segunda-feira, 13 de junho de 2016

Guiné 63/74 - P16198: Álbum fotográfico do José Salvado, ex-fur mil, CART 1744 (São Domingos, 1967/69) - Parte V: São Domingos (4): pista de aviação e quartel, um "forte do faroeste"


Foto nº 1  > Vista aérea; pista de aviação de S. Domingos (1) e quartel


Foto nº 2  > Vista  aérea: pista de aviação de S. Domingos (2)  e instalações do pessoal, praças e de sete graduados


Foto nº 3 > Pista de aviação de S. Domingos e uma aeronave (DO 27)


Foto nº 4 > Um T6 sobrevoando S. Domingos


Foto nº 5 > Grupo gerador e depósito de água sob o qual se encontrava o paiol


Foto nº 6 > Visão panorâmico das paliçadas e abrigos, dando ao quartel um aspeto de "forte do faroeste"


Foto nº 7 > Tabanca ao fundo e instalações do quartel em primeiro plano e no lado direito


Foto nº 8 > Trator usado no  transporte de troncos de cibe com que se faziam as paliçadas e os abrigos

Guiné > Região do Cacheu > S. Domingos > CART 1744 (1967/69)

Fotos (e legendas): © José Salvado (2016). Todos os direitos reservados


1. Quinta parte do álbum fotográfico do José Salvado, ex-fur mil arm pes inf, CART 1744 (S. Domingos, 1967/69).

A CART 1744 chegou ao TO da Guiné em 25 de julho de 1967, sendo colocada em S. Domingos, na região do Cacheu, como companhia de intervenção. Fez operações em S. Domingos, Susana, Ingoré, Cacheu e Sedengal.  Regressou à metrópole  no T/T Niassa, com partida a 15 de maio de 1969, e desembarque em Lisboa no dia 21.

São Domingos, na margem direita do Rio de S. Domingos, afluente do Rio Cacheu, era a capital do chão felupe, que incluía ainda as povoações de Susana e Varela. onde estiveram destacados militares portugueses ao longo da guerra (1961/74).
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Nota do editor:

Último poste da série > 30 de maio de 2016 > Guiné 63/74 - P16145: Álbum fotográfico do José Salvado, ex-fur mil, CART 1744 (São Domingos, 1967/69) - Parte IV: São Domingos (3): a capital do chão felupe

2 comentários:

Tabanca Grande disse...

Parece que muitos dos nossos aquartelamentos começaram assim, à falta de materiais e máquinas da engenharia militar...

Sem dúvida, a primeira imagem que nos ocorre é a dos fortes dos índios e cowboys do faroeste americano do nosso imaginário.

Obrigado, Salvado, nunca foi para esses lados, do chão felupe. Ab. LG

Anónimo disse...

Passados quase 2 anos, estive a ver estas imagens que me são tão sentidas. Pois estive aí, pertenço à CCS do BC1933, que comandou esses sector O1B, chegamos em finais de Março de 68 e deixamos SD em Agosto de 69 directos para o UIGE. Eu era do Comando do Batalhão, o Chefe do Conselho Administrativo de que era Presidente o Major Américo Correia. Conheci tanta malta da vossa Companhia, eu tenho centenas de fotos de reportagem de São Domingos, algumas muita parecidas com estas. Estou à espera que seja publicada a reportagem que fiz sobre SD e algumas dezenas de fotos, com a malta do 1933 e da 1744, do Cap Serrão, do Al Gatinho e tantos outros. Fui dos grandes frequentadores do 'restaurante' do Sargento Clemente e do Cabo? ( Não me lembro do nome dele, vi-o muitas vezes no Porto, e ainda ontem lá estive na zona do Aviz, onde ele tinha a sua empresa de Trading de Madeiras africanas, chama-se Interarrods, SA. ) mas estava fechado. Vou tentar encontra-lo novamente.
Quando havia os ataques eu normalmente pegava na máquina fotográfica e ia até à paliçada onde se encontrava a vossa Companhia e tirava umas fotos da nossa reacção. Agora pergunto se estiveste presente no combate ao fim da pista onde o nosso comandante Ten Cor Armando Vasco de Campos Saraiva, ficou ferido com as penas ao dependuro, e mais uns feridos e mortos?
Eu estive na pista logo a seguir a vi aquela imagem dele a ser evacuado na maca para o Heli, e só o voltei a ver passados uns 15 a 20 anos num almoço em Tomar.

Tenho algumas imagens das mulheres Felupes da Ilha Maldita, estão publicadas já há algum tempo, neste blogue.

Salvado, o teu nome não me é estranho, pois eu frequentava assiduamente a messe de sargentos, que julgo era comum com a da CCS do BC1933?

Esta minha publicação à espera de entrar no Blogue, eu até lhe dei um nome sugestivo, em alternativo ao teu, que se poderia chamar de Forte Alamo!. O meu é mais forte ' O Campo de Concentração de São Domingos'. Afinal estávamos ali metidos numa área que não ia além de 3 a 5 km2, certo?
Tenho fotos de quase todos os abrigos, paliçadas, trincheiras, etc da nossa zona, era mesmo como os filmes de cowboys!

Espero comentários,

Um Ab,

Virgilio Teixeira