quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Guiné 61/74 - P18886: Bom dia, desde Bissau (Patrício Ribeiro) (9): Bolama e a Fonte Nova de São João (1945)



Foto nº 1A >  Guiné-Bissau > Bolama: Fonte Nova São João, 1945 (painel em azulejo). 28 de janeiro de 2018.



Foto nº 2 A  >  Guiné-Bissau > 28 de janeiro de 2018 > Bolama, vista de barco (I), em viagem a partir de São João


Foto nº 2 B > Guiné-Bissau > 28 de janeiro de 2018 > Bolama, vista de barco (II), em viagem a partir de São João


Foto nº 2  > Guiné-Bissau > 28 de janeiro de 2018 > Bolama, vista de barco (III), em viagem a partir de São João


Foto nº  3A > Guiné-Bissau > Bolama > 28 de janeiro de 2018 >Sede da AMI -  




 Foto nº 2 B > Guiné-Bissau > 28 de janeiro de 2018 > Bolama > Pedesral da estátua de Ulisses Grant, desparecida; ao fundo, a sede a da AMI.


Foto nº 1 >  Guiné-Bissau > Bolama > 28 de janeiro de 2018 > Fonte Nova São João, 1945.


Fotos (e legendas): © Patrício Ribeiro (2018) Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]



1. Mensagem do nosso amaigo e camarada Patrício Ribeiro, empresário (IMPAR Lda,. Bissau)

Data . 27/07/2018
Assunto - Fonte de São João de Bolama


Bom dia, Luís

Já que estamos com fontes... aqui vai mais uma... a de S. João de Bolama (foto nº 1), tirada este ano.

Junto fotos da viagem para Bolama a partir de S. João (Foto nº 2), assim local da estátua do Ulisses Grant,  em frente á casa da Fundação AMI [, Assistência Médica Internacional], em Bolama (foto nº 3),

Os passeios pela Guiné, "enquanto temos pernas", ajuda-nos a libertar os nossos fantasmas, e a sentirmos-nos jovens.

Os comentários às fotos, são os vossos.

Abraço

Patricio Ribeiro

[ Patrício Ribeiro é um português, natural de Águeda, criado e casado em Angola, Huambo, ex-fuzileiro em Angola durante a guerra colonial, a viver na Guiné-Bissau desde meados dos anos 80 do séc. passado, fundador, sócio-gerente e director técnico da firma Impar, Lda.]

Nota do editor:

Último poste da série > 21 de julho de 2018 > Guiné 61/74 - P18863: Bom dia, desde Bissau (Patrício Ribeiro) (8): Os meus passeios pelo Boé - Parte II: 1 de julho de 2018: Béli (e a Fundação Chimbo Daribó), Dandum, Madina do Boé, Canjadude...

5 comentários:

Antº Rosinha disse...

Essas fontes do Patrício em Madina e essa perto da rampa (acostagem) de São João, pertencem aquelas obras monumentais do Estado Novo: Chafarizes, Escolas do centenário, Caminhos e ruas de paralelipipedos...que o Duarte Pacheco estava autorizado a fazer.

Claro que houve depois um ou outro Hospital e alguma pontezeca como a do Corubal e do Tejo e o Castelo de Bode, mas isto já foi um exagero, já o beirão se tinha passado (alzheimer).

Como também conheci essas duas Fontes (chafarizes)admiro o bom gosto do pedreiro, e também o paludismo e o isolamento.

Já o Patrício anda com telefone e tipoia 4X4.

Tabanca Grande disse...

--- E muitas das nossas aldeias, nessa época, nem chafarizes tinham... Segundo o Botas (que caiu da cadeira, no forte de Catalazete, faz hoje justammente 50 anos|!), não se podia distribuir o que não se tinha... Estas "obras públicas" na então "colónia da Guiné" tinham a inconfundível marca de um grande português, transmontano e marinheiro, o Sarmento Rodrigues... Antes e depois dele, imperou a mediocridade, a falta de visão erstratégica, a falta de sentido de Estado, a ignorãncia histórica... LG

Valdemar Silva disse...

Interessante a construção dessas Fontes na Guiné.
Interessante o esmero quer na construção da própria Fonte quer no pormenor do pequeno painel de azulejos com o nome da fonte e ano de construção.
Quanto à queda da cadeira do Botas, no Forte de S. Julião da Barra parece que foi no dia 3, embora tenho ido para lá no dia 1 de Agosto de 1968.
Consta que a cadeira se partiu por já ser velhota e não haver maneira de ser substituída para se poupar.
Ainda sobre assunto da cadeira e do dia 03-08-1968.
Quando acabei o CSM, na EPA, em Vendas Novas, fui colocado no RAP 3, na Figueira da Foz, para dar instrução de aplicação militar, armamento e ordem unida na ER da especialidade Condutores Auto de Artilharia. Depois da segunda ER, de 04-01 a 02-08-1968, fui escolhido para monitor na ER do Regime Geral, no RI 10, Quartel Sá, em Aveiro.
Cheguei a Aveiro no dia 2 de Agosto de 1968. No dia a seguir, dia 3, toda a tropa entrou de prevenção, sem se saber concretamente a razão. Mas o mais interessante foi a senha e contra senha que nos foi transmitida para ser utilizada. Todos sabiam e assim era praticado que a palavra ou palavras escolhidas para a senha e contra senha teriam que ser absolutamente antagónicas. Então não é que a escolha foi a senha ALGARVE e a contra senha PRAIA DA ROCHA. Não sei se a escolha foi só para o nosso Quartel ou foi geral, mas que foi interessante lá isso foi.

Para uma próxima oportunidade abordarei o regime violento que era aplicado na instrução da Recruta no Quartel Sá, com instalações e rancho muito deficientes. Só para se ter uma ideia, os recrutas lavavam-se em plena parada numas pias compridas, com um cano com torneiras, algumas avariadas, a todo o comprimento, pias estas que seriam anteriormente bebedouros para cavalos.

Valdemar Queiroz

Tabanca Grande disse...

Bom dia, Valdemar... Parece que foi a 3 de agosto de 1968, és capaz de ter razão... Há contradições em relação à data, conforme as fontes: já li as duas, 1 e 3 de agosto... De resto, o "acidente" que mudou a nossa história, ocorreu no forte de Santo António da Barra, no Estoril, Cascais...

Vandalizado, está a ser reabilitado pela CM Cascais e já foi aberto ao público... Esse, sim, era a residência de verão, nas férias, do Salazar...

https://www.dn.pt/lusa/interior/cascais-abre-forte-de-santo-antonio-de-cara-lavada-para-celebrar-democracia-9282458.html

PS - Eu estavaa a fazer a recruta em Caldas da Raínha, "não dei conta de nada"... Infelizmemnte, não tenho nenhuma historieta pessoal, como a tua, para contar...

Valdemar Silva disse...

Embora não tão madrugador, bom dia Luís.
Realmente 'o dia em que Salazar caiu da cadeira' passou-se no Forte de Santo António, no Estoril. Fiz confusão.
Em tempos passou na RTP2 um filme de José Carlos Oliveira, com locução de Rui Morrison que dá uma explicação pormenorizada do que teria acontecido.

Ab.
Valdemar Queiroz