tombali > Catió > CCS / BART 1913 (1967/69) > Vila > Álbum fotográfico do Victor Condeço >Foto 19 >Escola primária oficial na avenida, foto tirada da torre da Igreja.

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Guiné > Região de Tombali > Catió > CCS / BART 1913 (1967/69) > Álbum fotográfico do Victor Condeço > Catió > Quartel > Foto nº 16 > "Lavadeiras à porta da camarata de sargentos, do lado direito vê-se parte do bar de sargentos".
Guiné> Região de Tombali > Catió > CCS do BART 1913 (Catió 1967/69) > Cerimónia militar em Fevereiro de 1968, por ocasião da imposição à CART 1689 da Flâmula de Honra (ouro) do CTIG (Comando Terriorial Independente da Guiné), atribuída em julho de 1967, com a presença das entidades civis e população.
Foto 32 do álbum fotográfico do Victor Condeço (1943-2010) > "Militares, civis da administração, correios e comerciantes. Da esquerda para a direita, [?], de costas o Cap Médico Morais (1), o comandante, ten cor Abílio Santiago Cardoso (2), quatro funcionários dos Correios e Administração (3), os comerciantes Srs. José Saad e filha (4), Mota (6), Dantas e filha (5), Barros (7), depois o electricista civil Jerónimo (8), e o alf graduado capelão Horácio Fernandes (9)".
"Ao canto superior direito pode ler-se a seguinte inscrição: 'A nossa intervenção em África é resposta a um desafio que nos lançaram e a afrontas que não podemos esquecer' ". (E a propósito, de quem seria o autor da frase ?)
Fotos (e legendas): © Victor Condeço (2007). Todos os direitos reservados [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
1. Estamos a reproduzir excertos da dissertação de mestrado em ciências da educação, pela Faculdade de Psicologia e Ciências das Educação da Universidade do Porto (1995), da autoria do nosso grão -tabanqueiro Horácio Fernandes, que foi nosso camarada como capelão militar no CTIG ( 1967/69), e que faleceu recentemente, em novembro de 2025, com 90 anos completos.
No capº IV daquele trabalho académico, ele narra e comenta a história de vida de Francisco Caboz, seu "alter ego". Trata-se, pois, de uma autobiografia, que em 30 páginas, a duas colunas, cobre a sua infância, adolescência, juventude e idade adulta até 1972, o ano em que, prestes a fazer 37 anos, regressa ao estado laical e constitui família.
Nos oito postes anteriores já publicados (*), ele fala-nos, sucintamente, de:
(i) a sua terra natal, "Arribas do Mar" [leia-se Ribamar, da Lourinhã], bem como as 3 figuras da família que o marcaram: o pai (José Fernandes Nazaré), a mãe (Elvira Neto) e o avô materno (nascido por volta de 1875/80, o sacristão da freguesia, o Ti João das Velas de Santa Bárbara);
(ii) como foi criando raízes a ideia de ser padre: o avô materno, sacristão, e a professora primária acabaram por ser as pessoas que mais pesaram nessa decisão;
(iii) a entrada no Colégio Angélico (leia-se, Seráfico, na altura Montariol, em Braga, a mais de 300 km de distância da sua terra, Ribamar, Lourinhã), e os "quatro cenários" onde se vai desenrolar a sua vida de "angélico" (ou seja, até ao 5º ano, correspondente hoje ao 9º ano de escolaridade): a camarata, o refeitório, a sala de aulas, o salão de estudo, e onde vigorava o panoptismo;
(iv) os mecanismos de vigilância dos internos e os rituais de punição por parte dos prefeitos;
(v) o 6.º ano, quando passa a ser noviço (Convento do Varatojo, Torres Vedras);
(vi) segue-se o Coristado de Filosofia (em Leiria, no seminário de São Francisco / convento da Portela) e depois de Teologia (no Seminário da Luz, Carnide, Lisboa), até à ordenação sacerdotal (em agosto de 1959).
(vii) em no início do 2º semester de 1967, é chamada para fazer, na Academia Militar, o 1º curso de capelães militares;
No capº IV daquele trabalho académico, ele narra e comenta a história de vida de Francisco Caboz, seu "alter ego". Trata-se, pois, de uma autobiografia, que em 30 páginas, a duas colunas, cobre a sua infância, adolescência, juventude e idade adulta até 1972, o ano em que, prestes a fazer 37 anos, regressa ao estado laical e constitui família.
