quarta-feira, 30 de maio de 2018

Guiné 61/74 - P18693: Bom dia, desde Bissau (Patrício Ribeiro) (4): Os meus passeios: de Buba a Cassumba, passando por Cacine, Sangonhá, Cameconde, Cassacá e Campeane, março de 2018 - Parte I


Foto nº 1 > Buba


Foto nº 2 > Buba


Foto nº 3 > Cacine


Foto nº 4 > Cacine


Foto nº 5 > Cacine


Foto nº 6 > Cacine


Foto nº 7 > Cacine


Foto nº 8 > Sangonhá (*)


Guiné-Bissau > Região de  Tombali > Buba, Cacine e Sangonhá  > 11 de março de 2018

Fotos (e legendas): © Patrício Ribeiro (2018) Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]




1. Mensagem do nosso amigo e camarada Patrício Ribeiro, com data de 24 do corrente: 

Patrício Ribeiro é um português, natural de Águeda, criado e casado em Angola, com família no Huambo, ex-fuzileiro em Angola durante a guerra colonial, a viver na Guiné-Bssau desde meados dos anos 80 do séc. passado, fundador, sócio-gerente e director técnico da firma Impar, Lda.]


Luís,

Envio fotos de mais um dos meus passeios de Buba, até à praia de Cassumba, continuação do P18410. (**)

Uma foto do porto de Buba [Foto nº 1].

Onde dormimos alguns dias na Pousada da Gabi junto ao rio, a 300 mt do quartel.

Outra foto, da casa do administrador junto ao porto e ao quartel que foi reparado há poucos anos. Dentro do qual a Fundação AMI, tem o seu escritório. [Foto nº 2]

Viagem no asfalto até Mampatá, depois de terra batida atá ao Cruzamento de Guiledje, seguimos na estrada em muito mau estado até Sangonhã, onde tínhamos que trabalhar; depois para Cacine a estrada ainda está pior, já não é para a minha idade…

Uma foto da tabanca de Sangonhá [Foto nº 8].

Podemos ver o que resta do antigo quartel no centro da tabanca, onde agora se realiza um mercado transfronteiriço. Em frente, há um centro de saúde.

Vila de Cacine. [Fotos nº 3, 4 e 5].

Junto algumas fotos; O pontão novo, feito em 1985. [Foto nº 6 e 7]

Quem agora utiliza o porto são os Sul Coreanos e são muitos! Têm uma fábrica de transformação de peixe e fábrica de gelo. O peixe é capturado por todo aquele emaranhado de rios, que alguns dos bloguistas bem conheceram há 50 anos. Depois é exportado para a Coreia.

Os Japoneses também construíram um projeto de pesca com diversos edifícios, que está entregue ao governo de Bissau.

Há 25 anos ao desembarcarmos da canoa, vindos do outro lado de Canamina, com o nosso saudoso Pepito, ele cortou a planta do pé numa ostra, que estava no fundo do rio. Teve que levar alguns pontos a sangue frio, no hospital. Quando por lá fazíamos outros trabalhos em Cameconde e Campeane. (***)

 (Continua)

Patricio Ribeiro

IMPAR Lda
Av. Domingos Ramos 43D - C.P. 489 - Bissau , Guiné Bissau
Tel,00245 966623168 / 955290250
www.imparbissau.com
impar_bissau@hotmail.com
____________
(***) Último poste da série > 19 de outubro de 2017 >  Guiné 61//74 - P17879: Bom dia, desde Bissau (Patrício Ribeiro) (3): Os meus passeios: ilha de de Caió e ilha de Caravela

2 comentários:

Mário Beja Santos disse...

Meu estimado Patrício Ribeiro, Saúde e fraternidade. Recebo, como seguramente todos os outros, com imensa emoção as imagens que colhe pelas suas digressões e que são instantâneos únicos para arquivar um património que se vai diluindo e que carece de arquivo. Imagens emocionantes, que nos remetem prontamente para um passado e para palcos que todos pisámos. Não sei como hei de lhe agradecer, a título pessoal, tudo quanto nos vai mandando, peças museológicas ímpares, prova da sua ternura por nós nesse desempenho discretíssimo de repórter de vestígios da presença portuguesa na Guiné. Quanto gostaria de andar a seu lado, nessa operação de fraternidade e arquivo! Receba um abraço do Mário Beja Santos

António José Pereira da Costa disse...

Olá Camaradas

Tenho uma certa pena do que está a suceder em Cacine.
A presença dos sul-coreanos e japoneses a explorar os recursos naturais da Guiné dá uma ideia da debilidade da economia do país. A História repete-se. Em 1968 havi dois pescadores em Cacine: um guineense que era muito religioso e por isso só ia à pesca quando os irans queriam; o outro era senegalês ia era o abastecedor regular da população e da CArt.
Não tenho que ver com isso, mas creio que se poderia fazer melhor...

Um Ab.
António J. P. Costa