
1. Mensagem do nosso camarada Mário Beja Santos (ex-Alf Mil Inf, CMDT do Pel Caç Nat 52, Missirá, Finete e Bambadinca, 1968/70), com data de 14 de Agosto de 2026:
Queridos amigos,
A memória já não é o que era, descurei umas imagens que guardei na câmara quanto ao passeio em Mainz, por mero acaso entrei num museu que tem uma certa grandiosidade e um património da presença romana nesta porção de território alemão que é invejável. Fica o registo do que vi e sonho voltar a ver a preceito. Concluo a viagem a Frankfurt, graças à minha maleita sou forçado a andar com conta peso e medida e sem dores graças ao paracetamol. Não é a primeira vez que mostro imagens desta catedral, ela dispõe de um património histórico-cultural incomum, era aqui que era eleito o imperador do Sacro Império Romano-Germânico, enquanto fiz os meus estudos de História, jamais associei porque se chamava ao imperador Carlos V e Carlos I de Espanha, isto para dizer que só bem tarde me apercebi da História deste Império que se extinguiu em tempos napoleónicos. À cautela, ao fim daquela tarde sobreaquecida meti-me no comboio e regressei a Idstein. O dia seguinte será igualmente precioso, reservado a Wiesbaden, estive cá o ano passado na ópera local vi uma inesquecível récita de A Flauta Mágica, de Mozart, mas não deu para ver a cidade e os seus encantos.
Um abraço do
Mário
Itinerâncias avulsas… Mas saudades sem conto (269):
Ainda em Frankfurt, depois Wiesbaden, mas volto atrás, a Mainz - 4
Mário Beja Santos
Devido a uma certa desordem de imagens na câmara do meu telemóvel, permite-me voltar atrás, estou novamente na cidade de Mainz, escuso de dizer que o calor é sufocante, ninguém dá uma explicação clara do transporte até à igreja de Santo Estevão, vou palmilhando as ruas da cidade, dou com a fachada de um museu que não concorre em popularidade com o de Gutenberg, mas que é verdadeiramente opulento, entrei, uma amável rececionista brasileira bem me despertou o apetite para a visita neste edifício que foi uma caserna militar e que desde 1803 é o ex-libris de um património glorioso sobretudo da presença romana, há uma boa secção da pré-história, arte tumular medieval, pintura alemã dos séculos XVI em diante, não falta uma aguarela de Turner, outra de Signac e um belo Picasso de 1908. O suficiente para ter dito com sinceridade à estimável senhora que hei de voltar logo que puder. Voltemos então a Frankfurt.
Digamos que se está no centro histórico de Frankfurt, chama-se Die Rõmer, na imagem da esquerda ao centro, o novo imperador do Sacro Império Romano-Germânico, conjuntamente com os sete príncipes eleitores, recebia em audiência as notabilidades; obviamente que estamos a ver duas imagens da praça com edifícios totalmente reconstruídos.
(continua)
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Nota do editor
Último post da série de 29 de agosto de 2026 > Guiné 61/74 - P28305: Os nossos seres, saberes e lazeres (747): Itinerâncias avulsas… Mas saudades sem conto (268): Ainda a visitar Mainz, no dia seguinte em Frankfurt - 3 (Mário Beja Santos)
















