Nos oito postes anteriores já publicados (*), ele fala-nos, sucintamente, de:
(i) a sua terra natal, "Arribas do Mar" [leia-se Ribamar, da Lourinhã], bem como as 3 figuras da família que o marcaram: o pai (José Fernandes Nazaré), a mãe (Elvira Neto) e o avô materno (nascido por volta de 1875/80, o sacristão da freguesia, o Ti João das Velas de Santa Bárbara);
(ii) como foi criando raízes a ideia de ser padre: o avô materno, sacristão, e a professora primária acabaram por ser as pessoas que mais pesaram nessa decisão;
(iii) a entrada no Colégio Angélico (leia-se, Seráfico, na altura Montariol, em Braga, a mais de 300 km de distância da sua terra, Ribamar, Lourinhã), e os "quatro cenários" onde se vai desenrolar a sua vida de "angélico" (ou seja, até ao 5º ano, correspondente hoje ao 9º ano de escolaridade): a camarata, o refeitório, a sala de aulas, o salão de estudo, e onde vigorava o panoptismo;
(iv) os mecanismos de vigilância dos internos e os rituais de punição por parte dos prefeitos;
(v) o 6.º ano, quando passa a ser noviço (Convento do Varatojo, Torres Vedras);
(vi) segue-se o Coristado de Filosofia (em Leiria, no seminário de São Francisco / convento da Portela) e depois de Teologia (no Seminário da Luz, Carnide, Lisboa), até à ordenação sacerdotal (em agosto de 1959).
(vii) em no início do 2º semester de 1967, é chamada para fazer, na Academia Militar, o 1º curso de capelães militares;
(viii) é mobilizado para a Guiné, em rendição individual, como capelão militar, sendo colocado em Catió no BCAÇ 1913.
Terminada a comissão, em finais de 1967, andou ainda na marinha mercante (transporte de tropas e navios petroleiros), como capelão, até deixar o sacerdócio em 1972, antes de completar os 37 anos.
Casou, passou a viver no Porto. Teve 3 filhos. Estava reformado da Inspeção Geral de Educação onde trabalhou 25 anos na zona norte. Em 2006, aos 70 anos, doutorou-se em ciências da educação pela Universidade de Salamanca, Espanha.
2. É uma história de vida que merece ser
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Horácio Fernandes (1935.2025) |
Casou, passou a viver no Porto. Teve 3 filhos. Estava reformado da Inspeção Geral de Educação onde trabalhou 25 anos na zona norte. Em 2006, aos 70 anos, doutorou-se em ciências da educação pela Universidade de Salamanca, Espanha.
Reencontrámo-nos, por volta de 2015, na Tabanca de Porto Dinheiro, Lourinhã, ao fim de 57 anos de vidas completamente separadas.
conhecida dos nossos leitores. Um verdadeiro
testemunho de uma época que ainda coincide,
em parte, com a nossa.
É um trabalho académico, relevante não só para a história da capelania castrense como também para o conhecimento do ensino confessional ministrado em seminários diocesanos e regulares, onde se formava o clero católico ao tempo da Ditadura Militar e Estado Novo (1926-1974).
É um trabalho académico, relevante não só para a história da capelania castrense como também para o conhecimento do ensino confessional ministrado em seminários diocesanos e regulares, onde se formava o clero católico ao tempo da Ditadura Militar e Estado Novo (1926-1974).
História de vida de um capelão militar: Horácio Fernandes / Francisco Caboz (1935-2025) - Parte IX: No BART 1913 (Catió, 1967/69): E "aos costumes disse nada", porque fora educado... na conformação
por Horácio Fernandes
Este incidente [ a praxe a que foi sujeito à chegada, em Catió, com exibição de fotos pornográficas]( (*) estragou a recepção planeada, embora o comandante que presidia [à refeição, na messe de oficiais] tentasse mnimizá-lo.
O capitão levantou-se da mesa, todo ofendido, e foi preciso o patrocínio do médico, para sanar o contencioso aberto. Só passados vários meses me voltou a falar.
Como único padre da vila, fui encarregado da missão católica que os missionários italianos tinham abandonado e das 4 escolas, a cargo dos respectivos professores indígenas.
Aos domingos organizava a catequese e celebrava missa para a tropa e população. Contudo, nunca fui bem recebido pelos professores, talvez por ser militar. Não obstante os meus esforços de aproximação, continuavam mudos e calados, mas a sua raiva contra o colonialismo era evidente. Respeitava este silêncio, porque sabia que tinham familiares a combater do outro lado e eram frequentemante incomodados pela PIDE.
