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segunda-feira, 3 de março de 2025

Guiné 61/74 - P26546: Tabanca Grande (570): Lista alfabética dos 900 Amigos & Camaradas da Guiné (2024-2025), dos quais 157 já se despediram da Terra da Alegria



Leiria > Monte Real > Palace Hotel Monte Real > X Encontro Nacional da Tabanca Grande > 18 de abril de 2015 > "Foto de família"... Um encontro onde juntámos cerca de duas centenas de amigos e camaradas da Guiné. 

Quantos, entretanto, desses 200 participantes não terão já morrido nos últimos 10 anos, entre 2015 e 2025? Eis alguns de que nos lembramos: Antóno Estácio, António Paiva (que nem sequer consta da lista abaixo, poor falta de confirmação, de fonte segura), José Eduardo R. Oliveira (JERO), Jorge Cabral, Jorge Rosales, José Augusto Miranda Ribeiro, José Diniz, Mário Vasconcelos, Raul Albino... 

Outros já não foram, ao nosso encontro de 2015 (onde fizemos o "pleno", ou seja, a lotação da sala...), por estarem doentes, ou com dificuldades de mobilidade, etc. (Infelizmente, não podemos contabilizar aqui os familiares dos nossos camaradas, nomeadamente as esposas, entretanto falecidas.)

O último encontro que se realizou, antes da pandemia de coviv-19, foi em 2019, o XIV Encontro Nacional  da Tabanca Grande.

Foto: © Manuel Resende (2015). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]
. 


TABANCA GRANDE - Lista alfabética dos 900 Amigos & Camaradas da Guiné


(A / Ans) 

Abel Maria Rodrigues, Abel Rei, Abel Santos, Abílio Delgado, Abílio Duarte, Abílio Machado, Abílio Magro, Acácio Correia, Acácio Mares, Adão Cruz, Adelaide Barata Carrêlo, Adelaide Gramunha Marques (ou Adelaide Crestejo), Adelino Capinha, Adélio Monteiro, Adolfo Cruz, Adriano Lima, Adriano Moreira, Adriano Neto, Afonso de Melo, Afonso M.F. Sousa, Agostinho Gaspar, Aires Ferreira, Albano Costa, Albano Gomes, Albano Mendes de Matos, Albertino Ferreira, Alberto Antunes, Alberto Branquinho, Alberto Grácio, Alberto Nascimento, Alberto Pires ("Teco"), Alberto Sardinha, Alberto Sousa Silva, Albino Silva, Alcides Silva, Alexandre Cardoso, Alexandre Margarido, Alfredo Fernandes, Alfredo Reis, Alice Carneiro, Almeida Campos, Almiro Gonçalves, Altamiro Claro, Álvaro Basto, Álvaro Carvalho, Álvaro Magro, Álvaro Mendonça, Álvaro Vasconcelos, Amaral Bernardo, Amaro Munhoz Samúdio, Américo Estanqueiro, Américo Russa, Amílcar Mendes, Amílcar Ramos, Ana Duarte, Ana Ferreira (ou Ana Paula Ferreira), Ana Maria Gala, Ana Romero, Anabela Pires, Angelino Santos Silva, Aníbal Magalhães, Anselmo Garvoa, Antero F. C. Santos (n=63)

(António)

António Abrantes, António Acílio Azevedo, António Agreira, António Alberto Alves, António Almeida, António Alves da Cruz, António Azevedo Rodrigues, António Baia, António Baldé, António Baltazar Pinto, António Barbosa, António Barroso, António Bartolomeu, António Bastos, António Bonito, António (ou Tony) Borié, António Branco, António Brum, António C. Morais da Silva, António Camilo, António Campos, António Carvalho, António Castro, António Clemente, António Correia Rodrigues, António Cunha (Passa), António da Costa Maria, António Dâmaso, António Delmar Pereira, António Dias, António Duarte, António Eduardo Carvalho, António Faneco, António Figueiredo, António Figuinha, António G. Carvalho, António Galinha Dias, António Garcia Matos (ou António Matos), António Gomes da Cunha, António Graça de Abreu, António Inverno, António J. Pereira da Costa, António J. Serradas Pereira, António Joaquim Alves, António Joaquim Oliveira, António (ou Tony) Levezinho, António Lopes Pereira, António Manuel Conceição Santos, António Manuel Oliveira, António Manuel Salvador, António Marques, António Marques Barbosa, António Marquês, António Marreiros, António Martins de Matos, António Mateus, António Melo, António Melo de Carvalho, António Moreira, António Murta, António Nobre, António Osório, António P. Almeida, António Paiva, António Pimentel, António Pinto, António Ramalho, António Reis, António Rocha Costa, António Rodrigues, António Rodrigues Pereira, António Rosinha, António Sá Fernandes, António Salvada, António Sampaio, António Santos, António Santos Almeida, António Santos Dias, António Tavares, António Teixeira Mota, António Varela (n=81)


(Arl / Aura)


Arlindo Roda, Armandino Oliveira, Armandino Santos, Armando Costa, Armando Faria, Armando Ferreira, Armando Ferreira Gomes, Armando Fonseca, Armando Gonçalves, Armando Pires, Arménio Estorninho, Arménio Santos, Armindo Batata, Armor Pires Mota, Arnaldo Guerreiro, Arnaldo Sousa, Arsénio Puim, Artur Conceição, Artur José Ferreira, Artur Ramos, Artur Soares, Augusto Baptista, Augusto Mota, Augusto Silva Santos, Augusto Vilaça, Aura Rico Teles (n=26)

(B)

Belarmino Sardinha, Belmiro Tavares, Belmiro Vaqueiro, Benito Neves, Benjamim Durães, Benvindo Gonçalves, Bernardino Cardoso, Bernardino Parreira, Braima Djaura, Braima Galissá (n=10)

(Cam / Carlos)

Campelo de Sousa, Cândido Morais, Carlos Afeitos, Carlos Alberto de Jesus Pinto, Carlos Alexandre, Carlos Américo Cardoso, Carlos Arnaut, Carlos Ayala Botto, Carlos Azevedo, Carlos Baptista, Carlos Barros, Carlos Carvalho, Carlos Farinha, Carlos Fernandes, Carlos Filipe Gonçalves. Carlos Fortunato, Carlos Fraga, Carlos Guedes, Carlos Jorge Pereira, Carlos Marques de Oliveira, Carlos Mendes, Carlos Milheirão, Carlos Moreno, Carlos Nery Gomes de Araújo, Carlos Órfão, Carlos Parente, Carlos Pedreño Ferreira, Carlos Pinheiro, Carlos Pinto, Carlos Prata, Carlos Ricardo, Carlos Rios, Carlos Silva, Carlos Silvério, Carlos Soares, Carlos Sousa, Carlos Valente, Carlos Valentim, Carlos Vieira, Carlos Vinhal (n=40)

(Carm / Crist)

Carmelino Cardoso, Carvalhido da Ponte, Casimiro Vieira da Silva, Cátia Félix, Célia Dinis, César Dias, Cherno Baldé, Cláudio Brito, Conceição Alves, Conceição Brazão, Conceição Salgado, Constantino Costa, Constantino Ferreira d'Alva, Constantino (ou Tino) Neves, Cristina Silva (n=15)

(D)

Daniel Jacob Pestana, Daniel Vieira, David Guimarães, David Peixoto, Delfim Rodrigues, Diamantino Monteiro (ou Diamantino Pereira Monteiro), Diana Andringa, Dina Vinhal, Domingos Fonseca, Domingos Gonçalves, Domingos Maçarico, Domingos Robalo, Domingos Santos, Duarte Cunha, Durval Faria (n=15)

(E)

Edgar Soares, Eduardo Ablu, Eduardo Campos, Eduardo Costa Dias, Eduardo Estevens, Eduardo Estrela, Eduardo J. Magalhães Ribeiro, Eduardo Moutinho Santos, Eduardo Santos, Egídio Lopes (Ten Pilav), Ernestino Caniço, Ernesto Duarte, Ernesto Ribeiro, Estêvão A. Henriques, Eugénio Ferreira, Evaristo Reis (n=16)

(F)

Felismina Costa, Fernandino Leite, Fernandino Vigário, Fernando Almeida, Fernando Andrade Sousa, Fernando Araújo, Fernando Barata, Fernando Calado, Fernando Cepa, Fernando Chapouto, Fernando de Jesus Sousa, Fernando de Sousa Ribeiro, Fernando Gomes de Carvalho, Fernando Gouveia, Fernando Hipólito, Fernando Inácio, Fernando José Estrela Soares, Fernando Loureiro, Fernando Macedo, Fernando Manuel Belo, Fernando Moita, Fernando Oliveira, Fernando Oliveira (Brasinha), Fernando Santos, Fernando Sucio, Fernando Tabanez Ribeiro, Fernando Teixeira, Ferreira da Silva, Ferreira Neto, Filomena Sampaio, Fradique Morujão, Francisco Baptista, Francisco Feijão, Francisco Gamelas, Francisco Godinho, Francisco Gomes, Francisco Henriques da Silva, Francisco Mendonça, Francisco Monteiro Galveia, Francisco Palma, Francisco Santiago, Francisco Santos, Francisco Silva (n=43)

(G)

Gabriel Gonçalves, Garcez Costa, George Freire, Germano Penha, Germano Santos, Gil Moutinho, Gilda Pinho Brandão (ou Gilda Brás), Gina [Virgínia] Marques, Giselda Antunes Pessoa, Gonçalo Inocentes, Graciela Santos, Gualberto Passos Marques, Guilherme Ganança, Gumerzindo Silva, Gustavo Vasques (n=15)

