Superintendente, na reformado, Isaías Fernando Ferreira Teles: (i) nasceu em 28 de fevereiro de 1946, em Bragança; (ii) vive em Linda-A-velha, Oeiras; (iii) é membro da Magnífica Tabanca da Linha; (iv) é presidente da direção do Núcleo de Oeiras / Cascais da Liga dos Combatentes, desde 2013; (v) tem página no Facebook; (vi) passa a sentar-se à sombra do nosso simbólico poilão, no lugar nº 915.
1. O ex-alf inf, CCAÇ 1591 (Mejo, Aldeia Formosa e Buba, 1966/68), oficial do exército, da arma de infantaria, Isaías Teles, hoje superintendente da PSP, na situação de reforma, fez também comissões de serviço em Angola e Moçambique; em 1989 transitou para os quadros da PSP; finalmente senta-se connosco à sombra do poilão da Tabanca Grande.
Através do Núcleo de Oeiras da Liga dos Combatentes, recebemos há mês e meio atrás uma mensagem sua, com um texto da sua autoria sobre a viagem que fez à Guiné-Bissau, ainda antes da pandemia, em 2018, e que vamos publicar em próximo poste.
Data - 22/04/2026, 16:12
Assunto - Partir Mantenhas
Camarada e Amigo,
Conforme a nossa conversa no último almoço da Magnifica Tabanca da Linha, junto em anexo um Tema Relato por mim escrito referente a uma ída à Guiné Bissau nos princípios de 2018.
Com um abraço.
Isaías Teles
Ficam assim reunidos os requisitos para a sua apresentação à Tabanca Grande, que já peca por tardia.
Oeiras > Galeria-Livraria Municipal Verney > 4 de março de 2017 > 15h00-16h30 >Sessão de lançamento do livro de fotografia, da autoria de nosso grão-tabanqueiro Jorge Ferreira, "Buruntuma: algum dia dia serás grande!... Guiné, Gabu, 1961-63" (edição de autor: Oeiras, 2016; impressão: Jotagrafe - Artes Gráficas Lda)...
O presidente da direção do Núcleo de Oeiras-Cascais da Liga dos Combatentes, Isaías Fernando Ferreira Teles, superintendente reformado, esteve presente, e teve a gentileza de oferecer ao nosso blogue o livro "Olhares sobre a Guiné e Cabo Verde" (org., Manuel Barão da Cunha e José Castnho Paes) (Linda A Velha: DG Edições; e Porto; Caminhos Romanos, 2012, 389 pp. (Coleção Fim do Império, 9).
Foto (e legenda): © Luís Graça (2017). Todos os direitos reservados. [Edição: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
2. Nada com o como esta data, simbólica, 0 10 de junho de 2026, para apresentar à Tabanca Grande mais um antigo combatente da Guiné, .e com ele "partir mantenhas".
É uma figura de destaque com uma longa e prestigiada carreira militar e policial em Portugal. Atualmente, desempenha funções como Presidente da Direcção do Núcleo de Oeiras/Cascais da Liga dos Combatentes, eleito para o triénio de 2025/28 .
Sob a sua liderança, o núcleo tem mantido uma atividade notável no apoio social aos antigos combatentes e na preservação da sua memória coletiva, promovendo conferências, homenagens locais e encontros de confraternização. É uma função que reflete o seu empenho contínuo em honrar e apoiar aqueles que, como ele, serviram Portugal em tempos de guerra e paz.
Guiné > R3gião de Tombali > Mejo > CCAÇ 1591 > c. 1067 > O alf inf Isaías Teles
Em meados de 1967, a CCaç 1591 (-) estava sediada em Aldeia Formosa, Em 17Jun67, por rotação com a CCaç 1622, assumiu a responsabilidade do subsector de Aldeia Formosa, com os seus pelotões distribuídos por Cumbijã, Colibuia e temporariamente em Chamarra e Contabane.
