domingo, 11 de dezembro de 2016

Guiné 63/74 - P16821:(De)Caras (67): António Duarte Silva apresentou, no passado dia 6, em Lisboa, o novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau"


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Lisboa, auditório da Associação Nacional das Farmácias, 6 de dezembro de 2016, sssão de lançamento, do novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau" (Edições Húmus, Vila Nova de Famalicão, 2015, 380 pp.)... Vídeo de Luís Graça

Apresentação a cargo de António Duarte Silva [, autor de “Invenção e Construção da Guiné-Bissau” (Edições Almedina, 2010)].  O  outro apresentador foi o antropólogo, professor e investigador do ISCTE-IUL, Eduardo Costa Dias (por deficiência no som do auditório, não apresentamos aqui nenhum excerto da sua intervenção; o ficheiro que temos é inaudível).



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Lisboa, auditório da Associação Nacional das Farmácias, 6 de dezembro de 2016, sssão de lançamento, do novo livro de Mário Beja Santos, "História(s) da Guiné-Bissau" (Edições Húmus, Vila Nova de Famalicão, 2016)... Vídeo de Luís Graça (2016)

Palavras finais de agradecimento por parte do autror.


Ficha técnica:

História(s) da Guiné Portuguesa, de Mário Beja Santos
ISBN: 9789897551796 
Edição: novembro de 2015
Editor: Editora Húmus
Idioma: Português
Dimensões: 161 x 226 x 20 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 380
Tipo de Produto: Livro
Coleção: Varia

Classificação Temática: Livros em Português > História > História da África


Sinopse:


Ainda hoje não se sabe a origem da palavra Guiné. E quando se aportou na região, usaram-se as designações mais díspares: Guiné do Cabo Verde, Etiópia Menor, Senegâmbia Portuguesa, Terra dos Negros, Rios da Guiné de Cabo Verde… Presença espúria em praças, feitorias e presídios, ao longo dos séculos. Território apetecível para o tráfico negreiro, palco de alguns dos textos mais luminosos da nossa literatura de viagens. Com muito mistério e exotismo à mistura: o Império do Gana, o Império do Mali, o Mandemansa, o Kaabunké, Tombuctu, os judeus portugueses na Senegâmbia, os mercadores e navegadores cabo-verdianos, a babel negra, as companhias majestáticas. A Convenção Luso-Francesa de 1886 faz surgir as fronteiras da atual Guiné, é já o que resta da Grande Senegâmbia. Vive-se o tempo das campanhas de pacificação que se irão prolongar até 1936, custarão rios de sangue. 

No fim da II Guerra Mundial, um distinto oficial da Marinha, Sarmento Rodrigues, põe a Guiné no mapa, torna-a uma colónia modelo. E vem o nacionalismo. Um guineense com sangue cabo-verdiano, Amílcar Lopes Cabral, chega à colónia em fins de 1952, encontra ali a motivação para a luta que conduzirá a uma guerra de imensa ferocidade, a partir de 1963 e que culminará com a independência de facto em 1974. Foi na Guiné que medraram os anseios do 25 de Abril, a Guiné marca o princípio da descolonização. Aqui ficam algumas histórias sobre esta presença tumultuosa. Era uma vez…


[Fonte: Wook] (Com a devida vénia...)
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