Aos domingos o comandante do batalhão estava sempre muito atento à homilia, mas eu nunca abordava as questões políticas, nem tinha apetência para elas, porque tinha sido educado na conformação Continuava a falar, indistintamente, para brancos e pretos, como Filhos de Deus, indiferente aos problemas politicossociais, tal como na Metrópole.
O quotidiano era feito de vigilâncias à mata, mas com poucos contactos e abastecimento às companhias e pelotões destacados no mato. Quando havia mortos ou feridos, eram logo evacuados de helicóptero para Bissau.
Quase no fim do tempo de comissão, durante um ataque ao quartel, uma granada de morteiro furou a chapa de zinco do barracão e caiu em cima de uma mesa da messe de oficiais, onde também me encontrava. Só por milagre não rebentou: Desencavilharam-na, e ficou como recordação para os que nos renderam, numa redoma de vidro.
Na sede do Batalhão, a minha missão era, para além de prestar assistência religiosa à população e soldados da CCS, deslocar-me, quando tinha avião, barco, ou mais raramente em colunas, às outras Companhias [de quadrícula]que defendiam o perímetro militar, à responsabilidade dó Batalhão (**).
Nos destacamentos do mato, a minha missão era prestar assistência religiosa aos que a solicitavam. Era muito solicitado por soldados provenientes dos Açores e Madeira e oriundos do norte do país.
Como único padre da vila, fui encarregado da missão católica que os missionários italianos tinham abandonado e das 4 escolas, a cargo dos respectivos professores indígenas.
Aos domingos organizava a catequese e celebrava missa para a tropa e população. Contudo, nunca fui bem recebido pelos professores, talvez por ser militar. Não obstante os meus esforços de aproximação, continuavam mudos e calados, mas a sua raiva contra o colonialismo era evidente. Respeitava este silêncio, porque sabia que tinham familiares a combater do outro lado e eram frequentemante incomodados pela PIDE.
Aos domingos o comandante do batalhão estava sempre muito atento à homilia, mas eu nunca abordava as questões políticas, nem tinha apetência para elas, porque tinha sido educado na conformação Continuava a falar, indistintamente, para brancos e pretos, como Filhos de Deus, indiferente aos problemas politicossociais, tal como na Metrópole.
O quotidiano era feito de vigilâncias à mata, mas com poucos contactos e abastecimento às companhias e pelotões destacados no mato. Quando havia mortos ou feridos, eram logo evacuados de helicóptero para Bissau.
À medida que a comissão estava a findar e já todos contavam ansiosamente os dias que faltavam. Éramos atacados, duas ou três vezes por semana, com morteiros e canhões sem recuo, geralmente à hora do jantar. Os abrigos eram o meu refúgio e o do médico.
Quase no fim do tempo de comissão, durante um ataque ao quartel, uma granada de morteiro furou a chapa de zinco do barracão e caiu em cima de uma mesa da messe de oficiais, onde também me encontrava. Só por milagre não rebentou: Desencavilharam-na, e ficou como recordação para os que nos renderam, numa redoma de vidro.
Na sede do Batalhão, a minha missão era, para além de prestar assistência religiosa à população e soldados da CCS, deslocar-me, quando tinha avião, barco, ou mais raramente em colunas, às outras Companhias [de quadrícula]que defendiam o perímetro militar, à responsabilidade dó Batalhão (**).
Desafiaam-me para ir com as colunas militares, mas nunca arrisquei muito. Em caso de ataque só atrapalhava e, além disso, tinha medo das minas.
Nos destacamentos do mato, a minha missão era prestar assistência religiosa aos que a solicitavam. Era muito solicitado por soldados provenientes dos Açores e Madeira e oriundos do norte do país.
Nunca andava armado e praticamente não sabia dar um tiro.
Uma das coisas que me fazia mais confusão, era, para além da «compra» das raparigas por soldados e oficiais, a pretexto de lhes lavar a roupa, o modo como o agente da PIDE tratava os suspeitos. Pendurava-os pelas mãos ao teto, com uma corda, como se fossem porcos e mandava um «cipaio», geralmente de outra etnia, dar-lhe porrada, até ele confessar o que queria ouvir.
- 131 -
Casualmente, assisti uma vez a este espectáculo. Mostrei o meu desagrado e não voltei lá mais.