(H)

Hélder Sousa, Henrique Cabral, Henrique Cerqueira, Henrique Martins de Castro, Henrique Matos, Henrique Pinto, Herlânder Simões, Hernâni Acácio Figueiredo, Hilário Peixeiro, Horácio Fernandes, Hugo Costa, Hugo Guerra, Hugo Moura Ferreira, Humberto Nunes, Humberto Reis (n=15)

(I/João)

Idálio Reis, Ildeberto Medeiros, Inácio Silva, Inês Allen, Isabel Levy Ribeiro, Ismael Augusto, J. Armando F. Almeida, J. C. Mussá Biai, J. F. Santos Ribeiro, J. L. Mendes Gomes, J. L. Vacas de Carvalho, J. M. Pereira da Costa, Jacinto Cristina, Jaime Bonifácio Marques da Silva, Jaime da Silva Mendes, Jaime Machado, Jean Soares, Jéssica Nascimento, João Afonso Bento Soares, João Alberto Coelho, João Alves, João Bonifácio, João Carlos Silva, João Carreiro Martins, João Carvalho, João Cerina, João Crisóstomo, João Dias da Silva, João Graça, João Lourenço, João M. Félix Dias, João Martel, João Martins, João Meneses, João Melo, João Miranda, João Moreira, João Nunes, João Paulo Diniz, João Pereira da Costa, João Rodrigues Lobo, João Rosa, João Ruivo Fernandes, João S. Parreira, João Sacôto, João Santos, João Santiago, João Schwarz, João Seabra, João Varanda, João Vaz (n=51)

(Joaquim / Jochen)

Joaquim Ascenção, Joaquim Cardoso, Joaquim Costa, Joaquim Cruz, Joaquim Fernandes, Joaquim Fernandes Alves, Joaquim Gomes de Almeida (o "Custóias"), Joaquim Guimarães, Joaquim Jorge, Joaquim Luís Fernandes, Joaquim Macau, Joaquim Martins, Joaquim Mexia Alves, Joaquim Nogueira Alves, Joaquim Pinheiro, Joaquim Pinto Carvalho, Joaquim Rodero, Joaquim Ruivo, Joaquim Sabido,Joaquim Soares, Jochen Steffen Arndt (n=21)

(Jorge)


Jorge Araújo, Jorge Caiano, Jorge Canhão, Jorge Coutinho, Jorge Félix, Jorge Ferreira, Jorge Lobo, Jorge Narciso, Jorge Pedro, Jorge Picado, Jorge Pinto, Jorge Rijo, Jorge Rosmaninho, Jorge Santos, Jorge Silva, Jorge Simão, Jorge Tavares, Jorge Teixeira (n=18)

(José)

José Afonso, José Albino, José Almeida, José Álvaro Carvalho, José António Sousa, José António Viegas, José Barbosa, José Barros, José Bastos, José Belo, José Brás, José Carlos Ferreira, José Carlos Gabriel, José Carlos Lopes, José Carlos Neves, José Carlos Pimentel, José Carlos Silva, José Carmino Azevedo, José Carvalho, José Casimiro Carvalho, José Claudino da Silva, José Colaço, José Corceiro, José Cortes, José Crisóstomo Lucas, José Cuidado da Silva, José da Câmara, José Diniz de Souza Faro, José Emídio Marques, José Fernando Estima, José Ferraz de Carvalho, José Ferreira da Silva, José Fialho, José Figueiral, José Firmino, José Francisco Robalo Borrego, José Gonçalves, José Horácio Dantas, José Jerónimo, José João Braga Domingos, José Lima da Silva, José Lino Oliveira, José Luís Vieira de Sousa, José Macedo, José Manuel Alves, José Manuel Cancela, José Manuel Carvalho, José Manuel Lopes (Josema), José Manuel Pechorro, José Manuel Samouco, José Manuel Sarrico Cunté, José Maria Claro, José Maria Monteiro, José Maria Pinela, José Marques Ferreira, José Martins, José Martins Rodrigues, José Matos, José Melo, José Moreira Neves, José Nascimento, José Nunes, José Paracana, José Parente Dacosta, José Pedro Neves, José Pedrosa, José Peixoto, José Pereira, José Pinho da Costa, José Ramos, José Ramos (STM), José Rocha (ou José Barros Rocha), José Rodrigues, José (ou Zeca) Romão,José Rosa da Silva Neto, José Rosário, José Salvado, José Santos, José Saúde, José Sousa (JMSF), José Sousa Pinto, José (ou Zé) Teixeira, José Torres Neves (Padre), José Vargues, José Vermelho, José Zeferino (n=86)

(Jov/Juv)

Joviano Teixeira, Júlia Neto, Júlio Abreu, Júlio Benavente, Júlio César, Júlio Faria, Júlio Madaleno, Juvenal Amado, Juvenal Candeias, Juvenal Danado (n=10)

(L)

Lázaro Ferreira, Leão Varela, Leonel Teixeira, Leopoldo Correia, Lia Medina, Libério Lopes, Lígia Guimarães, Luciana Saraiva Guerra, Luciano de Jesus, Lucinda Aranha, Luís Branquinho Crespo, Luís Camões de Matos, Luís Camolas, Luís Candeias, Luís Carvalhido, Luís de Sousa, Luís Dias, Luís Gonçalves Vaz, Luís Graça [Henriques], Luís Guerreiro, Luís Jales, Luís Marcelino, Luís Miguel da Silva Malú, Luís Mourato Oliveira, Luís Nascimento, Luís Paiva, Luís Paulino, Luís R. Moreira, Luís Rainha, Luiz Farinha, Luiz Figueiredo (n=31)

(Mam/Manuela)

Mamadu Baio, Manuel Abelha Carvalho, Manuel Amante, Manuel Amaro, Manuel Antunes, Manuel Barros Castro, Manuel Bastos Soares, Manuel Bento, Manuel Calhandra Leitão ("Mafra"), Manuel Carmelita, Manuel Carvalhido, Manuel Carvalho, Manuel Carvalho Passos, Manuel Castro, Manuel Cibrão Guimarães, Manuel Coelho, Manuel Correia Bastos, Manuel Cruz, Manuel Domingos Ribeiro, Manuel Domingues, Manuel Freitas, Manuel G. Ferreira, Manuel Gomes, Manuel Gonçalves, Manuel Henrique Quintas de Pinho, Manuel Inácio, Manuel João Coelho, Manuel Joaquim, Manuel José Janes, Manuel Lima Santos, Manuel Luís de Sousa, Manuel Luís Lomba, Manuel Macias, Manuel Maia, Manuel Mata, Manuel Melo, Manuel Oliveira, Manuel Oliveira Pereira, Manuel Palma, Manuel Peredo, Manuel Rebocho, Manuel Rei Vilar, Manuel Reis, Manuel Resende, Manuel Rodrigues, Manuel Salada, Manuel Santos, Manuel Seleiro, Manuel Serôdio, Manuel Sousa, Manuel Tavares Oliveira, Manuel Traquina, Manuel Vaz, Manuel Viegas (n=54)

(Mar / Mig)

Margarida Peixoto, Maria Arminda Santos, Maria Clarinda Gonçalves, Maria de Fátima Santos, Maria Helena Carvalho (ou Helena do Enxalé), Maria Joana Ferreira da Silva, Maria Teresa Almeida, Mário Arada Pinheiro, Mário Armas de Sousa, Mário Beja Santos (ou Beja Santos), Mário Bravo, Mário Cláudio [pseudónimo de Rui Barbot Costa], Mário Cruz ("Shemeiks"), Mário de Azevedo, Mário Dias (ou Mário Roseira Dias), Mário Fitas (ou Mário Vicente), Mário Gaspar, Mário Leitão, Mário Lourenço, Mário Magalhães, Mário Migueis, Mário Oliveira (Capelão do BCAÇ 2930), Mário Santos, Mário Serra de Oliveira, Marisa Tavares, Marta Ceitil, Martins Julião, Maurício Nunes Vieira, Maximino Alves, Melo Silva, Miguel Pessoa, Miguel Ribeiro de Almeida, Miguel Ritto, Miguel Rocha, Miguel Vareta (n=35)

(N)

Natalino da Silva Batista, Nelson Cerveira, Nelson Domingues, Nelson Herbert, NI (Maria Dulcinea), Norberto Gomes da Costa, Norberto Tavares de Carvalho, Nunes Ferreira, Nuno Almeida, Nuno Dempster, Nuno Nazareth Fernandes (n=11)

(O/P/Q)

Orlando Figueiredo, Orlando Pinela, Osvaldo Cruz, Osvaldo Pimenta, Otacílio Luz Henriques, Pacífico dos Reis, Patrício Ribeiro, Paula Salgado, Paulo Lage Raposo (ou Paulo Raposo), Paulo Reis, Paulo Salgado, Paulo Santiago, Pedro Cruz, Pedro Lauret (n=14)

(R)

Ramiro Figueira, Ramiro Jesus, Raul Azevedo, Raul Brás, Raul Castanha, Ribeiro Agostinho, Ricardo Almeida, Ricardo Figueiredo, Ricardo Sousa, Ricardo Teixeira, Rogé Guerreiro, Rogério Cardoso, Rogério Chambel, Rogério Ferreira, Rogério Freire, Rogério Paupério, Rosa Serra, Rui A. Santos, Rui Chamusco, Rui Esteves, Rui Felício, Rui Fernandes, Rui G. Santos, Rui Gonçalves, Rui Pedro Silva, Rui Silva, Rui Vieira Coelho (n=27)

(S/T)

