terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Guiné 61/74 - P17049: Militares mortos na 1.ª Guerra Mundial e Guerra do Ultramar do concelho de Torre de Moncorvo (Armando Gonçalves) - Parte VI: Baixas do distrito de Brgança, na I Grande Guerra por teatro de operações: Angola, Moçambique e França











Lisboa >   "Expedicionários portugueses escrevendo uma carta para a família", foto de Joshua Benoliel (1873I-1932). 

(Capa da "Ilustração Portuguesa", II érie, nº 575, 26 de fevereiro de 1916)





1. Continuação do trabalho de pesquisa do nosso amigo Armando Gonçalves, professor de História, do Agrupamento de Escolas Dr. Ramiro Salgado, em Torre de Moncorvo, e que aceitou integrar a nossa Tabanca Grande, passando a ser o nº 733 (*)


Parte III (pp. 20-28)






















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2 comentários:

Antº Rosinha disse...

Impressiona aquele mapa com número de 123 bragantinos que ficam em Moçambique, mais do que na França com 84.
Só de Vila Flor foram 24 assim como em Mogadouro, que naquele tempo seriam vilas bastante pequenas.

Sem dúvida que os alemães apostaram forte e feio naquele norte de Moçambique.

Devem ter ido muito poucos daquela região do nordeste de Portugal para o sul de Angola, pois foi um número muito reduzido de mortos, quando se sabe que também ficaram lá muitos militares com derrotas autênticas contra Cuanhamas armados e dirigidos pelos alemães com armas mais modernas que as do exército português.

Em 1958 ainda havia gente no Sul de Angola que tinha vivido aquela guerra, naquele autêntico fim de mundo.

Nessa guerra aqueles militares que foram nas piores condições por carências nacionais, nem podiam deitar as culpas daquela desgraça a ninguém, nós na Guerra do Ultramar ainda podíamos dizer que o culpado era o antoninho-da-calçada, o botas de Santa Comba.

Cumprimentos

António José Pereira da Costa disse...

Olá Camaradas
Ora confirmem a data da morte - 23DEC918(?) - do soldado Lopes na foto 28.
O armistício foi em 11NOV18.
Um mês depois ainda se combatia?
Ora informem.
Um Ab.
António J. P. Costa