Mas o mesmo fazaiam as companhias o operacionais, a alguns suspeitos. A única vez que me integrei numa missão de vigilância, por insistência do capitão, apanharam um homenzinho e enfiaram-lhe a cabeça na água choca da «bolanha», para ele confessar quem tinha dado uns tiros de aviso, antes da nossa chegada.
Protestei, mas continuaram e, meio morto, trouxeram -no para o quartel. Afinal, disse-me mais tarde o capitão, ele de nada sabia. Aproveitaram-no, depois, para guia.
Igualmente me metia con confusão como os pretos e suas mulheres eram explorados pela "Companhia Ultramarina" [Sociedade Comercial Ultramarina, do grupo BNU, rival da Casa Gouveia] . Vinham carregados do mato, com balaios de arroz à cabeça c pagavam-lhes com alguns garrafões de aguardente de cana.
Ficavam ali num alpendre da Companhia, perdidos de bêbados, homens, mulheres e crianças, até esgotarem a aguardente. Depois da ressaca, voltavam às tabancas buscar mais arroz e repetia-se a cena.
- 132 -
(Continua)
(Seleção, revisão / fixação de texto, parênteses retos, bold, itálicos, título: LG)
1. Ficha de unidade > Batalhão de Artilharia nº 1913
Unidade Mob: RAP 2 - Vila Nova de Gaia
Cmdt: TCor Art Abílio Santiago Cardoso
2.° Crndt: Maj Art Luís Teixeira Fernandes
OInfOp/Adj: Cap Art Ernesto Chaves Alves de Sousa | Cap Art Luís Alfino Castel-Branco Alves de Silva
Cmdts Cornp:
CCS: Cap SGE Rodrigo Botelho da Costa ,
CArt 1687: Cap Mil Art Vicente João Cardoso de Macedo de Menezes
CArt 1688: Cap Art Damasceno Maurício Loureiro Borges
CArt 1689: Cap Art Manuel de Azevedo Moreira Maia | Cap Inf Martinho de Sousa Pereira | Cap Art Rui Manuel Viana de Andrade Cardoso
Divisa: "Por Portugal - um por todos, todos por um"
CCS: Cap SGE Rodrigo Botelho da Costa ,
CArt 1687: Cap Mil Art Vicente João Cardoso de Macedo de Menezes
CArt 1688: Cap Art Damasceno Maurício Loureiro Borges
CArt 1689: Cap Art Manuel de Azevedo Moreira Maia | Cap Inf Martinho de Sousa Pereira | Cap Art Rui Manuel Viana de Andrade Cardoso
Divisa: "Por Portugal - um por todos, todos por um"
Partida: Embarque em 26Abr67; desembarque em 01Mai67 | Regresso: Embarque em 02Mar69
Síntese da Actividade Operacional
Em 02Mai67, rendendo o BCaç 1858, assumiu a responsabilidade do Sector
S3, com sede em Catió e abrangendo os subsectores de Bedanda, Cufar, Catió,
Cachil, este extinto em l8Ju168, após evacuação e Cabedú, também extinto em
30Jul68 e integrado no subsector de Catió.
Desenvolveu intensa actividade operacional em ordem a criar insegurança
ao inimigo no sector, garantir a circulação nos itinerários e promover a
recuperação e protecção das populações da área.
Pelos resultados obtidos e pelos efectivos envolvidos, salientam-se as operações "Penetrante", "Sttela", "Pleno" e "Futuro Próximo" entre outras.
Dentre o material capturado mais significativo salienta-se: 1 lança-granadas
foguete, 2 pistolas-metralhadora, 4 espingardas, 34 minas, 117 granadas de
armas pesadas e 605 cartuchos de armas ligeiras.
foguete, 2 pistolas-metralhadora, 4 espingardas, 34 minas, 117 granadas de
armas pesadas e 605 cartuchos de armas ligeiras.
Em 17Fev69, foi rendido no sector de Catió pelo BArt 2865 e recolheu
seguidamente a Bissau, a fim de efectuar o embarque de regresso.
***
A CArt 1687 permaneceu sempre integrada no dispositivo e manobra do
seu batalhão, tendo assumido em 02Mai67 a responsabilidade do subsector de
Cachil, onde rendeu a CCaç 1423.
Em 09Ju167, por troca com a CCaç 1621, assumiu a responsabilidade do
subsector de Cufar, onde se manteve até ser rendida pela CArt 2477, em
18Fev69, após o que recolheu a Bissau a fim de efectuar o embarque de
regresso.