Sadibo Dabo, Santos Oliveira, Sebastião Ramalho Lavado, Sérgio Pereira, Sérgio Sousa, Serra Vaz, Silvério Dias, Silvério Lobo, Sílvia Torres, Sílvio Abrantes ("Hoss"), Souleimane Silá, Sousa de Castro, Susana Rocha, Tibério Borges, Tina Kramer, Tomané Camará, Tomás Carneiro, Tomás Oliveira, Tony Grilo, Tony Tavares (n=20)

(V/X/W/Z)

 Valente Fernandes, Valentim Oliveira, Vasco da Gama, Vasco Ferreira, Vasco Joaquim, Vasco Santos,Victor Alfaiate, Victor Carvalho, Victor Costa, Victor Garcia, Victor Tavares, Virgílio Teixeira, Virgílio Valente, Virgínio Briote, Vitor Caseiro, Vítor Cordeiro, Vitor Ferreira, Vítor Junqueira, Vítor Oliveira, Vítor Raposeiro, Vítor Silva, Zé Carioca (ou José António Carioca) (n=22)


Lista dos amigos/as e camaradas que da lei da morte se foram libertando (n=157):
 

A/B (28)

A. Marques Lopes (1944-2024) 
Agostinho Jesus (1950-2016) 
Alberto Bastos (1948-2022) 
Alcídio Marinho (1940-2021) 
Alfredo Dinis Tapado (1949-2010) 
Alfredo Roque Gameiro Martins Barata (1938-2017) 
Amadu Bailo Jaló (1940-2015) 
Américo Marques (1951-2019) 
Américo Russa (1950-2025) 
António Branquinho (1947-2023) 
António Cunha ("Tony") (c.1950 - c. 2022)  
António da Silva Batista (1950-2016) 
António Dias das Neves (1947-2001) 
António Domingos Rodrigues (1947-2010) 
António Eduardo Ferreira (1950 - 2023)
António Estácio (1947-2022) 
António Manuel Carlão (1947-2018) 
António Manuel Martins Branquinho (1947-2013) 
António Manuel Sucena Rodrigues (1951-2018) 
António Medina (1939-2025) 
António Rebelo (1950-2014) 
António Teixeira (1948-2013) 
António Vaz (1936-2015) 
Armandino Alves (1944-2014) 
Armando Tavares da Silva (1939-2023) 
Armando Teixeira da Silva (1944-2018) 
Augusto Lenine Gonçalves Abreu (1933-2012) 
Aurélio Duarte (1947-2017) 

C/E (22)

Carlos Alberto Cruz (1941-2023) 
Carlos Azeredo (1930-2021) 
Carlos Cordeiro (1946-2018) 
Carlos Domingos Gomes ("Cadogo Pai") (1929-2021) 
Carlos Filipe Coelho (1950-2017) 
Carlos Geraldes (1941-2012) 
Carlos Marques dos Santos (1943-2019) 
Carlos Rebelo (1948-2009) 
Carlos Schwarz da Silva, 'Pepito' (1949-2012) 
Carronda Rodrigues (1948-2023) 
Celestino Bandeira (1946-2021) 
Clara Schwarz da Silva (1915-2016) 
Cláudio Ferreira (1950-2021) 
Coutinho e Lima (1935-2022) 
Cristina Allen (1943-2021) 
Cristóvão de Aguiar (1940-2021) 
Cunha Ribeiro (1936-2023) 
Daniel Matos (1949-2011) 
Domingos Fernandes (1946-2020) 
Eduardo Jorge Ferreira (1952-2019) 
Elisabete Silva (1945-2024) 
Ernesto Marques (1949-2021) 

F/G/H/I (16)

Fernando Brito (1932-2014) 
Fernando Costa (1951-2018) 
Fernando [de Sousa] Henriques (1949-2011) 
Fernando Franco (1951-2020) 
Fernando Magro (1936 - 2023) 
Fernando Rodrigues (1933-2013) 
Florimundo Rocha (1950-2024)
Francisco Parreira (1948-2012) 
Francisco Pinho da Costa (1937-2022) 
França Soares (1949-2009) 
Gertrudes da Silva (1943-2018) 
Humberto Duarte (1951-2010) 
Humberto Trigo de Xavier Bordalo (1935-2024) 
Inácio J. Carola Figueira (1950-2017) 
Isabel Levezinho (1953-2020) 
Ivo da Silva Correia (c. 1974-2017) 

J (38)

João Barge (1945-2010) 
João Cupido (1936-2021)
João Caramba (1950-2013)
João Diniz (1941-2021)
João Henrique Pinho dos Santos (1941-2014)
João Rebola (1945-2018) 
João Rocha (1944-2018) 
João Silva (1950-2022)
Joaquim Cardoso Veríssimo (1949-2010) 
Joaquim da Silva Correia (1946-2021) 
Joaquim Peixoto (1949-2018) 
Joaquim Sequeira (1944-2024) 
Joaquim Vicente Silva (1951-2011) 
Joaquim Vidal Saraiva (1936-2015) 
Jorge Cabral (1944-2021) 
Jorge Rosales (1939-2019)
Jorge Teixeira (Portojo) (1945-2017) 
José António Almeida Rodrigues (1950-2016) 
José António Paradela (1937-2023) 
José Augusto Ribeiro (1939-2020) 
José Barreto Pires (1945-2020) 
José Carlos Suleimane Baldé (c.1951-2022) 
José Ceitil (1947-2020) 
José Eduardo Alves (1950-2016) 
José Eduardo Oliveira (JERO) (1940-2021) 
José Fernando de Andrade Rodrigues (1947-2014) 
José Luís Pombo Rodrigues (1934-2017)
José Manuel Amaral Soares (1945-2024)
José Manuel Dinis (1948-2021) 
José Manuel P. Quadrado (1947-2016) 
José Marcelino Sousa (1949 - 2023) 
José Martins Rosado Piça (1933-2021) 
José Maria da Silva Valente (1946-2020) 
José Marques Alves (1947-2013) 
José Moreira (1943-2016) 
José (ou Zé) Neto (1929-2007) 
José Pardete Ferreira (1941-2021) 
Júlio Martins Pereira (1944-2022) 

L/M/N (31)

Leite Rodrigues (1945-2025) 
Leopoldo Amado (1960-2021) 
Libório Tavares (Padre) (1933-2020) 
Lúcio Vieira (1943-2020) 
Luís Borrega (1948-2013) 
Luís Encarnação (1948-2018) 
Luís Faria (1948-2013) 
Luís F. Moreira (1948-2013) 
Luís Henriques (1920-2012) 
Luís Rosa (1939-2020) 
Luiz Fonseca (1949-2024)
Mamadu Camará (c. 1940-2021) 
Manuel Amaral Campos (1945-2021) 
Manuel Carneiro (1952-2018) 
Manuel Castro Sampaio (1949-2006) 
Manuel Dias Sequeira (1944-2008)
Manuel Marinho (1950-2022) 
Manuel Martins (1950-2013)
Manuel Moreira (1945-2014) 
Manuel Moreira de Castro (1946-2015) 
Manuel Varanda Lucas (1942-2010) 
Manuel Gonçalves (Nela (1946-2019 (*) 
Marcelino da Mata (1940-2021) 
Maria da Piedade Gouveia (1939-2011) 
Maria Ivone Reis (1929-2022) 
Maria Manuela Pinheiro (1950-2014) 
Mário de Oliveira (Padre) (1937-2022) 
Mário Gualter Pinto (1945-2019)
Mário Vasconcelos (1945-2017)
Nelson Batalha (1948-2017) 
Nuno Rubim (1938-2023)

O a Z (22)

Otelo Saraiva de Carvalho (1936-2021) 
Paulo Fragoso (c.1947-2021) 
Queta Baldé (1943-2021) 
Raul Albino (1945-2020) 
Renato Monteiro (1946-2021)
Regina Gouveia (1945-2024) 
Rogério da Silva Leitão (1935-2010) 
Rui Alexandrino Ferreira (1943-2022) 
Rui Baptista (1951-2023) 
Teresa Reis (1947-2011) 
Torcato Mendonça (1944-2021)
Umaru Baldé (1953-2004) 
Valdemar Queirós (1945-2025)
Vasco Pires (1948-2016) 
Veríssimo Ferreira (1942-2022) 
Victor Alves (1949-2016) 
Victor Barata (1951-2021) 
Victor Condeço (1943-2010) 
Victor David (1944-2024) 
Vítor Manuel Amaro dos Santos (1944-2014) 
Xico Allen (1950-2022) 
Zélia Neno (1953 - 2023)

Falecidos no ano em curso (2025): 

  • Leite Rodrigues (1945-2025)
  • Américo Russa (1950-2025) 
  • António Medina (1939-2025) 
  • Victor David (1944-2024) (notícia só conhecida em 2025)
  • Valdemar Queirós (1945-2025)


Últimas dez entradas (da mais recente para a menos recente; entre parênteses, o n.º de grão-tabanqueiro):

  • Vilma Crisóstomo (900)
  • Leite Rodrigues (899)
  • Aníbal José da Silva (898)
  • Angelino Santos Silva (897)
  • Jorge Pedro (896)
  • José Manuel Amaral Soares (895)
  • António Galinha Dias (894)
  • Eugénio Ferreira (893)
  • Elisabete Silva (892)
  • Aurélio Trindade (891).

_______________

Nota do editor:

Último poste da série > 2 de março de 2025 > Guiné 61/74 - P26544: Tabanca Grande (569): Vilma Crisóstomo, esposa do nosso camarada João Crisóstomo, que se senta no lugar n.º 900 sob o nosso "poilão sagrado"

domingo, 15 de abril de 2007

Guiné 63/74 - P1664: Composição da CART 3494 (Xime e Mansambo, 1972/74) (Sousa de Castro)


Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Xime > 1972 > Militares da CART 3494, em passeio despreocupado pela tabanca do Xime. O Sousa de Castro é o segundo a contar da esquerda para a direita.

