Prompt original e composição editorial: Luís Graça.
Texto e fotos: Sílvia Es+írito-Santo
Geração gráfica assistida por IA: ChatGPT/OpenAI.
Cartaz de propaganda do MNF - Movimento Nacional Feminino. In: Presença, nº 2, 1964. pág. 15. (Reproduzido, com a devida vénia, do livro de Silvia Espírito-Santo, "Cecília Supico Pinto: o rosto do movimento nacional feminino”. Lisboa: A Esfera do Livro, 2008, pág. 145)
1. Do cap. VIII ("Na retaguarda da guerra"), do livro supracitado (a única biografia académica que conhecemos da presidente do MNF), tomamos a liberdade de reproduzir o seguinte excerto, sobre "os artistas que animaram a guerra"(pp. 143-146):
[Cilinha] incentivou o desporto. promovendo jogos de futebol entre unidades militares (...). Deu voz ao jovem Eusébio, então uma estrela emergente do 'desporto nacional' (...). Levou a música, o futebol e a cultura ao mato, sem nunca se esquecer de promover Salazar junto dos militares ou das populações. Ela foi a ponte entre Salazar e África, entre os militares e o ditador.
Em 1964, nas vésperas de partir para Angola, fui ao Forte [de Santo António da Barra, em São João do Estoril, Cascais], despedir-me do Dr. Salazar e vi que tinha partido um pé. Quando indaguei da sua saúde, respondeu-me:
− Oh!, menina O meu pé não tem importância nenhuma, agora se fosse o do Eusébio, aí sim, aí é que podia ser um desastre nacional!
− Ora aí está uma boa história para eu contar aos rapazes, eles vão gostar de saber que o Sr. Dr. também está a torcer pela nossa equipa (...) [Em itálico, no original]
Foram histórias como esta que Cilinha levou na bagagem" (pág. 144). (...)
(Revisão / fixação de texto: LG)
2. Comentário do editor LG:
Isto é humor do melhor: não sei o que mais apreciar, a "falsa modéstia" de Salazar ou a "grande lata" da Cilinha... Os três já morreram. Em pleno Campeonato Mundial de Futebol (2026), é justo recordar o "nosso grande Eusébio", que também foi soldado como nós... mas teve a sorte de não ir parar à Guiné... O António Simões, outro dos "Magriços", teve de pagaer 150 cont0s a um caramelo, o Ivo, para não ir à guerra, e poder estar presente no Campeonato Mundial de Futebol de 1966 (na Inglaterra)...
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Nota do editor LG:



