Ilustração: IA generativa (ChatGPT / OpenAI),
composição orientada pelo editor LG
(i) que cabem no meu coração, podendo ou não caber na minha lista de e-mails;
(ii) ou até que a transbordam;
(iii) incluindo os que circulam, a desoras (e às vezes sem rumo), na blogosfera;
(iv) aos meus/nossos amigos e camaradas da Guiné;
(v) aos demais editores, autores, colaboradores permanentes, comentadores, leitores que fazem este blogue há mais de duas dezenas de anos;
(vi) enfim, a todos os que fazem (ou não) o favor de serem meus amigos, companheiros, camaradas, compatriotas e demais lusófonos:
deixem-me desejar-vos o melhor da vida para o Novo Ano de 2026 que, dizem, aí vem!!!
1. Eis-nos chegados ao fim do ano de dois mil e vinte cinco.
E dizemos fim porque é já inverno e faz frio
e porque acabámos de arrancar
a última folha amarelada do calendário.
Vendo bem, não fizemos nada de heróico,
Não nos esqueçamos de evocar
as pessoas fantásticas que conhecemos.
mas também os filmes de última hora
que perdemos no trânsito da vida.
Ou as estórias que não ouvimos ou não lemos,
por falta de paciência ou de audiência
ou de simples lugar de estacionamento
no hall congestionado do planeta azul.
Falemos das oportunidades que tivemos
de fazer coisas novas,
inovadoras, ou simplesmente úteis,
Se, sim, se podemos falar
Aos meus amores, amigos, companheiros e camaradas
por Luís Graça
1. Eis-nos chegados ao fim do ano de dois mil e vinte cinco.
E dizemos fim porque é já inverno e faz frio
e porque acabámos de arrancar
a última folha amarelada do calendário.
(Treta, há muito que não usamos calendário em papel.)
E dizemos fim para não praguejar
e para não irmos parar com os quatro costados ao inferno.
Toda a gente diz fim do ano
por mera convenção ou conveniência.
Ou, se calhar, por tristeza ou desfastio,
cansaço, saturação, impaciência, depressão.
Ou só por que nos dá na real veneta.
Na prática não chegámos ao fim,
não chegámos a parte nenhuma,
a pé, de carro, de barco ou de dromedário,
à boleia, a nado ou até de parapente.
Que o chegar é sempre a um algum sítio,
lugar, porto, ilha, montanha de bruma,
país, continente, planeta,pico do Evereste,
e para não irmos parar com os quatro costados ao inferno.
Toda a gente diz fim do ano
por mera convenção ou conveniência.
Ou, se calhar, por tristeza ou desfastio,
cansaço, saturação, impaciência, depressão.
Ou só por que nos dá na real veneta.
Na prática não chegámos ao fim,
não chegámos a parte nenhuma,
a pé, de carro, de barco ou de dromedário,
à boleia, a nado ou até de parapente.
Que o chegar é sempre a um algum sítio,
lugar, porto, ilha, montanha de bruma,
país, continente, planeta,pico do Evereste,
em suma, objetivo, meta,
algo que tem princípio, meio e fim.
E,depois, chegar ao fim é sempre sinónimo de festa
E,depois, chegar ao fim é sempre sinónimo de festa
(exceto em caso de...morte,
embora para alguns, muitos, crentes, é o princípio de outra vida).
Mas não arribámos a nenhum porto
ou outro ponto imaginário do globo terrestre.
Não fomos pioneiros,
ou outro ponto imaginário do globo terrestre.
Não fomos pioneiros,
não descobrimos a misteriosa citânia
da nossa proto-história lusitana,
da nossa proto-história lusitana,
nem sequer a porta do risonho futuro que há-de vir,
como prometem há séculos os profetas.
É tudo treta,
não fomos os primeiros nem sequer os últimos
a cortar a meta.
Não fomos notícia,
É tudo treta,
não fomos os primeiros nem sequer os últimos
a cortar a meta.
Não fomos notícia,
nem mesmo em Alcácer Quibir;
nem estávamos entre os anónimos mineiros
soterrados na China e na Ucrânia
soterrados na China e na Ucrânia
no já longínquo ano de 2004.
