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sábado, 3 de janeiro de 2026

Guiné 61/74 - P27600: S(C)em Comentários (85): O que é que o PAIGC entendia por "zonas libertadas"? (Zeca Macedo, ten DFE 21, Cacheu e Bolama, 1973/74, a viver nos EUA desde 1977)

José Macedo, em 1971,
quando frequentava 0 1º ano da 
Escola Naval (que não completou).
Foi 2ten RN, DFE 21 (Cacheu e Bolama,
1973/74); vive nos EUA desde 1977.

1. Comentário do Zeca Macedo, ao poste P27583 (*):

Camaradas parece que existe muita confusão sofre o que queria o PAIGC dizer que controlava 2/3 do território da Guine Bissau. 

Estava o PAIGC a afirmar que nessas zonas Portugal não exercia soberania efectiva (exemplo da Coboiana), o PAIGC governava na prática, a população vivia sob instituições criadas pelo PAIGC (armazéns do povo, hospitais, escolas) e a guerrilha tinha superioridade operacional. 

Quando o PAIGC afirmava controlar 2/3 do território e chamava a essa parte de "área libertada" estava a usar o termo com um sentido politico, militar e simbólico. 

As "zonas libertadas" (ZL) eram espaços onde o PAIGC instalava estruturas de "Estado Paralelo", organizando escolas, postos de saúde, tribunais populares, sistema de recolha de impostos e comités locais de administração. 

Nas chamadas ZL o PAIGC tinha liberdade de movimento militar. Os guerrilheiros circulavam, recrutavam e treinavam combatentes. Montavam bases, depósitos de armamentos, fardas e munições.

Era território fora do controlo efectivo da administração colonial portuguesa. Eram zonas onde Portugal não conseguia manter presença permanente excepto em operações pontuais (Ilha do Como, Bachile, Madina e outros) e a autoridade prática era exercida pelo PAIGC.

Espero que este pequeno texto que estou a submeter, com a ajuda da IA/Gemini, possa esclarecer o significado de "zonas libertadas". (**)

Feliz Ano Novo

Zeca Macedo, tenente DFE 21
Vila Cacheu, Bolama
Guine Bissau 1973-74

quarta-feira, 31 de dezembro de 2025 às 18:03:00 WET 
________________

Notas do editor LG:


(**) Último poste da série > 14 de dezembro de 2025 > Guiné 61/74 - P27527: S(C)em Comentários (84): O povo Balanta / Brassa foi empurrado para os braços do PAIGC pelo comportamento inicial, pouco prudente, das chefias militares portuguesas... Claro, pagou um preço muito alto: foi a "carne para canhão" do Amílcar Cabral (Cherno Baldé, Bissau)

30 comentários:

Victor Costa disse...

Ex.Fur.Mil. C.Caç.4541/72
Eu nunca tive conhecimento dessas ditas zonas libertadas. Recordo que a C.Caç.4541/72, participou na Operação Grande Empresa de conquista do Canhês e nunca foram obrigados a sair de lá. Aliás, uma coisa eu aprendi com eles. Os primeiros seis meses a apanhar porrada por falta de experiência, o ano seguinte a dar porrada forte e feio e os restantes seis mese a sofrerem acidentes evitáveis, devido ao excesso de confiança.
Em Setembro de 1974, quando eu estava no Q.G. em Bissau até o Pilão ia mudando de controle e esse controle era exercido por ex-militares das nossas tropas africanas. Lembra-se disso Sr. Ten.? O Pilão era o bairro das pu.as de Bissau não era?

Victor Costa disse...

Excepto claro ao Guilege de onde tinha saído o meu amigo ex.Fur.Mil José Bilhau dos Piratas do Guilege, que me levou ao Hospital Militar ( se é que podemos chamar assim), para visitar os seus camaradas.

Ramiro Jesus disse...