Mejo seria "desmilitarizado" em 1969, no início do "consulado" de governador e comandante-chefe António Spínola, a par de Beli, Madina do Boé, Ché Che, Contabane, Colibuia, Cumbijã, Ponte Baiana, Gandembel, Sangonhá, Cacoca, Cachil e Ganjola (Região de Tombali, Zona Sul), Gubia (Região de Quínara, Zona Sul) e ainda Banjara (Região de Bafatá, Zona Leste).
Mais alguns marcos da sua história de vida:
Fotos (e legendas): © Isías Teles (2026). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
Mais alguns marcos da sua história de vida:
- Isaías Teles nasceu em Bragança, em 1946, tendo efectuado os estudos secundários nos Liceus de Vila Real e Bragança;
- em 1966 concluiu o curso da Academia Militar (Infantaria); em 1984 o Curso Geral de Comando e Estado-Maior; em 1994 o Curso de Auditor de Defesa Nacional;
- cumpriu três comissões no Ultramar: na Guiné (1967); em Moçambique (1970-1972); em Angola (1973-1975),
- na Guiné foi alferes de infantaria na CCAÇ 1591, em Fulacunda, Mejo, Aldeia Formosa e Buba, onde forjou laços de camaradagem que perduram até hoje;
- das variadas funções que desempenhou salientam-se ainda as de Comandante do Batalhão Operacional do Regimento de Infantaria de Queluz (1983-1985);
- foi para a PSP (Polícia de Segurança Pública)em 1985, onde estive até 1989, em comissão de serviço;
- nesse ano passou a integrar os quadros da PSP no posto de intendente,
sendo promovido a superintendente em 1994; - em 1998 passou à situação de reforma;
- missões Internacionais: comandou o Contingente da Polícia Portuguesa nas forças da ONU (CIVPOL) em Moçambique, em 1994;
- exerceu ainda o cargo de Diretor de Segurança do Primeiro-Ministro (1990–1991), Comandante do Corpo de Segurança Pessoal da PSP (1995–1998) e assessor do Secretário de Estado da Defesa Nacional (2002–2004);
- é condecorado com as Medalhas de Mérito Militar de 2.ª e 3.ª Clases, Defesa Nacional de 2.ª Classe, Comemoratíva das Campanhas de África, Ouro de Comportamento Exemplar, das Nações Unidas e é Comendador da Ordem do Rio Branco, do Brasil;
- é autor do livro de memórias, "De Bragança a Macau" (Lisboa: Âncora Editora, 2025, 200 pp.) (Coleção "Fim do Império").
´
3. Comentário do editor LG:
Meu caro Isaías Teles, ficamos honrados com a tua presença entre nós. Que seja também um lembrete do que fomos, do que somos e do que continuamos a ser: uma Tabanca Grande onde muito simplesmente partilhamos memórias (e afetos).
Um alfabravo de boas- vindas, do Luís Graça em nome de todos os amigos e camaradas da Guiné (vd. aqui a lista alfabética).
PS - As regras por que nos regemos são conhecidas, e podem aqui ser lembradas.
Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné: Política editorial
As opiniões aqui expressas, sob a forma de postes ou de comentários, assinados, são da única e exclusiva responsabilidade dos seus autores, não podendo vincular o proprietário e editor do blogue, bem como os seus co-editores e demais colaboradores permanentes.
O nosso blogue é também uma Tabanca Grande. Originalmente, chamámos-lhe Tertúlia. Tabanca é um termo mais apropriado: nela cabem todos os amigos e camaradas da Guiné. Cabemos todos com tudo o que nos une, e até com aquilo que nos pode separar (religião, política, futebol; nacionalidade, naturalidade, idade, etnia, cor da pele; antigo posto, arma, especialidade; habilitações literárias, profissão, etc.)
