Guiné > Zona leste > Região de Bafatá > Sector L1 (Bambadinca / CAOP 2) > Nhabijões (ou Nha Bidjon) > 197 2> Vista aérea do reordenamento de Nhabijões (Fonte: "Diário de Lisboa", 31 de Agosto de 1972, com a devida vénia)
Guiné > Zona leste > Região de Bafatá > Sector L1 (Bambadinca / CAOP 2) > Nhabijões (ou Nha Bidjon) > c. 1973 > Vista aérea do reordenamento de Nhabijões: o maior ou um dos maiores do CTIG, com 300 casas de zinco...(Fonte: CECA, 2015, pág. 276)
1. A forte mobilidade aérea foi uma marca da estratégia de Spínola na Guiné. Ele visitava frequentemente aquartelamentos, destacamentos, reordenamentos e tabancas no interior, sem falar das operações no mato que acompanhava de perto, usando de preferência o helicóptero Alouette III e também, ocasionalmente, avião ligeiro DO-27. Era o terror de muitos comandantes de batalhão aparecendo a horas impróprias a quem via a guerra como um emprego das 9 as 5.
E praticamente saía todos os dias, o que criou uma convivência muito direta (e até uma certa cumplicidade) com pilotos e mecânicos da Força Aérea que, como se sabe, estavam instalados na BA 12, em Bissalanca. No período de 1968/70, um dos seus pilotos de heli preferidos era o nosso Jorge Félix.
O anedotário da Spinolândia (*) nunca poderia ficar completo sem o concurso de pilotos, mecânicos e outros camaradas da FAP. A estes veteranos da guerra da Guiné estamos gratos pela recolha e partilha de algumas das melhores anedotas do nosso governador e comandante-chefe António Spínola.
Esta é uma delas, contada pelo Jorge Mariano, ex-alf engº químico, da FAP, que vive em Coimbra. Oficial do exército, foi requisitado pela FAP. Cumpriu uma comissão na BA 12, de janeiro de 1971 a outubro de 1972. Empresário e professor universitário reformado, é um excelente contador de histórias do nosso tempo (mesmo que não seja bom a recordar nomes de militares e de lugares).
Não resistimos a reproduzir aqui no nosso blogue, com a devida vénia ao autor e ao blogue em boa hora criado, em junho de 2007, pelo nosso histórico e saudoso grão-tabanqueiro Victor Barata (1951-2021). Referimo-nos ao blogue Especialistas da Base Aérea 12, Guiné 65-74, agora sob o comando do João Carlos Silva, também membros da Tabanca Grande, e do Mário Aguiar).
A “cidade” a sul do Geba, o gen Spínola e o grumete brincalhão
por Jorge Mariano
A meio da Comissão consegui lugar num quarto em Bissau junto à messe de oficiais, e passei a montar o meu escritório nocturno neste local que, depois de uns uísques, fechava todos os dias.
Passava por lá também nessa ocasião, a horas mortas, o major ['cmd' Almeida] Bruno, das Operações Especiais , onde se encontrava com o cap pára [António] Ramos (já falecido), tmbém das Operações Especiais.
Um dia vi chegar o major Bruno e contar com grande entusiasmo uma decisão magistral que o gen Spínola teria tomado, que era de construir uma nova “cidade” a sul do Geba, pelo que entendi na altura, a sul de Bambadinca, na outra margem para cortar as infiltrações do IN por esta zona.
Estava longe de saber que, para aí, um mês depois, esta decisão iria dar lugar ao episódio mais cómico a que assisti durante toda a comissão.
Certo dia, passado o mês sobre o atrás referido, estava na Sala de Operações com o comandante Moura Pinto, o piloto Oficial de Dia e o srgt pil que normalmente transportava em heli o gen Spínola (cujos nomes não recordo) e este piloto conta a seguinte cena, que passo a transcrever.