Foto: © Sousa de Castro (2005). Direitos reservados.

Guiné > Zona Leste > Sector L1 > Bambadinca > Campa do José Maria da Silva e Sousa, que morreu afogado no Rio Geba, em 10 de Agosto de 1972. Era soldado da CART 3494, pertencente ao BART 3873. Este batalhão, sedeado com a respectiva CCS em Bambadinca (1972/74), tinha três unidades de quadrícula no Sector L1: CART 3493 (Mansambo, 1972/1973); CART 3494 (Xime e Mansambo, 1972/1974); CART 3492 (Xitole, 1972/74).

Foto: © Sousa de Castro (2007). Direitos reservados.

1. Mensagem, de 5 de Fevereiro último, do nosso tertuliano nº 2, o Sousa de Castro (2006) (ex-1º cabo de transmissões da CART 3494, Xime e Mansambo, 1972/74).


Carissímos ex-combatentes:

Junto a seguir listagem do número de elementos que formaram a CART 3494 (Guiné 1971/1974, Xime e Mansambo). Também uma foto da campa de um soldado que ficou enterrado em Bambadinca, curiosamente esta campa da foto passou em imagens da RTP por ocasião da última reportagem sobre os cemitérios no Ultramar (1). De referir que não consta nos ficheiros os nomes dos Sold Manuel Salgado Antunes e Sold Abraão Moreira Rosa. Estes dois desapareceram de vez no Rio Geba quando iam para uma operação ao Mato Cão.

Abraços, Sousa de Castro

2. Posto e nome do pessoal que compunha a CART 3494:
(Assinalam-se, a negrito, e com o respectivo endereço de e-mail, os que pertencem à nossa tertúlia)

Cap Art Victor Manuel da Ponte Silva Marques
Cap Art António José Pereira da Costa (Agosto de 1972)
Cap Mil Luciano Carvalho da Costa (Novembro de 1972)
Alf Mil Art Acácio Dias Correia
Alf Mil Art António José Serradas Pereira
Alf Mil Art Eduardo A. P. Oliveira
Alf Mil Art João P. R. C. Guimarães
Alf Mil Art Joaquim Silva Martins
Alf Mil Art José Henrique Fernandes Araújo
Alf Mil Art Manuel Barbosa Carneiro
Alf Mil Art Manuel Jorge Martins Gomes
Maurício Viegas
Josué Chinelo Fortunato
1º Sarg Art Carlos de Sousa Simões
1º Sarg Art Orlando Bilro Bagorro
Fur Mil Alim Abílio do Carmo Alves de Oliveira
Fur Mil Inf António de Sousa Bonito
Fur Mil Art António Espadinha Carda
Fur Mil Art Cláudio Manuel Marques Ferreira
Fur Mil Art Inácio José Carola Figueira
Fur Mil Art João António David Godinho
Fur Mil Jorge Alves Araújo
Fur Mil Art José Agostinho B. Vilela Peixoto
Fur Mil José Fernando da Costa Padeiro
Fur Mil Svc Mat José Carlos Mendes Pinto
Fur Mil Enf José Luís Carvalhido da Ponte
Fur Mil Art Luciano J. M. de Jesus
Fur Mil Trms Luís Coutinho Domingues
Fur Mil Art Manuel Benjamim Martins Dias
Fur Mil Art Manuel da Rocha Bento (Morto em combate em 22 de Abril de 1972
Fur Mil Mário Maria Neves
Fur Mil Inf Raul Magro Sousa Pinto
1º Cabo Abílio Soares Rodrigues
1º Cabo Adelino Alves Pereira
1º Cabo Adriel da Costa Lourenço
1º Cabo (Enfermeiro) Alcindo Joaquim Pereira da Silva
1º Cabo (Condutor) Alcino Rodrigues da Costa
1º Cabo (Condutor) Amandino Carvalho dos Santos
1º Cabo António Augusto de Jesus Santos
1º Cabo António dos Santos Pinheiro
1º Cabo António Francisco Leite Avelino
1º Cabo António João Mendes Morais
1º Cabo (Radiotelegrafista) António Manuel Sousa de Castro
1º Cabo (Padeiro) Carlos Bento Fialho
1º Cabo Carlos José Pereira
1º Cabo Diamantino de Oliveira
1º Cabo Fernando Manuel da Silva
1º Cabo (Enfermeiro) Fernando Monteiro Botelho Gomes
1º Cabo Fernando Silva
1º Cabo Francisco Adolfo Pereira Ribeiro
1º Cabo Francisco da Costa Pereira
1º Cabo Jacinto Dias Nunes
1º Cabo (Cozinheiro) João Domingos de Sousa Machado
1º Cabo Joaquim da Silva Oliveira
1º Cabo Joaquim Neves Carvalho
1º Cabo Joaquim Olimpo Milheiro da Volta e Silva
1º Cabo José do Nascimento Ramos
1º Cabo José Mano Sebastião
1º Cabo José Martins Mendes
1º Cabo Laurentino Bandeira dos Santos
1º Cabo Lúcio Damiano Monteiro da Silva
1º Cabo (Cripto) Luís Fernando Pereira Romão
1º Cabo Manuel Amorim do Alto
1º Cabo (Morteiro 81 mm) Manuel da Cruz Ramos
1º Cabo Manuel de Medeiros
1º Cabo Manuel de Sousa Monteiro
1º Cabo Manuel Fernando Valente Marques da Cruz
1º Cabo Manuel Gonçalves
1º Cabo Manuel Lopes de Azevedo
1º Cabo Manuel Pais Moreira
1º Cabo Paulo José Pereira Martins Cândido
1º Cabo Vasco Alfredo de Matos Miranda
Soldado Abel Maia de Pinho Campos
Soldado Abraão Moreira Rosa (desaparecido no Rio Geba em 10-08-1972)
Soldado Adão Manuel Gomes da Silva
Soldado Adílio do Carmo Alves de Oliveira
Soldado Adriano Almeida da Conceição
Soldado Alcides de Sá Pinto Castro
Soldado Alcino Rodrigues da Fonseca
Soldado Alfredo Barbedo Pereira
Soldado Alvarinho Moreira da Silva
Soldado Álvaro dos Santos Ferreira
Soldado Amândio Martins Domingues
Soldado (Radiotelegrafista)António Alves Ramos
Soldado António Augusto Cardoso
Soldado António da Costa
Soldado António da Costa Valentim
Soldado António de Jesus Matias
Soldado António de Oliveira Fonseca
Soldado António dos Santos Azevedo
Soldado António dos Santos Reis
Soldado António Fernando Martins Correia
Soldado António Ferreira Lopes
Soldado António Gomes de Azevedo
Soldado António Jorge Gomes
Soldado (Condutor auto) António Júlio Peixoto
Soldado António Pereira Pinto
Soldado António Soares da Silva
Soldado Armando Alves Dias
Soldado (Trms Inf) Augusto de Oliveira Meireles
Soldado Augusto Vieira Fidalgo
Soldado Carlos Alberto Carvalho da Cunha
Soldado Carlos Dias da Silva
Soldado Carlos dos Santos Monteiro
Soldado Carlos Duarte Teixeira
Soldado Carmindo de Oliveira Moreira
Soldado Carmindo Franklim Tavares da Silva
Soldado Celestino da Cunha Rodrigues
Soldado Cesário Mendes de Pinho
Soldado David Fernandes
Soldado (Aux Cozinheiro) Dionísio Dantas Fernandes
Soldado Eduardo Barata Santos
Soldado Eduardo João de Oliveira Ferreira
Soldado (Trms Inf) Emílio Lima Tojal
Soldado Fernando José Pereira de Almeida Ramos
Soldado Fernando Loureiro de Sousa
Soldado Fernando Martins Teixeira
Soldado Francisco da Costa Ferreira Inocêncio
Soldado Gregório Caetano dos Santos
Soldado Ilídio Ferreira Amaral
Soldado Ismael de Oliveira Pires
Soldado Jaime da Costa Latada
Soldado (Cozinheiro) João da Silva Torres
Soldado João de Almeida Pereira Cardoso
Soldado João Ferreira Gomes
Soldado João Pereira Rodrigues
Soldado Joaquim Carlos Gomes Cerqueira
Soldado Joaquim da Costa Macedo
Soldado Joaquim de Jesus Fernandes
Soldado Joaquim Lino Monteiro
Soldado Joaquim dos Santos Dias
Soldado Joaquim Gomes de Azevedo
Soldado Joaquim Manuel Lino Monteiro
Soldado Joaquim Moreira de Sousa
Soldado Joaquim Pereira de Sousa Ferreira
Soldado Joaquim Torres da Trindade
Soldado Jorge Manuel Marques da Costa
Soldado José de Sousa Monteiro
Soldado (Trms Inf) José do Espírito Santo Vicente
Soldado José Duarte Neves de Campos
Soldado José Fernando da Cruz Moreira
Soldado José Fernando Moreira Dias
Soldado José Gomes Leopoldino
Soldado José Gonçalves de Almeida
Soldado José Joaquim Terra
Soldado José Jorge Antunes Dias
Soldado José L. P. Santos
Soldado José Maria da Silva e Sousa (morto no Rio Geba em 10 de Agosto de 1972)
Soldado Lícinio de Almeida Pereira
Soldado Licínio Domingos Andrade
Soldado Luís Carlos Soares de Oliveira
Soldado Luís dos Santos
Soldado Manuel Adão Freitas
Soldado Manuel Alberto de Almeida
Soldado Manuel Carlos da Silva
Soldado Manuel Carvalho de Sousa
Soldado Manuel da Fonseca Gonçalves
Soldado Manuel da Silva
Soldado Manuel da Silva Amorim
Soldado Manuel de Jesus da Costa
Soldado Manuel de Sousa Monteiro
Soldado Manuel Dias Jeremias
Soldado Manuel Gonçalves da Costa
Soldado (condutor auto) Manuel Guedes Ferreira
Soldado Manuel Henrique Moreira
Soldado Manuel José Gomes
Soldado Manuel Martins Mendes
Soldado Manuel Nunes Pereira
Soldado Manuel Óscar de Almeida
Soldado Manuel Paiva Duarte Almeida
Soldado Manuel Pedrosa Alves do Couto
Soldado Manuel Salgado Antunes (desaparecido no Rio Geba em 10 de Agosto de 1972)
Soldado (Trms Inf) Mário Campos Marinho
Soldado Mário Rodrigues Nascimento
Soldado Nelson Marques Cardoso
Soldado Ricardo de Almeida Teixeira
Soldado Ricardo Silva do Nascimento
Soldado (Radiotelegrafista)Rogério Tavares da Silva
Soldado Salvador Pinto Carriço
Soldado Sérgio Ferreira Fernandes
Soldado Silvério Augusto Mano Reverendo
Soldado Silvino Vaz da Rosa e Silva
Soldado Victor Manuel Ferraz da Rocha Cardoso
Soldado Virgilio Duarte

