sábado, 25 de julho de 2015

Guiné 63/74 - P14931: Recortes de imprensa (74): Informação Oficial, publicada no jornal "A Província de Angola", sobre o desastre do Cheche aquando da travessia do Rio Corubal em 6 de Fevereiro de 1969 (José Teixeira / José Marcelino Martins)

1. Mensagem do nosso camarada José Teixeira (ex-1.º Cabo Aux Enf, CCAÇ 2381, Buba, Quebo, Mampatá e Empada, 1968/70), com data de 2 de Julho de 2015:

Caríssimos.
Apesar de já ter corrido muita tinta sobre o sangue que correu no desastre do Rio Corubal, achei interessante voltar ao tema com este documento histórico que alguém conseguiu extraído do jornal A Província de Angola – o porta voz do regime colonial em Angola com a versão oficial do Desastre do Cheche.

Abraços
Zé Teixeira



************

2. E por falar em informação oficial, vem a propósito falar de outro meio de comunicação oficial, o Telegrama, que podia ser civil ou militar, como diz o nosso camarada José Marcelino Martins (ex-Fur Mil Trms da CCAÇ 5, Gatos Pretos, Canjadude, 1968/70), no trabalho que se apresenta a seguir.


____________

Nota do editor

Último poste da série de 21 de julho de 2015 > Guiné 63/74 - P14912: Recortes de imprensa (73): Duas guerras na fronteira dos felupes, artigo de Pedro Rosa Mendes no jornal Público de 19 de Fevereiro de 1999 (António Martins de Matos)

3 comentários:

José Botelho Colaço disse...

Pelo que tenho lido sobre o desastre do Cheche aquando da travessia do rio Corubal em 6 de Fevereiro de 1969, só o ex-alferes Rui Felício os teve no sítio para pegar o boi pelos cornos e contar toda a verdade.
Os relatórios oficiais quem por lá andou sabe bem como eram escritos "cozinhados"!

Um abraço.
Colaço.

Manuel Carvalho disse...

Há muitos anos que ouvi a versão de um familiar chegado, que estava na Jangada e tal como o Felício também foi para a água e embora não sabendo nadar conseguiu safar-se e quando li a versão do Felício aqui no nosso Blogue vi que as duas versões coincidiam. E sem dúvida um e outro estavam lá e sabem do que falam.

Manuel Carvalho

Antº Rosinha disse...

Em Angola quando se liam as notícias sobre a Guiné, dizia-se na inocência de quem não tinha qualquer responsabilidade, enquanto se despejavam umas imperiais da Cuca, dizia-se, "para que é que andamos a perder tempo com a Guiné"?