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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

Guiné 61/74 - P27572: Documentos (48): Brochura "Missão na Guiné", da autoria do Estado Maior do Exército. 3ª ed. (Lisboa, SPEME, 1971, 78 pp.) - Parte V: aspecto humano (continuação): Governo e administração; resumo histórico (pp. 40-50)


Capa do livro: Portugal. Estado Maior do Exército - "Missão na Guiné". 

Lisboa: SPEME, 1971, 77, [5] p., fotos.


1. Tem valor ,"sentimental"  mas também "documental" esta brochura do Estado Maior do Exército, que nos era distribuída já a bordo do navio que nos transportava para a Guiné (ou do avião dos TAM, a partir de finais de 1972). Estamos a reproduzir a brochura da 3ª edição,  de 1971.

Tem 77 páginas (mais 5 inumeradas) e é ilustrada com  9 fotos.  Tudo a preto e branco. Baratinho. A edição é do SPEME (Serviço do Publicações do Estado Maior do Exército).  Em 1967 (de 1958 a 1969) era Chefe do Estado Maior  (CEME) o gen Luís Câmara Pina (1904-1980). 

É constituída por três partes:  (i) Missão no Ultramar;  (ii) Monografia da Guiné: aspeto físico, humano e económico;  (iii) Informações úteis. 

Vamos continuar a reproduzir, sem comentários,   a parte da monografia respeitante ao aspeto humano (pp. 40-50). Esperamos que os nossos leitores possam fazer a sua apreciação (crítica) do documento. Tal como o PAIGC tinha os seus documentos de doutrinação e propaganda, também as NT tinham os seus. "Missão na Guiné" não era um texto apenas técnico e informativo. Tinha uma componente político-ideológiica, como acontece em todas as guerras.

apresentados pelo Ministro do Ultramar ou pelo Governador
 (função consultiva).

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(Continua)


Fonte: excertos de Portugal. Estado Maior do Exército: "Missão na Guiné". 
 Lisboa: SPEME, 1971, pp. 40-50.


(Seleção, edição de fotos e páginas, fixação de texto: LG)
__________________

Nota do editor LG:

2 comentários:

Cherno disse...

Caros amigos,
"Todos seriam felizes..."
Asslm acabamos de descobrir a génese da famosa expressão em lingua mandinga "Hérémankonon", transformada, pelo Paigc, em slogan de mobilização de massas: "Todos seremos felizes..." para sempre, a utopia que embalou as populações (poucas) que se deixaram levar pelo canto da sereia e que, depois não se transformou em "manhãs que cantam..." como gosta de nos lembrar o Graça Abreu, pois como diz o ex-Coronel: "Quem não é competente não se estabelece ". Nem mais. Subscrevo.

Cdte,
Cherno AB

Tabanca Grande Luís Graça disse...

Quem seria o comandante de batalhão que serviu na Guiné e que fez o elogio das qualidades militares do soldado português, aqui citado na "Missão na Guiné" ?

Salvo melhor opinião, julgo que se tratava do então ten cor Hélio Felgas (1920-2008), cmdt do BART 1914 (Tite, 1967/69)...No meu tempo, ainda comandou o Cmd Agrup 2957 (Bafatá, 1968/69), já com o posto de coronel. Foi Torre e Espada (1970). Morreu com o posto de major-general.

Ainda falei com ele ao telefone e fui ao seu velório.Tinha fama de se dar mal com o gen Spínola. Quem o conhceu bem foi o nosso camarada ex-alf mil Fernando Gouveia.