Convento de Montarool, Braga. Fonte: cortesia de Wikimedia Commons, imagem dp domínio público

1. Estamos a reproduzir excertos da dissertação de mestrado em ciências da educação, pela Faculdade de Psicologia e Ciências das Educação da Universidade do Porto (1995), da autoria do Horácio Fernandes, que foi nosso camarada como capelão militar no CTIG ( 1967/69).
No capº IV daquele trabalho académico, ele narra e comenta a história de vida de Francisco Caboz, seu "alter ego". Trata-se, pois, de uma autobiografia, que em 30 páginas, a duas colunas, cobre a sua infância, adolescência, juventude e idade adulta até 1972, o ano em que, aos 37 anos, regressa ao estado laical e constitui família.
Nos quatro postes anteriores já publicados(*), ele fala-nos, sucintamente, de;
(iii) a entrada no Colégio Angélico (leia-se, Seráfico, na altura Montariol, em Braga, a mais de 300 km de distância da sua terra, Ribamar, Lourinhã), e os "quatro cenários" onde se vai desenrolar a sua vida de "angélico" (ou seja, até ao 5º ano, correspondente hoje ao 9º ano de escolaridade): a camarata, o refeitório, a sala de aulas, o salão de estudo, e onde vigora o panoptismo;
2. Temos de fazer aqui, entretanto, uma "viagem no tempo e no espaço" e reconstituir sumariamente os passos do percurso formativo no nosso Horácio, para se perceber melhor o seu texto autobiográfico,.
Antes do 25 de Abril de 1974 (e até á reforma de 1967), a formação de um padre franciscano em Portugal (Província Portuguesa da Ordem dos Frades Menores) seguia um modelo tradicional e rigoroso, estruturado em ciclos que podiam durar entre 12 a 14 anos.
Aqui estão as etapas e os conventos/seminários por onde ele passou:
O percurso começava normalmente cedo, com rapazes de 10 a 12 anos. (O Horácio fez a 4ª classe do ensino primário no ano letivo de 1945/46, com 10 anos.)
O objetivo era completar o que hoje chamamos de ensino básico e secundário, com forte ênfase no Latim e Humanidades.
O principal centro era o Seminário de Montariol, em Braga: era o grande "viveiro" de vocações franciscanas no Norte do país.. O regime em vigor era o de internato, pura e duro, com uma rígida disciplina monástica, farda própria e um foco muito grande na formação do caráter e na piedade.
O noviciado era feito no histórico Convento de Varatojo, conhecido como o "Seminário Apostólico". Ficava a escassos quilómetros (18 km) da sua terra natal.
Após o noviciado, o Horácio passou ao coristado, ou seja ao início dos estudos superiores.
A última etapa antes da ordenação sacerdotes eram os 4 anos de Teologia (do 10º ao 13º anos).
3. É uma história de vida, pungente, sofrida, bem dura, em tempos muito difíceis (antes, durante e depois da II Guerra Mundial), que merece ser conhecida dos nossos leitores.
O Horácio nasceu em 1935. Em 1945/46, completou a 4a. classe e seguiu para o seminário menor dos franciscanos (o colégio seráfico, a que ele chama angélico), em Montariol.
A maior parte de nós, que nasceu já 10 ou mais anos depois do Horácio, ainda se reconhece nesta narrativa autobiográfica
Foi a partir deste trabalho académico que, 14 anos depois, ele publicaria o seu livro de memórias "Francisco Caboz: a construção e a desconstrução de um padre" [Porto: Papiro Editora, 2009, 185, (7) pp. ISBN 978-989-636-446-5].(O livro está esgotado.) (Vd. foto capa à direita.)
O Horácio Fernandes seria ordenado padre em 1959, antes de completar os 24 anos. Lembro-me de ter ido à sua Missa Nova, em 15 de agosto de 1959.