Não houve festa, nem luto, nem bomba atómica,
não houve alvoroço, nem foguetes, nem fogo de artifício,
nem estátua equestre no terreiro do paço,
nem sequer a banda trágico-cómica
dos bombeiros voluntários do Emir Kusturica.
À nossa espera.
Não houve festa, nem luto, nem bomba atómica,
não houve alvoroço, nem foguetes, nem fogo de artifício,
nem estátua equestre no terreiro do paço,
nem sequer a banda trágico-cómica
dos bombeiros voluntários do Emir Kusturica.
À nossa espera.
Nem sequer um reles espumante em copo de plástico!
Vendo bem, não fizemos nada de heróico,
homérico, grandioso,
não salvámos a humanidade,
muito menos o planeta, seu habitáculo.
Não fizemos a guerra,
Não fizemos a guerra,
muito menos com0 devia ser,
não marchámos contra os canhões,
não marchámos contra os canhões,
não morremos pela Pátria,
não assinámos a paz,
não assinámos a paz,
não res0lvemos o problema da energia,
nem sequer levámos a carta a Garcia.
Enfim, não ganhámos nenhum prémio,
Enfim, não ganhámos nenhum prémio,
nem sequer o Nobel de contrafacção,
nem a lotaria, muito menos o Euromilhões.
Em resumo, dizem-nos que, no ano da graça do senhor,
de dois e mil e vinte e cinco,
Em resumo, dizem-nos que, no ano da graça do senhor,
de dois e mil e vinte e cinco,
nada temos de concreto para celebrar.
Estamos a apenas mais velhos.
Um ano, doze meses, um dia, mais velhos...
Mas chegados ao fim do ano,
Mas chegados ao fim do ano,
a 31 de dezembro do calendário.
é costume fazer-se o balanço,
é costume fazer-se o balanço,
se não da viagem à Índia,
pelo Vasco da Gama e os seus rapazes,
pelo menos do deve-e-haver das nossas vidas,
a carga preciosa que transportamos connosco,
que é a vida e o dever de a viver.
pelo menos do deve-e-haver das nossas vidas,
a carga preciosa que transportamos connosco,
que é a vida e o dever de a viver.
E de a transmitir.
Com dignidade.
Com honra.
Mesmo sem glória.
Sobretudo sem a glória dos campos de batalha.
Carga preciosa que é, afinal, o fogo da vida
e a obrigação de o alimentarmos,
e de o consumirmos.
O pequeno milagre ou o simples facto
de estarmos vivos,
de ainda estarmos vivos e de ficarmos juntos.
2. Façamos, pois, o balanço, amigos e camaradas,
O pequeno milagre ou o simples facto
de estarmos vivos,
de ainda estarmos vivos e de ficarmos juntos.
2. Façamos, pois, o balanço, amigos e camaradas,
o deve-e-haver deste ano e dois mil e vinte cinco.
que se calhar foi mais um annus horribilis
como todos os anteriores,
para a maior parte dos homens e mulheres,
nossos vizinhos planetários.
Que em trinta e um de dezembro
o horóscopo da humanidade
não está em condições de prever
terramotos, catástrofes, tsunamis, tiranias,
que se calhar foi mais um annus horribilis
como todos os anteriores,
para a maior parte dos homens e mulheres,
nossos vizinhos planetários.
Que em trinta e um de dezembro
o horóscopo da humanidade
não está em condições de prever
terramotos, catástrofes, tsunamis, tiranias,
fomes, pestes, e mais e mais guerras.
enfim, o cortejo dos horrores
que costumam acompanhar os cavaleiros do Apocalipse.
Façamos, pois, o balanço das nossas vidas
como pessoas, como famílias, como grupos,
como instituições, como países.
Siga-se, nesta matéria, a tradição,
que a tradição ainda manda,
e com isso não vai grande mal ao mundo.
3. Como sempre, houve coisas boas e coisas más,
enfim, o cortejo dos horrores
que costumam acompanhar os cavaleiros do Apocalipse.
