1. Com a devida vénia ao semanário Expresso, reproduzimos um trabalho da autoria do jornalista Rui Araújo, intitulado "Morrer no Cacheu", publicado no dia 31 de Março de 2001 na Revista do referido semanário. Este recorte foi enviado pelo autor ao nosso confrade Mário Beja Santos.
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Nota do editor
Último post da série de 22 de junho de 2026 > Guiné 61/74 - P28122: Notas de leitura (1930): "Furriel não é Nome de Pai, Os filhos que os militares portugueses deixaram na Guerra Colonial", de Catarina Gomes; Tinta da China, 2016 (1) (Mário Beja Santos)
Blogue coletivo, criado por Luís Graça. Objetivo: ajudar os antigos combatentes a reconstituir o "puzzle" da memória da guerra colonial/guerra do ultramar (e da Guiné, em particular). Iniciado em 2004, é a maior rede social na Net, em português, centrada na experiência pessoal de uma guerra. Como camaradas que são, tratam-se por tu, e gostam de dizer: "O Mundo é Pequeno e a nossa Tabanca... é Grande". Coeditores: C. Vinhal, E. Magalhães Ribeiro, V. Briote, J. Araújo.
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1 comentário:
A mítica LDM 302 tem peloo menos 16 referências do nosso blogue... A sua "vida e morte" davam um filme...Infelizmente a Guiné-Bissau deixou assorear os seus rios... Já nem cenários temos para um simples documentário...
Por certo, já não se passa hoje no Tancroal (Rio Cacheu), ou no Mato Cão (Rio Geba Estreito)... Em 2008, ainda atravessei o Rio Cacine de um lado a outro,. numa canoa nhominca... Mas o Cacine não é um rio, é um braço de mar...
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