4.1.3. Rituais de interiorização do 'habitus'
Na igreja, ainda sonâmbulos, os angélicos recitavam de cor as orações da manhã e ouviam, todos encolhidos, uma leitura do «Jovem Piedoso», lida com voz solene, que lhes servia de meditação.
Seguiam-se 15 minutos de joelhos, em que o pensamento voava para longe, sem querer concentrar-se, ou então deitava a cabeça no banco, até que o Prefeito, no melhor dos casos, o obrigava a ficar de pé, de castigo.
Seguia-se a «Santa Missa». Quem não comungava era «marcado» pelo Prefeito, ou seus acólitos e ficava suspeito de andar em pecado.
Para repor a legalidade simbólica das consciências havia sempre um confessor de serviço, de entre os nomeados pelo Provincial, para atender os angélicos (cap. 2).
O bom Angélico confessava-se pelo menos todos os 8 dias e ia ao quarto do Director Espiritual, também expressamente designado, pelo menos uma vez por semana. Podia não ter nada para lhe dizer, mas era obrigado a fazê-lo (cap. 2).
Mas os rituais de interiorização dominavam também os tempos extra-estudo, porque não havia tempos livres. «O ócio é o inimigo da alma», repetiam os Directores Espirituais.
Para as grandes festas litúrgicas, ou do Santo Patrono, havia uma representação teatral, onde procuravam inculcar nos angélicos as aprendizagens do dia a dia:
- a sacralidade das hierarquias,
- o cumprimento da lei de Deus,
- a fidelidade à vocação,
- a supremacia das vidas consagradas a Deus,
- a imitação dos santos,
- a missão heróica dos missionários,
- o castigo dos pecadores
- e o perdão aos arrependidos
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Antecedendo as férias do Natal, Carnaval, Páscoa e férias grandes havia o retiro espiritual. O Director Espiritual ou outro padre fazia as palestras de manhã e à noite e os recreios eram em silêncio.
No Carnaval redobrava-se as orações e os sacrifícios pela conversão dos pecadores que ofendiam Nosso Senhor com os seus desvarios carnavalescos. Competia aos eleitos de Deus fazer-Lhe companhia nesses dias, porque era muito ofendido.
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4.1.3. A conselho do meu Director Espiritual, tinha um caderninho, onde apontava os defeitos que havia de corrigir, as boas acções a praticar e os sacrifícios que devia fazer para conseguir progressos na vida espiritual. Cada semana, tinha de lhe relatar tudo o que me acontecia e fazia.
Em troca, era aconselhado a como combater as tentações da carne e os maus pensamentos, mortificando o corpo e rezando muitas jaculatórias, suportando a dor e passando voluntariamente horas sem falar nos recreios, para conseguir ganhar a virtude do silêncio.
Para conseguir a virtude da pureza, nos ferrvores dos meus 12, 13 e 14 anos, cheguei a usar cintas entrelaçadas de espinhos de roseira, ou tabuinhas com pregos, por debaixo das roupas, para afastar os «maus movimentos» e ser puro.
Ser puro como o Santo Patrono dos Angélicos, que, como diziam os livros que o Director Espiritual recomendava, quando o assaltou o pensamento de casar, tirou as vestes e lançou-se à neve, fez uns bonecos e disse: «Eis aí os teus filhos e mulher, trata deles»; e assim lhe passou à tentação. Com estes e outros exemplos espirituais, procurava permanecer «puro», como os anjos do céu.
'Nas férias do Natal, Carnaval e Páscoa era permitido requisitar livros, devidamente selecionados, como os de Madame Ségur, que falavam de meninas dos Colégios bem comportadas e acabavam por ir para freiras, Contos Missionários, Aventuras de Júlio Verne, e montes de livros de santos.
Lembro-me que já quase sabia de cor as aventuras de Júlio Verne que li várias vezes, durante os cinco anos.
Ajudar às missas devidamente fardado e pertencer às Associações Religiosas da instituição também era uma obrigação. Pouco mais servia, do que nas festas dos santos patronos e procissões irmos atrás do estandarte.