Neste espaço, de informação e de conhecimento, mas também de partilha e de convívio, decidimos pautar o nosso comportamento (bloguístico) de acordo com algumas regras ou valores, sobretudo de natureza ética:
(i) respeito uns pelos outros, pelas vivências, valores, sentimentos, memórias e opiniões uns dos outros (hoje e ontem);
(ii) manifestação serena mas franca dos nossos pontos de vista, mesmo quando discordamos, saudavelmente, uns dos outros (o mesmo é dizer: que evitaremos as picardias, as polémicas acaloradas, os insultos, a insinuação, a maledicência, a violência verbal, a difamação, os juízos de intenção, etc.);
(iii) socialização/partilha da informação e do conhecimento sobre a história da guerra do Ultramar, guerra colonial ou luta de libertação (como cada um preferir);
(iv) carinho e amizade pelo nossos dois povos, o povo guineense e o povo português (sem esquecer o povo cabo-verdiano!);
(v) respeito pelo inimigo de ontem, o PAIGC, por um lado, e as Forças Armadas Portuguesas, por outro;
(vi) recusa da responsabilidade colectiva (dos portugueses, dos guineenses, dos fulas, dos balantas, etc.), mas também recusa da tentação de julgar (e muito menos de criminalizar) os comportamentos dos combatentes, de um lado e de outro;
(vii) não-intromissão, por parte dos portugueses, na vida política interna da actual República da Guiné-Bissau (um jovem país em construção), salvaguardando sempre o direito de opinião de cada um de nós, como seres livres e cidadãos (portugueses, europeus e do mundo);
(viii) respeito acima de tudo pela verdade dos factos;
(ix) liberdade de expressão (entre nós não há dogmas nem tabus); mas também direito ao bom nome;
(x) respeito pela propriedade intelectual, pelos direitos de autor... mas também pela língua (portuguesa) que nos serve de traço de união, a todos nós, lusófonos.
PS - Defendemos e garantimos a propriedade intelectual dos conteúdos inseridos (texto, imagem, vídeo, áudio...).
Em contrapartida, uma vez editados, não poderão ser eliminados, tanto por decisão do autor como do editor do blogue, mesmo que o autor decida deixar de fazer parte da Tabanca Grande.
Qualquer outra utilização desses conteúdos, fora do propósito do blogue (ou da nossa página no Facebook), necessita de autorização prévia dos autores (por ex., publicação em livro).
Luís Graça & Camaradas da Guiné
31 de Maio de 2006, revisto em 7 de Abril de 2025
PS - As regras por que nos regemos são conhecidas, e podem aqui ser lembradas.
Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné: Política editorial
As opiniões aqui expressas, sob a forma de postes ou de comentários, assinados, são da única e exclusiva responsabilidade dos seus autores, não podendo vincular o proprietário e editor do blogue, bem como os seus co-editores e demais colaboradores permanentes.
O nosso blogue é também uma Tabanca Grande. Originalmente, chamámos-lhe Tertúlia. Tabanca é um termo mais apropriado: nela cabem todos os amigos e camaradas da Guiné. Cabemos todos com tudo o que nos une, e até com aquilo que nos pode separar (religião, política, futebol; nacionalidade, naturalidade, idade, etnia, cor da pele; antigo posto, arma, especialidade; habilitações literárias, profissão, etc.)