Faz-me confusão a imensidade de gralhas nas publicações.
Nesta falta um "que", antes de «o PAIGC» e depois aparece Cabeu no lugar de Cacheu.
Um Abraço e os votos de Bom 2026 para todos.
Ramiro Jesus

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Sempre atento. Obrigado. Já corrigi.

Alberto Branquinho disse...

José Macedo

Possivelmente, porque não estava no terreno mas navegava pelos rios e pela costa da Guiné, não teve efectivo conhecimento do que é "guerrilha". Além disso, nesses anos de 1973/74 já havia indícios de a "guerrilha" estar a querer evoluir para características de "guerra clássica" - ver os casos de Guidage, Guilej e Gadamael (os chamados três G).
A propaganda política de então dizia que os guerrilheiros entravam nos três territórios coloniais para perturbar a ordem pública e causar danos e, a seguir saíam, o que, com sabemos, não era verdade.
Por outro lado, à "guerrilha" interessava fazer crer no estrangeiro que havia "zonas libertadas". Ora, ao guerrilheiro, dado o tipo de luta em que está envolvido, não interessa conquistar terreno, mas conquistar as populações, cansar o inimigo física e psicologicamente, afectar a sua economia e "abanar" a coesão política e social interna.
No entanto, embora a luta de "guerrilha" não pretenda conquistar terreno como acontece na "guerra clássica", tem, no entanto, necessidade de se instalar (mais ou menos provisoriamente). Assim, monta todo o tipo de estruturas (mais ou menos provisórias), usando os materiais que existem no local - madeira, colmo, capim, etc., onde se aloja, trata dos doentes e feridos, armazena bens e material de guerra, sempre com (mais ou menos) probabilidade de ser forçada a ter que transferir-se para outro lugar mais seguro. Pode haver fixações mais demoradas onde se sente mais segura e outras por curto espaço de tempo, tendo em mente a distância, a acessibilidade, a possibilidade de defesa e fuga, etc.. Todas estas instalações vai mantendo ou abandonando consoante o evoluir da luta e a necessidade de movimentar efectivos de combate e as necessidades dos seus familiares (caso os haja) ou da população que os acompanhe. (Não esquecer o que Mao Tsé-tung escreveu: A população está para o guerrilheiro como a água está para o peixe).
É que uma guerrilha não tem estrutura e força militar para OCUPAR e defender o terreno, porque se as tivesse... não fazia guerrilha, fazia GUERRA, como tem já acontecido com o evoluir das situações.

(-* A I.A. é - por enquanto - só um "depósito de conhecimento" que, conhecedores e "desconhecedores", colocam organizadamente na "net".
-* Cuidado com a "hagiografia" de carácter político.)

Tabanca Grande Luís Graça disse...

A expressão "zonas libertadas" faz parte das "lendas e narrativas" do PAIGC. Subscrevo a explicação dada pelo Alberto Branquinho.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

O PAIGC sempre usou o termo "barraca" (sic) para designar as suas "bases".

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Estive numa companhia africana, a CCAÇ 12, em intervenção no sector L1 Nunca encontrámos ao longo da margem direita do rio Corubal ("zona libertada") nem a norte do rio Geba, qualquer estrutura fixa, "hospital, escola, bunker, depósito, tabanca,quartel".

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Em todas as épocas, em todas as guerras (incluindo as de "guerrilha" ou de "subversão"), a "propaganda" (interna e externa) é um das armas mais poderosas (podendo mesmo ser decisiva)...

Propaganda= Conjunto de actos que têm por fim propagar, propalar, espalhar, difundir, uma ideia, opinião ou doutrina.Não importa se é política, militar, religiosa, filosófica, social, sanitária, comercial, etc. Hoje é muito mais sofisticada. Veja-se a força do "marketing" (conjunto de técnicas que inclui a publicidade), que invadiu todos os domínios, nas nossas sociedades.

O PAIGC sempre teve uma "boa imprensa", e agora até tem uma "boa IA"...Mas as respostas da IA (que está longe de ser inteligente e sobretudo intelectualmente honesta...) depende muito da maneira como formulamos uma pergunta...