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Outro momento solene era o exame de consciência. Todas as noites, antes de deitar o Prefeito interrogava em voz solene as consciências dos rapazes que não excediam os 16 anos: «o machado está lançado à raiz da tua vocação», começava ele, «teme os inimigos que rondam o teu coração».
Seguia-se uma torrente de perguntas a que o Angélico respondia, em silêncio, questionando se teve maus pensamentos e quantas vezes, se os consentiu, se tinha alguma amizade particular com os colegas, percorrendo um a um todos os pontos do Regulamento.
Terminava por um apelo ao arrependimento e um propósito firme de sermos fiéis ao chamamento de Deus, sob pena de trairmos a sua predilecção.
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4.2.-Os rituais de interiorização tiveram o seu auge no 6º ano, em que o panoptismo foi reforçado.
A maior parte do tempo era consagrado ao estudo da Regra e Constituições, Cerimonial Doméstico e Ordenações Peculiares da Instituição.
O clima de silêncio permanente, a meditação o retiro espiritual, a auto-flagelação, as práticas rituais de subordinação simbólica, a clausura efectiva predispunham a pessoa à renúncia obrigatória das subjectividades e aniquilamento do self.
Ao Angélico, durante o Colégio, procuravam inculcar o habitus, através de uma praxis ritualizada e uma prática discursiva- Ao noviço, vestiam mesmo o hábito, a túnica e o «caparão» (6), seu símbolo, procurando integrá-lo na «família» simbólica da instituição. Era a tentativa de impor uma identidade colectiva, construída por espaços próprios e um poder teocrático.
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Nota do autor:
(6) Pequeno rectângulo de pano, seguro ao hábito que servia para distinguir os noviços dos outros professos.
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4.2.-0 noviço
O Noviciado foi o meu ano de transição para o Coristado de Filosofia e Teologia.
Tido como ano probatório, aí entrei aos 16 anos. A cerimónia da tomada de hábito foi impressionante. Deitámo-nos nos degraus do altar, o coro rezou as ladainhas a implorar a todos os santos e santas a protecção e só depois nos despiram o «homem velho", simbolizado no fato preto que trazíamos e nos vestiram de «homem novo», com o hábito.
Assistiram os meus pais e muita gente de Arribas do Mar. No claustro, houve uns breves momentos para uma fotografia com os pais e amigos, mas nem houve tempo para conversar Tive de recolher ao convento, onde não podiam entrar pessoas estranhas.
Depois de cinco anos, via-me livre dos Prefeitos, mas caía na alçada dos Mestres e de toda a comunidade com votos solenes, que faziam a minha avaliação, todos os trimestres, com feijões pretos e brancos depositados numa urna. Contavam-se e conforme tivesse mais pretos ou mais brancos, assim era rejeitado ou podia continuar. No fim, ainda tinha de beijar os pés aos que me tinham avaliado.
Completamente afastado do contacto das outras pessoas, inclusive os outros padres do convento e familiares, encerraram-me na parte mais alta do convento à chave.
Só podia sair para o coro, defendido do resto da igreja por altas grades, refeitório, ou mata, em formatura, de cabeça baixa, mãos nas mangas e devidamente fardados, pés descalços com sandálias de inverno ou verão, cordão à cinta, túnica de pano grosseiro hábito e cuecas ou ceroulas. Calças eram proibidas, e o reforço da roupa só por doença e com licença expressa dos superiores;
As sextas feiras participava na confissão pública dos pecados e a respectiva penitência. Era o chamado capítulo de culpas, na sala capitular.
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Ora um ritual, em que todos de joelhos, excepto os padres, porque esses ajoelhavam só no fim e apenas pediam perdão dos seus pecados a Deus, confessavam um pecado e recebiam a admoestação do Superior e a penitência.