Parece que a operação para a construção da tal “cidade” teria sido iniciada, teria sido marcado o dia D para o arranque, tinha sido enviado um pelotão de Engenharia com as máquinas e uma companhia de Fuzos para fazer a segurança.
Como de costume, o gen Spínola ás 06h30 foi de heli com Srgt Pil que contou a estória, para inspeccionar o andamento dos trabalhos.
Chegados, aterraram junto ao acampamento dos Fusos e estava tudo muito desorganizado, era muito cedo, e o general chama um fuzo e pergunta:
− Quem é comanda desta m*rda…? ( Overnáculo era uma característica do general)
Bom o nosso fuzo não sabia e foi procurar a outro, até que lá disseram que era o sr comandante fulano tal (que não recordo o nome)
O general perguntou:
− Onde está ele?
Aí os fuzos informaram que o senhor comandante teria pernoitado na LDG que se encontrava ao largo no Geba.
Como facilmente se percebe o general começa a ficar nervoso e pede que o chamem imediatamente. Bom, mas agora há outro problema: não há rádio para comunicar com a LDG.
Então o general manda levantar o heli para comunicar com a LDG. Ao fim de algumas tentativas, conta o srgt pil, lá consegue comunicar com a LDG e diz que o gen está no acampamento e quer falar com o comandante da força.
Bom, agora outro problema acontece. Para viajar da LDG para terra havia apenas um zebro mas um grumete atrevido andava a fazer piões no meio do Geba e naturalmente não tinha levado rádio.
O general ainda mais furioso manda o srgt pil ir com o heli indicar ao grumete do zebro para ir para LDG. O que acontecia, é que quanto mais sinais o sargento fazia, mais entusiasmado ficava o grumete e mais acelerava sem perceber que o estavam a chamar.
O general já estava “possesso”! Manda apresentar o comandante da força em Bambadinca e dirige-se para lá, aterra e fica á espera.
Depois desta cena o nosso comandante de Marinha, já sabia o que lhe ia acontecer, vestiu a farda branca, tomou o zebro e dirigiu-se a Bambadinca.
O pior foi que entretanto a maré tinha descido e o zebro não chegava ao cais, ficava naquele lodo castanho a uns 5 metros da costa.
O Comandante de Marinha nessa altura disse:
− Meu general, não posso desembarcar, o navio não chega á costa.
O General furibundo diz:
− Salte!
O nosso homem saltou mas ficou todo sujo, de modo que, quando se perfilou para fazer a continência e se apresentar ao general, contava o srgt pil, mais parecia um pedinte com a farda branca toda salpicada de castanho, e todos que assistiam á cena riam a bom rir.
Também nós nos rimos até não podermos, quando ele, mal regressado de trazer o general, nos contou estas peripécias. Parece que o general retirou o comando ao oficial de Marinha e terá deixado o então major Fabião a comandar os fuzos.
(Seleção, revisão / fixação de texto, parênteses retos, título: LG)
(Seleção, revisão / fixação de texto, parênteses retos, título: LG)
3. Comentário do editor LG:
A "cidade" a sul do Geba, aqui referida, só pode ser o reordenamento de Nhabijões, tão profundamente ligada às nossas memórias... Mais difícil é dizer com exatidão quando é que ocorreu esta história, já que o início do reordenamento remonta a finais de 1969 (estudo prévio, trabalhos preparatórios, formação de equipas, etc.).
"Nhabijões era considerado um centro de reabastecimento do IN ou pelo menos da população sob seu controle. As afinidades de etnia e parentesco, além da dispersão das tabancas, situadas junto à bolanha que confina com a margem sul do Rio Geba, tornava-se impraticável o controle populacional.
Numa primeira fase estava previsto levar a efeito:
Nhabijões tem 63 referências no nosso blogue. É um dos topónimos míticos da guerra no leste. O reordenamento foi um dos maiores sucessos da política spinolista "Por Uma Guiné Melhor"... E era a menina bonita do general Spínola, parando com frequência lá.
