Guiné- Bissau > Bissau > Mercado Central > c. maio de 2025 > Vendedora de caju ... mas também de papaia... num espaço aparentemente às moscas
Fotos (e legenda): © João de Melo (2025). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
1. Foto da página do Facebook do nosso camarada João Melo (ou João Reis de Melo), ex-1º cabo cripto, CCAV 8351/72, Cumbijã, 1972/74), que começou a visitar a Guiné-Bissau, regularmente, desde 2017, com uma pausa no tempo da pandemia. Em geral no fim da estação seca (março / abril / maio).
Profissional de seguros, reformado, vive em Alquerubim, Albergaria-a-Velha. O percurso inclui, obrigatoriamente, a tabanca de Cumbijã, no Sul, na região de Tombali, onde o casal apoia as escolas locais e o clube de futebol local. E onde, a partir deste ano, o João Melo passou a ter uma rua com o seu nome.
Costuma também visitar, além do mítico Mercado de Bandim, o Mercado Central, no centro histórico da cidade: foi inaugurado em 2022, depois foi recontruído de raiz, após os grandes danos sofridos com os bombardeamentos da guerra civil de 1998/99 e do grande incêndio de 2005.
A importância do caju na vida económica e social da atual Guiné-Bissau merece um poste à parte: é praticamente o único produto que o país exporta (90%). E, em contrapartida, importa arroz, que é a base da alimentação da população.
Tal como deve merer a nossa atenção a inportância dos mercados, sendo o de Bandim um dos maiores de África: é lá que se sente o pulsar da cidade, dizem os viajantes.
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Nota do editor LG:

1 comentário:
Espantoso, não me lembro de ver (nem de comer) cajueiros no meu tempo (1969/71)...Na altura, seria apenas uma "planta ornamental" à beira de algumas estradas... Dizem que foi no tempo do governador Sarmento Rodrigues que começou a "praga" do caju..., hoje o "pitrólio" dos guineenses...
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