segunda-feira, 18 de junho de 2018

Guiné 61/74 - P18753: Agenda cultural (643): Convite: 19 de junho, 3ª feira, às 18h30, no Museu Bordalo Pinheiro, Campo Grande, 382, Lisboa: conversa de João B. Serra sobre a cerâmica artística do pai do "Zé Povinho"... Convite



Local: Museu Bordalo Pinheiro | Campo Grande, 382. 1700-097 Lisboa | T. +351 215 818 540


1. Mensagem de João B. Serra, nosso amigo, programador cultural, das Caldas da Rainha:

Data: 15/06/2018

A genial figura do Zé Povinho, símbolo do
 Povo Português, criação de
Rafael Bordalo  Pinheiro (1846-1905). Imagem
do dominío público,
cortesia da Wikimedia Commons
Assunto: Convite




 No dia 19 de Junho, às 18.30, vou participar no Ciclo de conversas sobre a exposição Formas do Desejo, a cerâmica de Rafael na colecção do museu Bordalo Pinheiro.


Falarei do tema: DA FÁBRICA DE FAIANÇAS DAS CALDAS DA RAINHA À "OFICINA ARTÍSTICA" DE RAFAEL BORDALO PINHEIRO.

Nesta comunicação retoma-se a discussão sobre as razões da inviabilidade do projecto, apresentado em 1883, da Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha. A análise desse fracasso permitirá compreender a natureza e limites do projecto que lhe sucedeu, centrado numa produção de dimensão autoral, conduzida por Rafael Bordalo Pinheiro, à frente de um lote reduzido de jovens aprendizes por ele escolhidos e formados.

Terei muito gosto se puder acompanhar-me.
Saudações cordiais

1 comentário:

Tabanca Grande disse...

Com a devida véniam reproduzido a Wikipédia > Zé Povinho:

https://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9_Povinho


(...) O próprio Bordalo Pinheiro definiu o personagem: "O Zé Povinho olha para um lado e para o outro e... fica como sempre... na mesma".

Entretanto, apesar de relativamente simples, é uma figura cheia de contradições:

"Mas se ele é paciente, crédulo, submisso, humilde, manso, apático, indiferente, abúlico, céptico, desconfiado, descrente e solitário, também não deixa por isso de nos aparecer, em constante contradição consigo mesmo, simultaneamente capaz de se mostrar incrédulo, revoltado, resmungão, insolente, furioso, sensível, compassivo, arisco, activo, solidário, convivente" (...)

O personagem tem como característica principal o gesto do manguito (o "Toma!"), representando a sua faceta de revolta e insolência. (...)