O que mais me custou, para além do isolamento, foi o ritual das «disciplinas» às sextas-feiras. Nos meus verdes 16 anos, lá ia para o meio do corredor, com as «disciplinas» confeccionadas por mim, na mão.
Apagavam-se as luzes e ao som do salmo Miserere mei Deus começava a autoflagelar-me. Parecia que o salmo nunca mais acabava e, na Sexta- feira Santa, era repetido três vezes. Gomo estava distante dos outros noviços, cerca de um metro, percebia perfeitamente quem batia com mais força.
Havia um colega meu, candidato a irmão leigo, que era um caso singular: mais avançado em idade, pois tinha sido sargento na tropa, batia com um cinto que se ouvia muito ao longe, enquanto pedia a Deus perdão dos seus pecados em voz alta, desafinando do resto do coro. Durante a noite não dormia na cela e, de manhã, encontrávamo-lo muitas vezes deitado, debaixo do altar da capelinha do Noviciado, porque tinha medo do diabo que o perseguia.
Da minha parte, convencido de que era o eleito de Deus para salvar o mundo pecador, cumpria o que me mandavam, sem regatear, como se pode observar num artigo que escrevi para a revista do Noviciado {Vita Abscondita, Ano VII, 1952, n.° 6).
As ocupações, para além do estudo da Regra e Constituições, era ouvir duas vezes por dia as palestras dos Mestres sobre como dominar «o irmão asno» - o corpo.
Enfadonha e ritualmente ouvíamos repetir como os santos manejavam as armas brancas da oração, as ligeiras e pesadas das jaculatórias e sacrifícios. As aprendizagens propriamente ditas consistiam em confeccionar coroas angélicas em silêncio, ou falando baixinho, aprender os cerimoniais conventuais e fazer «disciplinas».
Outros rituais eram, depois do almoço, o prandium ou a sesta, ou em sua substituição estar recolhido na cela; caela mihí coelum (a cela é o meu céu).
À noite, antes de deitar, entoava-se mais um responso pelas «benditas almas do purgatório» e aspergia-se as celas com água benta, não viesse o demónio trazer maus pensamentos, durante o sono.
Os únicos móveis da minha cela eram: uma mesa nua, uma cama de ferro e um armário de pinho, para pendurar os dois hábitos: um de trabalho e outro das festas.
As celas ficavam alinhadas num largo corredor, com a particularidade de dispor de um orifício, por onde o Mestre ou o vice - Mestre dos noviços podiam espreitar, para ver o que se passava lá dentro. Aliás, era expressamente proibido fechar a cela à chave.
O ritual das punições era agora mais requintado: os Mestres não me batiam, mas mandavam-me à culpa com um objecto ao pescoço, no caso de se ter partido alguma coisa, mesmo sem querer. Eu só fui uma vez à culpa sozinho. Acompanhado, ia todas as semanas, ou porque o Mestre mandava, mesmo sem motivo, ou por ser apanhado a falar.
Durante algum tempo fui destacado para regar as flores, sob a jurisdição de um padre mais velho, que não podia já como regador. Tirava a água do tanque e fazia o que ele me mandava. Um dia, no Verão, não resisti. Apanhei o padre distraído, tirei num instante o hábito e mergulhei no tanque.
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Se a comunidade religiosa era já um microcosmos, dentro do macrocosmos social, o Noviciado era um permanente retiro espiritual, em que os actores sociais representavam ao vivo os papéis de reconstrução dos modelos simbólicos do século XIII.
Os cenários eram apropriados:
- convento do século XV, cuja arquitectura está de costas voltadas para a pequena povoação que lhe deu o nome,
- paredes grossas e lajedos do gasto pavimento, ligados a estórias de penitentes,
- estatuária simbólica cultivando as representações da morte,
- azulejaria dissuasora dos apreciadores dos prazeres quotidianos.