TOTAL: 184 HOMENS

________

Nota de L.G.:

(1) Vd. post de 2 de Fevereiro de 2007 > Guiné 63/74 - P1488: Vídeos (1): Reportagem da RTP sobre os talhões e cemitérios militares no Ultramar (Jorge Santos)

domingo, 2 de junho de 2013

Guiné 63/74 - P11663: VIII Encontro Nacional da Tabanca Grande (9): Faltam três dias para fechar as inscrições... E já somos 123 à mesa!


Infografia: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné (2013)


1. Mensagem da Comissão Organizadora do VIII Encontro Nacional da Tabanca Grande:

Prazo limite para inscrições - 4 de Junho

Aceitam-se desistências até ao dia limite das inscrições.

Fora desse prazo os inscritos faltosos serão responsabilizados pelas despesas imputadas à sua não comparência.

P'la Organização do Encontro,
Carlos Vinhal

2. Até 1 de junho, a 3 dias de fechar as inscrições, tínhamos já 123 tabanqueiros (incluindo acompanhantes) inscritos no nosso próximo convívio anual que vai ser, como é sabido, em Monte Real, no próximo dia 8, sábado (*).  

A todos/as, estamos muito obrigados pela amizade e camaradagem com que nos honram, aceitando o nosso convite para a festa  da nossa Tabanca, pelo oitavo ano consecutivo (o I Encontro Nacional realizou-se na Ameira, Montemor-O-Novo, em 2006). 

Como se pode ver pela figura acima, a proveniência geográfica dos inscritos é sensivelmente igual à dos anos anteriores, com destaque para a malta que vem da Grande Lisboa, do Grande Porto e da Região Centro (cerca de 85% do total). Temos gente de todo o país, de norte a sul, de leste a oeste. Pena é que as regiões autónomas dos Açores e da Madeira não estejam representadas, desta vez. (O que não é bem assim: temos o Henrique Matos que representa duas regiôes, a de nascimento, os Açores; e a de adoção, o Algarve, o sul...).

Em contrapartida, vamos ter connosco o Manuel Dias Pinheiro (, nosso tabanqueiro desde 22/8/2012)
e a esposa, a viverem atualmente em Madrid. São os nosso dignos representantes da "diáspora".

E, também como acontece todos os anos, temos camaradas, "piras", que vêm ao nosso encontro pela primeira vez. Cite-se por exemplo o  João Martins ( e a esposa Graça Maria). Vamos ter ainda, como já é habitual, também os nossos escritores que vão lançar os seus últimos livros, da parte da tarde. É o caso,  este ano,  do Manuel Maia e o José Saúde...

Como acontece todos os anos também, há camaradas
que não podem vir, por razões de calendário ou
outras, de força maior, e nomeadamente de saúde. Muito nos alegra saber que, mesmo convalescentes, acabados de superar uma situação delicada de saúde, há camaradas que arranjaram força e coragem para se juntar ao resto do pessoal!...

Foi o caso, por exemplo, do Victor Tavares (um dos nossos heróis de Guidaje, ex-1º cabo paraquedista, CCAÇ 121/BCP 12, BA 12, 1972/74). Foi o Paulo Santiago que nos deu a feliz notícia, anteontem, dia 31: "Boa Tarde Vinhal, Miguel... Podem inscrever o Victor Tavares,acabei de almoçar com ele e mais dois Páras. Está a recuperar bem. Miguel: Não é necessário crachá para o Victor. Manipulei o meu e fiz outro com o nome dele. Recebam um abraço. P. Santiago".

Não poderia esquecer os "repetentes", os "fidelíssimos"... Alguns, como o António Santos, são tão fãs do Encontro Nacional da Tabanca Grande que até trazem a família completa: mulher, filhos e netos... É de se lhes tirar o quico!

Até Monte Real., dia 8. Um fraterno Alfa Bravo. L.G.
_________________


LISTA DOS 123 MAGNÍFICOS, QUE ATÉ 1/6/2013 DISSERAM QUE VÃO ESTAR EM MONTE REAL, EM 8 DE JUNHO DE 2013, NO NOSSO VIII ENCONTRO NACIONAL

Agostinho Gaspar - Leiria (C)
Alberto Branquinho - Lisboa (GL)
Alcídio Marinho e Rosa - Porto (P)
Alvaro Vasconcelos e Lourdes - Baião (N)
António Augusto Proença, Beatriz e Sofia - Covilhã (C)
António da Costa Moitas e Maria dos Anjos - Grijó / V. N. de Gaia (GP)
António Estácio - Lisboa (GL)
António Fernando Marques e Gina - Cascais (GL)
António Garcez Costa - Lisboa (GL)
António José Pereira da Costa e Isabel - Mem Martins / Sintra (GL)
António Manuel Sucena Rodrigues e Rosa Maria - Oliveira do Bairro (C)
António Maria Silva - Sintra (GL)
António Martins de Matos - Lisboa (GL)
António Pimentel e acompanhante - Figueira da Foz (C)
António Sampaio e Clara - Leça da Palmeira / Matosinhos (GP)
António Santos, Graciela, filhos e netos - Caneças / Odivelas (GL)
António Sousa Bonito - Carapinheira / Montemor-o-Velho (C)
Arlindo Farinha - Almoster Avz / Alvaiázere (C)
Augusto Pacheco - Maia (GP)

C. Martins - Penamacor (C)
Carlos Paulo e Lourdes - Coimbra (C)
Carlos Pinheiro e Maria Manuela - Torres Novas (C)
Carlos Pinto e Maria Rosa - Reboleira / Amadora (GL)
Carlos Vinhal e Dina Vinhal - Leça da Palmeira / Matosinhos (GP)

David Guimarães e Lígia - Espinho (GP)
Delfim Rodrigues - Coimbra (C)

Eduardo Campos - Maia (GP)
Eduardo Magalhães Ribeiro e Carlos Eduardo - Porto (GP)
Eduardo Moreno - Vila Real (N)
Ernestino Caniço - Tomar (C)

Fernandino Leite - Maia (GP)
Fernando Súcio - Vila Real (N)

Henrique Matos - Olhão (S)
Hugo Eugénio Reis Borges - Lisboa (GL)
Humberto Reis e Joana - Alfragide / Amadora (GL)

João Alves Martins e Graça Maria - Lisboa (GL)
João Marcelino - Lourinhã (S)
João Santos - Porto (GP)
Joaquim Carlos Peixoto e Margarida - Penafiel (GP)
Joaquim Mexia Alves - Monte Real / Leiria (C)
Joaquim Nunes Sequeira e Mariete - Colares / Sintra (GL)
Joaquim Sabido e Albertina - Évora (S)
Jorge Araújo e Maria João - Almada (S)
Jorge Cabral - Lisboa (GL)
Jorge Canhão e Maria de Lurdes - Oeiras (GL)
Jorge Loureiro Pinto - Sintra (GL)
Jorge Picado - Ílhavo (C)
Jorge Rosales - Monte Estoril / Cascais (GL)
José Araújo dos Santos - Figueira da Foz (C)
José Armando F. Almeida - Albergaria-a-Velha (C)
José Augusto Ribeiro - Condeixa (C)
José Barros Rocha - Penafiel (GP)
José Casimiro Carvalho - Maia (GP)
José Eduardo Oliveira - Alcobaça (C)
José Fernando Almeida e Suzel - Óbidos (C)
José Manuel Cancela e Carminda - Penafiel (GP)
José Manuel Lopes e Luísa - Régua (N)
José Ramos Romão e Emília - Alcobaça (C)
José Saúde - Beja (S)
José Zeferino - Chamusca (C)
Juvenal Amado - Fátima / Ourém (C)

Luís Graça e Alice - Alfragide / Amadora (GL)
Luís R. Moreira - Cacém / Sintra (GL)

