Capa do livro: Portugal. Estado Maior do Exército - "Missão na Guiné".
Lisboa: SPEME, 1971, 77, [5] p., fotos.
1. Tem valor ,"sentimental" mas também "documental" esta brochura do Estado Maior do Exército, que nos era distribuída já a bordo do navio que nos transportava para a Guiné (ou do avião dos TAM, a partir de finais de 1972). Estamos a reproduzir a brochura da 3ª edição, de 1971.
Vamos continuar a reproduzir, sem comentários, a parte da monografia respeitante ao aspeto humano (pp. 40-50). Esperamos que os nossos leitores possam fazer a sua apreciação (crítica) do documento. Tal como o PAIGC tinha os seus documentos de doutrinação e propaganda, também as NT tinham os seus. "Missão na Guiné" não era um texto apenas técnico e informativo. Tinha uma componente político-ideológiica, como acontece em todas as guerras.

(Seleção, edição de fotos e páginas, fixação de texto: LG)
Último poste da série > 19 de dezembro de 2025 > Guiné 61/74 - P27547: Documentos (47): O Cherno Rachide terá feito, em 1969, uma aproximação ao gen Spínola, o que terá irritado o PAIGC...





















2 comentários:
Caros amigos,
"Todos seriam felizes..."
Asslm acabamos de descobrir a génese da famosa expressão em lingua mandinga "Hérémankonon", transformada, pelo Paigc, em slogan de mobilização de massas: "Todos seremos felizes..." para sempre, a utopia que embalou as populações (poucas) que se deixaram levar pelo canto da sereia e que, depois não se transformou em "manhãs que cantam..." como gosta de nos lembrar o Graça Abreu, pois como diz o ex-Coronel: "Quem não é competente não se estabelece ". Nem mais. Subscrevo.
Cdte,
Cherno AB
Quem seria o comandante de batalhão que serviu na Guiné e que fez o elogio das qualidades militares do soldado português, aqui citado na "Missão na Guiné" ?
Salvo melhor opinião, julgo que se tratava do então ten cor Hélio Felgas (1920-2008), cmdt do BART 1914 (Tite, 1967/69)...No meu tempo, ainda comandou o Cmd Agrup 2957 (Bafatá, 1968/69), já com o posto de coronel. Foi Torre e Espada (1970). Morreu com o posto de major-general.
Ainda falei com ele ao telefone e fui ao seu velório.Tinha fama de se dar mal com o gen Spínola. Quem o conhceu bem foi o nosso camarada ex-alf mil Fernando Gouveia.
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