Notícia necrológica: António Rodrigues Meira Torres (1949-2023). In: Voz de Antas, diretor/editor: Pe. M. Brito Ferreira, Antas, Esposende, março-abril 2023, nº 314, 3ªISSN 2182 - 474, pág, 4,
1. O António Torres foi 1º cabo corneteiro, nº 14327070, CCAC 3398 / BCAÇ 3852 (Buba, 1971/73). Nasceu em S. Paio de Antas, Esposende, em 1949. Era o 4º de 8 irmãos. Fez parte da banda de música de Antas, onde, durante 8 anos, tocou clarinete. Tembém tocava viola. Na tropa foi corneteiro. Foi mobilizado para a Guiné, integrando a CCAÇ 3398 / BCAÇ 3852, "Os Incendiártios" (Buba, 1971/74). Depois da peludal estevca um ano em França e dez na Venezuela onde eexerceu a sua profissãod e carpinteiro. No reghresso a Portugal, foi viver para Fão, Esposende. Morreu em 2023. Está sepultado na sua terra natal.
O António Torres é o protagonista desta história pícara que ele transmitiu, oralmente, em vida ao Joaquim Pinto Carvalho e que este adpatou livremente, publicando-a na brochura "A 'chama' que nos chamou: um contributo para a história da CCAÇ 3398, 'Os Incendiários', Buba, Guiné (1971-1973), na comemoração do seu cinquentenário" (ed. de autor, s/l, 2021, 88 pp.).
A hiustória das nossas unidades devia/deve ser também a um apanho das "pequenas histórias" de cada um dos militiares que as integraram, nomedamente no TO da Guiné. Esta, com o seu quê de brejeiro bem nortenho, passa-se com o 1º cabo cornetewiro que teve se ser operado de urg^wencia, no HM 241, em Bissau, por causa de um varicocele (ou varicocelo (=tumor formado pela dilatação varicosa das veias do cordão espermático, segundo o dicionário Priberam, e que pode ser causa de infertilidade masculina).
É também uma homenagem, do autor e do nosso blogue, a este camarada que faleceu por doença em 2023, e que era presença regular nos convívios dos "incendiãrios de Buba". Repare-se na elegância e subtileza com que a cena é descrita pelo nosso Joaquim Pinto Carvalho.
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