"propaganda", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2026, https://dicionario.priberam.org/propaganda.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

A diferença entre o PAIGC e o regime de Salazar-Caetano que o combatia, estava também muito na (in)capacidade de obter apoios (políticos, diplomáticos, militares, financeiros, afetivos...). Salazar-Caetano teve uma estratégia, desastrada, desastrosa, catastrófica, a do "orgulhosamente sós"... E nós todos sofremos as suas consequências.

José Botelho Colaço disse...

Será que na Guiné a mata do Cassaca e toda a Ilha do Como a partir de Julho 1968 não era uma zona libertada? Se não concordam expliquem. Colaço.

Carlos Vinhal disse...

Se ainda hoje existe muita confusão sobre o que queria o PAIGC dizer quando afirmava que controlava 2/3 da Guiné, o esclarecimento da IA, por intermédio da camarada Zeca Macedo, ainda mais confusão trouxe.
Dizia-se que Portugal não exercia soberania efectiva nessas “zonas libertadas” (as aspas não são minhas), que o PAIGC governava na prática onde tinha armazéns do povo, hospitais, escolas. Se isto não fosse trágico até dava para rir. Ao fim de 50 anos de independência, quantos armazéns do povo, escolas e hospitais há actualmente nas antigas “zonas libertadas” e não libertadas na Guiné-Bissau?
Como editor do blogue, publico notícias dos muitos voluntários que, ainda hoje, pelo interior da Guiné-Bissau ajudam a construir infraestruturas básicas de ensino e saúde.
Mas ficamos a saber que quando o PAIGC afirmava controlar 2/3 do território e chamava a essa parte de "área libertada" (as aspas não são minhas) estava a usar o termo com um sentido político, militar e simbólico.
Também ficamos a saber que as "zonas libertadas" (ZL) eram espaços onde o PAIGC instalava estruturas de "Estado Paralelo", organizando escolas, postos de saúde, tribunais populares, sistema de recolha de impostos e comités locais de administração. Quanto aos tribunais populares, sabíamos como funcionavam.
Ficamos todos esclarecidos, menos os portugueses que andaram por terra, nos céus e nos rios de toda a Guiné.
Finalmente uma palavra para dizer que não ponho em causa o direito inalienável do povo guineense à sua independência, só ponho em causa a propaganda às “áreas libertadas”, com ou sem aspas, durante a guerra de libertação, pura mentira, que por ser dita mil vezes nunca se transformará numa verdade.
Carlos Vinhal

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Todos temos aqui o direito de expor as nossas ideias e opiniões mas também as nossas dúvidas e perplexidades.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Mas não façamos das questões de propaganda, de um lado e do outro, um cavalo de batalha.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

De resto, há diferenças conceptuais e semânticas quanto falamos / falávamos de coisas como hospitais, escolas, armazéns, quartéis, bunkers.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Nas "zonas libertadas" (do Morés ao Cantanhez e ao Boé) ninguém vai encontrar vestígios arqueológicos, nem hoje nem daqui a 100 anos. Quando muito, restos de munições, armas, garrafas, etc., como se encontrou em Guileje, que foi abandonado pelas NT, nunca foi conquistado pelo PAIGC, e foi depois bombardeado pela FAP, tal como Gandembel.

Eduardo Estrela disse...

Estar instalado num determinado local não dá ao PAIGC o direito de reclamar a ocupação de dois terços do território. A minha companhia, ccaç 14, percorreu sempre todos os itinerários da sua zona de actuação, com maior ou menor dificuldade. No mato estavam sempre dois ou mais grupos de combate por períodos de 48 horas. Subscrevo por inteiro os comentários do Alberto Branquinho e do Carlos Vinhal.
Abraço
Eduardo Estrela

Tabanca Grande Luís Graça disse...