Neste espaço, de informação e de conhecimento, mas também de partilha e de convívio, decidimos pautar o nosso comportamento (bloguístico) de acordo com algumas regras ou valores, sobretudo de natureza ética:
(i) respeito uns pelos outros, pelas vivências, valores, sentimentos, memórias e opiniões uns dos outros (hoje e ontem);
(ii) manifestação serena mas franca dos nossos pontos de vista, mesmo quando discordamos, saudavelmente, uns dos outros (o mesmo é dizer: que evitaremos as picardias, as polémicas acaloradas, os insultos, a insinuação, a maledicência, a violência verbal, a difamação, os juízos de intenção, etc.);
(iii) socialização/partilha da informação e do conhecimento sobre a história da guerra do Ultramar, guerra colonial ou luta de libertação (como cada um preferir);
(iv) carinho e amizade pelo nossos dois povos, o povo guineense e o povo português (sem esquecer o povo cabo-verdiano!);
(v) respeito pelo inimigo de ontem, o PAIGC, por um lado, e as Forças Armadas Portuguesas, por outro;
(vi) recusa da responsabilidade colectiva (dos portugueses, dos guineenses, dos fulas, dos balantas, etc.), mas também recusa da tentação de julgar (e muito menos de criminalizar) os comportamentos dos combatentes, de um lado e de outro;
(vii) não-intromissão, por parte dos portugueses, na vida política interna da actual República da Guiné-Bissau (um jovem país em construção), salvaguardando sempre o direito de opinião de cada um de nós, como seres livres e cidadãos (portugueses, europeus e do mundo);
(viii) respeito acima de tudo pela verdade dos factos;
(ix) liberdade de expressão (entre nós não há dogmas nem tabus); mas também direito ao bom nome;
(x) respeito pela propriedade intelectual, pelos direitos de autor... mas também pela língua (portuguesa) que nos serve de traço de união, a todos nós, lusófonos.
PS - Defendemos e garantimos a propriedade intelectual dos conteúdos inseridos (texto, imagem, vídeo, áudio...).
Em contrapartida, uma vez editados, não poderão ser eliminados, tanto por decisão do autor como do editor do blogue, mesmo que o autor decida deixar de fazer parte da Tabanca Grande.
Qualquer outra utilização desses conteúdos, fora do propósito do blogue (ou da nossa página no Facebook), necessita de autorização prévia dos autores (por ex., publicação em livro).
Luís Graça & Camaradas da Guiné
31 de Maio de 2006, revisto em 7 de Abril de 2025
______________
Nota do editor LG:
Ultimo poste da série > 31 de março de 2026 Guiné 61/74 - P27875: Tabanca Grande (580): Joaquim Gregório, ex-sold at art, apontador de morteiro 60, 4º Pel / CART 2715 / BART 2917 (Xime, 1970/72), sobrevivente da emboscada de 26/11/1970 (Op Abencerragem Candente): vive em Onzain, França; senta-se à sombra do nosso poilão, sob o lugar nº 914





19 comentários:
Em 10 de junho de 2026, chegamos aos 915 grão-tabanqueiros. Registamos mais de 21,0 milhões de visualizações, mais de 111 mil comentários e mais de 28 mil postes publicados. Haja saúde, ânimo e força para prosseguir o caminho por esta picada das nossas vidas.
Muito bem coronel Isaías Teles. Grande senhor. O imenso gostp de o conhecer.
Abraço,,
António Graça de Abreu
Muito bem-vindo ao nosso Blogue sr. Superintendente-chefe Isaías Ferreira Teles. A nossa "tabanca" ficou mais rica e completa com sua presença na nossa tertúlia/blogue. Cumprimentos Luís Gonçalves Vaz.
Bem-vindo Cor. Isaías Teles.
Já nos conhecemos há vários anos.Foi num almoço com o Clemente,o Matos Gomes,o Suleimane Baldé,régulo de Sinchâ Sambel (Contabane) que foi 1ºCabo no meu pelotão (53) e faleceu no ano passado.
Ofereceu-me,naquela data,o livro com o seu percurso militar,e aquele opúsculo sobre o caso do Clemente,com quem irei estar no próximo dia 20 (convívio da CCAÇ 2701)
Abraço
Pois que seja muito bem-vindo, caro camarada e Sr. Coronel Isaías.
Como certamente o Luís Graça o informou, este espaço é "tudo e mais alguma coisa".
(Re)encontro de camaradas, de amigos, de conhecidos.
Procura-se que a fraternidade seja cultivada. Isso não quer dizer que, de vez em quando, não haja diferenças, diferendos, diversos pontos de vista sobre um mesmo assunto (o que, em si mesmo, é bastante salutar por possibilitar o contraditório).
