José Ferreira Carneiro, n. 8/9/1948.
Candoz, Paredes de Viadores,
Marco de Canaveses
Quinta de Candoz
Começou a trabalhar cedo,
aprendiz de ramadeiro, com o pai,
construtor de ramadas
Reformado, dedica dois dias por semana
à Quinta de Candoz
Casada, em segundas núpcias, com a Teresa,
vive em Matosinhos, Padrão da Légua
As cubas para o vinho há muito que são de inox,
mas ainda há velhos depósitos de cimento armado...
Sócia da Quinta de Candoz, com mais 3 irmãos (Rosa, Alice e Zé), a Nita foi em vida a alma da "casa"
A família também um blogue, A Nossa Quinta de Candoz
Prompt original e composição editorial: Luís Graça.
Texto: Luís Graça (2026)
Imagens: Arquivo dos Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné e A Nossa Quinta de Candoz
Geração gráfica assistida por IA: ChatGPT/OpenAI.
Ao Zé, no seu 78º aniversário
Nascido em Candoz, em Entre-Douro-e-Minho,
De empresa de seguros foi tesoureiro,
Mas começou por aprendiz de ramadeiro,
E agora engarrafador-produtor de vinho.
Técnico de gás, profissional liberal...
Homem dos sete ofícios, é um jeitosinho,
José Ferreira Carneiro, nosso maninho,
Também foi parar à guerra... colonial.
E esquecidas, do trabalho, as mazelas,
Setenta e oito anos já foram passados,
Nunca se queixando da perna nem das costelas.
... E tudo fazes por amor, a todos nós,
Os pais e a mana Nita sempre lembrados,
Mas hoje, Zé, é tua a festa em Candoz.
Quinta de Candoz,
8 de setembro de 2026,
dia da festa de Nossa Senhora da Natividade do Castelinho,
Padroeira do concelho de Marco de Canaveses.
A família de Candoz, Porto, Matosinhos, Lourinhã e Lisboa
1. Não fala da guerra colonial. Não fala com emoção desse tempo. Passou, passou, o tempo da tropa e da guerra. Nunca se encontrou com nenhum camarada daquele tempo. Perdeu todos os contactos. Era de rendição inidvidual. Mas gostou de Camabatela e de Luanda.
Era 1º cabo de transmissões de infantaria, Andou na região do café, com a sua companhia mista de metropolitanos e angolanos (CCAÇ 313 / BCAÇ 13) a guardar as costas dos grandes fazendeiros do café.
Nunca veio de férias. Pelo SPM, a mãe mandava-lhe os salpicões com que matava saudades de casa, a 8 mil quilómetros de distância.
Mas não ficou na terra, Candoz, Paredes de Viadores, o apelo da cidade grande era maior. Mudou-se para o Porto. Lá podia estudar e fazer-se homem. Nunca gostou da escola. A professor estava alojada na casa dos pais. E batia-lhe à frente deles, e com a cumplicidade deles. Como é que ele haveria de gostar da escola ? Só depois da "peluda" é que fez o segundo ano da escola comercial (regime noturno).
Hoje já tem gmail, como qualquer português que se preze. Mas não faz parte da Tabanca Grande, até porque não esteve na Guiné. Por sorte, é cunhado do editor do blogue (e seu sócio... por estar casado com a Alice).
E é legalmente o produtor-engarrafador do nosso vinho "Nita". Ele é o mais novo de seis. O caçula.
É trabalhador, é leal, é alegre, é efusivo, é generoso. É uma "besta de trabalho". Tem às vezes azar com o "esqueleto". Já foi operado à coluna. Já partiu uma perna. E já teve uma ameaçozinho de AVC.
Aqui vai, com todo o carinho que temos por ele, eu, a Alice e demais família, um soneto para o nosso Zé, que só amanhã vai ter direito a festa e a rancho melhorado. Mesmo em dia de anos, há imprevistos. E Candoz fica a 70 km do Padrão da Légua, já nio limte do distrito do Porto.
Amanhã, é quarta feira, é dia de trabalho. É preciso preparar tudo para as vindimas, marcadas para os dois próximos fins-de-semana. Mas vou ler-lhe, comn todo o gosto, este soneto e beber comn ele uma "champanha".
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Nota do editor LG:















7 comentários:
Ninguém vai acreditar, mas este poste, publicado só ao fim da tarde, às 19h20, levou-me o dia todo a editar...Levantei-me cedo, como habitual, e em menos de 1 hora despachei o soneto (à tarde ainda lhe fiz uma revisão...) mas o resto do dia foi passado à volta da BD (14 vinhetas)... Às vezes é exasperante, estás a "falar", não com um ser humano mas com uma máquina...
A maior dificuldade é, no caso da ilustração gráfica assistida pela IA, "acertar a bota com a perdigota", neste caso os nomes e as caretas...Saiu uma meia-dúzia de versões!...Até, por fim, eu ter dado por concluída a tarefa... Mesmo com alguns imperfeiçóes que são de todo impossível corrigir quando se usa a "IA dos pobrezinhos"...
Hoje, vá lá, deixou-me mandar-lhe uma data de fotos... Mad depois o "ilustrador gráfico" está-se borrifando para as "legendas" que acompanham as fotos...
Por exemplo, a vinheta 6 consegui melhorá-la, mas as "caretas" não correspondem ao original... Perdi duas ou très horas só a tentar melhorar esta vinheta... E amanhã vão cair-me em cima porque a coitada da Teresa Mesquita (que é uma santa!) só vagamente é parecida com o "boneco"... Merecias melhor sorte, Teresa, mas eu esforcei-me para que ficasses bem na BD...
De qualquer modo, o nosso Zé merece este "miminho"!...Se há pessoas boas no mundo, ele é uma delas.
A CP tem atrasos todos os dias. Eu só de vez em quando. Parabéns ao aniversariante meu colega da actividade seguradora. Votos de muita saúde e felicidades para ele e seu entorno familiar.
Eduardo Estrela
Parabéns e votos de uma excelente v vindima 👍🤝
Armando!
Obrigado, Armando Oliveira, nosso vizinho do Juncal.
Parabéns Zé de Candoz, dos seguros, do gaz, da quinta de candoz, do Pedro, da Carmen, da Teresa, da Alice e de toda a família que não vou nomear. Um grande abracinho…. e vamos continuar que a espera e a fazer mais vida . Muitos beijinhos.
Ficas bem nesta banda desenhada . Grande e querido Luís . Sempre a mimar todos e todas
Com um atraso imperdoável, ainda venho deixar os meus parabéns ao Zé de Candoz, cunhado do nosso Luís Graça. Que continues, Zé de Candoz, com saúde e gosto pelo trabalho, por muitos anos. Um grande abraço.
Carvalho de Mampatá
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