As estruturas do PAIGC no mato eram sempre leves, precárias e temporárias. Vejam as fotos do Roel Coutinho. Mesmo nas bases na fronteira norte, já em território senegalês. Como Hermacono. No interior da Guiné- Conacri, não. Já podia haver edifícios de alvenaria. Como em Boké, uma base de retaguarda.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

As estruturas do PAIGC no mato eram sempre leves, precárias e temporárias. Vejam as fotos do Roel Coutinho. Mesmo nas bases na fronteira norte, já em território senegalês. Como Hermacono. No interior da Guiné- Conacri, não. Já podia haver edifícios de alvenaria. Como em Boké, uma base de retaguarda.

Victor Costa disse...

2/3 de quê, ou em função de quê?
Não seria melhor sabermos usar a matemática?
Quem sabe se o Comandante Alpoim Calvão não vos ajuda a fazer as contas. Diz ele na pág. 275 da sua obra.
Regiões libertadas da Guiné
Resultados totais (preliminares) das eleições gerais para os Conselhos Regionais e para a Assembleia Nacional Popular
1.Boletins distribuidos (inscritos):
a. No interior do País............. 56.500
b. Aos militantes no exterior... 1.517
58.017
2. Votantes 52.432(90.54%)
Por aqui se vê o que o PAIGC considerava as "regiões libertadas", isto é, 2/3 do território eram ocupadas por 56.500 votantes e continua,


José João Domingos disse...

Parece-me que estamos a discutir o "sexo dos anjos". Afinal, cada um tapava o sol com a sua peneira, normal na situação. Se tivesse algum jeito para o desenho faria um "cartoon" onde se via um soldado numa zona de mato a espetar no chão um pau com um cartaz a dizer "zona ocupada". Escondido na mata, um elemento do IN com um cartaz dizendo "zona libertada", esperava que o antagonista se ausentasse para substituir o cartaz anterior pelo seu.

Bom Ano para todos

Tabanca Grande Luís Graça disse...

O que era relevante ? A população, não o território. O Boé, por exemplo
O, era um deserto.

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Em 1972/73 a população recenseada e estimada era de 600 mil (10% de refugiados nos países vizinhos).

Tabanca Grande Luís Graça disse...

As NT / Autoridades portuguesas controlariam 80%.

Anónimo disse...

Caros amigos,

Como se costuma dizer: "A guerra eh a continuacao da politica por outros meios" e, consequentemente, temos que concordar que o texto do Zeca Macedo representa o melhor da politica cabralista do Paigc que traduzia a propaganda bem trabalhada e vendida aos paises amigos e nas NU, mas que, tambem, traduzia a realidade do facto de que, existiam zonas onde ninguem controlava de forma efectiva e onde os dois lados podiam circular, com os devidos cuidados.

No periodo que antecedeu a proclamacao da independencia em 1973, ACabral realcava a importancia de transformar a situacao politica do territorio, de uma colonia (provincia ultramarina) em guerra, para a de um pais "independente", mas que estava ocupado por forcas de uma potencia estrangeira, neste caso, Portugal. Tambem isso, concorde-se ou nao, era uma estrategia politica muito forte e que acabou por dar bons dividendos politicos a todos os niveis.

Desta forma, sem necessidade de desmentir a "propaganda politica" do Paigc que serviu de leitmotif para tudo e mais alguma coisa, inclusive para atrair uma missao internacional de verificacao das NU, concordo plenamente com a descricao do Alberto Branquinho sobre a definicao clara da situacao de uma guerra de subversao ou "guerrilha" como era o caso na Guine. Uma opiniao.

Com um abraco amigo e votos de um bom ano novo para todos.

Cherno AB

José Carvalho disse...

Estarei porventura equivocado, mas na zona do Morés nâo existiam estruturas em betão?

Abraço e Bom 2026 para todos.

Anónimo disse...