è também um espaço que tem servido para aquilo que se chamou de "blogueterapia", ajudando alguns camaradas a expulsar os seus "fantasmas".
Sei que em breve haverá outro encontro/almoço da chamada Tabanca da Linha mas, desta vez não irei. Disso já dei conta ao Resende.
Então, pois faço votos para que se possa sentir bem entre nós.
Abraço
Bem vindo ao " concílio" da memória Sr Cor. Isaías. Este é o local onde vamos gravando para a posteridade , as recordações dum tempo que nunca devíamos ter vivido. O tempo da guerra. O meu pai também pertenceu aos quadros da PSP. Um dia, vá lá saber-se porquê, abdicou da sua condição de agente, de pai e de cidadão. Fez da pistola de serviço a fuga para o desconhecido.
Seja bem vindo
Eduardo Estrela
Julgo que o "magnífico" Isaías Teles é o meu primeiro "superintendente" da PSP a sentar-se à sombra do poilão da nossa Tabanca Grande (que não paga "imposto de palhota", mas também não foge ao fisco, o seu património é imaterial).
Por curiosidade, fui saber qual era a hierarquia da PSP a nível dos quadros superiores e oficiais generais. Aqui vai, com a ajuda da IA/Google:
(i) Intendente, superintendente e superintendente-chefe são postos hierárquicos de Oficiais Superiores e Oficiais Generais pertencentes à Polícia de Segurança Pública (PSP) em Portugal.
Eles representam níveis sucessivos de comando, responsabilidade e chefia dentro da estrutura da instituição.
(ii) A organização oficial e detalhada destas categorias na PSP, da mais baixa para a mais alta, é a seguinte:
1. Intendente > Posição Hierárquica: É um posto da categoria de Oficiais Superiores.
Equivalência Militar: Corresponde aproximadamente ao posto de Tenente-Coronel nas Forças Armadas.
Funções Típicas: Desempenha cargos de comando local ou distrital, ou chefia de divisões e departamentos de maior complexidade dentro dos Comandos Regionais ou Metropolitanos.
2. Superintendente > Posição Hierárquica: Posto superior ao de Intendente, também integrado na classe de Oficiais Superiores.
Equivalência Militar: Corresponde ao posto de Coronel
Funções Típicas: Exerce normalmente funções de comando regional, direção de departamentos centrais ou cargos de elevada responsabilidade estratégica na Direção Nacional.
3. Superintendente-Chefe Posição Hierárquica: É o topo da hierarquia operacional e policial na PSP, enquadrado na classe de Oficiais Superiores/Oficiais de topo.
Equivalência Militar: Corresponde a Major-General.
Funções Típicas: Os superintendentes-chefes assumem as posições mais cimeiras da força policial, incluindo a Direção Nacional da PSP ou o comando das estruturas mais complexas da organização, como o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis).
O nosso novo grão-tabanqueiro Isaías Teles é superintendente, na situação de reformação. Se lhe chamarem coronel, ele não se chateia. Tem bom feitio.
Julgo que o "magnífico" Isaías Teles é o meu primeiro "superintendente" da PSP a sentar-se à sombra do poilão da nossa Tabanca Grande (que não paga "imposto de palhota", mas também não foge ao fisco, o seu património é imaterial).
Por curiosidade, fui saber qual era a hierarquia da PSP a nível dos quadros superiores e oficiais generais. Aqui vai, com a ajuda da IA/Google:
(i) Intendente, superintendente e superintendente-chefe são postos hierárquicos de Oficiais Superiores e Oficiais Generais pertencentes à Polícia de Segurança Pública (PSP) em Portugal.
Eles representam níveis sucessivos de comando, responsabilidade e chefia dentro da estrutura da instituição.
(ii) A organização oficial e detalhada destas categorias na PSP, da mais baixa para a mais alta, é a seguinte:
1. Intendente > Posição Hierárquica: É um posto da categoria de Oficiais Superiores.
Equivalência Militar: Corresponde aproximadamente ao posto de Tenente-Coronel nas Forças Armadas.