Manuel Carmelita e Joaquina - Vila do Conde (GP)
Manuel Dias Pinheiro e Maria Inicia - Madrid / Espanha (Estrang)
Manuel Domingos Santos - Leiria (C)
Manuel Gonçalves e Maria de Fátima - Carcavelos / Cascais (GL)
Manuel Joaquim e Deonilde - Agualva Cacém / Sintra (GL)
Manuel Lima Santos e Maria de Fátima - Viseu (C)
Manuel Maia - Moreira / Maia (GP)
Manuel Vaz - Beiriz / Póvoa de Varzim (GP)
Miguel e Giselda Pessoa - Lisboa (GL)

Paulo Santiago - Aguada de Cima / Águeda (C)

Raul Albino e Rolina - Vila Nogueira de Azeitão / Setúbal (S)
Ribeiro Agostinho e Elisabete - Leça da Palmeira / Matosinhos (GP)
Ricardo Sousa e Georgina Cruz - Lisboa (GL)
Rui Silva e Regina Teresa - Sta. Maria da Feira (N)
Rui Trindade Doutel Guerra Ribeiro - Lisboa (Gl)

Simeão Ferreira - Monte Real / Leiria (C)

Victor Tavares - Recardães / Águeda (C)
_________________

Nota do editor:

Último poste da série > 25 de maio de 2013 >  Guiné 63/74 - P11629: VIII Encontro Nacional da Tabanca Grande (8): Estamos a poucos dias de fechar as inscrições

sábado, 20 de julho de 2024

Guiné 61/74 - P25765: (De) Caras (213): Não conheci pessoalmente o cap inf Manuel Aurélio Trindade, último cmdt da 4ª CCAÇ e primeiro cmdt da CCAÇ 6 (Rui Santos, ex-alf mil, 4ª CCAÇ e CIM Bolama, Bedanda e Bolama, 1963/65)




Rui Santos, ontem e hoje




Mealhada > Pedrulha > Restaurante "A Portagem" > 2º Encontro Nacional das Onças Negras de Bedanda, 1967/74) > Da esquerda para a direita, o ex-cap Trindade, o primeiro cmdt da CCAÇ 6 (e o último da 4ª CCAÇ) Lassano Djaló, Rui Santos e o Amará Camará.

Foto (e legenda): © António Teixeira (2012). Todos os direitos reservados. [Edição e legendagem complementar: Blogue Luís Graça & Camaradas da Guiné]


1. Mensagem de Rui Santos, ex-alf mil, 4ª CCAÇ e CIM Bolama (Bedanda e Bolama, 1963/65) (integra a nossa Tabanca Grande desd2e 27/12/2009)


Data - quinta, 4/07/20024 17:32~

Assunto - Honras de Tabanca Grande para o nosso "bedandense" Aurélio Trindade

Amigo Luis

Venho só hoje "responder" .. á tua resposta ... Não o conheci pessoalmente, ao capn  Manuel Aurélio Trindade, sei que esteve em Bedanda, sai daí em junho de 1964 a caminho de Bolama (fui a Bissau buscar a minha mulher e seguimos direto para a antiga capital da Guiné).

Os comandantes de companhia que tive em Bedanda foram: cap Alcides Sacramento Marques,   o melhor militar que conheci .... Veio depois, e se não me engano, o amigo Renato .... e depois o João José Louro Rodrigues de Passos que trocou com o Câmara Tavares e foi para Bolama ... A perseguição continuou, feitios adversos ...

Adoro pensar que fui um militar cumpridor e tenho vergonha de saber de outros que não o foram. De vez em quando estou com uns "desejos" de voltar á Guiné e "sentir as balas zunindo ao meu redor, os rebentamentos dos morteiros do IN e dos meus, as basucadas que enviei bem como as que recebi para não falar das granadas de mão que (graças a Deus a maior parte ainda vinha integral com cavilha e tudo) para não falar do canhão sem recuo do IN... ~

Depois fui para Bolama onde do lado de lá do canal cerca de 1,5 Km de Bolama, eram atacados de vez em quando- Euanto estive com minha mulher e filha, foram atacados em grande força pelo menos duas vezes, e as balas por cima de nós passavam...

Ainda fui com os "meus" 110 recrutas, tomar conta do aquartelamento de Fulacunda, pois a Companhia  ali estacionada saiu numa operação, e ali estivemos uns dias ... felizmente calmos.

Há um episódio que relatei e comuniquei a diversas entidades ....Sem uma única perguunta  perla parte deles... como sempre andei por fora do aquartelamento mas ate cerca de 10 metros do arame farpado sebe exterior, sem armamento nenhum e vejo do lado de fora um "homem" todo nú a andar na minha direcção, ele também me viu ... estacou tal como eu ... chamei e ele, em passo rápido a andar como um homem ... pois era um grande ser com mais uns 15/20 ctms de altura que eu, muito bem constítuido. fui chamar os sargentos mas cheguei á conclusão que não pois estávamos em Zona de perigo.

E assim está o resumo de uma parte da minha "Guerra" na Guiné ...que adorei

Obrigado, Luis

2. Comentário do editor LG:

Rui, os Cmdt da tua velhinha 4ª CCAÇ, por ordem cronológica (1961-1967), segundo a Ficha de Unidade (a):

  • Cap Inf Manuel Dias Freixo
  • Cap Inf António Ferreira Rodrigues Areia
  • Cap Inf António Lopes Figueiredo
  • Cap Inf Renato Jorge Cardoso Matias Freire (o nosso Jorge (George) Freire, a viver nos EUA)
  • Cap Inf Nelson João dos Santos
  • Cap Mil Inf João Henriques de Almeida
  • Cap Inf Alcides José Sacramento Marques
  • Cap Inf João José Louro Rodrigues de Passos
  • Cap Inf António Feliciano Mota da Câmara Soares Tavares
  • Cap Inf Aurélio Manuel Trindade
(a) Os Cmdts Comp são apenas indicados a partir de 1jan61.
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Nota do editor:

terça-feira, 11 de junho de 2013

Guiné 63/74 - P11693: Notas de leitura (490): República e Colonialismo na África Portuguesa, coordenação de Fernando Tavares Pimenta (Mário Beja Santos)

1. Mensagem do nosso camarada Mário Beja Santos (ex-Alf Mil, CMDT do Pel Caç Nat 52, Missirá e Bambadinca, 1968/70), com data de 28 de Fevereiro de 2013:

Queridos amigos,
O conjunto de estudos que esta publicação alberga são surpreendentes e dão-nos a possibilidade de analisar como o republicanismo foi um decisivo elo de ligação entre a Monarquia Constitucional e o Estado Novo no que tange à defesa das colónias.
No contexto do pan-africanismo, Julião Soares Sousa dá-nos uma estimulante leitura da Liga Guineense e do Centro Escolar Republicano de Bissau e as relações tensas e inconciliáveis que a Liga manteve com o Governo da província, a propósito da guerra de Bissau de 1915.

Ensaios de grande qualidade cuja leitura se recomenda, sem qualquer hesitação.

Um abraço do
Mário


Republicanismo e colonialismo na I República: 
A Liga Guineense

Beja Santos

“República e Colonialismo na África Portuguesa”, coordenação de Fernando Tavares Pimenta, Edições Afrontamento, 2012, reúne um conjunto de estudos cujo objetivo é analisar a receção do republicanismo em contexto colonial, nomeadamente a forma como os republicanos foram portadores de mudança ao nível da vida política das colónias portuguesas. É uma leitura que provoca surpresas e ajuda a dissipar equívocos amontoados sobre a chamada negligência republicana quanto ao Ultramar.

Um trabalho de Luís Reis Torgal à volta de António José de Almeida e a sua experiência africana é esclarecedor quanto à continuidade republicana face à conceção do Império, e maca também as distinções face à Monarquia. Começa por observar que a designação de colónias apareceu no século XX. Na Carta Constitucional de 1826, que vigorou até 1910, falava-se de províncias ultramarinas. Implantada a República, a Constituição de 1911 refere “Da administração das Províncias Ultramarinas”. A legislação especial traz títulos como os seguintes Lei Orgânica da Administração Civil das Províncias Ultramarinas, isto em 1914, era ministro das Colónias Alfredo Augusto Lisboa de Lima. Em 1917, num ministério liderado por Afonso Costa, era ministro das Colónias Ernesto de Vilhena foram decretadas as primeiras cartas orgânicas das Províncias relativas à Guiné e depois a Angola. Só após a revisão de 1920 da Constituição se passou ao termo colónia, tendendo a sua organização para um carácter centralizador, com a criação dos Altos-comissários da República para as Colónias. Em 1924 foi criada a Agência Geral das Colónias, que será dirigida até 1932 por Armando Cortesão. O Ministério das Colónias surge logo a seguir à implantação da República, foi um cargo fundamentalmente entregue a militares, do Exército e da Marinha, que pode ser justificado pela experiência que os militares tinham das colónias. O regime dos Altos-comissários desapareceu com a Ditadura Nacional, esta afirmou-se pelo seu espírito centralizador, dando ênfase ao protecionismo dos indígenas. Recorde-se o Regulamento do Trabalho Indígena, datado de Maio de 1911. Mas a revolução de 28 de Maio de 1926 não alterou essencialmente as leis da República. O próprio Ato Colonial, de 1930, reafirmou todo este sistema legal. Tem Reis Torgal propriedade quando diz que no fundo não há diferenças essenciais entre as lógicas coloniais monárquica constitucionalista, republicana, ditatorial e estadonovista.

