1. Em mensagem de hoje, 25 de Fevereiro de 2026, Patrício Ribeiro enviou-nos mais umas fotos da Guiné-Bissau, desta feita de Gabu (ex-Nova Lamego) actual.
Foto 1 - A bolanha
Foto 2 - Árvore ou sentámos da poeira do Saara que cobre o sol. Estavam 38º
Fotos 3 e 3a - Centros retransmissão da RTP e RDP Africa... estão fechados há vários meses
Fotos 4 e 4a - Administração de Gabu
Fotos 5 e 5a - Ruas de Gabu reparadas
Fotos 6 e 6a - Rua em frente ao palácio-1
Fotos 7 e 7a - Palácio do Governo de Gabu (ex-Nova Lamego)
Fotos e legendas: © Patrício Ribeiro. Editadas por Carlos Vinhal
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Nota do editor
Último post da série de 17 de fevereiro de 2026 > Guiné 61/74 - P27742: Bom dia desde Bissau (Patrício Ribeiro) (60): A vida são dois dias.... e o carnaval são três!... Sob o lema da "guineidade", conceito tão caro ao nosso saudoso amigo Leopoldo Amado (1960-2021)













3 comentários:
Tudo em terra vermelha batida!
Quando estive lá em 1984, estava tudo alcatroado.
Depois começou a aparecer os buracos e nada de betão.
Tudo me é familiar embora diferente depois de 52 anos de independência e da enorme ajuda de outros países, nomeadamente da Suécia.
É um país sem futuro!
Os TUGAS é que deviam lá ficar e administrar, mesmo tendo os outros no governo.
Tenho imensa pena que do povo guineense.
Que ALA E OS GRANDES E BONS IRÃS OS PROTEJAM E A NOS NÃO DESAMPAREM QUE BEM PRECISAMOS.
NA minha humilde opinião
Obrigado ao amigo Patricio pelo enorme contributo para nos facultar estas e outras fotos indescritíveis
Falo de todas que têm vindo a ser publicadas.
Abraço
Virgílio Teixeira
Olá, pessoal, era nas traseiras deste edificio, que existia o chamado quartel de Baixo de Nova Lamego ( Gabú), onde a minha C.Art.2479/C.Art.11, ficou instalada como companhia idependente, no periodo de Julho 1969 até Agosto de 1970. Gosto de recordar aqueles momentos, que passei no meio daquela população, quando vinhamos descansar uma semana de 15 em 15 dias, por estarmos destacados, em Pirada , Piche ou Canquelifá. Abraço a todos aqueles que por aquelas paragens passaram.
Sem bauxita nem petróleo nem diamantes, temos que manter o pouco que herdamos.
Se fosse em Luanda já só era arranha céus, no lugar destas ruinas.
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