Mas também pagámos (a CCAÇ 12 e a CCS/BART 2917) um alto preço por este êxito: recordemos as duas minas A/C accionadas no dia 13 de janeiro de 1971, vitimando mortamente o sold cond auto da CCAÇ 12, Manuel da Costa Soares, e ferindo, com gravidade, o alf mil sapador Luís Moreira (da CCS/BART 2917), os fur mil Joaquim Fernandes e António F. Marques (este, esteve dois anos no hospital), os sold Ussumane Baldé, Tenen Baldé, Sherifo Baldé, Sajuma Baldé (todos da CCAÇ 12, 4º Gr Comb) e ainda um soldado da CCS / BART 2917 (cujo nome não me ocorre agora).
No meu caso, foi o meu dia de sorte, ia na GMC, no lugar do morto, que accionou a segunda mina, a explosão deu-se n0 rodado duplo, traseiro, do meu lado.
Da história da CCAÇ 12 (Contuboel e Bambadinca, maio de 1969 / março de 1971), reproduzo estes excertos:
(...) "A partir deste mês, novembro de 1969, 1 Gr Comb da CCAÇ 12 passaria a patrulhar quase diariamente as tabancas de Nhabijões cujo projecto de reordenamento estava então em estudo, a cargo da CCS/BCAÇ 2852.
"Nhabijões era considerado um centro de reabastecimento do IN ou pelo menos da população sob seu controle. As afinidades de etnia e parentesco, além da dispersão das tabancas, situadas junto à bolanha que confina com a margem sul do Rio Geba, tornava-se impraticável o controle populacional.
"Impunha-se, pois, reagrupar e reordenar os 5 núcleos populacionais, dos quais 4 balantas (Cau, Bulobate, Dedinca e Imbumbe) e 1 mandinga, e ao mesmo tempo criar "polos de atracção" com vista a quebrar a muralha de hostilidade passiva para com as NT, por parte da população que colabora com o IN." (...)
A CCAÇ 12 participaria directamente neste projecto de recuperação psicológica e promoção social e económica da população dos Nhabijões, fornecendo uma equipa de reordenamentos e autodefesa, constituída pelos seguintes elementos (que foram tirar o respectivo estágio a Bissau, de 6 a 12 de Outubro de 1969):
A CCAÇ 12 participaria directamente neste projecto de recuperação psicológica e promoção social e económica da população dos Nhabijões, fornecendo uma equipa de reordenamentos e autodefesa, constituída pelos seguintes elementos (que foram tirar o respectivo estágio a Bissau, de 6 a 12 de Outubro de 1969):
- alf mil at inf António Manuel Carlão (1947-2018) (originalmente o cmdt do 2º Gr Comb, que passou a ser comandado por um fur mil) (já falecido);
- fur mil at inf Joaquim Augusto Matos Fernandes (comdt da 1ª secção 4º Gr Comb):
- 1º cabo at inf Virgilio S. A. Encarnação (cmd da 3ª secção do 4º Gr Comb);
- e sold arv at inf Alfa Baldé (Ap LGFog 3,7, do 2º Gr Comb)
e ainda 2 carpinteiros (na vida civil), entre eles um 1º cabo aux enf.
A CCAÇ 12, além de ficar desfalcado de seis importantes elementos operacionais (e dois grupos de combate desfalcados), participou ainda indiretamente neste projeto. criando as condições de segurança aos trabalhos.
Numa primeira fase estava previsto levar a efeito:
- a desmatação do terreno;
- a fabricação de blocos de adobe;
- a construção de 300 casas de habitação com portas, janelas e cobertura de zinco;
- a construção de equipamentos sociais (1 escola, 1 mesquita, fontes, acessos, etc.).
(...) "Durante este período a CCAÇ 12 realizaria várias acções, montando nomeadamente linhas descontínuas de emboscadas entre os núcleos populacionais de Nhabijões, além de constantes patrulhas de reconhecimento e/ou contacto pop.
