1. A nossa Marinha tinha LDP, LDM e LDG que faziam este percurso, Bissau - Xime- Bambdinca. Até 1969 iam todas até Bambadiuca, metendo-se pelo rio Geba Estreito acima, a partir do Xime. Com a conmstrução da ponte-cais do Xime, em 1969, as LDG deixaram de subir o rio Gena Estreito (Xaianga).
Eram os famosos "barcos turras" que fariam, até ao fim, a ligação fluvial entre a capital e o interior da Guiné, e nomeadamente na Zona Leste. A viagem de barco tinha dois pontos críticos; a PontaVarela, entre a Foz do Rio Corunal e o Xime e depois o Mato Cão (na margem do rio Geba Estreito, entre Nhabijões e Bambadinca).
Em 1 de julho de 1972, o dispositivo das NT já permitia uma melhor defesa da navegaçáo no rio Geba Estreito, relativamente ao tempo qem que a CCAÇ 12 e outars subunidades, ao serviço batalhão sedfiado em Bambadinca (Sector L1) eram obrigadas a manter segurnaça móvel, sempre que subia ou descia um "barco turra"... O quer era penoso; saíamos do quartel de Bambadinca, atravessávamos a bolanha de Fonte e montávcamos emboscada, a nível de pelotão, nbas imediçóes de Mato Cão.
Em 1 de julho de 1972, já havia um destacamento permanente em Mato Cão (ou Mato de Cão). Nessa data, era guarnecido pelo Pel Caç Nat 54 (anualmenbte, ia rondando: Pel Caç Na 52, em 1973, e Pel Caç Nat 63, em 1974), reforçado com um 1 esquadrão de um pelotão de morteiro (em 1 de julho de 1973, era o Pel Mort 4575/72).
Do outro lado do rio (margem esquerda), já também havia, em 1 de julho de 1972, no destacamento de Nhabijões, uma guarnição constituida por um pelotão (CCS/BART 3873) e uma 1 esquadra do Pel Mort 2268.
No limite, o Mato de Cão podia ser batido pelo obus 10,5 cm do Xime (20º Pel Art). A defesa do rio Geba Estreito, no subsetor de Bambadinca (sector L1, que incluía ainda mais 3 subsetores: Xime, Mansambo e Xitole), era ainda assegurada por Bambadinca (sede de batalhão: CCS/BART 3873 + CCAÇ 12 + Pel Mort 2268 + Pel Rec Daimler 3085)...No total, com os Pel Mil (Finete e Missirá) e Pel Caç Nat (Mato de Cão, Fá Mandinga e Missirá), o subsetor de Bambadinca teria cerca de 550 homens enm armas!...
Guiné > Região de Bafatá > Sector L1 (Bambadinca) > Mato Cão > Pel Caç Nat 52 (1973 /74) > Vista do Rio Geba e bolanha de Nhabijões, a partir do "planalto" do Mato Cão.
Foto (e legenda): © Luís Mourato Oliveira (2016). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar; Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné].
Guiné > Região de Bafatá > Sector L1 > Bambadinca > Destacamento do Mato de Cão > Pel Caç Nat 52 > 1973 > "A chegada à estância era sempre um momento vivido com prazer"... O sintex era a única ligação... à outra margem do Rio Geba (e nomeadamente, a Bambadina)... Claro que só se viajava de dia, por razões técnicas de navegação e de segurança. O sintex nã tinha holofotes nem armas coletivas. Era um estertura frágil que não aguentava com o embate do macaréu.
Guiné > Guiné > Zona Leste > Região de Bafatá > Rio Geba > A caminho de Bissau > c. 1968/1969 > O Fur Mil Carlos Marques dos Santos (1943-2019), "viriato" da CART 2339, Mansambo (1968/69), num barco civil ("barco turra"), a caminho de Bissau.
Era um dos típicos barcos civis de transporte de pessoal e de mercadoria, que fazia a ligação Bissau-Bambadinca, e Bambadinca-Bissau, passando pela temível Ponta Varela, na confluência do Rios Geba e Corubal e, a seguir, o assustador Mato Cão, no Geba Estreito, entre o Xime e Bambadinca. Estes barcos (alguns ligados a empresas comerciais, como a Casa Gouveia) tinham, como principal cliente a Intendência militar. Pelo Xime e por Bambadinca passava a alimentação e tudo o mais que era preciso para saciar o "ventre da guerra" da Zona Leste: homens, viaturas, armas, munições, materiais de construção, etc.Foto(e legenda): © Carlos Marques dos Santos (2006). Todos os direitos reservados [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné.]
Guiné > Zona leste > Região de Bafatá > Contuboel > 1969 > CART 2479 / CART 11 (1969/70) > 20 de julho de 1969 > "Efeméride: no dia que o homem chegou à Lua, eu descia o rio Geba (Bambadinca-Bissau, com passagem no célebre Mato Cão e depois na não menos temível Ponta Varela, a seguir ao Xime)...
Último poste da série > 24 de junho de 2026 > Guiné 61/74 - P28130: As nossas geografias emocionais (67): o monumental depósito de água de Bolama (conhecido localmente como "castelo")


















