Uma nova atmosfera vai emergir com o pan-africanismo, houve em Portugal uma sensibilidade precoce para os movimentos defensores dos africanos. Como se pode ler em o Correio de África, de Julho de 1921, a propósito de eleições para deputados e senadores, num manifesto “Ao Povo de África”: “Não confieis de outras mãos que não sejam as dos vossos patrícios africanos o encargo de vos redimires. Só estes é que conhecem os vossos sofrimentos. Só estes poderão lutar pelas vossas aspirações”. No mês anterior surgira a Liga Africana de Lisboa. Multiplicaram-se por toda a Europa congressos pan-africanos, a eles aderiram delegações das províncias da Guiné e de Cabo Verde, a Liga dos Interesses Indígenas de S. Tomé e Príncipe, a Liga Angolana, o Grémio Africano de Lourenço Marques e a Liga Africana de Lisboa. A mudança de terminologia de colónias para províncias ultramarinas só ocorreu no Estado Novo, em 1951, mantendo-se a lei do indigenato na Guiné, Angola e Moçambique (recorde-se que em Cabo Verde nunca houve indigenato).

A diferença substancial entre a política monárquica e política republicana esteve na ideia de Império, já que os republicanos tinham polemizado com os monárquicos, acusando os primeiros os segundos de negligência e amesquinhamento das questões ultramarinas, fundamentalmente na questão do ultimato. Os republicanos estavam indelevelmente ligados a uma conceção nacionalista e imperialista. Reis Torgal lembra "Alma Nacional", o título da revista dirigida por António José de Almeida em 1910, a defesa das colónias pesou profundamente na entrada de Portugal na guerra de 1914-1918. Não é por acaso que no Mosteiro da Batalha estão dois soldados desconhecidos, ali sepultados em 1922, para significar os nossos caídos na Flandres e em África. Muitos republicanos de diferentes matizes estiveram intimamente ligados a África. António José de Almeida, médico em S. Tomé durante 7 anos; Brito Camacho, alto-comissário em Moçambique; Norton de Matos, ministro das Colónias e depois alto-comissário em Angola; Cunha Leal, chefe de brigada na Companhia dos Caminhos de Ferro de Angola, e muitos outros.

Em suma, I República continuou a política colonialista da Monarquia Constitucional. Defenderam-na com rasgo ao tempo em que outras potências europeias punham em causa o domínio português, procuraram melhorar as condições dos indígenas e acusaram os colonos de atos de desumanidade e exploração. Mesmo quando atacaram o clero, não deixaram de elogiar os missionários, como o fez António José de Almeida relativamente a D. António Barroso.

Julião Soares Sousa estudou a Liga Guineense e o Centro Escolar Republicano de Bissau. Havia nestas iniciativas a convicção de que a República iria abrir portas para uma alteração efetiva da condição das colónias. A Liga Guineense surgiu em 25 de Dezembro de 1910, numa assembleia de “nativos da Guiné”, era constituída uma associação escolar e instrutiva, a Liga. Em Junho seguinte foram eleitos os primeiros gerentes. Em 12 de Janeiro de 1911 foi criado o Centro Escolar Republicano, alguns dos membros da sua direção também pertenciam à Liga Guineense. Que se propunha a Liga? Fazer propaganda da instrução e estabelecer escolas; trabalhar para o progresso e desenvolvimento da Guiné; e pugnar para o bem geral dos consócios. E quanto ao Centro Republicano? Criar escolas diurnas para os filhos dos sócios e indigentes; proporcionar aos sócios leituras e distrações nos dias em que as escolas não funcionassem; promover conferências educativas. O Centro integrava nativos da Guiné, cabo-verdianos e portugueses metropolitanos; a Liga só admitia nativos integrados num conjunto de categorias sociais: marítimos, artífices, grumetes e empregos de comércio e indústria. O número de escolas era reduzidíssimo. Marques Geraldes, num texto publicado no Boletim da Sociedade Portuguesa de Geografia, em 1887, referia apenas existirem 3 escolas na província (Bolama, Bissau e Cacheu). Era uma constante de todos os relatórios, a queixa permanente da falta de estabelecimentos de ensino. O historiador guineense analisa detalhadamente a evolução da Liga, como esta intentou colaborar com o Governo da província até radicalizar o seu discurso. Por exemplo criticando a péssima administração da província, censurando as deportações para S. Tomé e Príncipe, isto logo em 1913, altura em que em Bolama era fundado o Grémio Desportivo e Literário Guineense. As relações da Liga com Teixeira Pinto são tensas e inconciliáveis, a Liga será ilegalizada, o detonante terá sido a guerra de Bissau de 1915.

Um conjunto de estudos da maior importância para a compreensão dos ideais republicanos no contexto da política colonial e colonialista.
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Nota do editor

Último poste da série de 7 DE JUNHO DE 2013 > Guiné 63/74 - P11680: Notas de leitura (489): O Homem a quem chamaram G3, por António Trindade Tavares (Mário Beja Santos)

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Guiné 63/74 - P16665: Inquérito 'on line' (79): Com 60 respostas, até ontem às 18h, e a dois dias de "fecharem as urnas", temos apenas 11 casos de deserção no CTIG... Precisamos de chegar às 100 respostas... e nomear a(s) companhia(s), no CTIG, em que tenha havido um ou mais casos de desertores, antes do embarque e/ou depois do embarque: depoimentos, precisam-se!


Foto nº 1


Foto nº 2

"O Homem a Quem Chamaram G3"... O fuzileiro António Trindade Tavares,  o célebre G3, que desertou em 1968... Acabou por apanhar cinco anos de prisão pelo crime de deserção... Aqui no forte de Elvas, s/d (foto nº 1). Nasceu em Lisboa (em 1944) (foto nº2).

Fotos da página do Facebook, do seu livro, com a devida vénia. Sobre o autor e o livro, clicar aqui para saber mais:

"A história de António teria tudo para ser igual a tantas outras. Nascido em Lisboa durante os tempos de racionamento da Segunda Guerra Mundial e pobreza do Estado Novo, criou-se e cresceu pelas ruas de Alcântara e do bairro do Alvito, entre cowboiadas, tiro aos pardais, pancadarias, gazeta à escola e trabalho infantil até ser chamado para a Guerra Colonial. 

"Como tantos outros Fuzileiros, viu-se na Guiné tentando chegar vivo até ao fim do seu tempo de tropa, mas umas rodadas de cerveja com as pessoas erradas desviaram-lhe a vida do curso previsto. A partir deste momento ficou para sempre conhecido como G3, um nome que jamais o largaria, a personificação da resistência anti-fascista, traições à pátria de Salazar e terrorismo militar. Hoje, meio século depois, a sua história é finalmente contada." (Fonte: Sítio do Livro).

Vd. também a qui a nota de leitura que o  Mário Beja Santos fez sobre o livro.


1. INQUÉRITO 'ON LINE':

"NA MINHA UNIDADE (COMPANHIA OU EQUIVALENTE) NÃO HÁ CASOS DE DESERÇÃO"



Os 60 primeiros resultados (às 18h00 de ontem)


1. Nenhum, na metrópole  > 31 (51%)

2. Nenhum, no TO da Guiné  > 41 (68%)

3. Um, na metrópole  > 11 (18%)

4. Dois, na metrópole  > 3 (5%)

5. Três ou mais, na metrópole  > 2 (3%)

6. Um, no TO da Guiné  > 8 (13%)

7. Dois, no TO da Guiné  > 1 (1%)

8. Três ou mais, no TO da Guiné > 0 (0%


O prazo de resposta ao inquérito termina na 5ª feira, dia 3/112016, às 15h34.


2. Comentários dos nossos camaradas no poste P16655 (*)

(i) Vasco Pires [, falecido ontem, em Porto Seguro, Brasil]

Na minha unidade, o 23° Pel Art, não teve deserção, e continuo achando muito pouco provável havê-la, pois os soldados, que tinham até três mulheres, tinham um poder aquisitivo muito superior à maioria da população. Lamento não ter números concretos para apresentar.


(ii) Luís Graça

Vasco, não tens que "pedir desculpa"... Na minha guineense CCAÇ 12, também não houve deserções...  Primeiro, eles eram todos fulas e tinham um ódio de morte ao PAIGC...  E depois recebiam todos o equivalente a um pré de um 1º cabo metropolitano: 600 pesos (soldados de 2ª classe, do recrutamento local) + 24,5 pesos por dia por serem desarranchados)... O 1º cabo José Carlos Suleimane Baldé, que tinha a 4ª classe, ganhava mais (em patacão) do que o colega metropolitano, por ser desarranchado...

Ao fim do mês, eram cerca de 1.350 pesos, para um simples soldado de 2ª classe (!), "português da Guiné"... Na Guiné na época, era muito dinheiro...  Em escudos da metrópole, e aplicando a taxa de desvalorização de 10% em relação ao peso, eram 1.215 escudos!...  Em 1969, 1.215 escudos equivaleriam hoje a 361,21 € ...

O PAIGC não pagava pré, nem em pesos, nem escudos, nem rublos, nem em dólares, nem coroas suecas... Só prometia, para os vencedores e os sobreviventes, a glória da independência!... O problema é que o heroísmo não enche barriga nem dá para alimentar duas mulheres, no mínimo, e um rancho de filhos...

Os nossos soldados guineenses ganhavam mais do que os médicos cubanos, essa é que é a verdade!... A terem desertado (, o que não me parece que tenha acontecido com companhias africanas como a CCAÇ 12, no final da guerra no TO da Guiné; pode ter acontecido em Angola e em Moçambique...), só poderia ter sido pela clara perceção de que nós, os tugas, os estávamos prontos para os abandonar...

Felizmente, eu não estava lá, no pós 25 de abril, nem assisti a esse momento doloroso da passagem de testemunho da história... Acredito que tenha sido dilacerante para os "últimos soldados do império"... E foi seguramente mais trágico para os nossos camaradas guineenses que apostaram no cavalo errado...