Caros Camaradas
há muito ausente destes comentários, sinto o dever de começar por endereçar a todos, os votos de um bom ano 2026, com boa saúde.
O tema deste Post interpela-me e incomoda-me sempre que me deparo com essas afirmações. E não tenho qualquer confusão na sua interpretação. Elas não passam de mentiras grotescas, que o PAIGC usou e usa, como arma de propaganda, na sua luta anti-colonial e na sua afirmação de poder sobre os povos da Guiné Bissau. Mentiras que produziram o seu efeito na conquista do poder, mas que, desgraçadamente, condenaram e condenam a governação da Guiné Bissau à realidade que hoje conhecemos.
Do pouco que conheci em 1973, do teatro operacional da "guerra" de contra-guerrilha na Região de Cacheu, nas vastas matas do Churo, ao redor da mata da Caboiana, onde nesta a guerrilha tinha uma base, de modo algum era uma zona libertada. Quanto muito, terra de ninguém: nós patrulhávamos regularmente de dia, eles atravessavam de noite para irem às tabancas próximas da orla das matas, para obterem algum apoio e víveres.
Grande descaramento considerar o Bachile no rol das zonas libertadas, quando aí estava sediada a CCAÇ16, com controle da tabanca próxima, Churobrique, e da Ponte Alferes Nunes, no rio Costa-Pelundo, onde estavam destacadas secções de defesa.
Abraços
JLFernandes

Zeca Macedo, DFE 21 disse...

Verifiquei que o meu post originou varios comentários, uns com algum fundamento e outros que não fazem sentido Mas foi bom ver o nosso bloque “povoado” por ideias e desacordos. Mas uma pergunta que sempre faço a mim mesmo: POR QUE RAZÃO ALGUNS EX-COMBATENTES CONTINUAM A CRITICAR O PAIGC, MESMO DÉCADAS DEPOIS? Recorri a IA (está na moda, (não é verdade, LG e BS).A Memória da Guerra não termina quando a guerra acaba. Para quem viveu o conflito na pele, a Guerra não é apenas um evento historioco-é uma experiencia pessoal profunda.O PAIGC para os ex-combatentes não é apenas um movimento de libertação: é o adversario directo que nos colocou em risco. Aceitar a narrative do PAIGC que controlava grande parte do território, que venceu batalhas importantes, que declarou a independência antes do 25 de Abril-significa aceitar que Portugal perdeu.
E isso é dificil. Por isso, há uma tendência para minimizar os sucessos do PAIGC, exagerar erros ou falhas, insistir que “não foi bem assim”. É uma forma de proteger a própria identidades e o próprio passado.
Nos meus próximos post aprofundarei as opiniões sobre as versões contraditórias entre o que disse o PAIGC e o que dizem os camaradas do blog.
PS. Duas correções sobre o meu ultimo post: Bassarel nunca foi área libertada e o quartel que foi edificado de raiz depois da batalha do Komo e abandonado meses depois, não foi Cachil, que fica na zona do Cacheu.

Saudações camaradas,
Zeca Macedo, Tenente , DEFE 21
Cacheu-Bolama-Guiné Bissau 73-74

Jose Macedo, DFE 21 disse...

Quando escrevi que Bassarel era zona liberta foi, obviamente um engano e nao como seguidor das regras do Bogue JLFernandes disse, nao foi descaramento. Ja me chamaram muitos nomes, descarado, nunca.

Victor Costa disse...

Bom dia Sr.Ten.
Até eu já fui acusado aqui nesta casa de tresler uns Boletins, (Boletins 1 e 2 do MFA).
Como já perdi o juizo de tanto ler, vou tresler o Comunicado do MFA começando do fim para i principio.
Jorge Couto Cap., Pel,o Secretariado , a fim de se dar inicio aos trabalhos(......)3 ,Secção de Propaganda e Animação Cultural(......),Informação(.......), Boletim Informativo (.....), 2para a estruturização democrática do MFA(.....), o Secretariado do MFA deliberou(....)1 COMUNUCADO ÀS DELEGAÇÔES DO MFA EM BISSAU
Fur. Costa.
Penso que este comunicado politico ainda não foi publicado aqui e como ele ainda se encontra na minha posse estou disponovel para o enviar.
Obrigado,
Ex.Fur. Mil. da C.Caç.4541/72
Victor Costa