IN MEMORIAM
António Augusto Santos Faneco (1951 - †Ponta Delgada, 25 de Junho de 2026)
Ex-1.º Cabo da 1.ª CART/BART 6521/72 (Pelundo, Cadique, Jemberem e Ilha de Jete, 1972/74)
******************************
2. Comentário do editor:
Foi também através do facebook, neste caso na própria página do malogrado camarada António Faneco (https://www.facebook.com/antonio.faneco.3) que soubemos do seu passamento no passado dia 25 de Junho, no Hospital de Ponta Delgada.
Embora natural do Continente (Montijo?), o Faneco vivia na Ribeira Grande, Ilha de S. Miguel, Açores.
O camarada António Faneco aderiu à tertúlia do nosso Blogue em 2010 (vd. Post Guiné 63/74 - P6531: Tabanca Grande (224): António Faneco, ex-1.º Cabo da 1.ª CART/BART 6521/72, Pelundo, Cadique, Jemberém, Ilha de Jete, 1972/74 de 4 de Junho de 2010.
Embora com uma colaboração escassa no Blogue, o António Faneco, acompanhado pela sua esposa Tina, esteve nos Convívios Nacionais da Tertúlia, em Moste Real, em 2014; 2015 e 2016.
A tertúlia, os editores e colaboradores permanentes deste Blogue, apresentam à família do nosso amigo e camarada António Faneco, que agora faz parte do Batalhão Celestial, as mais sentidas condolências e a certeza da nossa solidariedade.
Carlos Vinhal
Coeditor
_____________
Nota do editor
Último post da série de 27 de Julho de 2026 > Guiné 61/74 - P28217: In Memoriam (583): José Maria Monteiro (Miranda do Douro, 1951 - Cascais, 2026), ex-Marinheiro Radiotelegrafista (LFP Bellatrix, 1969/71 e Comando Naval da Guiné, 1971/73)


5 comentários:
Sentidas condolências à família. Abraço de solidariedade. Menos um a quem o poder não vai prestar contas. As que merecemos.
Eduardo Estrela
Há muito que é "deprimente" esta série "In Memoriam"... Mas temos de continuar de pé os que, por sorte, ainda cá estão... Para poder honrar os que partem para a última viagem. O Faneco, pelo menos, não fica inumado na vala comum do esquecimento. Condolència para esposa, filhos e netos. LG
À Cesaltina, ao Paulo, à Patrício, esposa e filhos, respetivamente, do nosso camarada, bem como aos seus 4 netos, demais família e amigos íntimos, a nossa solidariedade na dor.
Falei ao telefone com o António Faneco, em janeiro de 2010. E dei-lhe conta que, um ano e tal antes, em março de 2008, estivera em Iemberem (antiga Jemberem) e tirara fotos ao monumento erigido pela 1ª CART / BART 6521/72 (1972/74), ou seja, a sua subunidade, os "Nómadas!...
De acordo com a inscrição que se encontrava na base do respectivo monumento, ainda preservado, colocado na actual Praça IMVF - Instituto Marquês Valle Flôr, era visível o logótipo do IMVF na placa toponímica que fora acrescentada ao monumento, havia uns anos atrás.
O António nessa altura vivia no Montijo. Não sabemos quando (e porquê) se mudou para os Açores.
O António Faneco devia ser natural de Massamá, Sintra. A sua alcunha, na tropa, era o "Massamá". Aceitou, de imediato , o meu convite para se juntar à nossa Tabanca Grande- Ele confirmiou.me, na qualidade de ex-1.º Cabo da 1.ª CART/BART 6521/72, que a esta companhia, vinda do Pelundo, foi destacada para reforçar a reocupação do Cantanhez, na sequência da Op Grande Empresa.
Chegou a "Cadique no dia 20 de abril de 1973 pelas 8 horas da manhã e (...) a Jemberém pelas 12 horas, sensivelmente", local onde montou a tenda (não havia qualquer povoação) e ali "permanecemos até dia 9 de setembro de 1973, altura em que regressámos ao Pelundo", depois de terem apanhado muita porrada e sofrido dois mortos em combate.
Eram, portant0o, vizinhos da CCAÇ 4540 ("Somos um caso série"), que esteva em Cadique, na mesma altura, e a que pertenceram os nossos camaradas Eduardo Camnpos, Vasco Ferreira, António Santos, Albertino Nunes Ferreira (peço desculpa se, por lapso, omito alguém)...
Falei ao telefone com o António Faneco, em janeiro de 2010. E dei-lhe conta que, um ano e tal antes, em março de 2008, estivera em Iemberem (antiga Jemberem) e tirara fotos ao monumento erigido pela 1ª CART / BART 6521/72 (1972/74), ou seja, a sua subunidade, os "Nómadas!...
De acordo com a inscrição que se encontrava na base do respectivo monumento, ainda preservado, colocado na actual Praça IMVF - Instituto Marquês Valle Flôr, era visível o logótipo do IMVF na placa toponímica que fora acrescentada ao monumento, havia uns anos atrás.
O António nessa altura vivia no Montijo. Não sabemos quando (e porquê) se mudou para os Açores.
O António Faneco devia ser natural de Massamá, Sintra. A sua alcunha, na tropa, era o "Massamá". Aceitou, de imediato , o meu convite para se juntar à nossa Tabanca Grande- Ele confirmiou.me, na qualidade de ex-1.º Cabo da 1.ª CART/BART 6521/72, que a esta companhia, vinda do Pelundo, foi destacada para reforçar a reocupação do Cantanhez, na sequência da Op Grande Empresa.
Chegou a "Cadique no dia 20 de abril de 1973 pelas 8 horas da manhã e (...) a Jemberém pelas 12 horas, sensivelmente", local onde montou a tenda (não havia qualquer povoação) e ali "permanecemos até dia 9 de setembro de 1973, altura em que regressámos ao Pelundo", depois de terem apanhado muita porrada e sofrido dois mortos em combate.
Eram, portant0o, vizinhos da CCAÇ 4540 ("Somos um caso série"), que esteva em Cadique, na mesma altura, e a que pertenceram os nossos camaradas Eduardo Camnpos, Vasco Ferreira, António Santos, Albertino Nunes Ferreira (peço desculpa se, por lapso, omito alguém)...
Enviar um comentário