Todos os rituais terminavam com orações pelos benfeitores, que davam a esmolas e a sustentação dos frades, em troca das súplicas e sufrágios, para terem descanso no antiquotidiano.
Os mais lembrados eram geralmente famílias abastadas e devotas que se lá iam confessar e tinham os padres, como amigos da família. Se tinham capela em casa, dispunham ainda desse mesmo padre, ou outro, que aos domingos lá ia celebrar missa.
Era um bom conluio, entre os grandes da terra e os administradores do céu. Era frequente o Mestre, confidente dessas famílias, pedir aos noviços orações e sacrifícios para que os seus clientes fossem bem sucedidos!
Mas a colheita de dádivas para sustentar os frades, não se ficava por aqui. Pelas aldeias próximas, andava um «irmão» a mendigar para os frades pobrezinhos.
Francisco, por vezes, sabendo das dificuldades da sua família, questionava-se porque pediam os frades, se comiam melhor que as famílias remediadas. Ainda não lhe tinham inculcado o mito do pobre de espírito,o antídoto que serve para tranquilizar as consciências dos ricos.
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Explicavam que era uma ocasião do povo devoto do Santo Patrono mostrar a sua generosidade e beneficiar das orações da comunidade.
Habituado a aceitar e não raciocinar, resignou-me mais uma vez à lógica do sistema. Estava mesmo entusiasmado a imitar o Santo Patrono. A semente tinha caído em bom terreno {Vita Abscondita, 1952, n°6).
Foi com certeza esta resignação que ditou a sua escolha para os votos simples de pobreza voluntária, obediência inteira e castidade perpétua, em 15/08/52.
Dos 14 noviços clérigos que iniciaram o Noviciado, só 10 transitaram para o Coristado no ano 1952. (Livro de Registos de Admissões e Livro de Registo de Profissões Simples, 1952).
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Foi rápido, mas ao chegar ao pé do padre, este interpelou-me por ter a cabeça molhada e ter demorado muito. Não valeu de nada desculpar-me. Foi fazer queixa ao Mestre. A partir daqui, houve uma série de rituais até ser castigado.
Primeiro tive de me dirigir ao Mestre e, de joelhos, cumprir o ritual, dizendo: peço me dê penitência por amor de Deus. Ouvi um ralhete e fui mandado à 'culpa'.
Depois, antes de ir para o refeitório, tive de me ajoelhar novamente a pedir perdão ao Mestre, dizendo "perdoe-me a penitência por amor de Deus".
Não me perdoou, mas tive de lhe beijar, na mesma, a mão. Finalmente, fui à Guia ao refeitório e substítuiram-me no serviço de regar as flores, passando agora os os tempos de trabalho fechado a fazer terços e «disciplinas».
No dia combinado, no refeitório, de joelhos, perante toda a comunidade, disse a fórmula ritual:
-Digo a Deus a minha Culpa, a vossa Paternidade e a iodos os frades e irmãos por todas as faltas e negligências, sobretudo por ter tomado banho no tanque. Pelo que, peço a Deus perdão e avós, Padre, a penitência.
Seguiu-se o sermão pelo padre Superior e a penitência que consistiu em rezar uns quantos Padre-Nossos e Avé Marias pelos benfeitores e beijar ôs pés a toda a comunidade. :
Para cumprir a penitência, arrastei-me por debaixo das mesa para beijar os pés a todos os frades Alguns, sobretudo os que trabalhavam na quinta e com os pés mais sujos taparam-nos com o hábito, mas os mais observantes esticavm-nos mesmo bem.
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Fonte: Excertos da dissertação de mestrado do Horácio Neto Fernandes, "Francisco Caboz: do angélico ao trânsfuga, uma autobiografia". Porto: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. 1995, pp. 117-120 (A dissertação, orientada pelo Prof Doutor Stephen R. Stoer, já falecido, está aqui disponível em formato pdf).
(Seleção, revisão / fixação de texto, parênteses retos, bold, itálicos, título: LG)



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