Façamos, pois, o balanço das nossas vidas
como pessoas, como famílias, como grupos,
como instituições, como países.
Siga-se, nesta matéria, a tradição,
que a tradição ainda manda,
e com isso não vai grande mal ao mundo.
3. Como sempre, houve coisas boas e coisas más,
ao longo do ano que agora finda.
Cada um de nós fará a sua lista.
Releguemos as coisas más para os historiadores,
Releguemos as coisas más para os historiadores,
que podem bem com elas,
ou para o nosso confessor, psiquiatra ou confidente,
ou para o nosso confessor, psiquiatra ou confidente,
ou para o diário secreto de Narciso
(está aqui deslocado, o pobre, é para rimar com siso).
Em boa verdade, as coisas más vão ao fundo,
não flutuam como os corpos,
são, por definição, para esquecer.
Em boa verdade, as coisas más vão ao fundo,
não flutuam como os corpos,
são, por definição, para esquecer.
Ou "climatisar", como o pesadelo da guerra.
- Dorme, que foi um sonho mau!,
- Dorme, que foi um sonho mau!,
diziam-te em criança.
criança sem juízo, batizada,
mas ainda sem dente do siso.
Abramos, pois, os nossos corações
para falar ou dar testemunho
das coisas boas que nos aconteceram.
Que a hora é de desafivelar as máscaras
dos actores que também somos.
Maus, canastrões, a maior parte das vezes,
criança sem juízo, batizada,
mas ainda sem dente do siso.
Abramos, pois, os nossos corações
para falar ou dar testemunho
das coisas boas que nos aconteceram.
Que a hora é de desafivelar as máscaras
dos actores que também somos.
Maus, canastrões, a maior parte das vezes,
mas que importa, Shakespeare ou Gil Vicente,
se o palco é tudo!
E vã é a glória de mandar em tronos-de-faz-de-conta!
Falemos dos acontecimentos de que fomos protagonistas.
Pequenos, sem dúvida,
à nossa escala, à nossa pequena escala humana.
Mas importantes,
Falemos dos acontecimentos de que fomos protagonistas.
Pequenos, sem dúvida,
à nossa escala, à nossa pequena escala humana.
Mas importantes,
para nós, a nossa família, os nossos amigos,
os filhos e netos que vemos crescer,
as empresas ou organizações onde trabalhámos,
as empresas ou organizações onde trabalhámos,
as pessoas que confiaram em nós,
que apostaram e acreditaram em nós.
que apostaram e acreditaram em nós.
Ou os eleitos em que votámos
para cuidar da res publica.
Ou o país onde nascemos e que amamos.
Falemos das situações de que fomos
actores de verdade, actores de facto.
Independentemente do nosso papel,
Falemos das situações de que fomos
actores de verdade, actores de facto.
Independentemente do nosso papel,
e do tamanho do nosso papel.
Ou do número de graus de liberdade a que temos direito
ou que fazem parte do nosso contrato ou circunstância.
Que o importante é ser actor, participar, ser parte ativa,
Ou do número de graus de liberdade a que temos direito
ou que fazem parte do nosso contrato ou circunstância.
Que o importante é ser actor, participar, ser parte ativa,
e não mero figurante.
Quanto mais não seja para dizer "Não!"
Falemos dos projectos de que fomos gestores
ou simples trabalhadores de equipa.
Falemos dos conhecimentos novos
que tivemos o privilégio
de produzir, obter ou divulgar
através do nosso trabalho, estudo ou formação.
Dos livros que lemos ou escrevemos
ou que comprámos para ler mais tarde,
”Quando formos velhinhos
e tivermos todo o tempo do mundo”
(Oh, doce ilusão dos aposentados e reformados,
Falemos dos projectos de que fomos gestores
ou simples trabalhadores de equipa.
Falemos dos conhecimentos novos
que tivemos o privilégio
de produzir, obter ou divulgar
através do nosso trabalho, estudo ou formação.
