domingo, 21 de fevereiro de 2016

Guiné 63/74 - P15773: Inquérito 'on line' (34): Sim, "também já passei por uma ou mais situações de doença grave", dizem 48% dos 50 respondentes, até à data. Prazo de resposta: 4ª feira,dia 24, 9h00

A. Inquérito de opinião, a responder até 4ª feira, dia 24, 9h00...

[Imagem à esquerda, o nº europeu da emergência (incluindo a emergência médica pré-hospitalar]




"TAMBÉM JÁ PASSEI POR UMA OU MAIS SITUAÇÕES DE DOENÇA GRAVE"...

Temos até agora 39 respostas, assim distribuidas:

1. Sim, já passei por uma > 14 
(28,0%)
2. Sim, já passei por duas > 8 
(16,0%)
3. Sim, já passei por três ou mais > 2 
(4.0%)
4. Não, felizmente ainda não passei por nenhuma > 26 
(52.0%)
5. Não sei / não me lembro >  0 
(0,0%)
Votos apurados: 50
(100,0)  

Prazo para votar: até 4ª feira, dia 24,  9h00.

 A resposta, como habitualmente, é "on line", no canto superior esquerdo do blogue.

Um abraço e bom fim de semana.

Os editores

______________

Nota do editor:

Último poste da série > 24 de janeiro de 2016 > Guiné 63/74 - P15660: Inquérito 'on line' (33): Só pouco mais de um terço (35,7%) de um total de 123 respondentes, é que diz que "sim, a tropa fez de mim um homem"...

5 comentários:

Anónimo disse...

Joaquim Luis Mendes Gomes
21 fev 2016 05:59
Olá!


Sim. Já passei por uma doença grave.

Joaquim

António José Pereira da Costa disse...

Olá Camaradas
Como sabem sou alérgico a "inquéritos".
Mas, num inquérito sobre esta matéria tão sensível, aquela da opção "não sei/não me lembro" é, no mínimo surrealista.
Bora escolher todos aquela opção! Bora! Bora lá!
Um Ab. e um bom domingo para todos
António J. P. Costa

Vasco Pires disse...

Bom dia Luis,
Cordiais saudações.
Eu sei que estamos na era do Facebook, ao pequeno almoço já se se faz uma postagem (com foto) de alguma iguaria rara.
Contudo,"data maxima venia", não me parece oportuno, estimular sexagenários (septuagenários),a expor as mazelas.
Se ainda não houve doença grave,é grande a probabilidade de a haver nos próximos anos,lembrando que somos de uma geração de fumantes adolescentes.
Forte abraço.
VP

Luís Graça disse...

Tó Zé e Vasco Pires:

Eu sei que que o assunto é "melindroso"... Aliás, tudo o que diz respeito aos ex-combatentes da Guiné tem algum melindre: "pai, tiveste medo?", por exemplo, é uma pergunta que as nossas criancinhas, pressupostamente, não fzem, nunca fizeram, ou não deveriam ter feito, se fosse bem... "educadas". E no entanto, é título de livro, foi tema de um trabalho de investigação jornalística...

Eu seu - até porque sou um homem da saúde pública - que nós vamos ter que lidar e saber com um, duas, três ou mais doenças crónicas... O que até não é má notícia!... Se chegámos até aqui, é porque sobrevivemos a uma crise "grave"... Resta sabre qual a nossa "qualidade de vida", de que a saúde é uma dimensão importante...

Eu sei que o To Zé tem alergia a este tipo de inquéritos... Mas os pobres dos editores têm que alimentar o blogue... Achámos que o tema é oportuno e relevante... Quanto à hipótese de resposta "não sei / não me lembro", é meramente teórica ou académica... Quando faço uma pergunnta fechada tenho de dar todas as respostas hipotéticas à mesma, e admitir que, para alguns respondentes, "pode fazer sentido" responder "não sei" (o que é uma "situação de doença grave")... ou "não me lembro" (ou só muito vagamente): por exemplo, ter uma pneumomia aos 7 anos... Quem poderia falar, eram os meus pais, que já não estão cá para me contar a história...

Na realidade, nem todos os seres humanos usam a mesma escala de dor... E a "percepção de gravidade de uma doença" não é apenas um problema médico... Quantos trabalhadores não vão todos os dias trabalhar, mesmo "não se sentindo bem" ou "estando doentes" ou "adoentados" ?... Segundo o Inquérito Nacional de Saúde, são mais do que aqueles que ficam em casa "acamados"...

Ab. grande. E obrigado pelos comentários. LG

Anónimo disse...

Manuel Dias Pinheiro
21 fev 2016 12:00

Sim ja passei por uma muito grave