(iii) António Silva

Também estive na Guiné,  na CCaç 2790. Tivemos um desertor, um alferes, que segundo diziam foi de férias de mobilização e nunca mais voltou.


(iv) Joaquim Ruivo

Enquanto estive na Guiné (de outubro de 61 a fevereiro de 64), tive conhecimento de 2 casos de deserção: um alferes miliciano da minha unidade (cabo-verdiano) e um 1ª cabo cripto. Este último, segundo consta,  falava aos microfones duma emissora dum país africano, que não me lembro qual. O 1º cabo cripto deu muitos problemas no sector das transmissões porque tiveram que alterar todos os códigos...


(v) José Cruz

Na minha companhia, CCAÇ 3306,  em Jolmete, houve um desertor, um furriel. Ah! mas conheço um desertor do exército que, depois do 25 de Abril, veio para o país e arranjou colocação como funcionário público. Professor. Eu tive de emigrar.


(vi) [Joaquim ?] Mendes

Correndo o risco de estar a ver mal o inquérito, pergunto-me sobre a sua validade,  dado permitir que vários militares da mesma companhia assinalem o mesmo desertor dando origem a erro grosseiro.
Sugiro que o voto implique referenciar a unidade em causa para assim reduzir a multiplicação dos desertores (que não serão muitos).


(vii) Tabanca Grande (editor)

Camarada Mendes, tens razão... Mas o objetivo da "sondagem" é permitir-nos falar justamente destes casos... Não temos a veleidade de fazer um "estudo científico" sobre o fenómeno da deserção na Guiné... A nossa amostra será sempre "enviesada"... Este não é o instrumento apropriado...

Além disso, esta funcionalidade do Blogger, o nosso servidor, tem muitas limitações técnicas.... Não posso fazer duas perguntas ao mesmo tempo, nem muito menos perguntas abertas: por exemplo, qual foi o nº da companhia?

De qualquer modo, temos em média um membro da Tabanca Grande por companhia... Não haverá grandes riscos de sobreposição... E há companhias que nem sequer estão aqui representadas...

É importante que a malta responda e diga o que respondeu ... Eu já o fiz, na minha CCAÇ 2590 / CCAÇ 12 não houve desertores, nem antes nem depois do embarque... E aqui não contam os boatos de caserna, o que se ouviu dizer, etc. Queremos factos, casos concretos (se é que os houve, em cada uma das nossas companhias)...


(viii) Luís Graça

Até 1965, haveria "apenas" 9 desertores tugas, que se passaram para o "outro lado"... A fonte (insuspeita) é o 'Nino' Vieira... Será também razoável considerar como desertores uma série de rapaziada, que deixou as nossas forças armadas para se juntar ao movimento liderado por Amílcar Cabral... Estou a lembrar-me de diversos guineenses que frequentaram, com aproveitamento, o 1º Curso de Sargentos Milicianos, em Bissau, em 1959... O caso mais conhecido é o Domingos Ramos, um dos "generais" do PAIGC...

Um dos 3 desertores de Fulacunda, em 1965, era, de seu nome completo, o António Manuel Marques Barracosa [e não Barricosa...], de 23 anos, com o posto de 1º cabo miliciano...

Seria mais tarde, dois anos depois, em maio de 1967, um dos 4 implicados na assalto à agência do Banco de Portugal na Figueira da Foz, liderado por Hermínio da Palma Inácio, 46 anos, fundador e dirigente da LUAR, com a colaboração de Camilo Tavares Mortágua, 34 anos, e Luís Benvindo, 25 anos.  O assalto, no valor de mais de 29 mil contos na época (c. 146 mil euros, na moeda de hoje), teria sido até então o maior roubo de sempre em Portugal. Julgado à revelia, o Barracosa foi condenado a 13 anos. Perdeu-se aqui o seu rasto...

Os casos de deserção, não na metrópole, mas já no TO da Guiné, são, de facto, poucos ao longo da guerra, de tal modo que os nomes dos desertores são sobejamente conhecidos: Aqui vão mais três:

Manuel Alberto Costa Alfaiate, antigo fuzileiro naval; desertou em fevereiro de 1970; Manuel Fernando Almeida Matos, 1º cabo, chegou à Guiné em janeiro de 1969, participou em várias operações, sobretudo na região de Bula, e desertou em abril; Manuel Veríssimo Viseu, natural de Mértola, nascido em 1946, pertenceu à 15ª Companhia de Comandos, combateu em Jabadá, chegou à Guiné em Maio de 1968; quando a 15ª Companhia de Comandos estava em Cuntima, atravessou a fronteira e apresentou-se ao PAIGC.


(viii) Acácio Jesus Nunes

Na CCaç 2312, apareceu lá um tipo em rendição individual, esteve poucos meses e em Bula pirou-se com a arma. Foi o único e por onde andámos não me constou caso idêntico.  Este meliante foi acusar na rádio Conakry um alferes e o capitão de crimes que nunca se cometeram contra a população. Além de cobarde,  foi aldrabão.


(ix) José Colaço

A maior fuga à guerra não eram os desertores, mas, creio eu e até prova em contrário,  foram os refractários que a partir,  dos 13 anos, mais ou menos,  até serem chamados à inspecção e incorporação nas forças militares,  preparavam a fuga não se apresentando quando eram chamados.

Havia vários estratagemas: muitos dos filhos dos senhores de então eram admitidos como trabalhadores por influências, cunhas na OGMA em Alverca,  e assim se safavam de ir à guerra.
Por isso esta sondagem fica muito carente das fugas da ida à Guerra do Ultramar.


(x) António J. Pereira da Costa

As técnicas de "fuga" de que o Colaço fala eram legais e algumas até tinham reversos, como é o caso da ida para a pesca do bacalhau.

Creio que estamos a falar dos que não foram de todo e não aproveitaram, talvez por não saberem, os diferentes, mas poucos furos da lei.

Ao Jesus Nunes lembro que a propaganda é isto mesmo. O uso de depoimentos e testemunhos "prestados" por desertores faz parte dela. Recordo o depoimento do ten comando graduado  Januário, que desertou em Conakry com o respectivo Gr Comb. Cmds [no decurso da Op Mar Verde, em 22 de novembro de 1970, 1ª Companhia de Comandos Africana / Cmds Africana],  antes de serem todos fuzilados, que está nesta linha. Não temos ideia nenhuma das informações que prestaram ao In e como é que elas lhes foram sacadas.

Não sei se o desertor, isto é, o que foge para o In ou para outras regiões, depois de incorporado, não terá de ter uma boa dose de coragem. É cortar com tudo e recomeçar, sem poder voltar atrás... Houve camaradas nossos que foram recambiados da Suécia, por não terem aceitado colaborar, mesmo indirectamente, com os guerrilheiros.

Estes são pontos a considerar na apreciação do problemas. De qualquer modo, parece-me que já avançámos ao fixarmos a diferencia entre desertor, faltoso e refractário.


(xi) Vasco da Gama

Também o nosso capitão Vasco da Gama teve o seu desertor.... Convite para revisitar um dos seus postes, da série "Banalidades da Foz do Mondego", de 15/6/2009:

 (...) "Temos os que embarcaram connosco e que deram o salto quando vieram de férias à metrópole. Aconteceu a um furriel da minha companhia, o Pereira, a quem os Tigres designam por furriel fugitivo ou fugitivo, tout court. O seu não regresso à minha Companhia ainda me levou a ser ouvido pelo Pide de Aldeia Formosa que achou estranho o facto de eu não ter desconfiado de nada…

"O fugitivo foi a um dos primeiros convívios da nossa Companhia, alguns anos após o 25 de Abril. Acreditem que nenhum de nós lhe cobrou o que quer que fosse, muito embora nunca mais tivesse aparecido. Conversámos e ele apenas referiu que não conseguia aguentar a situação que a nossa Companhia estava a viver e que tinha tido a oportunidade de se pirar. Eu sei que apenas pensou nele e os outros que se lixem, mas para quê fazê-lo sofrer mais com o nosso julgamento?

"Cada um é como cada qual e quão diferente foi a atitude do nosso José Brás que, de férias em Portugal, recebeu a notícia da morte dos seus camaradas, o Dias e o Oliveira que morreram sem ele em Xinxi-Dari. Nem o pai o convenceu a dar o salto e o Mejo iria continuar a ser a sua pátria por mais algum tempo…. “E sem precisar de dizer-lhe que me sentia miserável por ter deixado morrer aqueles amigos sem a minha presença de arma na mão…” (...)

(xii) Mário Pinto

O fuzileiro António Trindade Tavares,  o célebre G3, que desertou em 1968 do seu destacamento em Bissau... Por acaso já contei a sua história aqui no Blogue. Era meu vizinho aqui no Lavradio.


Guiné > Bissau > 1959 > 1º Curso de Sargentos Milicianos, aberto a "assimilados" > 1ºs cabos milicianos Mário Dias (à direita, na segunda fila, de pé), Domingos Ramos (à esquerda, na primeira fila) e outros... De entre os militares que frequentaram o 1º Curso de Sargentos Milicianos (CSM), em Bissau, em 1959, houve vários casos de deserção para o PAIG

"De cócoras, a partir da esquerda: Domingos Ramos; um outro cujo nome não me lembro mas que também foi para a guerrilha; e depois o Laurentino Pedro Gomes. De pé: não me recordo o nome mas também foi para a guerrilha; Garcia, filho do administrador Garcia, muito conhecido e estimado em Bissau; mais um de cujo nome não me recordo; eu [, Mário Dias]; e mais outro futuro guerrilheiro."

Foto (e legenda): © Mário Dias (2006). Todos os direitos reservados
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