Prompt original e composição editorial: Luís Graça | Imagem: Arquivo do Blogue Luís Graça $ Ca,aradas da Guiné | Geração gráfica assistida por IA: ChatGPT/OpenAI (2026)
1. Mensagem do João Crisóstomo (Nova Iorque):
Data - segunda, 29/06/2026, 22:40
Caro Luís Graça,
Ao visitar o blogue, quando se trata das paragens por onde andei, ou de camaradas que comigo por lá andaram nem que seja de noite quando não consigo dormir, eu arranjo mesmo tempo para ler e reviver… E aqui está um “comentário” que eu ia enviar, mas que se tornou tão longo que não tenho coragem de o enviar.
Não vai ser por muito tempo (só por quatro semanas!) e entre dois dentes a tratar, aniversários da minha filha e do meu neto e outros, visita ao Museu Aristides em Viseu (queres ir connosco?), etc., o tempo voa… Mas temos de arranjar tempo para nós: fala com os teus filhos, que são sempre uma satisfação grande para nós. E com os nossos amigos comuns…
Em princípio eu e a Vilma vamos estar no encontro da Tabanca da Linha de 24 de setembro . Já informei o pobre do Rui (Chamusco): como sabes quando vamos a Portugal, para ele é como uma bula papal: ganha sempre muitas “diligências” e outros créditos no Céu… Já informei o Manel Resende (por telefone, claro).
Data - segunda, 29/06/2026, 22:40
Caro Luís Graça,
Ao visitar o blogue, quando se trata das paragens por onde andei, ou de camaradas que comigo por lá andaram nem que seja de noite quando não consigo dormir, eu arranjo mesmo tempo para ler e reviver… E aqui está um “comentário” que eu ia enviar, mas que se tornou tão longo que não tenho coragem de o enviar.
Podes fazer dele o que quiseres, que tens mais autoridade e sabes se tem algum valor ou não. Ignora-o mesmo, se achares que é a melhor solução. Não fico desapontado por causa disso.
Mas já que estou no computador, aproveito para algumas notícias: fnalmente consegui organizar a minha agenda e vamos a Portugal em meados de setembro a meados de outubro. Prepara-te para nos aturares.
Mas já que estou no computador, aproveito para algumas notícias: fnalmente consegui organizar a minha agenda e vamos a Portugal em meados de setembro a meados de outubro. Prepara-te para nos aturares.
Não vai ser por muito tempo (só por quatro semanas!) e entre dois dentes a tratar, aniversários da minha filha e do meu neto e outros, visita ao Museu Aristides em Viseu (queres ir connosco?), etc., o tempo voa… Mas temos de arranjar tempo para nós: fala com os teus filhos, que são sempre uma satisfação grande para nós. E com os nossos amigos comuns…
Em princípio eu e a Vilma vamos estar no encontro da Tabanca da Linha de 24 de setembro . Já informei o pobre do Rui (Chamusco): como sabes quando vamos a Portugal, para ele é como uma bula papal: ganha sempre muitas “diligências” e outros créditos no Céu… Já informei o Manel Resende (por telefone, claro).
Quem sabe, podemos-nos encontrar lá… Vou ligar ao Figueiredo, Leitão ("Mafra") etc., etc . Talvez mesmo o Valter... Pode ser que possam/queiram aparecer. Para mim, a não ser que sejam mesmo vizinhos, se não for em encontros assim não consigo ver ninguém. (...)
2. Comentário do editor LG:
João e Vilma: é sempre uma alegria receber-vos, mesmo em plena campanha das vindimas. Vamos lá concilitar as agendas. Pode ser que desta vez também consigam visitar.nos no Norte. O convite para ir convosco ao Museu Aristides de Sousa Mendes, é uma tentação. Ainda não conheço. Vamos ver em que data poderá ser. A 24 de setembro já devo estar na Lourinhã. Na última semana de agosto e na 1ª quinzena de setembro, costumo estar na Quinta de Candoz.
João, o teu comentário sobre o Mato Cão sairá em próximo poste. Um chicoração fraterno para os dois. Luís.
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Nota do editor LG:
Último poste da série > 18 de junho de 2026 > Guiné 61/74 - P28112: Tabanca da Diáspora Lusófona (40): quantos portugueses e lusodescendentes há no mundo (e em especial no "Novo Mundo") ? E qual o universos dos lusófonos ? Teremos mais de 30 milhões de portugueses e lusodescententes e c. 3 centenas de milhões de lusófonos - Parte I
Último poste da série > 18 de junho de 2026 > Guiné 61/74 - P28112: Tabanca da Diáspora Lusófona (40): quantos portugueses e lusodescendentes há no mundo (e em especial no "Novo Mundo") ? E qual o universos dos lusófonos ? Teremos mais de 30 milhões de portugueses e lusodescententes e c. 3 centenas de milhões de lusófonos - Parte I

4 comentários:
Alguém mais tem fotos de edifícios dos CTT noutras sedes de circunscrição e postos adminmistrativos ? O Virgílio Teixeira mandou-me uma com o posto dos CTT do Cacheu... E de Bafatá, inaugurado só em 1969 (!), ninguém tem ?
O edifício de Bambadinca , além do posto, incluía a residência do chefe de posto. (Vê-se pela chaminé...).
Recordo aqui os resultados finais do inquérito "on line" sobre a utilização dos CTT para fazer chamadas telefónicas particulares, para a metrópole... Foram publicados em 27/7/2015. O total de votos apurados foi de 152. (Hoje já temos disponível essa funcionalidade.)
Recorde-se a questão que estava em votação:
SONDAGEM:
"NA GUINÉ, DURANTE A COMISSÃO, UTILIZEI OS CTT PARA TELEFONAR PARA CASA"
1. Sim, em Bissau > 39 (25,7%)
2. Sim, fora de Bissau > 19 (12,5%)
3. Sim, em Bissau e fora de Bissau > 11 (7,2%)
4. Não, nunca utilizei > 83 (54,6%)
5. Já não me lembro > 0 (0%)
Votos apurados: 152 (100,%)
Encerramento: 24/7/2015, às 14h45.
Recorde-se alguns dos comentários:
(i) como sempre, estes resultados das nossas sondagens "on line" têm que ser lidos e interpretados com cautela, uma vez que não estamos a trabalhar com uma amostra representativa da população metropolitana que esteve na Guiné, entre 1961 e 1974, em comissão de serviço militar;
(ii) parece-nos haver uma sobrerrepresentação dos que "utilizaram os CTT para telefonar para a casa" (à volta de 45%);
(iii) um em cada quatro de nós terá feito (uma ou mais chamadas telefónicas) em Bissau, onde se localizava a central dos CTT e onde, em princípio, era "mais fácil" ligar para o exterior do que nas relativamente poucas povoações do interior onde havia estações dos CTT; em qualquer dos casos, era preciso "marcar dia e hora", tanto em Bissau como no "mato";
(iv) na metrópole, nesse tempo, ainda havia poucos lares com telefone fixo; e mesmo em Bissau, nem todas as casas comerciais tinham telefone: de acordo com uma amostra de 1956 eram ainda poucas, embora a maior parte já tivesse caixa postal e endereço telegráfico;
(v) já aqui perguntámos quem ainda se lembra do tarifário dos CTT: quanto custava uma chamada telefónica (via Marconi,) para a metrópole, por minuto ? (...)
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