Funções Típicas: Desempenha cargos de comando local ou distrital, ou chefia de divisões e departamentos de maior complexidade dentro dos Comandos Regionais ou Metropolitanos.
2. Superintendente > Posição Hierárquica: Posto superior ao de Intendente, também integrado na classe de Oficiais Superiores.
Equivalência Militar: Corresponde ao posto de Coronel
Funções Típicas: Exerce normalmente funções de comando regional, direção de departamentos centrais ou cargos de elevada responsabilidade estratégica na Direção Nacional.
3. Superintendente-Chefe Posição Hierárquica: É o topo da hierarquia operacional e policial na PSP, enquadrado na classe de Oficiais Superiores/Oficiais de topo.
Equivalência Militar: Corresponde a Major-General.
Funções Típicas: Os superintendentes-chefes assumem as posições mais cimeiras da força policial, incluindo a Direção Nacional da PSP ou o comando das estruturas mais complexas da organização, como o Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis).
O nosso novo grão-tabanqueiro Isaías Teles é superintendente, na situação de reformação. Se lhe chamarem coronel, ele não se chateia. Tem bom feitio.
Queria dizer: (...) o "magnífico" Isaías Teles é o NOSSO primeiro "superintendente" da PSP a sentar-se à sombra do poilão da Tabanca Grande (...)
Hoje as gralhas são mais que as mães... Dependem muito do sítio donde comento... O nosso novo grão-tabanqueiro Isaías Teles é superintendente, na situação de REFORMA, queria eu dizer...
Antonio Silva (by email)
quarta, 10/06/2026, 15:54
Caro Luís
Isaías Teles, Kurika de 63, meu camarada de curso e bom amigo.
Fico satisfeito pela sua adesão.
Ab
MS
Cumprimentos cordiais
Morais da Silva
Isaias Fernando Ferreira Teles (by email)
11 jun 2026 12:16
Camarada e amigo,
Recebi o teu mail . Agradeço as diversas considerações escritas a meu respeito.
Relativamente a algumas dúvidas ou inexatidões informo o seguinte:
1- Não sou Superintendente-chefe, mas sim apenas Superintendente.
2-Fui para a PSP em 1985, onde estive até 1989, em comissão de serviço. Neste ano integrei os quadros da PSP no posto Intendente,
sendo promovido a superintendente em 1994. Em 1998 passei passei à situação de reforma.
3-Sou presidente da direção do Núcleo de Oeiras/Cascais da LC, desde 2013.
4-Em anexo envio uma fotografia minha nos tempos de alferes em Mejo (Guiné).
Um abraço
Isaías Teles
Com a franqueza típica de um bom transmontano, e a amabilidade de um grão-tabanqueiro (novo, a estrear), o "magnífico" Teles respondeu a alguns dúvidas que lhe manifestei na sua apresentação aos amigos e camaradas da Guiné que se reúnem à sombra do nosso frondoso, secular, simbólico, fraterno poilão. Dúvidas meramente factuais, relativas ao seu brilhante CV, e já corrigidas.
Julgo que o "magnífico" Isaías Teles é o nosso primeiro "superintendente" da PSP a sentar-se à sombra do poilão da nossa Tabanca Grande (que não paga "imposto de palhota", mas também não foge ao fisco, já que o seu património é imaterial e indivisível, como já disse atrás, noutro comentário).
Por outro lado, fico a saber que, na hierarquia da PSP, superintendente é mais que intendente e menos que superintendente-chefe. Se lhe chamarem coronel, ele não se chateia. Tem bom feitio. E sentido de humor, sinal de superior inteligência.
Obrigado aos grão-tabanqueiros que lhe desejaram as boas-vindas. É um bom hábito da Tabanca. Aqui só não há lugar a praxes.