"A partir de janeiro/70 seria destacado um pelotão da CCS/BCAÇ 2852 a fim organizar a autodefesa de Nhabijões. Admitia-se a possibilidade do IN tentar sabotar o projecto de reordenamento, lançando acções de represália e intimidação contra a população devido à colaboração prestada às NT.
"A partir de abril de 1970, o reordenamento em curso passaria a ser guarnecido por 1 Gr Comb da CCAÇ 12. Na construção de novo destacamento estiveram empenhados o Pel Caç Nat 52 e a CCAÇ 12, a 3 Gr Comb, durante vários dias.
"A segunda fase do reordenamento (colocação de portas e janelas e cobertura de zinco em todas as casas, abertura de furos para obtenção de água, etc.) começaria quando o BART 2917 passou a assumir a responsabilidade do Sector L1 (em 8 de junho de 1970).
"A partir de janeiro/70 seria destacado um pelotão da CCS/BCAÇ 2852 a fim organizar a autodefesa de Nhabijões. Admitia-se a possibilidade do IN tentar sabotar o projecto de reordenamento, lançando acções de represália e intimidação contra a população devido à colaboração prestada às NT.
"A partir de abril de 1970, o reordenamento em curso passaria a ser guarnecido por 1 Gr Comb da CCAÇ 12. Na construção de novo destacamento estiveram empenhados o Pel Caç Nat 52 e a CCAÇ 12, a 3 Gr Comb, durante vários dias.
"A segunda fase do reordenamento (colocação de portas e janelas e cobertura de zinco em todas as casas, abertura de furos para obtenção de água, etc.) começaria quando o BART 2917 passou a assumir a responsabilidade do Sector L1 (em 8 de junho de 1970).
"A partir de julho, a CCAÇ 12 deixaria de guarnecer o destacamento de Nhabijões, tendo-se constituído um pelotão permanente da CCS/BART 2917 enquadrado por graduados da CCAÇ 12." (...)
Uma estimativa grosseira do custo deste reordenamento aponta para 2700 contos, em 1972 (300 casas de zinco x 9 mil escudos) (**)
Mas também pagámos (a CCAÇ 12 e a CCS/BART 2917) um alto preço por este êxito: recordemos as duas minas A/C accionadas no dia 13 de janeiro de 1971, vitimando mortamente o sold cond auto da CCAÇ 12, Manuel da Costa Soares, e ferindo, com gravidade, o alf mil sapador Luís Moreira (da CCS/BART 2917), os fur mil Joaquim Fernandes e António F. Marques (este, esteve dois anos no hospital), os sold Ussumane Baldé, Tenen Baldé, Sherifo Baldé, Sajuma Baldé (todos da CCAÇ 12, 4º Gr Comb) e ainda um soldado da CCS / BART 2917 (cujo nome não me ocorre agora).
No meu caso, foi o meu dia de sorte, ia na GMC, no lugar do morto, que accionou a segunda mina, a explosão deu-se n0 rodado duplo, traseiro, do meu lado.
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Notas do editor LG:


11 comentários:
Com ou sem fundamento, já no meu tempo se dizia que as relações entre o Comandante-Chefe e a Marinha não eram as melhores... Problemas de "castas" ?
Meu caro Mariano, não temos nenhum alferes engenheiro químico (!), na Tabanca Grande... E bem preciso é nos tempos que correm, de escasse do "pitróleo"!... Fica aqui o convite para uma entrada, pela porta grande, de mais um coimbrão, colimbriense e conimbricense.
Jorge Mariano, tomei a liberdade de fazer pequenas correções ao texto publicado em 2014 no blogue dos Especialistas da BA 12...Para evitar "suscetibilidades" e respeitar a gloriosa tradição da nossa Marinha, chamei "embarcação" ao zebro (em vez de "barco", que é coisa que não existe para os nossos marinheiros): LDG, LDM, LDP, zebro, porta-aviões, fragata...é tudo navio (ou, quando muito, embarcação)...