Dos livros que lemos ou escrevemos
ou que comprámos para ler mais tarde,
”Quando formos velhinhos
e tivermos todo o tempo do mundo”
(Oh, doce ilusão dos aposentados e reformados,
incluindo os antigos combatentes!).
Não nos esqueçamos de evocar
as pessoas fantásticas que conhecemos.
mas também os filmes de última hora
que perdemos no trânsito da vida.
Ou as estórias que não ouvimos ou não lemos,
por falta de paciência ou de audiência
ou de simples lugar de estacionamento
no hall congestionado do planeta azul.
Falemos das oportunidades que tivemos
de fazer coisas novas,
inovadoras, ou simplesmente úteis,
ou simplesmente belas, boas e belas,
para nós, para os outros, para o nosso país.
E que não desperdiçámos,
para nós, para os outros, para o nosso país.
E que não desperdiçámos,
ajudando o mundo a tornar-se mais amigável
ou, pelo menos, mais habitável.
Falemos das pequenas coisas boas que nos aconteceram,
não por mero acaso,
mas porque as merecemos,
(sem falsa modéstia!),
porque lutámos por elas,
porque outros nos ajudaram a consegui-las,
porque juntos conseguimo-las,
ou, pelo menos, mais habitável.
Falemos das pequenas coisas boas que nos aconteceram,
não por mero acaso,
mas porque as merecemos,
(sem falsa modéstia!),
porque lutámos por elas,
porque outros nos ajudaram a consegui-las,
porque juntos conseguimo-las,
com talento e suor... e muitas vezes dor.
Falemos ainda do nosso crescimento interior:
se estamos mais sábios, mais atentos,
mais conscientes da água que corre nos nossos rios
Falemos ainda do nosso crescimento interior:
se estamos mais sábios, mais atentos,
mais conscientes da água que corre nos nossos rios
ou do sangue que corre nas nossas veias
ou das doenças que nos estão matando,
ou das doenças que nos estão matando,
ou dos sonhos que nos mantêm presos à vida.
Se, sim, se podemos falar
das coisas boas, belas e úteis para os outros,
é porque crescemos por dentro.
Mas sejamos capazes também de falar das brincadeiras ou partidas
(não das sacanices!)
que fizemos uns aos outros.
Que o brincar não é proibido,
ou não deveria sê-lo,
que o brincar devia mesmo ser obrigatório
Mas sejamos capazes também de falar das brincadeiras ou partidas
(não das sacanices!)
que fizemos uns aos outros.
Que o brincar não é proibido,
ou não deveria sê-lo,
que o brincar devia mesmo ser obrigatório
na escolinha da vida
e nos locais de trabalho
e nos locais de trabalho
e nos centros de dia (de "terceira idade", dizem-nos!)
onde, já crescidos, ganhámos, o direito de brincar.
O direito de brincar, até às guerras, não o de as fazermos
e de morrer e matar nelas.
Falemos dos e-mails que trocámos
e que encheram as nossas caixas de correio.
Dos "likes" na redes sociais,
das anedotas que contámos, até das de mau gosto,
xenófobas, racistas, supremacistas, sexistas, homofóbicas.
Falemos do pão, do queijo e do vinho
que partilhámos com alguém, ao fim da tarde,
não importa onde,
no Alentejo, em Angola, ou no Minho.
Em qualquer parte onde
temos um amigo, um parceiro, um compincha, um camarada.
Que o companheiro (do latim cum + pane)
é justamente aquele que compartilha connosco
o pão e o vinho à mesma mesa,
das anedotas que contámos, até das de mau gosto,
xenófobas, racistas, supremacistas, sexistas, homofóbicas.
Falemos do pão, do queijo e do vinho
que partilhámos com alguém, ao fim da tarde,
não importa onde,
no Alentejo, em Angola, ou no Minho.
Em qualquer parte onde
temos um amigo, um parceiro, um compincha, um camarada.
Que o companheiro (do latim cum + pane)
é justamente aquele que compartilha connosco
o pão e o vinho à mesma mesa,
que é o princípio, se náo de todas as coisas,
o de muitas coisas.
Sim, falemos das emoções
que pusemos em cima da mesa.
