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domingo, 30 de novembro de 2025

Guiné 61/74 - P27478: Notas de leitura (1870): "A Mais Breve História do Ultramar", de David Moreira (Porto, Ideias de Ler, 2025) (Virgílio Teixeira, Vila do Conde)



Capa do livro de David Moreira, "A mais breve história do Ultramar". (Porto, Ideias de Ler, 2025, 2025, 308 pp, ISBN: 978-989-740-410-8) (Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa).
 

Sinopse:

Sabia que em São Tomé havia uma tortura inútil que consistia em forçar homens acorrentados a retirar água do mar utilizando baldes? Ou que em Macau, durante a Segunda Guerra Mundial, se vendiam tigelas de caldo de carne humana? Tudo isto acontecia em Portugal, que então ia «do Minho a Timor».

A Mais Breve História do Ultramar distingue-se de outros trabalhos sobre o tema por ser ideologicamente descomprometido, bibliograficamente rico e temporalmente amplo: vai do mapa cor-de-rosa à descolonização; tanto dá voz a poetas africanos como à elite portuguesa. David Moreira consegue assim uma análise sóbria e arejada da gestão das ex-colónias – ora esquecidas e desconsideradas, ora tidas como um pilar da nossa independência e identidade.

Sobre o Autor:

David Moreira, portuense nascido em 1993, é mestre em História das Relações Internacionais pela London School of Economics — tendo-se especializado na Guerra Colonial na Guiné-Bissau — e licenciado pela Università Bocconi, onde estudou Economia Internacional, Gestão e Finanças. Foi professor de Economia no Colégio Luso-Internacional do Porto e é DJ de música eletrónica. É também um acérrimo defensor da libertação da Palestina.




Dedicatória do autor ao Virgílio Teixeira



Virgílio Teixeira, ex-alf 
mil SAM,. CCS/BCAÇ 1833
(Nova Lamego e São Domingos, 1967/69);
natural do Porto, vive em Vila do Conde

1. Mensagens do Virgílio Teixeira, com datas de 28 de setemnro e 2 de outubro de 2025.

Luis, bom dia

O autor ofereceu-me este livro, "A mais breve história do ultramar". Tem prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa.

Já li um pouco, a minha filha  mais velha foi à apresentação do livro  Não conheço o autor, é filho de uma amiga da minha filha, que lhe entregou um exemplrar com uma dedicatória para mim.  É filho de Rui Moreira, antigo presidente da CM Porto, 

 Já vi que trata  de todo o percurso da nossa guerra e o fim de tudo. Não faz referências a pessoas, unidades, operações etc com algumas excepções.

Era bom para o Beja Santos escrever sobre ele!. Vou ler até ao fim pois ele aguarda o meu feedback.

 Só o recebi em 27set25. Já li algumas coisas, mas tudo escrito pela 'rama', é mais um resumo de vários séculos, 
e não entra em nenhuns pormenores, que interessem à maioria dos nossos grão.tabanqueiros.

Para mim, dizendo francamente e sem retirar os méritos do autor, que deve ter tido algum trabalho
de´sapa' para referir tantas coisa, não me diz quase nada, e já conheço a maioria.

Trata-se de mais uma história abrangente que começa no século XVIII, e por aí fora... mas mais para ensinar os seus alunos.

Faz uma excelente descrição desde o fim da monarquia e passagem à República e depois ao Estado Novo e por aí fora.
 
Fiquei a conhecer como foi a conquista da África portuguesa, as guerras que se passaram por um mundo que a maioria não conhece. Estou a ficar obcecado com tudo, mesmo que tudo seja dito em poucas palavras.

Livro últil +ara aqueles que nem sabem o que foi o nosso Império Africano e de todos os lados do mundo. Tantos nomes aqui apresentados, que todos vimos por aí na toponímia das cidades, e que, eu pelo menos, não sabia o seu papel na construção daquilo que foi o nosso Império.

Faz as passagens das guerras em Moçambique e Angola no século XIX que desconhecia na sua maioria.

Uma obra bem concebida, rápida como diz o título, mas que penso não ser  compreensível para a juventude e  as pessoas de meia idade, que náo sabenmo que foi a guerra do Ultramar. 

No que respeita à nossa Guiné (1961-1974).  pouco diz. Refere em resumo alguns acontecimentos, e para cada um não preenche mais do que 6 linhas, sem nenhuns pormenores, para os leigos que nada sabem:

- A Ilha do 'Como', que me parece foi uma operação turra de alta envergadura e que eles ocuparam este ponto estratégico;

- seguidamente a nossa grande operação 'Tridente' em  que tomáos a ilha  aos turras com grandes perdas para eles.

- O pesadelo do 'Cheche' onde perdemos 47 militares brancos, (23 do meu batalhão), foi  um incidente e uma má estratégia de Spínola, sem referir porquê!

- Mais uma ligeira referência, ao Spinola e outras figuras pós-25A.

Ainda bem li metade... Vou continuar a ler e fazer comentários.

Obrigado
Ab
Vt
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Nota do editor LG:

Último posted a série >  28 de novembro de 2025 > Guiné 61/74 - P27473: Notas de leitura (1869): Uma publicação guineense de consulta obrigatória: O Boletim da Associação Comercial, Industrial e Agrícola da Guiné (2) (Mário Beja Santos)

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