segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Guiné 63/74 - P16451: Consultório militar do José Martins (19): Notícia da criação da "Agência de Leiria" da Liga dos Combatentes da Grande Guerra, em 12 de abril de 1924, sendo seu presidente o cor inf Francisco de Lacerda e Oliveira, comandante do RI 7









1. Mensagem de José Martins [, ex-Fur Mil Trms da CCAÇ 5, Gatos Pretos, Canjadude, 1968/70, ,foto atual à direita,] com data de 25 de agosto último:

Boa tarde

Nas minhas idas aos ATL (leia-se: Arquivos, Bibliotecas, Etc), encontrei este "documento" que parece indicar que é um dos primeiros, senão o primeiro, da Agência de Leiria da Liga dos Combatentes da Grande Guerra. 


A Liga dos Combatentes, inicialmente designada por Liga dos Combatentes da Grande Guerra, foi fundada em 1923 e oficializada pela Portaria n.º 3888, de 29 de janeiro de 1924. Vd. aqui resenha histórica do Núcleo de Leiria

A primeira ata da Assembleia Geral foi redigida  aos dezoito dias do mês de fevereiro de 1925, na sala de Oficiais no Regimento de Infantaria nº 7, em que foram eleitos os primeiros corpos gerentes da Assembleia Geral e da Direcção. O presidente da Assembleia Geral era o então cor inf Francisco Lacerda e Oliveira (1874-1946) que assina o comunicado, de 12 de abril de 1924, acima reproduzido.

Fica para memória futura.

Abraço

Zé Martins


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Nota do editor:

Último poste da série > 22 de fevereiro de  2016 >ência Forças Militares Portuguesas que passaram por Empada

2 comentários:

Tabanca Grande disse...

Zé, sê bem (re)aparecido ainda mais em dia de anos... Que contes ainda muitos, pela vida fora, ao pé dos teus queridos familiares e amigos e de todos nós, camaradas!... Força!... Um abraço fraterno. Luís

Tabanca Grande disse...

Este apelo aos "irmãos em armas", por parte de um coronel de infantaria, na I República, combatente da Flandres, era impensável nos 3 teatros de operações da guerra de África, Angola, Guiné e Moçambique, nos anos de 1961/74...

Claro que havia exceções, a nível de oficiais, comandantes operacionais, e nomeadamente de oficiais superiores... Seriam raros os que conseguiam "falar ao coração" dos nossos militares... Não foram treinados para isso, e pertenciam a um exército, o do Estado Novo, claramente classista... Foi um exército onde se desconhecia a palavra liderança, apenas "comando"... Já a marinha fazia formação em liderança na Escola Naval... Subtilezas...