***
A Cart 1688, após curta permanência em Bissau, onde substituíu transitoriamente a CCaç 1424 no dispositivo de segurança e protecção das instalações e das populações a cargo do BArt 1904, efectuou simultaneamente uma
instrução de adaptação operacional, sob orientação do BCaç 1876,
na região de Bula, para onde seguiu em 08Mai67.
Seguidamente tomou parte em operações realizadas nas regiões de Ponate, Choquemone, Manga e Late, entre outras.
Em 31Mai67, iniciou o deslocamento para Biambe, por fracções e em 07Jun67, assumiu a responsabilidade do subsector de Biambe, com um pelotão destacado em Encheia, desde 04Jun67 até 150ut67, onde substituíu a CCav 1485, ficando integrada no dispositivo e manobra do BCaç 1876 e depois do BCav 1915.
Em 19Fev69, foi substituída no subsector de Biambe pela CCaç 2464 e
recolheu seguidamente a Bissau, a fim de aguardar o embarque de regresso.
***
A CArt 1689 seguiu imediatamente para Fá Mandinga, a fim de efectuar o
treino operacional, até 24Mai67 e seguidamente reforçar o dispositivo e manobra
do BCaç 1888, colmatando anterior saída da CCaç 1439 e actuando em
várias operações, patrulhamentos, emboscadas e escoltas realizadas naquele
sector, até 18Ju167, tendo cedido, ainda, um pelotão para reforço da guarnição
de Bambadinca.
Em 19Ju167, em substituição da CCav 1484, foi colocada em Catió, como
força de intervenção e reserva do Comd Agr 1975 e depois do Cmd Agr 2951, a fim de actuar em diversas operações realizadas na zona Sul, nas regiões de Cobumba,
Afiá, Nhai e Cabolol Balanta, entre outras, em reforço do BArt 1913 c na região
de Gubia, em reforço do BArt 1914, de 25Nov67 a 23Dez67.
Foi deslocada temporariamente para o subsector de Cabedú, de 05 a 11Jan68, a fim de substituir a CArt 1614, até à chegada da CCaç 1788.
De 24Mar68 a 15Mai68, foi atribuída em reforço do BArt 1896, instalando-se
inicialmente em Buba e, a partir de 08Abr68, em Gandembel, em reforço da
guarnição local e da construção do respectivo aquartelamento.
Em 10Jun68, por troca com a CCaç 1788, assumiu a responsabilidade do
subsector de Cabedú, no sector do BArt 1896, onde permaneceu até à sua
extinção em 30Ju168.
Deslocada seguidamente para Canquelifá, assumiu, em 06Ago68, a responsabilidade do respectivo subsector, com um pelotão destacado em Dunane, onde rendeu a CCaç 1623, ficando integrada no dispositivo e manobra do BCaç 2835.
Em 01Dez68, foi rendida no subsector de Canquelifá pela CArt 2439 e
seguiu, em 05Dez68, para o sector de Bissau, a fim de substituir a CCaç 2436
no dispositivo de segurança e protecção das instalações e das populações da
área, na dependência do BCaç 1911 e onde permaneceu até ao seu embarque de
regresso.
Observações - Tem História da Unidade (Caixa nº 80 - 2ª Div/4ª Sec, do AHM).
A CArt 1688 e 1689 tem História da Unidade (Caixa nº 82 - 2ª Div/4ª Sec,
do AHM).
A CArt 1687 tem Resumo de Factos e Feitos mais importantes (Caixa nº 103
- 2ª Div/4ª Sec. do AHM).
Fonte: Excertos de Portugal. Estado-Maior do Exército. Comissão para o Estudo das Campanhas de África, 1961-1974 [CECA] - Resenha Histórico-Militar das Campanhas de África (1961-1974). 7.º volume: Fichas das Unidades. Tomo II: Guiné. Lisboa: 2002, pp. 215.217.
_________________
Nota do editor LG:
(*) Último poste da série > 9 de fevereiro de 2026 > Guiné 61/74 - P27716: História de vida de um capelão militar: Horácio Fernandes / Francisco Caboz (1935-2025) - Parte VIII: Mobilização para o CTIG, no último trimestre de 1967, e a praxe... "pornográfica", em Catió
(*) Último poste da série > 9 de fevereiro de 2026 > Guiné 61/74 - P27716: História de vida de um capelão militar: Horácio Fernandes / Francisco Caboz (1935-2025) - Parte VIII: Mobilização para o CTIG, no último trimestre de 1967, e a praxe... "pornográfica", em Catió