Ou da ausência delas.
Da paz que conseguimos, em certas ocasiões,
estabelecer connosco e com os outros.
Sim, falemos da paz e do silêncio,
Sim, falemos das emoções
que pusemos em cima da mesa.
Ou da ausência delas.
Da paz que conseguimos, em certas ocasiões,
estabelecer connosco e com os outros.
Sim, falemos da paz e do silêncio,
a trégua das palavras e das armas.
Nada como um minuto de paz e de silêncio,
ao fim do dia, no fim do ano.
Um minuto, uma hora,
mesmo se o fim do ano é uma treta
do calendário gregoriano.
Falemos, por isso, e já agora
dos velhos amigos que voltámos a encontrar
ao fim do dia, no fim do ano.
Um minuto, uma hora,
mesmo se o fim do ano é uma treta
do calendário gregoriano.
Falemos, por isso, e já agora
dos velhos amigos que voltámos a encontrar
(Eh!, pá, há quanto tempo!)
em viagem,
num terminal de aeroporto,
numa esquina de rua congestionada,
num bar triste de uma cidade
em que estávamos de passagem.
Falemos dos novos amigos que fizemos.
sem esquecer os queridos amigos
que perdemos, assim sem mais nada,
por razões de vida ou de morte,
Ou de que perdemos simplesmente o norte,
o telemóvel, o endereço de e-mail, a morada.
4. É a pensar em vocês todos
com quem trabalhei, interagi, vivi, falei,
discuti, barafustei,
em viagem,
num terminal de aeroporto,
numa esquina de rua congestionada,
num bar triste de uma cidade
em que estávamos de passagem.
Falemos dos novos amigos que fizemos.
sem esquecer os queridos amigos
que perdemos, assim sem mais nada,
por razões de vida ou de morte,
Ou de que perdemos simplesmente o norte,
o telemóvel, o endereço de e-mail, a morada.
4. É a pensar em vocês todos
com quem trabalhei, interagi, vivi, falei,
discuti, barafustei,
e, se calhar, até magoei e decepcionei,
durante o ano de dois e vinte cinco
É a pensar em todo vós,
que eu peço ao bom irã da Tabanca Grande
(que eu ainda acredito o bom irã que há em nós,
seja isso idiota ou infantil,
muito pouco ou nada racional!)
durante o ano de dois e vinte cinco
É a pensar em todo vós,
que eu peço ao bom irã da Tabanca Grande
(que eu ainda acredito o bom irã que há em nós,
seja isso idiota ou infantil,
muito pouco ou nada racional!)
que vos entregue esta singela mensagem:
“Que o nosso amor, a nossa amizade, a nossa camaradagem…
“Que o nosso amor, a nossa amizade, a nossa camaradagem…
seja o saldo contabilístico, positivo,
que transita para o ano de dois mil vinte seis”.
Estou-vos obrigado, a todos vós,
pela parte de mérito que vos coube
nas pequenas coisas boas
que me aconteceram, nos aconteceram,
no ano que acaba de passar como um meteorito.
Bebo um copo à vossa!
que transita para o ano de dois mil vinte seis”.
Estou-vos obrigado, a todos vós,
pela parte de mérito que vos coube
nas pequenas coisas boas
que me aconteceram, nos aconteceram,
no ano que acaba de passar como um meteorito.
Bebo um copo à vossa!
Resta-me pedir-vos, sensibilizado e com humildade:
"A mim, desculpem-me lá qualquer coisinha!"...
Luís Graça, Lisboa, 23/12/ 2004.
"A mim, desculpem-me lá qualquer coisinha!"...
Luís Graça, Lisboa, 23/12/ 2004.
Lourinhã, revisto em 31/12/2025
______________Nota do editor LG:
Último poste da série > 27 de dezembro de 2025 > Guiné 61/74 - P27578: Manuscrito(s) (Luís Graça) (279): em dezembro e era natal
Último poste da série > 27 de dezembro de 2025 > Guiné 61/74 - P27578: Manuscrito(s) (Luís Graça) (279): em dezembro e era natal

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