E ficamos a saber que em 1967 este "Kurica" (de 63, como o Morais da Silva, também ele grão-tabanqueiro) estava em Mejo, um dos melhores "resorts... turísticos" da Guiné. O Teles andou, com o capitão Cadete e outros bravos a "trabalhar para o boneco" (aliás, andámos todos, no CTIG, a "trabalhar oara o boneco": não é verdade, também fizemos coisas de que nos orgulhamos...): dois anos depois o nosso comandante-chefe mandar "desamparar a loja"...Mejo estava a ser um mau negócio, tal como outras sucursais de Bissau, de Gandembel a Madina do Boé.
Humor à parte, um bom resto de dia para ti e até dia 18, em Algès (em princípio...). Luís
Boas entradas, Caro Super-Intendente Isaías Teles. Abraço do Senhor Candidato Briote
Camarada superintendente
Depois das boas vindas nada mais me resta saber.
Conheceu o cor Aparício?
Outra pergunta.
Cc1591, não pertence ao mesmo batalhão da CC1589 que esteve em Madina do Boé, até ser rendida pela cc1790 do meu batalhão BCAC1933?
Eu estava em Nova Lamego quando em Fevereiro chegaram a NL.
Vinham todos marados.!
Como viemos logo embora em fins de Fevereiro 68, pouco convivi com eles.
Esta é uma pergunta com resposta negativa!
Ab Virgílio Teixeira
O BCAC2852 foi render o meu BCAC1933, nos finais de Fev 68.
Manuel Augusto Reis (by email)
quinta, 11/06/2026, 21:58
Bem vindo à nossa Tabanca Grande, meu vizinho territorial da Guiné. Passei pelo Mejo, já abandonado, em 1973, duas vezes. Na 1ª vez apenas vizualizãmos um muro do aquartelamento já abandonado e umas pequenas laranjeiras com pequenas laranjas de cor esverdiadas, mas doces.
Voltámos passado dois 2 meses, mas com uma missão de grande risco. Tratava-se de analisar as condições que o Quebo, nas imediações do Cantanhez, oferecia para construir um aquartelamento e abandonar Guileje.
Eram ordens oriundas de Bissau que o Coronel Coutinho e Lima (1935-2022) (então major, comandante do COP5), a quem presto a minha homenagem, recebera.
Já nas imediações do rio ( Cacine? ) fomos dectectados , mas os Deuses estiveram conosco.
Sem pretender ter uma bola mágica, não cometerei grande erro se considerar que esta visita ao Quebo esteve na origem da grande pressão que o PAIGC passou a exercer sobre Guileje.
Um grande abraço para o nosso amigo e tabanqueiro Isaías, e para todos camarigos.
Manuel Reis
Manuel Reis, sê bem aparecido...
Vê aqui a carta de Guileje:
O Quebo, de que falas, não é a antiga Aldeia Formosa, mas um antiga tabanca, abandonada, por certo, e que Bissau chegou a pensar poder ser, em 1973, uma alternativa a Guileje e a Mejo. Essa tabanca, Quebo, ficava mais ou menos a:
(i) Nor-noroeste de Guileje (+/- 7 km)
(ii) Sul-sudoeste de Mejo ( (+/- 3 km)
O rio de que falas deve ser o Jabel, afluente do rio Diderégab (este, por sua vez, afluente do rio Cacine).
A Guiné ainda nos tira o sono, camarada!
Mantenhas. Luís
Manuel Augusto Reis (by email)
12 jun 2026 14:07
Amigo e camarada Luís :
Quebo, nada tem com a Aldeia Formosa. Localizava-se a Noroeste do Mejo. O rio a que me refiro era Cumbija, onde descansamos , por pouco tempo , porque o rio estava a encher. Nas imediações o 3º corpo do exército do Paigc vigiava os nossos movimentos.
Numa das visitas à Guiné, um dos combatentes descreveu os nossos movimentos.
Um abraço.
Manuel Reis
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