quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Guiné 61/74 - P17073: Álbum fotográfico de Luís Mourato Oliveira, ex-alf mil, CCAÇ 4740 (Cufar, dez 72 / jul 73) e Pel Caç Nat 52 (Mato Cão e Missirá, jul 73 /ago 74) (12): Bambadinca (a "cova do lagarto", em mandinga) e algumas das suas gentes


Foto nº  1 > Tabanca mandinga


Foto nº 2 > Na messe de Bambadinca, o Luís Oliveira, à direita, fardado


Foto nº 3 > Na ação psicossocial, ou "psico", simplesmente 


Foto nº 4 > Ferreiro


Foto nº 4 A> As ferramentas do ferreiro


Foto nº 5 > Ajudante de ferreiro


Foto nº 5 A > A forja

Guiné > Zona leste > Região de Bafatá > Setor L1 > Bambadinca > c. 1973/74 > Fotos várias

Fotos (e legenda): © Luís Mourato Oliveira (2016). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné].


1.  Continuação da publicação do extenso e valioso álbum fotográfico do Luís Mourato Oliveira, nosso grã-tabanqueiro, que foi alf mil da CCAÇ 4740 (Cufar, 1972/73) e do Pel Caç Nat 52 (Mato Cão e Missirá, 1973/74). (*)

Foi o último comandante do Pel Caç Nat 52. Irá terminar a sua comissão em Missirá, depois de Mato Cão, e extinguir o pelotão em agosto de 1974.

De vez em quando ia a Bambadinca, sede do setor L1, Para isso tinha de cambar o Rio Geba. Levava sempre a sua máquina fotográfica.
_________________

Nota do editor:
(*) Último poste da série > 21 de fevereiro de  2017 > Guiné 61/74 - P17068: Álbum fotográfico de Luís Mourato Oliveira, ex-alf mil, CCAÇ 4740 (Cufar, dez 72 / jul 73) e Pel Caç Nat 52 (Mato Cão e Missirá, jul 73 /ago 74) (11): Bambadinca, o porto fluvial, onde atracavam os heróicos e lendários "barcos turras"

4 comentários:

António José Pereira da Costa disse...

Olá Camarada

Em Cacine (1968) conheci um ferreiro que trabalhava também no chão, mas era deficiente.
Tinha vindo de Cacoca quando abandonámos aquele destacamento e creio que era hemiplégico e arrastava-se sobre uma almofada de couro.´

Um Ab.
António J. P. Costa

Anónimo disse...

São duas fotos, a dos ferreiros (mandingas ?), de grande interesse documental, etnográfico... É sabido a importância do ferro nas civilizações agrárias e agropastoris... Repare-se na simplicidade e edificácia da forja (que não é fixa, é móvel...) e a na utlização de carvão mineral...Há ferramentas (de ferro) que, no entanto, já são compradas aos europeus...

Ab. LG

António José Pereira da Costa disse...

Olá Camaradas

O ferreiro de Cacoca ateava a forja recorrendo a uma daquelas rodas que se usavam nas oficinas para o mesmo efeito mas de forjas de ferro apoiadas em 4 pés. A dele estava apoiada no chão.
Aqui não vejo a bigorna. A do ferreiro de Cacoca era pequena - em relação às dos ferreiros e ferradores portugueses - e estava cravada no chão por uma barra de ferro forte, mas cuja profundidade não soube.

Um Ab.
António J. P. Costa

Hélder Valério disse...

Olá
Pouco tenho comentado sobre as fotos que o nosso camarada nos tem disponibilizado mas quero dizer que são muito interessantes e que nos mostram (e agora nos recordam) como era a vida para além dos combates, emboscadas e afins.

Hélder Sousa