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quinta-feira, 7 de maio de 2026

Guiné 61/74 - P27997: Agenda Cultural (891): "Mais Alto", memórias de Enfermeiras Paraquedistas tornadas visíveis, exposição patente até 5 de Outubro de 2026 no MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia), Av. Brasília, Lisboa


Créditos: Foto: Paulo Spranger


A Exposição 'Mais Alto' estará no MAAT Central até 5 de outubro
As memórias de enfermeiras paraquedistas da guerra colonial tornadas visíveis


(...) fotografias e objetos pessoais de enfermeiras paraquedistas que participaram na guerra colonial (...)

(...) A artista olha o contexto da guerra colonial e para o lugar das mulheres naquele tempo através das vivências de antigas enfermeiras paraquedistas como Maria de Lourdes Mota, Maria Arminda Lopes, Rosa Serra Lopes, Eugénia Sousa, Maria Cristina da Silva, Aura Teles ou Maria Emília Sousa, quase todas octogenárias. As mulheres posam com orgulho: “É quem elas são, é a identidade delas. E a vontade de partilhar também tem a ver com isso (...)

(...) Entre 1961 e 1974, ao longo de 12 cursos, formaram-se em Portugal 47 enfermeiras paraquedistas que integraram o Batalhão de Caçadores Paraquedistas da Força Área Portuguesa. Foram as primeiras mulheres a entrar nas Forças Armadas, até então um domínio exclusivo de homens. (...)

(...) Em 1975, após a última missão de retirada de portugueses de Timor, deixou de haver enfermeiras paraquedistas na Força Aérea. Apenas em 1988 é que as mulheres viriam a poder ingressar nas Forças Armadas e só em 1991 é que puderam candidatar-se a piloto da Força Aérea.

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Nota do editor

Último post da série de 24 de abril de 2026 > Guiné 61/74 - P27949: Agenda Cultural (890): Rescaldo da apresentação do livro "Guiné, Bilhete de Identidade. Tomo II – Da Pequena Senegâmbia à Guiné Portuguesa", de Mário Beja Santos, que teve lugar no passado dia 21 de Abril, na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

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