De resto, costuma-se dizer que na marinha (seja de guerra, de pescas ou mercante) não há "cordas"... A bordo de um navio ou embarcação, só há quatro tipos de cordas, a saber: (i) a corda do sino; (ii) a corda do relógio; (iii) a corda do enforcado; e (iv) "dar corda aos pés".
Tudo o mais que for designado por cordas, é uma "heresia": são em termos de marinharia chamados cabos, que segundo a sua função tem um nome próprio:
Adriça – o cabo que serve para içar a vela;
Escota – o cabo que regula a posição da vela;
Amarra – o cabo ou corrente que prende o navio ou embarcação ao cais ou à âncora;
Driza – semelhante à adriça, mas usada para içar bandeiras;
Estai – o cabo que sustenta o mastro para a frente ou para trás...
Jorge, ainda dormi nessa "cidade!, a sul do Geba, alguns sonos com um olho aberto e outro fechado... Sou de maio de 69/março de 71... Vi crescer a "cidade" de Nhabijões...
Ainda estivemos 3 meses, no CTIG, juntos mas distantes (nunca entrei na BA 12, Bissalanca; andei por Bamdadinca, norte do Geba, sul do Geba, margem norte do Corubal, tudo sítios "paradisíacos").
Mantenhas. Um alfabravo. Luís Graça.
Caros leitores (e sobretudo aqueles que conheceram o general Spínola ao vivo e a cores): esta anedota contada pelo Jorge Mariano (que nunca deve ter ido a Nhabijões...) vale ouro porque mostra três coisas que já sabíamios:
Por um lado, o (mau) génio do Spínola quando se zangava, mas também o seu autoritarismo (que tinha muito de teatral)...
Por outro lado, aquilo que nunca vinha nos clássicos relatórios das NT (passou a vir, com os relatórios das visitas do com-chefe às unidades no mato, apontando no papel, preto no branco o que ele achava mal, e que o que o surpreendia pela positiva, fazendo inclusive elogios aos "subalternos"...).
Quem passou pelo CTIG, e fez parte da "tropa-macaca" como eu, sabe da desorganização, das falhas básicas, da descordenação, do improviso (que de resto há em todos exércitos, nuns mais do que noutros).
Por fim, o nosso lado humano de combatentes: num situação cómica como esta impossível não conter o riso (mesmo que se tenha de levar a mão à boca...), o final é um verdadeiro "gague"...
Confesso que achei um piadão... (e não me preocupo nada em saber se há exagero nos detalhes: uma boa anedota é como uma boa caricatura)...
De qualquer modo, esta anedota diz muito sobre a personalidade excessiva de Spínola que era capaz de perder as estribeiras quando contrariado ou quando confrontado com falhas graves de comandantes operacionais como este de um destacamento de fuzileiros especiais.
A realidade da guerra ( e do "mato") devia chegar muito distorcida a Bissau e a Bissalanca... Daí haver a 5a Rep, o Café Bento... Em todas as guerras há sempre uma 5a. Rep...
Hoje há as "fake news", a boataria das redes sociais... Naquela época, nem telefones havia...Ou se havia, trabalhavam a passo de caracol...
Luís, já estás passado ou quê?
5ª Repartição? O que é isso? Não seria 5ª Divisão do MFA? Mas, onde é que isso funcionava?
No Q.G. em Bissau, não era certamente, porque eu estive lá mais de um mês e nunca vi tal coisa.
A menos que a 5ª Divisão do MFA funcionasse na Avenida Arnaldo shultz nº 32.
Quem não conhecia no meu tempo (1969/71) a famosa 5ª rep (ou Café Bento) ?! No fundo da Av da República, do lado direito para quem estava de costas para o Pijiguiti, virado para o Palácio do Governador? Do lado esquerdo, era a Casa Gouveia...Era o maior "mentidero" da Guiné...
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